Saúde
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Instalações da sala dos enfermos do hospital do posto
FOERTHMANN, HeinzInstalações da sala dos enfermos do hospital do posto
FOERTHMANN, HeinzSala de operações do hospital do posto
FOERTHMANN, HeinzSala de operações do hospital do posto
FOERTHMANN, HeinzDocumentário realizado a partir do registro do trabalho voluntário desenvolvido pelos jovens universitários do rio de janeiro. Resumo das cenas: homens desembarcando de ônibus do Projeto Rondon/ cumprimento entre moradores e visitantes/ embarque num barco
Faixa 1: (01 seg - 8 min. 53 seg.) Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Departamento de Antropologia. Gravação didática. Decadência e queda dos seios. (8 min. 55 seg. - 19 min. 24 seg.) Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Gravação didática. Antropólogo fala aos médicos.; Faixa 2: (07 seg. - 55 seg.) Música babilônia transcrita de uma tabuleta de barro queimado com inscrições cuneiformes.; (59 seg. - 1 min. 42 seg.) Canto de ninar Karajá, cantado primeiro por um homem, depois por uma mulher. Vai cantar agora algumas vezes aquelas sílabas que as mães cantam com canto de ninar quando a criança chora. É canto de mulher, não é de homem.; (1 min. 45 seg. - 2 min. 29 seg.) Vai cantar o canto de ninar que as mães Karajá cantam para o filho, para ele dormir.; (2 min. 33 seg. - 5 min. 16 seg.) Vamos ouvir um [?] Xavánte. Isto é o canto para o início da caçada comunal. Os índios formam um círculo de quatro, cinco quilômetros de diâmetros e acendem a periferia para obrigar os animais a se aproximarem sempre mais e mais ao centro. E quando sobrar um círculo de cem ou deuzentos metros de diâmetro cheio de animais, os índios pulam o fogo, penetram neste círculo de matam os animais. Lugar São Marcos. Ano de gravação 1961. O cantor principal [?].; (5 min. 18 seg. - 7 min. 19 seg.) Canto dos meninos à meio dia em frente das choupanas das aldeias. Este canto foi gravado pelo padre Angelo Jaime Venturelli.; (7 min. 27 seg. - 9 min. 05 seg.) 29 de setembro de 1975, missão Sangradouro. Jerônimo vai cantar agora um canto [?] que serve para chamar os companheiros para irem executar um serviço mais pesado e que requer a ajuda de várias pessoas, por exemplo, ir no mato e trazer folhas de palmeiras para consertar as casas. Ele vai cantar agora este canto.; (9 min. 11 seg. - 10 min. 44 seg.) Vamos ouvir o choro que a mãe Karajá entoa quando sua filha chegou a puberdade e teve a primeira menstruação. O choro esta sendo cantado o dia inteiro do acontecimento e às vezes a noite também. O motivo do choro é que a mãe esta prevendo a perda de sua filha que logo vai casar e, consequentemente, não será mais membro família maternal.; (10 min. 48 seg. - 14 min. 18 seg.) Vamos ouvir agora um canto mágico dos índios Xavánte para curar um doente gravemente enfermo. O canto foi gravado na missão do Sangradouro, Mato Grosso, em 1969. Quando uma pessoa esta muito doente a aldeia inteira se junta em frente da choupana do doente à noite e cantam até a madrugada diferentes cantos de curar que tem poder mágico. Os índios acreditam que se este canto não ajudar, não há mais esperança para o doente. Que não vai sarar com nenhum remédio.; (14 min. 24 seg. - 16 min. 41 seg.) Estamos na missão Salesiana de São Marcos, Mato Grosso. Data: 30 de agosto de 1961. É noite. As estrelas brilham. Mas, só em cima, no meio do céu porque a fumaça provocada pelas queimadas que o Xavántes usam para as suas caçadas escureceu em volta toda a região do céu que esta perto do horizonte. Estamos ao ar livre, minha senhora e eu, perto de um forro. Em volta de nós, uns trinta moços Xavántes cantando. Um deles se oferece a cantar o choro do curandeiro. O moço esta quase totalmente nú, com o cabelos vermelhos de urucum, com alguns enfeites no corpo. Pega o microfone sem medo e canta. Significa nada. São sílabas que não formam palavras e servem unicamente para facilitar a entonação. Peço desculpas pelas imperfeições da gravação que foi feita num gravador pequeno de pilhas. (16 min. 45 seg. - 17 min. 50 seg.) Vamos ouvir um canto mágico Xavánte para a chuva parar. Paulo agora vai cantar um canto que usam quando tem chuva demais e querem que a chuva pare.; (17 min. 53 seg. - 20 min. 12 seg.) Música das flautas sagradas dos índios Nambikwára na Serra Azul em Mato Grosso. 