Gravação realizada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai, sobre a cultura Xavánte
Sans titreXavánte
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Imagem de uma aldeia indígena, índios reunidos (mulheres e crianças), índia amamentando, criança índia colocando lenha numa pequeno fogão, tucano se alimenta, índia confecciona cesto de palha, índia fazendo linha com algodão, índio cortando sua comida (um
Sans titreCantos e músicas indígenas gravados pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Faixa 1: (04 seg. - 29 seg.) 8 de outubro de 1974, na missão salesiana do Sangradouro à noite. João Batista vai cantar agora um canto da noite DAHIPÓPO e depois vamos ver a explicação deste canto/ (2 min. 31 seg. - 2 min. 49 seg.) 10 de outubro de 1974, na missão salesiana do Sangradouro. José de [Arimatia?], Xavánte, vai cantar agora o abadzayñiyredapã./ (3 min. 29 seg. – 3 min. 40 seg.) José Xavánte agora vai cantar o abadzi Rayhidiba-ma danõre – canto para a festa do nome das moças. (5 min. 48 seg. – 5 min. 59 seg.) José vai cantar agora [?]./José vai cantar agora [?]./ (6 min. 24 seg. – 6 min. 29 seg.) José Xavánte vai cantar dahiwanõRe./ (8 min. 10 seg. – 8 min. 27 seg.) 11 de outubro de 1974, Sangradouro. José de Arimatia, Xavánte, vai cantar um Datsiwayõ, canto inicial da festa do nome das mulheres./ (9 min. 24 seg. – 9 min. 30 seg.) Agora José vai cantar um Datsiwayweré./ (11 min. 45 seg. – 12 min. 06 seg.) 12 de outubro de 1974,angradouro. José vai cantar agora o Reyrewa, canto de homens e mulheres. A melodia que as mulheres cantam é a mesma que os homens cantam./ (12 min. 42 seg. – 12 min. 50 seg.) José vai cantar agora o WayñoRe, canto depois da luta./ (14 min. 27 seg. – 14 min. 32 seg.) Agora José vai cantar o WamñoRoñoRe./ (15 min. 26 seg. – 15 min. 36 seg.) José vai cantar um pedacinho do canto [?], porque este canto é muito comprido./ (16 min. – 16 min. 03 seg.) Agora José vai cantar o WatèabañoRe./ (21 min. 15 seg. – 21 min. 27 seg.) 12 de outubro de 1974, Sangradouro. Agora João Batista vai cantar o Dzomoriñore, é um canto que se canta nas caçadas./ (22 min. 49 seg. – 23 min. 02 seg.) João Batista vai cantar o WayaRãpó, o canto que cantam na dança [?] com feixes de cera de buriti./ (23 min. 56 seg. – 24 min. 07 seg.) 15 de outubro de 1974, Sangradouro. José vai cantar um canto para a festa da furação das orelhas./ (25 min. 31 seg. – 25 min. 40 seg.) José vai cantar outro canto do mesmo tipo para a festa da furação das orelhas./ (26 min. 57 seg. – 27 min. 03 seg.) José vai cantar mais um canto para a festa da furação das orelhas./ (28 min. 34 seg. – 28 min. 45 seg.) José vai cantar agora um canto que as mães cantam para os filhos dormir [?] Lullaby./ (29 min. 01 seg. – 29 min. 04 seg.) José vai cantar um canto DAPRABA./Faixa 2: (1 seg. – 10 seg.) 15 de outubro de 1974, Sangradouro. José de [?] vai cantar agora um DAIARÓNO./ (2 min. 12 seg. – 2 min. 15 seg.) José vai cantar um DAHIPÓPO./ (4 min. 20 seg. – 4 min. 27 seg.) José vai cantar um Marawawa Dañõre./ (6 min. 38 seg. – 6 min. 42 seg.) José vai cantar um DAPARARA./ (8 min. 11 seg. – 8 min. 17 seg.) José vai cantar o DAWAUWA choro./ (10 min. 12 seg. – 10 min. 24 seg.) 19 de outubro de 1974, Sangradouro. Jerônimo, o mais velho da tribo, vai cantar um DAHIPÓPO./ (12 min. 04 seg. – 12 min. 08 seg.) Agora Jerônimo vai cantar um DAPRABA./ (13 min. 31 seg. – 13 min. 34 seg.) Jerônimo vai cantar um DAIARÓNO./ (14 min. 55 seg. – 15 min.) Jerônimo vai cantar um Mara`wawa./ (16 min. 53 seg. – 17 min. 02 seg.) Jerônimo vai cantar um [?] que quer dizer um choro que pede ajuda em serviço para, por exemplo, fazer uma casa./ (18 min. 40 seg. – 18 min. 58 seg.) Um canto choro da lenda [?], contada por Jerônimo [?] e registrado, gravado pelo padre Zacaria./ (19 min. 23 seg. – 19 min. 26 seg.) Continua a mesma lenda./ (20 min. – 20 min. 12 seg.) Choro de uma outra lenda [?], também registrada pelo padre Zacaria./ (21 min. 05 seg. – 21 min. 11 seg.)/ Choro de uma outra lenda [?]./ (21 min. 30 seg. – 21 min. 32 seg.) Outro choro da mesma lenda./ Outro choro da mesma lenda./ (22 min. 20 seg. – 22 min. 30 seg.) Canto da lenda [?] também registrada pelo padre Zacaria./ (25 min. 21 seg. – 25 min. 36 seg.) 20 de outubro de 1974, Sangradouro. Jerônimo agora vai cantar um canto do [?], acompanhado pelo chocalho que ele mesmo vai manejar./ (27 min. 31 seg. – 28 min. 44 seg.) Jerônimo vai cantar outro canto do [?], quer dizer [?], acompanhado pelo chocalho que ele mesmo maneja./ (30 min. 18 seg. – 30 min. 25 seg.) Jerônimo vai cantar agora mais um canto do [?], acompanhado por chocalho
