Kuini Pussa Matis, pai do cinegrafista Damë Bëtxum, pediu que a equipe registrasse a atividade em que passa o veneno curare em seus dardos de zarabatana, realizada momentos antes da saída para a caça. O homem brasas de uma das fogueiras acesas pelas mulheres para cozinharem, em um dos cantos da maloca, e as coloca embaixo dos dardos já envenenados, de forma a esquentar e fixar melhor o curare nas mesmas. Kuini continua passando, então, o veneno em seus dardos.
Carolina LopezZarabatana
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Kuini Pussa Matis, pai do cinegrafista Damë Bëtxum, pediu que a equipe registrasse a atividade em que passa o veneno curare em seus dardos de zarabatana, realizada momentos antes da saída para a caça. Kuini prepara o veneno com um bastonete próprio para isso, dentro da maloca. O curare fica guardado em panelinhas específicas, penduradas nos pilares das malocas, e são individuais e inalienáveis de cada homem que o produz.
Damë Bëtxum MatisKuini Pussa Matis, pai do cinegrafista Damë Bëtxum, pediu que a equipe registrasse a atividade em que passa o veneno curare em seus dardos de zarabatana, realizada momentos antes da saída para a caça. No detalhe, o tenke, aljava que leva os dardos da zarabatana, e as panelinhas que servem para guardar o curare, que no dia a dia ficam penduradas nos pilares das malocas da aldeia. Atrás dessas, há uma cuia velha que o caçador utiliza para preparar o veneno, que está no pote de cerâmica, para assim passá-lo nos dardos.
Damë Bëtxum MatisKuini Pussa Matis, pai do cinegrafista Damë Bëtxum, pediu que a equipe registrasse a atividade em que passa o veneno curare em seus dardos de zarabatana, realizada momentos antes da saída para a caça com essa arma. Detalhe de Kuini preparando o veneno com um bastonete próprio para isso, dentro da maloca.
Damë Bëtxum MatisKuini Pussa Matis, pai do cinegrafista Damë Bëtxum, pediu que a equipe registrasse a atividade em que passa o veneno curare em seus dardos de zarabatana, realizada momentos antes da saída para a caça. Kuini começa a passar o veneno na ponta dos dardos, um a um, utilizando um bastonete próprio para isso.
Damë Bëtxum MatisKuini Pussa Matis, pai do cinegrafista Damë Bëtxum, pediu que a equipe registrasse a atividade em que passa o veneno curare em seus dardos de zarabatana, realizada momentos antes da saída para a caça. Kuini começa a passar o veneno nos dardos, um a um, utilizando um bastonete próprio para isso.
Damë Bëtxum MatisKuini Pussa Matis, pai do cinegrafista Damë Bëtxum, pediu que a equipe registrasse a atividade em que passa o veneno curare em seus dardos de zarabatana, realizada momentos antes da saída para a caça. Detalhe do pote de cerâmica auxiliar que Kuini utiliza para misturar o veneno, ao retirá-lo da panelinha na qual é guardado, pendurado nos pilares da maloca. Atrás, outra cuia auxiliar utilizada no processo.
Damë Bëtxum MatisKuini Pussa Matis, pai do cinegrafista Damë Bëtxum, pediu que a equipe registrasse a atividade em que passa o veneno curare em seus dardos de zarabatana, realizada momentos antes da saída para a caça. Kuini prepara o veneno com um bastonete próprio para isso. O curare fica guardado em panelinhas específicas, penduradas nos pilares das malocas. O veneno é utilizado exclusivamente pelo homem que o produz.
Carolina LopezKuini Pussa Matis, pai do cinegrafista Damë Bëtxum, pediu que a equipe registrasse a atividade em que passa o veneno curare em seus dardos de zarabatana, realizada momentos antes da saída para a caça. O homem traz brasas de uma das fogueiras acesas pelas mulheres para cozinharem, em um dos cantos da maloca, e as coloca embaixo dos dardos já envenenados, de forma a esquentar e fixar melhor o curare nos mesmos.
Carolina LopezKuini Pussa Matis, pai do cinegrafista Damë Bëtxum, pediu que a equipe registrasse a atividade em que passa o veneno curare em seus dardos de zarabatana, realizada momentos antes da saída para a caça. Kuini passa o veneno nos dardos, um a um, utilizando um bastonete próprio para isso. Ao seu lado, encontram-se o tenke, aljava, e as panelinhas que servem para guardar o curare, que no dia a dia ficam penduradas nos pilares das malocas da aldeia. Damë Bëtxum, aluno formado pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014 e bolsista do ProDocult Matis, é um dos responsáveis pelo da prática.
Carolina LopezKuini Pussa Matis, pai do cinegrafista Damë Bëtxum, pediu que a equipe registrasse a atividade em que passa o veneno curare em seus dardos de zarabatana, realizada momentos antes da saída para a caça com essa arma. Kuini prepara o veneno com um bastonete próprio para isso, dentro da maloca. O curare fica guardado em panelinhas específicas, penduradas nos pilares das malocas. O veneno é utilizado exclusivamente pelo homem que o produz.
Damë Bëtxum MatisKuini Pussa Matis, pai do cinegrafista Damë Bëtxum, pediu que a equipe registrasse a atividade em que passa o veneno curare em seus dardos de zarabatana, realizada momentos antes da saída para a caça. Conjunto de instrumentos utilizados para a caça com a zarabatana: o tenke, aljava onde se guardam os dardos e materiais associados, e duas panelinhas que servem para guardar o veneno, que no dia a dia ficam penduradas nos pilares das malocas. Há também, por último, uma cuia velha que o homem pegou apenas para trabalhar o seu veneno, de forma a passá-lo nos dardos.
Carolina LopezKuini Pussa Matis, pai do cinegrafista Damë Bëtxum, pediu que a equipe registrasse a atividade em que passa o veneno curare em seus dardos de zarabatana, realizada momentos antes da saída para a caça. Kuini começa a passar o veneno nos dardos, um a um, utilizando um bastonete próprio para isso. A atividade é registrada por Damë Bëtxum e Batsi, alunos das oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014.
Carolina LopezKuini Pussa Matis, pai do cinegrafista Damë Bëtxum, pediu que a equipe registrasse a atividade em que passa o veneno curare em seus dardos de zarabatana, realizada momentos antes da saída para a caça. Kuini começa a passar o veneno nos dardos, um a um, utilizando um bastonete próprio para isso.
Carolina LopezKuini Pussa Matis, pai do cinegrafista Damë Bëtxum, pediu que a equipe registrasse a atividade em que passa o veneno curare em seus dardos de zarabatana, realizada momentos antes da saída para a caça. O homem passa o veneno nos dardos, um a um, utilizando um bastonete próprio para isso. Coloca brasas que pegou de uma das fogueiras acesas pelas mulheres para cozinharem, em um dos cantos da maloca, embaixo dos dardos já envenenados, de forma a esquentar e fixar melhor o curare nos mesmos.
Carolina LopezKuini Pussa Matis, pai do cinegrafista Damë Bëtxum, pediu que a equipe registrasse a atividade em que passa o veneno curare em seus dardos de zarabatana, realizada momentos antes da saída para a caça. Detalhe das mãos de Kuini passando o veneno nos dardos, um a um, com de um bastonete próprio para isso.
Damë Bëtxum Matis