Homens da aldeia Bukuak assistem ao vídeo sobre a oficina de qualificação do acervo museológico matis do Museu do Índio/RJ, ocorrida em julho de 2014, com a participação de quatro jovens matis. Fazem isso no centro da maloca, onde se encontram diariamente para fazer suas refeições, tomar a bebida tatxik e discutir assuntos cotidianos ou de alçada política. Assistem também à vídeo-carta feita por Michelle Ludvichak, pesquisadora convidada do ProDocult Matis.
UntitledOficina de qualificação
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Na tarde do dia 25 de julho, Rodrigo Piquet, responsável pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo - NUBARQ, consegue disponibilizar para cada um dos jovens um dvd com as fotos digitalizadas de Milton Guran, que os Matis qualificaram durante a oficina Organização do acervo arquivístico: a experiência do Museu do Índio. As fotos puderam ser assistidas por todos na televisão da sala audiovisual da biblioteca do MI. De pé: Camila Bevilaqua, auxiliar de registro das oficinas e Michelle Ludvichak, pesquisadora convidada do ProDocult Matis. Sentados, em sentido horário: Shapu Sibó (de blusa azul), Dani, Carolina Lopez, coordenadora do ProDocult Matis, Binin Bëchu e Damë Bëtxum.
UntitledNa tarde do dia 25 de julho, Rodrigo Piquet, responsável pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo - NUBARQ, consegue disponibilizar para cada um dos jovens um dvd com as fotos digitalizadas de Milton Guran, que os Matis qualificaram durante a oficina Organização do acervo arquivístico: a experiência do Museu do Índio. As fotos puderam ser assistidas por todos na televisão da sala audiovisual da biblioteca do MI. Damë Bëtxum e, ao fundo, Michelle Ludvichak, pesquisadora convidada do ProDocult Matis.
UntitledA comitiva matis e a equipe do ProDocult Matis assistem as fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran sobre a etnia, digitalizadas pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo – NUBARQ do Museu do Índio-RJ e distribuídas para os jovens que vieram fazer oficinas no Rio de Janeiro.
UntitledRegistro da oficina oferecida pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo - NUBARQ, cujo responsável é Rodrigo Piquet, intitulada Organização do acervo arquivístico: a experiência do Museu do Índio, na manhã do dia 21 de julho de 2014, a primeira atividade da comitiva Matis no RJ. A oficina foi oferecida pelas consultoras Thais Tavares Martins e Adriana Camelo e consistiu no conhecimento das formas como são tratados os documentos do antigo Serviço de Proteção aos Índios – SPI, de forma a também fazerem parte do acervo digital do Museu do Índio-RJ. De pé: Camila Bevilaqua, auxiliar de registro das oficinas do RJ, Carolina Lopez, coordenadora do ProDcocult Matis e, à frente, Adriana Camelo. Sentados: ao fundo, Dani, Bëux, Shapu, Binin Bëchu e Thais Martins.
UntitledDurante a oficina no acervo arquivístico do Museu do Índio, a pesquisadora convidada do projeto, Michelle Ludvichak, lembrou-se de da existência de fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran com as quais teve contato em uma exposição do mesmo e informou a Rodrigo Piquet, que encontrou essas fotos no acervo, nas quais ainda não haviam sido identificados os Matis. Todos se surpreenderam com o reconhecimento das pessoas nas fotos, inclusive parentes próximos e mesmo um dos jovens presentes na sala, Bëux Matis. Ele é o bebê apontado na foto.
UntitledOficina de qualificação do acervo museológico matis do Museu do Índio/RJ. Os jovens registraram a experiência com suas próprias câmeras e também conheceram peças de outras etnias que habitam o Brasil.
UntitledVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Roda de teto ritual da etnia Wayana, peça que chamou a atenção dos jovens matis.
UntitledNa manhã do dia 24 de julho, os jovens receberam três kit´s de publicações do Museu do Índio-RJ sobre conhecimentos indígenas de outras etnias, oferecidos pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo – NUBARQ, que a pedido das pesquisadoras responsáveis pelo projeto Matis, disponibilizou os kit´s para cada uma das escolas das três aldeias matis. Os alunos entram em contato com o material nos jardins do MI, enquanto aguardam o início da oficina de qualificação do acervo museológico. Bëux Matis e Dani Matis com um dos livros dos kit´s recebidos, pelos quais os alunos ficaram responsáveis de levar para cada escola das três aldeias matis: Tawaya, Todawak e Bukuak.
