Mulheres observam fotos de Wavrin e desenham grafismos de seus próprios repertórios, na zona urbana de Tabatinga. Na foto, da esquerda para a direita: Carmen Kuguao, Luz Estela Mijo e Rosa Amelia Meicuaco.
Bruna BarrosMaloca Miranha do bairro Xingu (Tabatinga)
335 Descrição arquivística resultados para Maloca Miranha do bairro Xingu (Tabatinga)
Pessoas da comunidade San Andrés, San José e Providencia assistem ao produto final da etapa anterior do subprojeto e vídeos feitos por Wavrin na região em 1929. A foto foi feita na comunidade Providencia Nueva, no rio Igaraparaná.
Maria Luísa LucasPessoas da comunidade San Andrés, San José e Providencia assistem ao produto final da etapa anterior do subprojeto e vídeos feitos por Wavrin na região em 1929. A foto foi feita na comunidade Providencia Nueva, no rio Igaraparaná.
Maria Luísa LucasPessoas da comunidade San Andrés, San José e Providencia assistem ao produto final da etapa anterior do subprojeto e vídeos feitos por Wavrin na região em 1929. A foto foi feita na comunidade Providencia Nueva, no rio Igaraparaná.
Maria Luísa LucasPessoas da comunidade Boa assistem ao produto final da etapa anterior do subprojeto e vídeos feitos por Wavrin na região em 1929. A foto foi feita na comunidade Tagua, no rio Igaraparaná.
Maria Luísa LucasParticipantes assistem aos vídeos de Robert de Wavrin no Putumayo (ver documento técnico anterior) na maloca Miranha do bairro Xingu, em Tabatinga.
Bruna BarrosFoto de pigmento natural (urucum) usado na execução dos grafismos das máscaras de madeira balsa (tipo kyíjtyuwa). Foto tomada na comunidade Tagua, no rio Igaraparaná.
Maria Luísa LucasFoto de pigmento natural (urucum) usado na execução dos grafismos das máscaras de madeira balsa (tipo kyíjtyuwa). Foto tomada na comunidade Tagua, no rio Igaraparaná.
Maria Luísa LucasDesenho de um par de trocanos (tambores de comunicação –cuúmu ou manguaré (esp.)) suspensos. Ilustração elaborada durante a primeira oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
Abelino LopezMulheres preparam bebida de mandioca não-fermentada (tacacá (pt.) ou caguana (esp.)) para participantes da reunião de anuência na maloca Miranha do bairro Xingu, em Tabatinga.
Bruna BarrosMulheres preparam bebida de mandioca não-fermentada (tacacá (pt.) ou caguana (esp.)) para participantes da reunião de anuência na maloca Miranha do bairro Xingu, em Tabatinga.
Bruna BarrosSessão de mambeadeiro (encontro masculino noturno) onde diversos homens compartilharam o conhecimento que tinham das máscaras do ritual de bebida de pupunha (tema da coleção de Wavrin cujas fotos eles tiveram acesso) e o mito de origem desse mesmo ritual (personagem mítico Llijchuri).
Maria Luísa LucasVista do rio Igaraparaná durante deslocamento em embarcação.
Maria Luísa LucasRepertório narrativo e musical fornecido por Santiago Meicuaco, chefe do clã Cobra Grande. Como um grande conhecedor ritual e detentor de um vasto repertório mítico e musical, ele nos ajudou a registrar canções e animais ou demais seres que correspondem às máscaras de tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya utilizadas no curso dos rituais de bebida de pupunha (Meémeba).
Santiago MeicuacoRepertório narrativo e musical fornecido por Santiago Meicuaco, chefe do clã Cobra Grande. Como um grande conhecedor ritual e detentor de um vasto repertório mítico e musical, ele nos ajudou a registrar canções e animais ou demais seres que correspondem às máscaras de tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya utilizadas no curso dos rituais de bebida de pupunha (Meémeba).
Santiago MeicuacoRepertório narrativo e musical fornecido por Santiago Meicuaco, chefe do clã Cobra Grande. Como um grande conhecedor ritual e detentor de um vasto repertório mítico e musical, ele nos ajudou a registrar canções e animais ou demais seres que correspondem às máscaras de tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya utilizadas no curso dos rituais de bebida de pupunha (Meémeba).
Santiago MeicuacoRosa Amelia Meicuaco relata a Bruna Barros como ela começou a trabalhar como artesão em Tabatinga.
Rosa Amelia MeicuacoRosa Amelia Meicuaco relata a Bruna Barros, em Tabatinga, um mito de origem sobre a lua.
Rosa Amelia MeicuacoRegistros sonoros feitos enquanto Carmen Kuguao desenhava parte de seu repertório gráfico, em Tabatinga.