11 de julho de 1967. Estou na casa de flautas da aldeia Nambikwára. Elisabete não pode vir aqui porque para mulheres é tabu. Elas não podem entrar aqui, sob pena de morte. Os Nambikwára prometeram de tocar as flautas.; (20 min. 17 seg. - 24 min. 25 seg.) Vamos ouvir agora a música fúnebre dos índios Bororo e o lamento fúnebre da mulher. Esta gravação foi feita pelo padre Cesar Albisetti.; (29 min. 28 seg. - 30 min. 40 seg.) [teste de gravação]
AYTAI, DesidérioFaixa 1: (01 seg - 8 min. 53 seg.) Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Departamento de Antropologia. Gravação didática. Decadência e queda dos seios. (8 min. 55 seg. - 19 min. 24 seg.) Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Gravação didática. Antropólogo fala aos médicos.; Faixa 2: (07 seg. - 55 seg.) Música babilônia transcrita de uma tabuleta de barro queimado com inscrições cuneiformes.; (59 seg. - 1 min. 42 seg.) Canto de ninar Karajá, cantado primeiro por um homem, depois por uma mulher. Vai cantar agora algumas vezes aquelas sílabas que as mães cantam com canto de ninar quando a criança chora. É canto de mulher, não é de homem.; (1 min. 45 seg. - 2 min. 29 seg.) Vai cantar o canto de ninar que as mães Karajá cantam para o filho, para ele dormir.; (2 min. 33 seg. - 5 min. 16 seg.) Vamos ouvir um [?] Xavánte. Isto é o canto para o início da caçada comunal. Os índios formam um círculo de quatro, cinco quilômetros de diâmetros e acendem a periferia para obrigar os animais a se aproximarem sempre mais e mais ao centro. E quando sobrar um círculo de cem ou deuzentos metros de diâmetro cheio de animais, os índios pulam o fogo, penetram neste círculo de matam os animais. Lugar São Marcos. Ano de gravação 1961. O cantor principal [?].; (5 min. 18 seg. - 7 min. 19 seg.) Canto dos meninos à meio dia em frente das choupanas das aldeias. Este canto foi gravado pelo padre Angelo Jaime Venturelli.; (7 min. 27 seg. - 9 min. 05 seg.) 29 de setembro de 1975, missão Sangradouro. Jerônimo vai cantar agora um canto [?] que serve para chamar os companheiros para irem executar um serviço mais pesado e que requer a ajuda de várias pessoas, por exemplo, ir no mato e trazer folhas de palmeiras para consertar as casas. Ele vai cantar agora este canto.; (9 min. 11 seg. - 10 min. 44 seg.) Vamos ouvir o choro que a mãe Karajá entoa quando sua filha chegou a puberdade e teve a primeira menstruação. O choro esta sendo cantado o dia inteiro do acontecimento e às vezes a noite também. O motivo do choro é que a mãe esta prevendo a perda de sua filha que logo vai casar e, consequentemente, não será mais membro família maternal.; (10 min. 48 seg. - 14 min. 18 seg.) Vamos ouvir agora um canto mágico dos índios Xavánte para curar um doente gravemente enfermo. O canto foi gravado na missão do Sangradouro, Mato Grosso, em 1969. Quando uma pessoa esta muito doente a aldeia inteira se junta em frente da choupana do doente à noite e cantam até a madrugada diferentes cantos de curar que tem poder mágico. Os índios acreditam que se este canto não ajudar, não há mais esperança para o doente. Que não vai sarar com nenhum remédio.; (14 min. 24 seg. - 16 min. 41 seg.) Estamos na missão Salesiana de São Marcos, Mato Grosso. Data: 30 de agosto de 1961. É noite. As estrelas brilham. Mas, só em cima, no meio do céu porque a fumaça provocada pelas queimadas que o Xavántes usam para as suas caçadas escureceu em volta toda a região do céu que esta perto do horizonte. Estamos ao ar livre, minha senhora e eu, perto de um forro. Em volta de nós, uns trinta moços Xavántes cantando. Um deles se oferece a cantar o choro do curandeiro. O moço esta quase totalmente nú, com o cabelos vermelhos de urucum, com alguns enfeites no corpo. Pega o microfone sem medo e canta. Significa nada. São sílabas que não formam palavras e servem unicamente para facilitar a entonação. Peço desculpas pelas imperfeições da gravação que foi feita num gravador pequeno de pilhas. (16 min. 45 seg. - 17 min. 50 seg.) Vamos ouvir um canto mágico Xavánte para a chuva parar. Paulo agora vai cantar um canto que usam quando tem chuva demais e querem que a chuva pare.; (17 min. 53 seg. - 20 min. 12 seg.) Música das flautas sagradas dos índios Nambikwára na Serra Azul em Mato Grosso. 