UntitledDurante a oficina de qualificação do acervo arquivístico, os jovens matis que vieram ao Rio de Janeiro ganharam 3 kit´s de publicações do Museu do Índio para levarem para cada uma das escolas das três aldeias matis existentes. Os jovens se interessaram pelos livros, entrando em contato com os mesmos nos jardins do Museu, enquanto aguardavam o início da oficina de qualificação do acervo museológico da etnia.
UntitledVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Dani conhece cerâmicas de outras etnias.
UntitledVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. De frente para trás: Binin Bëchu, Damë registrando as peças Asurini, Bëux e Shapu Sibó.
UntitledVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Jovem matis qualifica a panelinha utilizada para guardar o veneno curare, que é utilizado nos dardos da zarabatana.
UntitledVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. À frente, Dani Matis observa peças de indígenas de outras etnias.
UntitledVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Os Matis são apresentados ao setor de etnobotânica do acervo.
UntitledVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Os jovens matis entram em contato com um puçá da etnia Xerente e, ao analisarem o trançado da rede do objeto, garantem que o mesmo poderia ser Matis.
UntitledOficina de qualificação do acervo museológico matis do Museu do Índio/RJ. Os jovens registraram a experiência com suas próprias câmeras e também conheceram peças de outras etnias que habitam o Brasil.
UntitledOficina de qualificação do acervo museológico matis do Museu do Índio/RJ. Os jovens registraram a experiência com suas próprias câmeras e também conheceram peças de outras etnias que habitam o Brasil.
UntitledVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. O documentarista Celso Renato Maldos realizou o registro fílmico do evento.
UntitledOficina de qualificação do acervo museológico matis do Museu do Índio/RJ. Os jovens registraram a experiência com suas próprias câmeras e também conheceram peças de outras etnias que habitam o Brasil.
UntitledLideranças e suas famílias que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015 reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que haviam sido qualificados em 2014 pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro. Os indígenas qualificaram na aldeia as fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran e também assistiram ao vídeo do documentarista Celso Renato Maldos sobre a experiência da visita e qualificação do acervo museológico matis, realizada no dia 24 de julho de 2014. Mantê, Tupa Maria, Dani, entre outros, participaram da atividade.
UntitledLideranças e suas famílias que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015 reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que haviam sido qualificados em 2014 pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro. Os indígenas qualificaram na aldeia as fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran e também assistiram ao vídeo do documentarista Celso Renato Maldos sobre a experiência da visita e qualificação do acervo museológico matis, realizada no dia 24 de julho de 2014. Damë Pajé, Bësso e outras crianças matis assistem ao vídeo sobre a oficina de qualificação do acervo museológico da etnia, realizada um ano antes.
UntitledLideranças e suas famílias que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015 reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que haviam sido qualificados em 2014 pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro. Os indígenas qualificaram na aldeia as fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran e também assistiram ao vídeo do documentarista Celso Renato Maldos sobre a experiência da visita e qualificação do acervo museológico matis, realizada no dia 24 de julho de 2014. As matxó, “mulheres mais maduras”, Tumã Japonesa e Tupa assistem ao vídeo sobre a oficina de qualificação do acervo museológico da etnia, realizada um ano antes.
UntitledLideranças e suas famílias que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015 reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que haviam sido qualificados em 2014 pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro. Os indígenas qualificaram na aldeia as fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran e também assistiram ao vídeo do documentarista Celso Renato Maldos sobre a experiência da visita e qualificação do acervo museológico matis, realizada no dia 24 de julho de 2014. Mantê, Korubo Tupa e crianças matis assistem ao vídeo sobre a qualificação do acervo museológico da etnia, realizada um ano antes.
UntitledLideranças e suas famílias que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015 reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que haviam sido qualificados em 2014 pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro. Os indígenas qualificaram na aldeia as fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran e também assistiram ao vídeo do documentarista Celso Renato Maldos sobre a experiência da visita e qualificação do acervo museológico matis, realizada no dia 24 de julho de 2014.
UntitledRegistro da oficina oferecida pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo - NUBARQ, cujo responsável é Rodrigo Piquet, intitulada Organização do acervo arquivístico: a experiência do Museu do Índio, na manhã do dia 21 de julho de 2014, a primeira atividade da comitiva Matis no RJ. A oficina foi oferecida pelas consultoras Thais Tavares Martins e Adriana Camelo e consistiu no conhecimento das formas como são tratados os documentos do antigo Serviço de Proteção aos Índios – SPI, de forma a também fazerem parte do acervo digital do Museu do Índio-RJ. De pé: Camila Bevilaqua, auxiliar de registro das oficinas do RJ, Carolina Lopez, coordenadora do ProDcocult Matis e, à frente, Adriana Camelo. Sentados: ao fundo, Dani, Bëux, Shapu, Binin Bëchu e Thais Martins.
