Pesca
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Trata-se de um livro difícil de abordar, uma vez que é constituído basicamente por fichamentos de leituras das mais diversas. Escrito por um jurista especializado em direito do trabalho, o texto reúne um vasto repertório de informações, servindo, pela sua organização sistemática, sobretudo como um guia para localizar diferentes assuntos referentes às atividades produtivas e à cultura material dos índios, nas principais fontes descritivas do período colonial
CATHARINO, José MartinsTrabalhador pescando
FOERTHMANN, HeinzTrabalhador pescando
FOERTHMANN, HeinzRegistro do cotidiano dos índios Bororo, a pesca com timbó e a cerimônia de um ritual funerário. Decupagem dos intertítulos do 1º rolo de filme: - Selecionados da filmoteca da Comissão Rondon; - Fotografia do Major Thomaz Reis; - Depois de grandes cheias dos rios, toda a tribo celebra a Jure, festa da alegria, começando por freqüentes pescarias; - Ao amanhecer tem lugar essas pescarias à rede, que duram alguns dias; - Os índios se dirigem para as bahias em canoas. Tapam com palhas as embocaduras e todos os canais; - Isolada assim a lagoa eles batem o cipó "timbó" que deixa n'água um narcótico particular; - Atordoados e embriagados os peixes se deixam pescar; - É costume morder os que resistem à captura; - O sucury também não escapa embora seja ela a maior cobra do pantanal e que vive n'água; - A Jure - nas festas começam ao pôr-do-sol, e tem lugar ao lado de seu templo ou bahyto em um "stadium" cercado de véspera com palhas; - Esses cercados de palha tem por fim de esconder as danças, na sua primeira fase, das vistas das mulheres, que nessa hora se conservar ocultas em suas casas; - As cerimônias fúnebres entre os borôro são notáveis pela variedade de danças e práticas simbólicas; - Todos da tribo trabalham para essas festas, as mulheres fazendo utensílios de barro e de palha; - Os homens manufaturando tecidos para cintas melhores que os feitos à máquina; - As fibras para esses tecidos são extraídos das palhas de tucum; - Com que também tecem redes de pescar; - Para as festas porém eles se enfeitam com cocares de penas de harpia (águia brasileira) e grudam ao corpo, com resina, arminho de pato; - As mulheres se encarregam de pintar os seus maridos e amigos ou parentes, com tinta de urucum misturada com graxa de peixe e tatu canastra; - Todos se reúnem no bahyto a casa das cerimônias, as mulheres, seus filhos e menores de ambos os sexos; - É interditado aos brancos ou pessoas civilizadas, verem um índio moribundo nos seus últimos momentos. Ele acaba os seus dias no mistério de seus ritos e só de envolto em palha que conduzido para fora e exposto no atrio do bahyto; - Afugentando os maus espíritos. Símbolos musicais do prazer; - A pantomina do mutum, ave sagrada. O índio volteia imitando o pássaro que voa e pousa, enquanto os do grupo imitam o canto das outras aves; - A comida é abundante e não tem hora para ser servida. O repasto é ao ar livre compõe-se de caldo de peixe, peixe cozido sem sal, peixe assado e finalmente caldo de cana azedo; - A grande apoteose das armas de guerra. A dança dos arcos e flechas em homenagem; - Vê-se como é bem estudada esta dança nas suas marchas para representar a guerra e a vitória; - Perto do esquife todos correm. Decupagem dos intertítulos do 2º rolo de filme: - E terminam com uma dança circular sustentando ramos verdes; - A seguir a dança especial com movimentos de torção do corpo que representa um prodígio de ginástica; - Marido, a cerimônia do penúltimo dia; - A homenagem da força; - Para esta festa os índios preparam discos feitos