11 de julho de 1967. Estou na casa de flautas da aldeia Nambikwára. Elisabete não pode vir aqui porque para mulheres é tabu. Elas não podem entrar aqui, sob pena de morte. Os Nambikwára prometeram de tocar as flautas.; (20 min. 17 seg. - 24 min. 25 seg.) Vamos ouvir agora a música fúnebre dos índios Bororo e o lamento fúnebre da mulher. Esta gravação foi feita pelo padre Cesar Albisetti.; (29 min. 28 seg. - 30 min. 40 seg.) [teste de gravação]
AYTAI, DesidérioManual publicado pela FUNAI que esclarece procedimentos básicos de primeiros socorros a um acidentado
Documentário produzido pelo S.P.I. durante a viagem de inspeção aos postos indígenas no Rio Araguaia e Rio das Mortes. A equipe com etnólogos, médicos e engenheiros foi incumbida de fazer o levantamento da situação dos índios Karajá e propor melhorias para as condições de vida desta população. Os índios Karajá aparecem dançando, lutando e executando os afazeres domésticos. Vistas gerais das cidades de Goiânia e Aruanã. Assistência médica. Viagem a Ilha do Bananal. A equipe encontra ainda grupos de índios Karajá em aldeamentos temporários ao longo da descida do Rio Araguaia. Posto Indígena Getulio Vargas
FORTHMANN, HeinzAvião decola sobrevoa uma floresta e chega numa aldeia, eles comem, capinam o solo, médico examina pequeno índio, indiozinho toma banho de rio, índios e expedição caminham pela floresta, eles montam suas redes na mata, índio derruba árvore, índio come fru
CHAPELLE, RichardImagem de uma aldeia indígena, índios reunidos (mulheres e crianças), índia amamentando, criança índia colocando lenha numa pequeno fogão, tucano se alimenta, índia confecciona cesto de palha, índia fazendo linha com algodão, índio cortando sua comida (um
CHAPELLE, RichardOs índios fazem tratamento dentário enchendo a cavidade do dente cariado com resina quente quando o nervo está exposto. Repetindo esse processo três a quatro vezes, os indígenas conseguem a cauterização do nervo
FOERTHMANN, HeinzOs índios fazem tratamento dentário enchendo a cavidade do dente cariado com resina quente quando o nervo está exposto. Repetindo esse processo três a quatro vezes, os indígenas conseguem a cauterização do nervo
FOERTHMANN, HeinzOs índios fazem tratamento dentário enchendo a cavidade do dente cariado com resina quente quando o nervo está exposto. Repetindo esse processo três a quatro vezes, os indígenas conseguem a cauterização do nervo
FOERTHMANN, HeinzOs índios fazem tratamento dentário enchendo a cavidade do dente cariado com resina quente quando o nervo está exposto. Repetindo esse processo três a quatro vezes, os indígenas conseguem a cauterização do nervo
FOERTHMANN, HeinzOs índios fazem tratamento dentário enchendo a cavidade do dente cariado com resina quente quando o nervo está exposto. Repetindo esse processo três a quatro vezes, os indígenas conseguem a cauterização do nervo
FOERTHMANN, HeinzOs índios fazem tratamento dentário enchendo a cavidade do dente cariado com resina quente quando o nervo está exposto. Repetindo esse processo três a quatro vezes, os indígenas conseguem a cauterização do nervo
FOERTHMANN, HeinzOs índios fazem tratamento dentário enchendo a cavidade do dente cariado com resina quente quando o nervo está exposto. Repetindo esse processo três a quatro vezes, os indígenas conseguem a cauterização do nervo
FOERTHMANN, HeinzOs índios fazem tratamento dentário enchendo a cavidade do dente cariado com resina quente quando o nervo está exposto. Repetindo esse processo três a quatro vezes, os indígenas conseguem a cauterização do nervo