UntitledDurante a oficina no acervo arquivístico do Museu do Índio, a pesquisadora convidada do projeto, Michelle Ludvichak, lembrou-se de da existência de fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran com as quais teve contato em uma exposição do mesmo e informou a Rodrigo Piquet, que encontrou essas fotos no acervo, nas quais ainda não haviam sido identificados os Matis. Todos se surpreenderam com o reconhecimento das pessoas nas fotos, inclusive parentes próximos e mesmo um dos jovens presentes na sala, Bëux Matis. Damë analisando as fotos do acervo arquivístico do MI.
UntitledVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Os jovens entram em contato com um puçá da etnia Xerente e, ao analisarem o trançado da rede do objeto, garantem que o mesmo poderia ser Matis.
UntitledVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Os cinco jovens ficam animados ao verem os cordões e pulseiras Matis também acomodados nas prateleiras do acervo.
UntitledVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Os cinco jovens ficam animados ao verem os cordões e pulseiras Matis também acomodados nas prateleiras do acervo.
UntitledVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Dani Matis observa adornos de miçangas produzidos por outras etnias. Ao fundo, Celso Maldos, responsável pelo registro fílmico do evento, Carolina Lopez, coordenadora do ProDocult Matis, e uma componente da equipe de Maria José, que também registrou a oficina.
UntitledOficina de qualificação do acervo museológico matis do Museu do Índio/RJ. Os jovens registraram a experiência com suas próprias câmeras e também conheceram peças de outras etnias que habitam o Brasil.
UntitledNa manhã do dia 24 de julho, os jovens receberam três kit´s de publicações do Museu do Índio-RJ sobre conhecimentos indígenas de outras etnias, oferecidos pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo – NUBARQ, que a pedido das pesquisadoras responsáveis pelo projeto Matis, disponibilizou os kit´s para cada uma das escolas das três aldeias matis. Os alunos entram em contato com o material nos jardins do MI, enquanto aguardam o início da oficina de qualificação do acervo museológico. Shapu Sibó observa um dos livros recebidos.
UntitledNa manhã do dia 24 de julho, os jovens receberam três kit´s de publicações do Museu do Índio-RJ sobre conhecimentos indígenas de outras etnias, oferecidos pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo – NUBARQ, que a pedido das pesquisadoras envolvidas no ProDocult Matis, disponibilizou os kit´s para cada uma das escolas das três aldeias matis. Enquanto isso, os alunos esperam o início da visita ao acervo museológico da instituição, ao lado do coordenador da oficina de edição em vídeo, Celso Renato Maldos, que se prepara para o registro da visita e qualificação das peças do acervo museológico matis do MI.
UntitledDurante a oficina de qualificação do acervo arquivístico, os jovens matis que vieram ao Rio de Janeiro ganharam 3 kit´s de publicações do Museu do Índio para levarem para cada uma das escolas das três aldeias matis existentes. Os jovens se interessaram pelos livros, entrando em contato com os mesmos nos jardins do Museu, enquanto aguardavam o início da oficina de qualificação do acervo museológico da etnia.
UntitledA comitiva matis e a equipe do ProDocult Matis assistem as fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran sobre a etnia, digitalizadas pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo – NUBARQ do Museu do Índio-RJ e distribuídas para os jovens que vieram fazer oficinas no Rio de Janeiro.
UntitledOficina de qualificação do acervo museológico matis do Museu do Índio/RJ. Os jovens registraram a experiência com suas próprias câmeras e também conheceram peças de outras etnias que habitam o Brasil.
UntitledOficina de qualificação do acervo museológico matis do Museu do Índio/RJ. Os jovens registraram a experiência com suas próprias câmeras e também conheceram peças de outras etnias que habitam o Brasil.
UntitledVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Maria José mostra as cerâmicas Asuriní, que já estiveram em exposição. À frente, Binin Bëchu.
UntitledVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Os jovens conhecem o setor de armas, observando as flechas do acervo. À frente, Dani e Damë, e atrás, Celso Maldos, responsável pelo registro fílmico do evento.
UntitledVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Os jovens qualificam o tenke, carcás, apontando uma parte da peça que ainda não havia sido identificada: é um pau ignígeno, usado para ascender fogueiras.
UntitledVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Máscaras de outra etnia que chamaram a atenção dos jovens matis, povo que também produz máscaras próprias.
UntitledOficina de qualificação do acervo museológico matis do Museu do Índio/RJ. Os jovens registraram a experiência com suas próprias câmeras e também conheceram peças de outras etnias que habitam o Brasil.
UntitledVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Os cinco jovens ficam animados ao verem os cordões e pulseiras matis também acomodados nas prateleiras do acervo, Bëux registra as peças, enquanto Binin, Damë, Dani e Shapu as analisam.
UntitledVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Dani experimenta uma saia de miçangas produzida por outra etnia, momento que está sendo registrado também por Michelle Ludvichak, pesquisadora convidada do projeto. Enquanto isso, os outros jovens analisam e fotografam os cordões e pulseiras matis presentes no acervo do MI.
UntitledOficina de qualificação do acervo museológico matis do Museu do Índio/RJ. Os jovens registraram a experiência com suas próprias câmeras e também conheceram peças de outras etnias que habitam o Brasil.
UntitledVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Dani Matis observa adornos de miçangas produzidos por outras etnias.
UntitledLideranças que estavam na aldeia Tawaya na noite do dia 22 de abril de 2015 observam o livro presenteado pela editora Ana Dantes, por meio da pesquisadora associada do ProDocult Matis, Michelle Ludvichak. O “Una Isi Kayawa – O livro da Cura” foi lançado pelo povo Huni Kuï no Rio de Janeiro, na última semana de julho de 2014, em um evento da etnia no Parque Lage, no qual os quatro jovens matis que estavam nessa cidade na época para realizar diversas atividades no Museu do Índio compareceram no na noite do dia 24 de julho.
UntitledLideranças e suas famílias que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015 reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que haviam sido qualificados em 2014 pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro. Os indígenas qualificaram na aldeia as fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran e também assistiram ao vídeo do documentarista Celso Renato Maldos sobre a experiência da visita e qualificação do acervo museológico matis, realizada no dia 24 de julho de 2014. Mantê, Tupa Maria, Dani, entre outros, participaram da atividade.
UntitledLideranças e suas famílias que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015 reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que haviam sido qualificados em 2014 pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro. Os indígenas qualificaram na aldeia as fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran e também assistiram ao vídeo do documentarista Celso Renato Maldos sobre a experiência da visita e qualificação do acervo museológico matis, realizada no dia 24 de julho de 2014. A liderança Mantê, Tupa Maria, um jovem e crianças matis assistem ao vídeo sobre a oficina de qualificação do acervo museológico da etnia, realizada um ano antes.
UntitledLideranças e suas famílias que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015 reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que haviam sido qualificados em 2014 pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro. Os indígenas qualificaram na aldeia as fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran e também assistiram ao vídeo do documentarista Celso Renato Maldos sobre a experiência da visita e qualificação do acervo museológico matis, realizada no dia 24 de julho de 2014. A liderança Mantê, Tupa Maria e seu marido, além de outros jovens e crianças, assistem ao vídeo sobre a oficina de qualificação do acervo museológico da etnia, realizada um ano antes.
UntitledVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos. Binin Bëchu conhece cerâmicas de outras etnias.
UntitledVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Binin, Bëux e Dani, observam suas cestarias, enquanto Damë as registra.
UntitledVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Em cima da mesa, à extrema esquerda, acima, encontra-se o tenke, carcás, peça essencial da cultura diária e simbólica dos Matis, junto a uma panelinha usada para guardar o veneno curare, utilizado nos dardos da zarabatana.
UntitledOficina de qualificação do acervo museológico matis do Museu do Índio/RJ. Os jovens registraram a experiência com suas próprias câmeras e também conheceram peças de outras etnias que habitam o Brasil.
UntitledVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Em cima da mesa, encontra-se o tenke, carcás, peça essencial da cultura diária e simbólica dos Matis. Junto a esse está a panelinha que leva o veneno utilizado nos dardos da zarabatana e a faca usada para se passar o veneno nos mesmos.
UntitledVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Maria José mostra uma antiga machadinha, produzida por antepassados de outra etnia.
UntitledVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Maria José mostra aos jovens variedades de artefatos de outras etnias.
UntitledVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Em sentido horário: Dani, Shapu Sibó, Bëux, Damë Bëtxum e Binin Bëchu.
UntitledVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Os cinco jovens ficam animados ao verem os cordões e pulseiras matis também acomodados nas prateleiras do acervo, e qualificam as peças.
UntitledOficina de qualificação do acervo museológico matis do Museu do Índio/RJ. Os jovens registraram a experiência com suas próprias câmeras e também conheceram peças de outras etnias que habitam o Brasil.
UntitledOficina de qualificação do acervo museológico matis do Museu do Índio/RJ. Os jovens registraram a experiência com suas próprias câmeras e também conheceram peças de outras etnias que habitam o Brasil.
UntitledVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Shapu Sibó e Bëux observam e analisam pulseiras e outros adornos Marubo, etnia vizinha cuja relação com os Matis é de longa data e que até hoje possuem laços estreitos, tanto simbólicos quanto materiais.