de hastes de caheté amarrados em forma de feixes e constituindo um volume de metro e meio de diâmetro; - Com esses grandes e pesados discos cerca de 60 quilos, eles pretendem pular ao redor do terraço, façanha que somente alguns levam a bom êxito; - O Ayê tem lugar na mata mais próxima onde as mulheres não possam lobrigar nada do que se passa; - Os malhados representam a onça pintada; - Em seguida tem lugar o enterramento precedido de um solene bacorôro que é ritual dos chefes; - As mulheres abrem a sepultura de 2 palmos de fundura; - Antes de ser enterrado é o esquife molhado inteiramente, terminando assim todas as cerimonias; - Tínhamos ali a sensação dos remotos tempos do descobrimento
REIS, Luiz ThomazRede para pescar
SCHULTZ, HaraldRede para pescar
SCHULTZ, HaraldRede para pescar
SCHULTZ, HaraldRede para pescar
SCHULTZ, HaraldPuçá de pesca em forma de cone
SCHULTZ, HaraldPuçá de pesca em forma de cone
SCHULTZ, HaraldRede de pescaria chamada puçá
SCHULTZ, HaraldRecolhendo os peixes asfixiados pela ação da seiva do timbó
SCHULTZ, HaraldRecolhendo os peixes asfixiados pela ação da seiva do timbó
SCHULTZ, HaraldPescando pintado
FOERTHMANN, HeinzPescando pintado
FOERTHMANN, HeinzPescando pintado
FOERTHMANN, HeinzPescando pintado
FOERTHMANN, HeinzPesca dos índios Bororo
FOERTHMANN, HeinzPesca dos índios Bororo
FOERTHMANN, HeinzPesca dos índios Bororo
FOERTHMANN, HeinzPesca dos índios Bororo
FOERTHMANN, HeinzPesca dos índios Bororo
FOERTHMANN, HeinzPesca dos índios Bororo
FOERTHMANN, HeinzPesca dos índios Bororo
FOERTHMANN, HeinzPesca dos índios Bororo
FOERTHMANN, HeinzPesca dos índios Bororo
FOERTHMANN, HeinzPesca de Pirarara
FOERTHMANN, HeinzOs peixes são estendidos para secar próximo ao fogo aceso durante dia e noite enquanto as duas aves tuiuiú esperam
SCHULTZ, HaraldOs peixes são estendidos para secar próximo ao fogo aceso durante dia e noite enquanto as duas aves tuiuiú esperam
SCHULTZ, HaraldOs peixes são estendidos para secar próximo ao fogo aceso durante dia e noite enquanto as duas aves tuiuiú esperam
SCHULTZ, HaraldOs peixes são estendidos para secar próximo ao fogo aceso durante dia e noite enquanto as duas aves tuiuiú esperam
SCHULTZ, HaraldPeixes no rio
SCHULTZ, HaraldPeixes no rio
SCHULTZ, HaraldPeixe capturado por uma lança dos índios Umutina
SCHULTZ, HaraldPeixe capturado por uma lança dos índios Umutina
SCHULTZ, HaraldCena de um mapa de Mato Grosso, Barra do Bugres, onde se localiza os índios Umutina. O Conteúdo abaixo foi retirado da Revista América - Vol. VII, nº 3 julho de 1947, p. 261, baseado no Relatório de campo do Sr. Harald Schultz. No vídeo falta uma parte do que foi descrito no referido relatório. "Tipos de homens, mulheres e crianças. Construção de rancho até a sua cobertura de palha. Araras religiosas que representam as almas de antepassados Umutina. Trabalhos manuais do homem e da mulher, fiação com palha de tucum, preparo de couros rituais, fabricação de espadas e flechas. Pesca com arco e flecha. Em busca de mel silvestre, derrubada de árvores para obtê-lo (mel).Cenas de uma pesca com cipó - timbó, pelo envenenamento d' água (essa imagem não aparece no vídeo). Mudança de morada e queima de rancho abandonado. Óbito de uma criança e seus rituais. Lavoura - plantação de milho. Pintura de corpo com jenipapo e preparo da tinta (essa imagem não aparece também no vídeo). Os índios ornamentam-se para festa obituária (não aparece no vídeo). A primeira dança da festa - MIXINOSÉ. Preparo do grande terreiro para a festa (não aparece no vídeo). Construção do rancho no estilo primitivo dos ranchos Umutina, par receber os espíritos, dançarinos da festa."