Músicas e cantos dos índios Xavánte registrados pelo etnomusicólogo Desidério Aytai, realizado no dia 10 de julho de 1969
Sans titreGravações realizadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai na Missão Salesiana de São Marcos de Mato Grosso em 1961, com os índios Xavántes. Esta presente na gravação o cacique Xavánte chamado Apoena. Há também o canto de índios Tiriyó gravado pela irmã Luzia na Missão dos Tiriyós em 1969. Passagem das Gravações didáticas nº14, 1969. Universidade Católica de Campinas. Faculdade de Filosofia, Ciências, Letras. Cadeira de Antropologia
Sans titreFaixa 1: (0 seg. - 1 min. 41 seg.). 1969, Sangradouro. Vamos ouvir um canto cantado por Alexandre Xavánte. É um canto que ele mesmo fez em língua Xavánte, em louvor de nosso senhor e de São José; (1 min. 45 seg. - 3 min. 57 seg.) Canto também Xavánte em louvor de São José; (4 min. 01 seg. - 10 min. 58 seg.) Estamos em Sangradouro e de tarde, ao meu lado esta sentado Alexandre e eu perguntei: Alexandre... para explicar de onde que veio o milho. Ele vai explicar para nós, a história do milho; (11 min. 07 seg. - 21 min. 56 seg.) Agora, Alexandre vai contar uma história referente as estrelas.; (21 min. 59 seg. - 31 min.) 15 de julho de 1969, Sangradouro. Ontem à noite, Elisabete ensaiou duas vezes com vários moços Xavántes na igreja e conseguiu ensiná-los a cantar em duas vozes. Hoje cedo, na missa, já vão cantar enquanto Elisabete esta acompanhando com um velho harmônio. Vamos tentar fazer esta gravação daqui a cinco, dez minutos quando começar a missa das seis horas. (32 min. 30 seg. - 33 min. 20 seg.) 16 de julho de 1969. Estamos no quarto de hóspedes da missão Salesiana do Sangradouro e no quarto vizinho [?] no quarto do vizinho um forro. Estamos ouvindo falar um jovem Xavánte que catequista e esta dando ensinamentos religiosos a mulheres Xavántes em língua Xavánte. (33 min. 22 seg. - 38 min. 36 seg.) Julho de 1969. Estamos na escola Salesiana das meninas Xavántes. Elas estão cantando e dançando.; (38 min. 37 seg. - 44 min. 49 seg.) 8 de julho de 1969, Sangradouro, à noite. Estamos entrando na aldeia Xavánte onde vários grupos dançam e cantam. Sua fase crescente e estamos ouvindo o canto do próximo grupo. Estamos a uns trinta, quarenta metros do primeiro grupo que canta. Estou vendo algum fogo. Agora paramos perto de uma outra choupana. Os moços, mais ou menos trinta ou quarenta, formaram um círculo de vão cantar já. Atravessando a praça redonda no meio das choupanas para chegar ao outro grupo formado por maiores moços. As estrelas são tão bonitas que só em Mato Grosso podem ser. Faixa 2: (7 seg. - 5 min. 36 seg.) 8 de julho de 1969, Sangradouro. Continua o canto dos Xavánte na aldeia à noite. Vamos a um terceiro grupo, formado só por moços grandes. O grupo é bem menor. Os grupos são totalmente circulares, virando o corpo para o centro do círculo e inclinado um pouco para frente, abrindo os pés. E fazendo movimentos [?] com os joelhos. É impossível não acreditar que esta dança tenha a função principal de um exercício militar para reforçar a união do grupo dos jovens.; (5 min. 38 seg. - 7 min. 12 seg.) Como vai? Tá um pouco melhor? Tá mesmo? Já tomou injeção hoje? Na veia? A enfermeira picou. Doeu muito? Muito, muito? Mas, agora, aqui atrás não dói tanto? Dói menos? E aquela dor de cabeça, melhorou? Parou de tudo [sic]? Não tem mais nada na cabeça? Tem ainda um pouco? Mas melhorou bem, não? Precisa tomar mais remédio? Aqui dói ainda, aqui? Aqui dói? Não melhorou? Perna não dói? E barriga, não dói? Por que deu risada, rara, por quê? Não dói aqui? Dói pouco. (7 min. 14 seg. - 10 min. 35 seg.) No cruzeiro, quase no centro da aldeia, os Xavántes estão cantando agora a sua língua.; (10 min. 37 seg. - 19 min. 57 seg.) [Índio falando sobre a saúde dos