UntitledOficina de qualificação do acervo museológico matis do Museu do Índio/RJ. Os jovens registraram a experiência com suas próprias câmeras e também conheceram peças de outras etnias que habitam o Brasil.
UntitledLideranças que estavam na aldeia Tawaya na noite do dia 22 de abril de 2015 observam o livro presenteado pela editora Ana Dantes, por meio da pesquisadora associada do ProDocult Matis, Michelle Ludvichak. O “Una Isi Kayawa – O livro da Cura” foi lançado pelo povo Huni Kuï no Rio de Janeiro, na última semana de julho de 2014, em um evento da etnia no Parque Lage, no qual os quatro jovens matis que estavam nessa cidade na época para realizar diversas atividades no Museu do Índio compareceram no na noite do dia 24 de julho.
UntitledLideranças e suas famílias que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015 reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que haviam sido qualificados em 2014 pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro. Os indígenas qualificaram na aldeia as fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran e também assistiram ao vídeo do documentarista Celso Renato Maldos sobre a experiência da visita e qualificação do acervo museológico matis, realizada no dia 24 de julho de 2014. Mantê, Korubo Tupa e crianças matis assistem ao vídeo sobre a oficina de qualificação do acervo museológico da etnia, realizada um ano antes.
UntitledNa tarde do dia 25 de julho, Rodrigo Piquet, responsável pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo - NUBARQ, consegue disponibilizar para cada um dos jovens um dvd com as fotos digitalizadas de Milton Guran, que os Matis qualificaram durante a oficina Organização do acervo arquivístico: a experiência do Museu do Índio. As fotos puderam ser assistidas por todos na televisão da sala audiovisual da biblioteca do MI. De pé: Rodrigo Piquet. Sentados, em sentido horário: Shapu Sibó (de casaco vermelho), Dani, Carolina Lopez, coordenadora do ProdoCult Matis, Camila Bevilaqua, auxiliar do registro das oficinas, Michelle Ludvichak, pesquisadora convidada do projeto, Binin Bëchu e Damë Bëtxum.
UntitledNa tarde do dia 25 de julho, Rodrigo Piquet, responsável pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo - NUBARQ, consegue disponibilizar para cada um dos jovens um dvd com as fotos digitalizadas de Milton Guran, que os Matis qualificaram durante a oficina Organização do acervo arquivístico: a experiência do Museu do Índio. As fotos puderam ser assistidas por todos na televisão da sala audiovisual da biblioteca do MI. Em sentido horário: Shapu Sibó (de casaco vermelho), Dani, Carolina Lopez, coordenadora do ProdoCult Matis, Camila Bevilaqua, auxiliar do registro das oficinas, Michelle Ludvichak, pesquisadora convidada do projeto, Binin Bëchu e Damë Bëtxum.
UntitledNa tarde do dia 25 de julho, Rodrigo Piquet, responsável pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo - NUBARQ, consegue disponibilizar para cada um dos jovens um dvd com as fotos digitalizadas de Milton Guran, que os Matis qualificaram durante a oficina Organização do acervo arquivístico: a experiência do Museu do Índio. As fotos puderam ser assistidas por todos na televisão da sala audiovisual da biblioteca do MI. Shapu SIbó, Damë Bëtxum e, ao fundo, Michelle Ludvichak, pesquisadora convidada do ProDocult Matis.
UntitledNa tarde do dia 25 de julho, Rodrigo Piquet, responsável pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo - NUBARQ, consegue disponibilizar para cada um dos jovens um dvd com as fotos digitalizadas de Milton Guran, que os Matis qualificaram durante a oficina Organização do acervo arquivístico: a experiência do Museu do Índio. As fotos puderam ser assistidas por todos na televisão da sala audiovisual da biblioteca do MI. Em sentido horário: Shapu Sibó (de casaco vermelho), Dani, Carolina Lopez, coordenadora do ProdoCult Matis, Camila Bevilaqua, auxiliar do registro das oficinas, Michelle Ludvichak, pesquisadora convidada do projeto, Binin Bëchu e Damë Bëtxum.
UntitledNa tarde do dia 25 de julho, Rodrigo Piquet, responsável pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo - NUBARQ, consegue disponibilizar para cada um dos jovens um dvd com as fotos digitalizadas de Milton Guran, que os Matis qualificaram durante a oficina Organização do acervo arquivístico: a experiência do Museu do Índio. As fotos puderam ser assistidas por todos na televisão da sala audiovisual da biblioteca do MI. Em sentido horário: Shapu Sibó (de casaco vermelho), Michelle Ludvichak, pesquisadora convidada do projeto, Binin Bëchu e Damë Bëtxum.