Carmen KuguaoRegistros sonoros feitos enquanto Carmen Kuguao desenhava parte de seu repertório gráfico, em Tabatinga.
Carmen KuguaoRegistros sonoros feitos enquanto Carmen Kuguao desenhava parte de seu repertório gráfico, em Tabatinga.
Carmen KuguaoRegistros sonoros feitos enquanto Carmen Kuguao desenhava parte de seu repertório gráfico, em Tabatinga.
Carmen KuguaoClose em bacia de pupunha antes do cozimento. O fruto é usado na preparação de uma bebida não-fermentada (meémeba). A bebida é também consumida no ritual homônimo, onde são usadas as máscaras que vimos no documento técnico anterior e cujas fotos foram entregues aos Bora-Miranha nessa etapa do projeto.
Maria Luísa LucasClose em bacia de pupunha antes do cozimento. O fruto é usado na preparação de uma bebida não-fermentada (meémeba). A bebida é também consumida no ritual homônimo, onde são usadas as máscaras que vimos no documento técnico anterior e cujas fotos foram entregues aos Bora-Miranha nessa etapa do projeto.
Maria Luísa LucasRamo de pupunha. O fruto é usado na preparação de uma bebida não-fermentada (meémeba). A bebida é também consumida no ritual homônimo, onde são usadas as máscaras que vimos no documento técnico anterior e cujas fotos foram entregues aos Bora-Miranha nessa etapa do projeto.
Maria Luísa LucasBacia de pupunha já cozida, antes do processamento. O fruto é usado na preparação de uma bebida não-fermentada (meémeba). A bebida é também consumida no ritual homônimo, onde são usadas as máscaras que vimos no documento técnico anterior e cujas fotos foram entregues aos Bora-Miranha nessa etapa do projeto.
Maria Luísa LucasRamo de pupunha. O fruto é usado na preparação de uma bebida não-fermentada (meémeba). A bebida é também consumida no ritual homônimo, onde são usadas as máscaras que vimos no documento técnico anterior e cujas fotos foram entregues aos Bora-Miranha nessa etapa do projeto.
Maria Luísa LucasMenina da comunidade Bora (Vanessa) ajuda as mulheres de sua casa na preparação da bebida de pupunha (meémeba). A bebida é também consumida no ritual homônimo, onde são usadas as máscaras que vimos no documento técnico anterior e cujas fotos foram entregues aos Bora-Miranha nessa etapa do projeto.
Maria Luísa LucasGrafismo pintado em uma das quatro vigas principais da maloca na ocasião de um baile de Amanhecer. Autor desconhecido. Ilustração elaborada durante a segunda oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
DesconhecidoRepresentação de figura masculina com pintura facial usada em rituais de nominação do tipo Yadiko (Llaaríwa). Ilustração elaborada durante a primeira oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
Abelino LopezRepresentação de figura masculina com pintura facial usada em rituais de nominação do tipo Yadiko (Llaaríwa). Grafismo indicaria que a mulher é casada. Ilustração elaborada durante a primeira oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
Abelino LopezRepresentação de figura feminina com pintura facial usada em rituais de nominação do tipo Yadiko (Llaaríwa). Grafismo indicaria que a mulher é solteira. Ilustração elaborada durante a primeira oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
Abelino LopezPintura facial masculina. Feita sob suporte de um corpo masculino elaborado por Francy Silva. Trata-se de um grafismo Murui Minika. Ilustração elaborada durante a terceira oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
P. SegundoPintura facial feminina. Feita sob suporte de um rosto feminino elaborado por Francy Silva. Trata-se de um grafismo Murui-Muina usado no ritual troca de alimentos (baile de frutas). Ilustração elaborada durante a segunda oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
Octavio RodriguezPintura facial masculina. Feita sob suporte de um rosto masculino elaborado por Francy Silva. Ilustração elaborada durante a segunda oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
Gregorio Gomez PakiPintura facial feminina destinada às mulheres com prerrogativas rituais (rituais de nominação). Feita sem suporte. Autor desconhecido, mas é indicada a etnia Ocaina. Ilustração elaborada durante a segunda oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
DesconhecidoPintura facial masculina. Feita sob suporte de um rosto masculino elaborado por Francy Silva. Autor desconhecido. Ilustração elaborada durante a segunda oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
DesconhecidoPintura facial. Feita sob suporte de um rosto masculino. Ilustração elaborada durante a primeira oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
Rosa Amelia MeicuacoNomes e representação de dois padrões gráficos feitos com coloração vermelha. Ilustração elaborada durante a primeira oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
Fernando NejetejePintura facial. Feita sob suporte de um rosto masculino. Apresenta coloração em vermelho e preto. Ilustração elaborada durante a primeira oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
Fernando NejetejePintura facial do tipo “dente de traíra”. Feita em ocasiões rituais com pigmentos naturais (variação da foto anterior). Ilustração elaborada durante a primeira oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
Carmen KuguaoIlustração que representa de maneira mais sistematizada grafismo facial executado por diversos autores (ver boa_20200223_var_01). Ilustração elaborada após o trabalho de campo (sob suporte de rosto feminino feito por Francy Silva) como exemplo de material a ser utilizado no produto final.