SCHULTZ, HaraldMostra um retrato minucioso do indigena alto-rio-negrino, desvendando seu saber sobre o meio amazonico e suas tecnicas de preservacao do meio ambiente. Em uma descricao densa, mostra como outras culturas preservam quase intacta uma diversidade biologica ainda pouco conhecida e estudada. Os indios das aguas pretas demonstram a importante contribuicao que os estudos antropologicos podem fornecer na busca de solucoes alternativas para a resolucao de problemas que tem mobilizado entidades conservacionistas do mundo todo e exigido a tomada de posicao de autoridades governamentais
RIBEIRO, Berta G (1899-1958)Neste livro são apresentadas algumas das contribuições indigenas à cultura brasileira na área da botânica, da zoologia, da cultura material, da arte e da linguagem
RIBEIRO, Berta G (1899-1958)Nilo Oliveira Vellozo pescando em uma canoa
FOERTHMANN, HeinzNilo Oliveira Vellozo pescando em uma canoa
FOERTHMANN, HeinzNilo Oliveira Vellozo pescando em uma canoa
FOERTHMANN, HeinzDocumentário sobre o grupo indígena Bakairi do Estado de Mato Grosso. O vídeo narra a vida, o cotidiano e a cultura desse grupo. Observa-se cenas do ritual da troca de alimentos entre as famílias, nesse ritual os índios aparecem de máscara, mantendo até h
CASTRO, Mário deJoão Veríssimo segurando um peixe piranha
FOERTHMANN, HeinzJoão Veríssimo segurando um peixe piranha
FOERTHMANN, HeinzEmbarcação mais antiga do mundo, com 30 mil anos de vida, "primeira fórmula consciente do navio dirigido por mão humana", a jangada navegou por todos os mares da antiguidade. Os povos marítimos a conheceram e a utilizaram como veículo de pesca e de heroísmos.; Os portugueses a encontraram na Índia, de onde transplantaram o termo para o Brasil. O veículo era de uso cotidiano do índio brasileiro (chamado de igapeba ou piperi), registrado e descrito por Pero Vaz de Caminha, em sua carta, com o nome de almadia
Cascudo, Luis da CamaraÍndios Kamayurá flechando peixes
FOERTHMANN, HeinzÍndios Kamayurá flechando peixes
FOERTHMANN, HeinzÍndios Kamayurá flechando peixes
FOERTHMANN, HeinzÍndios Kamayurá flechando peixes
FOERTHMANN, HeinzO filme mostra a cidade e a relação dos índios com ela. O comércio, as festas e a parada, onde o índio exibe sua cultura. Resumo de cenas: fachada de uma casa, onde há duas placas: "Santa Fe-County", "Court-huse"/ capela/ praça/ quintal / diversas flores
Índios flechando peixes no rio enquando outros descansam
Índios flechando peixes no rio enquando outros descansam
Índios flechando peixes no rio enquando outros descansam
Índios flechando peixes no rio enquando outros descansam
Índio Umutina transportando um tipo de planta chamada timbó para ajudar na pescaria
SCHULTZ, HaraldÍndio Umutina transportando um tipo de planta chamada timbó para ajudar na pescaria
SCHULTZ, HaraldÍndio Umutina transportando um tipo de planta chamada timbó para ajudar na pescaria
SCHULTZ, HaraldÍndio Umutina transportando um tipo de planta chamada timbó para ajudar na pescaria
SCHULTZ, HaraldÍndio Umutina transportando um tipo de planta chamada timbó para ajudar na pescaria
SCHULTZ, HaraldÍndio Umutina transportando um tipo de planta chamada timbó para ajudar na pescaria
SCHULTZ, HaraldÍndio Umutina chamado Pimbó espalhando e tirando a seiva do cipó-timbó mediante lavagem a fim de facilitar a pescaria
SCHULTZ, HaraldÍndio Umutina chamado Pimbó espalhando e tirando a seiva do cipó-timbó mediante lavagem a fim de facilitar a pescaria
SCHULTZ, HaraldÍndio Umutina chamado Pimbó espalhando e tirando a seiva do cipó-timbó mediante lavagem a fim de facilitar a pescaria
SCHULTZ, HaraldÍndio Umutina chamado Pimbó espalhando e tirando a seiva do cipó-timbó mediante lavagem a fim de facilitar a pescaria
SCHULTZ, HaraldÍndio Umutina chamado Pimbó espalhando e tirando a seiva do cipó-timbó mediante lavagem a fim de facilitar a pescaria
SCHULTZ, HaraldÍndio Umutina pescando com arco e flecha
SCHULTZ, HaraldÍndio Umutina pescando em um rio com arco e flecha
SCHULTZ, HaraldÍndio Umutina pescando em um rio com arco e flecha
SCHULTZ, HaraldÍndio Umutina pescando em um rio com arco e flecha
SCHULTZ, HaraldÍndio Umutina pescando com arco e flecha
SCHULTZ, HaraldÍndio Umutina pescando em um rio com arco e flecha
SCHULTZ, HaraldÍndio Umutina pescando com arco e flecha
SCHULTZ, HaraldÍndio Umutina chamado Joaquim a espera de peixe para flechar
SCHULTZ, Harald