UntitledRegistro da oficina oferecida pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo - NUBARQ, cujo responsável é Rodrigo Piquet, intitulada Organização do acervo arquivístico: a experiência do Museu do Índio, na manhã do dia 21 de julho de 2014, a primeira atividade da comitiva Matis no RJ. A oficina foi oferecida pelas consultoras Thais Tavares Martins e Adriana Camelo e consistiu no conhecimento das formas como são tratados os documentos do antigo Serviço de Proteção aos Índios – SPI, de forma a também fazerem parte do acervo digital do Museu do Índio-RJ. Adriana Camelo explica como são tratados os documentos para Shapu Sibó, Damë Bëtxum, Binin Bëchu, Carolina Lopez, coordenadora do ProDocult Matis, Bëux e Camila Bevilaqua, auxiliar de registros das oficinas no RJ.
UntitledRegistro da oficina oferecida pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo - NUBARQ, cujo responsável é Rodrigo Piquet, intitulada Organização do acervo arquivístico: a experiência do Museu do Índio, na manhã do dia 21 de julho de 2014, a primeira atividade da comitiva Matis no RJ. A oficina foi oferecida pelas consultoras Thais Tavares Martins e Adriana Camelo e consistiu no conhecimento das formas como são tratados os documentos do antigo Serviço de Proteção aos Índios – SPI, de forma a também fazerem parte do acervo digital do Museu do Índio-RJ. Shapu Sibó, Damë Bëtxum, Dani, Binin Bëchu e Bëux observam e registram as explicações de Adriana Camelo e o trabalho da equipe de funcionários do acervo documental do MI.
UntitledRegistro da oficina oferecida pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo - NUBARQ, cujo responsável é Rodrigo Piquet, intitulada Organização do acervo arquivístico: a experiência do Museu do Índio, na manhã do dia 21 de julho de 2014, a primeira atividade da comitiva Matis no RJ. A oficina foi oferecida pelas consultoras Thais Tavares Martins e Adriana Camelo e consistiu no conhecimento das formas como são tratados os documentos do antigo Serviço de Proteção aos Índios – SPI, de forma a também fazerem parte do acervo digital do Museu do Índio-RJ. Shapu Sibó, Damë Bëtxum, Dani, Binin Bëchu e Bëux observam e registram as explicações de Adriana Camelo e o trabalho da equipe de funcionários do acervo documental do MI.
UntitledRegistro da oficina oferecida pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo - NUBARQ, cujo responsável é Rodrigo Piquet, intitulada Organização do acervo arquivístico: a experiência do Museu do Índio, na manhã do dia 21 de julho de 2014, a primeira atividade da comitiva Matis no RJ. A oficina foi oferecida pelas consultoras Thais Tavares Martins e Adriana Camelo e consistiu no conhecimento das formas como são tratados os documentos do antigo Serviço de Proteção aos Índios – SPI, de forma a também fazerem parte do acervo digital do Museu do Índio-RJ. Shapu Sibó, Damë Bëtxum, Dani, Binin Bëchu e Bëux, à extrema esquerda, ao lado de Adriana Camelo, observam as explicações da consultora e o trabalho dos profissionais do acervo documental do MI.
UntitledDurante a oficina no acervo arquivístico do Museu do Índio, a pesquisadora convidada do projeto, Michelle Ludvichak, lembrou-se de da existência de fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran com as quais teve contato em uma exposição do mesmo e informou a Rodrigo Piquet, que encontrou essas fotos no acervo, nas quais ainda não haviam sido identificados os Matis. Todos se surpreenderam com o reconhecimento das pessoas nas fotos, inclusive parentes próximos e mesmo um dos jovens presentes na sala, Bëux Matis.
UntitledDurante a oficina no acervo arquivístico do Museu do Índio, a pesquisadora convidada do projeto, Michelle Ludvichak, lembrou-se de da existência de fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran com as quais teve contato em uma exposição do mesmo e informou a Rodrigo Piquet, que encontrou essas fotos no acervo, nas quais ainda não haviam sido identificados os Matis. Todos se surpreenderam com o reconhecimento das pessoas nas fotos, inclusive parentes próximos e mesmo um dos jovens presentes na sala, Bëux Matis. Ele é o bebê no colo da mulher na foto.
UntitledVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Maria José mostra aos jovens variedades de peças de outras etnias.
UntitledDurante a oficina de qualificação do acervo arquivístico, os jovens matis que vieram ao Rio de Janeiro ganharam 3 kit´s de publicações do Museu do Índio para levarem para cada uma das escolas das três aldeias matis existentes. Os jovens se interessaram pelos livros, entrando em contato com os mesmos nos jardins do Museu, enquanto aguardavam o início da oficina de qualificação do acervo museológico da etnia.