Bruna BarrosIlustração que representa de maneira mais sistematizada grafismo facial executado por diversos autores (ver boa_20200223_var_01). Ilustração elaborada após o trabalho de campo (sob suporte de rosto feminino feito por Francy Silva) como exemplo de material a ser utilizado no produto final.
Bruna BarrosIlustração que representa de maneira mais sistematizada grafismo facial executado por diversos autores (foto boa_20200223_var_01). Ilustração elaborada após o trabalho de campo (sob suporte de rosto feminino feito por Francy Silva) como exemplo de material a ser utilizado no produto final.
Bruna BarrosGrafismos faciais diversos feitos por diferentes autores, mas recopilados por Maria Luísa Lucas.
Variados autoresPintura facial e adornos rituais femininos. Feita sob suporte de um facial feminino elaborado por Francy Silva. Ilustração elaborada durante a terceira oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
Valentina ReynaPintura facial e adornos rituais femininos usados no curso de rituais de nominação de tipo Llaaríwa. Indicaria que a mulher é solteira. Feita sob suporte de um rosto feminino elaborado por Francy Silva. Ilustração elaborada durante a terceira oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
Saira CoyantePintura facial do tipo “dente de traíra”. Feita em ocasiões rituais com pigmentos naturais.
Carmen KuguaoPintura corporal feminina. Feita sob suporte de um corpo feminino elaborado por Francy Silva. Trata-se de um grafismo Murui-Muina usado no ritual de tartaruga (Turii). Ilustração elaborada durante a segunda oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
Octavio RodriguezDesenho de uma figura masculina com pintura corporal em cor preta. Ilustração elaborada durante a segunda oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
Gregorio Gomez PakiPinturas corporais femininas e adornos rituais. Autor desconhecido. Ilustração elaborada durante a segunda oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
Gina Gomez TeteyePintura corporal masculina feita nas costas. Feita sem suporte. Autor desconhecido, mas é indicada a etnia Ocaina. Ilustração elaborada durante a segunda oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
DesconhecidoPinturas corporais femininas e adornos rituais. Metade inferior do corpo da mulher está pintado de negro. Autor desconhecido. Ilustração elaborada durante a segunda oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
DesconhecidoPintura corporal masculina feita com pigmento natural e plumas de gavião. Seu uso seria uma prerrogativa dos chefes nominados nos rituais Báhjaa. Ilustração elaborada durante a primeira oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
Rali ChichacoPintura corporal masculina feita com pigmento natural e plumas de gavião. Seu uso seria uma prerrogativa dos chefes nominados nos rituais Báhjaa. Ilustração elaborada durante a primeira oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
Rali ChichacoPintura corporal e adornos rituais femininos. Feita sob suporte de um corpo feminino elaborado por Francy Silva. Ilustração elaborada durante a terceira oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
Valentina ReynaPintura corporal masculina feita com pigmento natural e plumas de gavião. Seu uso seria uma prerrogativa dos chefes. Ilustração elaborada durante a primeira oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
Rali ChichacoPintura facial e corporal e adornos rituais femininos usados no curso de rituais de tipo Báhjaa. Feita sob suporte de um corpo feminino elaborado por Francy Silva. Ilustração elaborada durante a terceira oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
Variados autoresPintura facial e corporal e adornos rituais masculinos usados no curso de rituais de tipo Báhjaa. Feita sob suporte de um corpo masculino elaborado por Francy Silva. Ilustração elaborada durante a terceira oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
Variados autoresPintura facial e corporal e adornos rituais femininos usados no curso de rituais de nominação de tipo Llaaríwa. Indicaria que a mulher é casada. Feita sob suporte de um corpo feminino elaborado por Francy Silva. Ilustração elaborada durante a terceira oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
Saira CoyantePintura facial e corporal e adornos rituais masculinos usados no curso de rituais de nominação de tipo Llaaríwa. Indicaria que o homem é casado. Feita sob suporte de um rosto masculino elaborado por Francy Silva. Ilustração elaborada durante a terceira oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
Saira CoyantePintura facial e adornos rituais masculinos usados no curso de rituais de nominação de tipo Llaaríwa. Indicaria que o homem é solteiro. Feita sob suporte de um rosto masculino elaborado por Francy Silva. Ilustração elaborada durante a terceira oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