índios].; (20 min. 01 seg. - 23 min. 09 seg.) 20 de julho de 1969, Sangradouro. Hoje devem os americanos chegar na Lua. Neste instante, tem aqui dois Xavántes perto de nós e vão tocar na flauta feita por uma pequena cabaça enfeitada.; (23 min. 11 seg. - ) Esta música parece que esta sendo tocada para a corrida do Buriti. (34 min. 57 seg. - ) 21 de julho de 1969, Sangradouro. Depois do almiço, Elisabete esta ensaiando com oito, dez moços Xavántes na escola Salesiana, onde ela esta tentando ensinar cantos da igreja para os moços Xavántes.; (38 min. 52 seg. - ) 23 de julho de 1969. Estamos no quarto 69 do grande hotel Gaspar de Campo Grande. Ontem cedo saímos de [Pochoréu?] e chegamos em duas horas e meia, mais ou menos, em Rondonópolis, depois de ter passado uns vinte minutos numa ponte que estava quebrada e que funcionários aparentemente do governo estavam consertando para podermos passar de ônibus.Em Rondonópolis passamos o dia inteiro, visitando a moderna igreja, passeando, almoçando, encontrando um velho amigo, o pai do senhor Jofre que por acaso passou nas ruas de Rondonópolis e que nos deu a oportunidade deste encontro quase milagrosoe mais ou menos as sete horas da noite embarcamos no ônibus que nos trouxe até aqui, Campo Grande, onde chegamos mais ou menos as oito horas da manhã. Tendo viajado a noite inteira e dormido mais ou menos nos assentos não muito confortáveis. Hoje conversamos com o padre Angelo e reservei a passagem para amanhã à tarde para voltar a Campinas porque não podemos fazer a escavação do cemitério em Corumbá. O padre tendo pouco tempo, porque ele tem que aproveitar para preparar uma conferência em Brasília. Assim praticamente terminou nossa viagem deste ano aos índios. Hoje almoçamos com o padre Angelo numa pizzaria romana e esta noite vamos jantar com ele no mesmo restaurante e depois voltamos a Campinas para recomeçarmos as tarefas de todos os dias
Sans titreMúsica e cantoria indígena Xavánte realizada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há um depoimento do cacique Apoena
Sans titreGravação realizada pelo etnomusicólgo Desidério Aytai na Missão Salesiana do Sangradouro em julho de 1969 com os índios Xavánte
Sans titreGravação realizada no dia 20 de outubro de 1974 em Sangradouro pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. São gravadas músicas indígenas Xavánte executada pelo índio Jerônimo
Sans titreMúsicas indígenas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
Sans titreMúsicas indígenas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
Sans titreMúsicas indígenas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
Sans titreMúsicas indígenas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
Sans titreGravação realizada em 14 de outubro de 1974 em Sangradouro pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. São gravadas cantos dos índios Xavánte
Sans titreGravação realizada em 14 de outubro de 1974 em Sangradouro pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. São gravadas cantos dos índios Xavánte
Sans titreFlauta tocada na corrida de buriti gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Gravação também de choro de saudade dos índios Xavánte, músicas indígenas e cantos
Sans titreFlauta tocada na corrida de buriti gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Gravação também de choro de saudade dos índios Xavánte, músicas indígenas e cantos
Sans titreFlauta tocada na corrida de buriti gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Gravação também de choro de saudade dos índios Xavánte, músicas indígenas e cantos
Sans titreFlauta tocada na corrida de buriti gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Gravação também de choro de saudade dos índios Xavánte, músicas indígenas e cantos
Sans titreCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
Sans titreCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
Sans titreCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
Sans titreCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
Sans titreCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
Sans titreCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
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