UntitledDurante a oficina de qualificação do acervo arquivístico, os jovens matis que vieram ao Rio de Janeiro ganharam 3 kit´s de publicações do Museu do Índio para levarem para cada uma das escolas das três aldeias matis existentes. Os jovens se interessaram pelos livros, entrando em contato com os mesmos nos jardins do Museu, enquanto aguardavam o início da oficina de qualificação do acervo museológico da etnia.
UntitledNa manhã do dia 24 de julho, os jovens receberam três kit´s de publicações do Museu do Índio-RJ sobre conhecimentos indígenas de outras etnias, oferecidos pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo – NUBARQ, que a pedido das pesquisadoras responsáveis pelo projeto Matis, disponibilizou os kit´s para cada uma das escolas das três aldeias matis. Os alunos entram em contato com o material nos jardins do MI, enquanto aguardam o início da oficina de qualificação do acervo museológico. Damë Bëtxum Matis observa um dos livros recebidos.
UntitledDurante a oficina de qualificação do acervo arquivístico, os jovens matis que vieram ao Rio de Janeiro ganharam 3 kit´s de publicações do Museu do Índio para levarem para cada uma das escolas das três aldeias matis existentes. Os jovens se interessaram pelos livros, entrando em contato com os mesmos nos jardins do Museu, enquanto aguardavam o início da oficina de qualificação do acervo museológico da etnia.
UntitledHomens da aldeia Bukuak assistem ao vídeo sobre a oficina de qualificação do acervo museológico matis do Museu do Índio/RJ, ocorrida em julho de 2014, com a participação de quatro jovens matis. Fazem isso no centro da maloca, onde se encontram diariamente para fazer suas refeições, tomar a bebida tatxik e discutir assuntos cotidianos ou de alçada política. Assistem também à vídeo-carta feita por Michelle Ludvichak, pesquisadora convidada do ProDocult Matis.
UntitledHomens da aldeia Bukuak assistem ao vídeo sobre a oficina de qualificação do acervo museológico matis do Museu do Índio/RJ, ocorrida em julho de 2014, com a participação de quatro jovens matis. Fazem isso no centro da maloca, onde se encontram diariamente para fazer suas refeições, tomar a bebida tatxik e discutir assuntos cotidianos ou de alçada política. Assistem também à vídeo-carta feita por Michelle Ludvichak, pesquisadora convidada do ProDocult Matis.
UntitledRegistro da oficina oferecida pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo - NUBARQ, cujo responsável é Rodrigo Piquet, intitulada Organização do acervo arquivístico: a experiência do Museu do Índio, na manhã do dia 21 de julho de 2014, a primeira atividade da comitiva Matis no RJ. A oficina foi oferecida pelas consultoras Thais Tavares Martins e Adriana Camelo e consistiu no conhecimento das formas como são tratados os documentos do antigo Serviço de Proteção aos Índios – SPI, de forma a também fazerem parte do acervo digital do Museu do Índio-RJ. Shapu Sibó, Damë Bëtxum, Dani, Binin Bëchu e Bëux, à extrema esquerda, ao lado de Adriana Camelo, observam as explicações da consultora e o trabalho dos profissionais do acervo documental do MI.
UntitledRegistro da oficina oferecida pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo - NUBARQ, cujo responsável é Rodrigo Piquet, intitulada Organização do acervo arquivístico: a experiência do Museu do Índio, na manhã do dia 21 de julho de 2014, a primeira atividade da comitiva Matis no RJ. A oficina foi oferecida pelas consultoras Thais Tavares Martins e Adriana Camelo e consistiu no conhecimento das formas como são tratados os documentos do antigo Serviço de Proteção aos Índios – SPI, de forma a também fazerem parte do acervo digital do Museu do Índio-RJ. Shapu Sibó, Damë Bëtxum, Dani e Binin Bëchu observam as explicações da consultora Adriana Camelo e o trabalho dos profissionais do acervo documental do MI.
UntitledRegistro da oficina oferecida pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo - NUBARQ, cujo responsável é Rodrigo Piquet, intitulada Organização do acervo arquivístico: a experiência do Museu do Índio, na manhã do dia 21 de julho de 2014, a primeira atividade da comitiva Matis no RJ. A oficina foi oferecida pelas consultoras Thais Tavares Martins e Adriana Camelo e consistiu no conhecimento das formas como são tratados os documentos do antigo Serviço de Proteção aos Índios – SPI, de forma a também fazerem parte do acervo digital do Museu do Índio-RJ. Shapu Sibó, Damë Bëtxum, Dani e Binin Bëchu observam as explicações da consultora Adriana Camelo e o trabalho dos profissionais do acervo documental do MI.