FOERTHMANN, HeinzOs índios fazem tratamento dentário enchendo a cavidade do dente cariado com resina quente quando o nervo está exposto. Repetindo esse processo três a quatro vezes, os indígenas conseguem a cauterização do nervo
FOERTHMANN, HeinzOs índios fazem tratamento dentário enchendo a cavidade do dente cariado com resina quente quando o nervo está exposto. Repetindo esse processo três a quatro vezes, os indígenas conseguem a cauterização do nervo
FOERTHMANN, HeinzÍndios excepcionais na casa de assistência
FORTHMANN, HeinzÍndios excepcionais na casa de assistência
FORTHMANN, HeinzÍndios excepcionais na casa de assistência
FORTHMANN, HeinzFilme da expedição da Seção de Estudos do SPI aos rios Curusevo e Xingu. Decupagem do rolo 2: Índios na aldeia/ índio dentista livrando a dor de dente da esposa/ curandeiro cuidando de um outro índio/ malocas sem palha/ índios cobrindo a maloca com palha/ maloca pronta/ índios sentados na aldeia/ índios músicos/ close de índio / índios tocando instrumento de sopro visitam as malocas/ índios lutando, outros assistindo/ dança tradicional dos índios/ dança exclusivamente feminina/ indumentária indígena/ índios tocando instrumentos e índios dançando trajando roupas próprias/ distribuição de presentes da equipe aos índios ("utensílios importantes, para o intercâmbio entre as duas culturas")/ homem branco fotografando os índios/ índios vestindo as roupas ganhadas de presente/ equipe posa à frente dos índios, junto aos presentes/ close dos membros do SPI / detalhe do emblema do SPI no bolso da roupa de membro da equipe/ close do rosto do homem/ legenda: "fim"
VELLOZO, Nilo OliveiraÍndio excepcional sendo tratado por médico na casa de assistência
FORTHMANN, HeinzÍndio excepcional sendo tratado por médico na casa de assistência
FORTHMANN, HeinzÍndio excepcional na casa de assistência
FORTHMANN, HeinzÍndio excepcional na casa de assistência
FORTHMANN, HeinzÍndio excepcional na casa de assistência
FORTHMANN, HeinzÍndio excepcional na casa de assistência
FORTHMANN, HeinzÍndio excepcional na casa de assistência
FORTHMANN, HeinzÍndio excepcional na casa de assistência
FORTHMANN, HeinzÍndio excepcional na casa de assistência
FORTHMANN, HeinzÍndio excepcional na casa de assistência
FORTHMANN, HeinzÍndio excepcional na casa de assistência
FORTHMANN, HeinzÍndio excepcional na casa de assistência
FORTHMANN, HeinzÍndio excepcional na casa de assistência
FORTHMANN, HeinzÍndio excepcional na casa de assistência
FORTHMANN, HeinzÍndio idoso chamado Bilí com uma séria dermatose, pouco antes de morrer. É Xamacoco de nascimento criado entre os índios Kadiwéu desde menino
RIBEIRO, Darcy"Índia Urubu e seu filho atacados pelo sarampo". (Diários Índios, p. 81)
FOERTHMANN, Heinz"Índia Urubu e seu filho atacados pelo sarampo". (Diários Índios, p. 81)
FOERTHMANN, Heinz"Índia Urubu e seu filho atacados pelo sarampo". (Diários Índios, p. 81)
FOERTHMANN, Heinz"Índia Urubu e seu filho atacados pelo sarampo". (Diários Índios, p. 81)
FOERTHMANN, Heinz"Índia Urubu e seu filho atacados pelo sarampo". (Diários Índios, p. 81)
FOERTHMANN, Heinz"Índia Urubu e seu filho atacados pelo sarampo". (Diários Índios, p. 81)
FOERTHMANN, Heinz"Índia Urubu e seu filho atacados pelo sarampo". (Diários Índios, p. 81)
FOERTHMANN, HeinzÍndia Karajá conversando com enfermeira do Serviço de Proteção aos Índios
FORTHMANN, HeinzÍndia Karajá conversando com enfermeira do Serviço de Proteção aos Índios
FORTHMANN, HeinzMesa de abertura do II Conferência Nacional de Saúde para os Povos Indígenas, realizada na cidade de Luziânia, no Estado de Goiás, entre os dias 25 e 27 de outubro de 1997. Sentados à mesa de abertura da Conferência, alguns índios, o presidente da FUNAI,
Imagens da 1ª Conferência Estadual de Saúde Para os Povos Indígenas, realizado os dias 5, 6 e 7 de outubro de 1993. Organizado pelo Museu do Índio, Fundação Nacional da Saúde (FNS) e Fundação Oswaldo Cruz. Imagens da abertura do encontro, e imagens dos pa