UntitledDurante a oficina no acervo arquivístico do Museu do Índio, a pesquisadora convidada do projeto, Michelle Ludvichak, lembrou-se de da existência de fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran com as quais teve contato em uma exposição do mesmo e informou a Rodrigo Piquet, que encontrou essas fotos no acervo, nas quais ainda não haviam sido identificados os Matis. Todos se surpreenderam com o reconhecimento das pessoas nas fotos, inclusive parentes próximos e mesmo um dos jovens presentes na sala, Bëux Matis. Damë, Bëux, Shapu, Binin e Dani qualificando e registrando com suas próprias câmeras as fotos do arcevo arquvístico do MI.
UntitledDurante a oficina no acervo arquivístico do Museu do Índio, a pesquisadora convidada do projeto, Michelle Ludvichak, lembrou-se de da existência de fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran com as quais teve contato em uma exposição do mesmo e informou a Rodrigo Piquet, que encontrou essas fotos no acervo, nas quais ainda não haviam sido identificados os Matis. Todos se surpreenderam com o reconhecimento das pessoas nas fotos, inclusive parentes próximos e mesmo um dos jovens presentes na sala, Bëux Matis. Damë, Bëux, Shapu, Binin e Dani qualificando e registrando com suas próprias câmeras as fotos do arcevo arquvístico do MI.
UntitledDurante a oficina no acervo arquivístico do Museu do Índio, a pesquisadora convidada do projeto, Michelle Ludvichak, lembrou-se de da existência de fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran com as quais teve contato em uma exposição do mesmo e informou a Rodrigo Piquet, que encontrou essas fotos no acervo, nas quais ainda não haviam sido identificados os Matis. Todos se surpreenderam com o reconhecimento das pessoas nas fotos, inclusive parentes próximos e mesmo um dos jovens presentes na sala, Bëux Matis. Damë, Bëux, Shapu, Binin e Dani qualificando e registrando com suas próprias câmeras as fotos do acrevo arquvístico do MI.
UntitledVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Maria José mostra a Damë Bëtxum e Bëux um instrumento para se fiar algodão de outra etnia indígena.
UntitledVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Os jovens observam e analisam pulseiras e outros adornos Marubo, etnia vizinha cuja relação com os Matis é de longa data e que até hoje possuem laços estreitos, tanto simbólicos quanto materiais. Identificam em meio a esses uma braçadeira Korubo, etnia ainda não contatada do Vale do Javari.
UntitledVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Máscaras de outra etnia que chamaram a atenção dos jovens matis, povo que também produz máscaras próprias.
UntitledNa manhã do dia 24 de julho, os jovens receberam três kit´s de publicações do Museu do Índio-RJ sobre conhecimentos indígenas de outras etnias, oferecidos pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo – NUBARQ, que a pedido das pesquisadoras responsáveis pelo projeto Matis, disponibilizou os kit´s para cada uma das escolas das três aldeias matis. Os alunos entram em contato com o material nos jardins do MI, enquanto aguardam o início da oficina de qualificação do acervo museológico. Binin Bëchu observa o material com atenção.
UntitledDurante a oficina de qualificação do acervo arquivístico, os jovens matis que vieram ao Rio de Janeiro ganharam 3 kit´s de publicações do Museu do Índio para levarem para cada uma das escolas das três aldeias matis existentes. Os jovens se interessaram pelos livros, entrando em contato com os mesmos nos jardins do Museu, enquanto aguardavam o início da oficina de qualificação do acervo museológico da etnia.
UntitledVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. De frente para trás: Celso Maldos, responsável pelo registro fílmico do evento, Binin Bëchu, Shapu Sibó e Damë Bëtxum, registrando com sua própria câmera a experiência.
UntitledVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. De frente para trás: Celso Maldos, responsável pelo registro fílmico do evento, Binin Bëchu, Shapu Sibó, Bëux, Dani e Damë Bëtxum, com os jovens registrando a atividade com suas próprias câmeras.
UntitledVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. De frente para trás: Shapu, Binin, Damë e Celso Maldos, responsável pelo registro fílmico do evento.
UntitledVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. De frente para trás: Binin Bëchu, Damë registrando as peças Asurini, Shapu Sibó e Celso Maldos, responsável pelo registro fílmico do evento.
UntitledVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Maria José pede que os jovens amarrem corretamente as peças do tenke, carcás que leva os dardos da zarabatana. Junto a esse está a panelinha que leva o veneno utilizado nos dardos da zarabatana e a faca usada para se passar o veneno nos mesmos.
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