Saira CoyantePintura corporal e facial feminina. Feita sob suporte de um corpo feminino elaborado por Francy Silva. Ilustração elaborada durante a terceira oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
Sandra ChichacoPintura corporal e facial feminina. Feita sob suporte de um corpo feminino elaborado por Francy Silva. O desenho representa ainda os adornos de fibra vegetal utilizados no passado pelas mulheres. Ilustração elaborada durante a terceira oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
Rosa Amelia MeicuacoPintura corporal feminina. Feita sob suporte de um corpo feminino elaborado por Francy Silva. Se assemelha muito à foto de Wavrin anexa ao documento técnico 3. Talvez por isso seja feita uma referência à etnia Ocaina, indicada (de maneira possivelmente equivocada) na imagem de Wavrin. Ilustração elaborada durante a terceira oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
P. SegundoPintura corporal feminina. Feita sob suporte de um corpo feminino elaborado por Francy Silva. Ilustração elaborada durante a terceira oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
P. SegundoMulher com adornos rituais e pintura corporal e facial. Se assemelha muito à foto de Wavrin anexa ao documento técnico 3. Talvez por isso seja feita uma referência à etnia Ocaina, indicada (de maneira possivelmente equivocada) na imagem de Wavrin. Ilustração elaborada durante a segunda oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
P. SegundoPintura corporal masculina. Feita sob suporte de um corpo masculino elaborado por Francy Silva. Trata-se de grafismos Murui-Muina usados no ritual troca de alimentos (baile de frutas). Ilustração elaborada durante a segunda oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
Octavio RodriguezDesenho de uma figura masculina com pintura corporal em cor preta. Provavelmente os espaços em branco são preenchidos por adornos e indumentárias de fibra vegetal (braços, pernas e quadril) e plumas ou algodão vegetal (tronco). Feita por um conhecedor Muinane. Ilustração elaborada durante a primeira oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
Gregorio Gomez PakiPintura feita nas panelas de cerâmica no passado. Grafismo “formigueiro” (menííkemíba óónova). Autor desconhecido. Ilustração elaborada durante a segunda oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
DesconhecidoPalmeira de pupunha nos arredores da comunidade Tagua, no rio Igaraparaná. O fruto é usado na preparação de uma bebida não-fermentada (meémeba). A bebida é também consumida no ritual homônimo, onde são usadas as máscaras que vimos no documento técnico anterior e cujas fotos foram entregues aos Bora-Miranha nessa etapa do projeto.
Maria Luísa LucasDurante a terceira oficina de representação gráfica na maloca Miranha do bairro Xingu, em Tabatinga, participantes discutem e compartilham ideias sobre os desenhos executados.
Bruna BarrosDurante a terceira oficina de representação gráfica na maloca Miranha do bairro Xingu, em Tabatinga, participantes discutem e compartilham ideias sobre os desenhos executados.
Bruna BarrosDurante a segunda oficina de representação gráfica na maloca Miranha do bairro Xingu, em Tabatinga, homem executa grafismos sob suporte de rosto masculino feito por Francy Silva
Bruna BarrosDurante a segunda oficina de representação gráfica na maloca Miranha do bairro Xingu, em Tabatinga, participantes executam grafismos sob suportes de rosto e corpo feitos por Francy Silva
Bruna BarrosDurante a segunda oficina de representação gráfica na maloca Miranha do bairro Xingu, em Tabatinga, participantes executam grafismos sob suportes de rosto e corpo feitos por Francy Silva
Bruna BarrosDurante a segunda oficina de representação gráfica na maloca Miranha do bairro Xingu, em Tabatinga, participantes discutem e compartilham ideias sobre os desenhos executados.
Bruna BarrosDurante a segunda oficina de representação gráfica na maloca Miranha do bairro Xingu, em Tabatinga, participantes discutem e compartilham ideias sobre os desenhos executados.
Bruna BarrosDurante a segunda oficina de representação gráfica na maloca Miranha do bairro Xingu, em Tabatinga, participantes executam grafismos sob suportes de rosto e corpo feitos por Francy Silva.
Bruna BarrosMulheres descansam em suas redes durante a terceira oficina de representação gráfica na maloca Miranha do bairro Xingu, em Tabatinga.
Bruna BarrosDurante a terceira oficina de representação gráfica na maloca Miranha do bairro Xingu, em Tabatinga, participantes fazem demonstração de dança ritual inspirados pela atividade de execução dos grafismos.
Bruna BarrosDurante a terceira oficina de representação gráfica na maloca Miranha do bairro Xingu, em Tabatinga, participantes discutem e compartilham ideias sobre os desenhos executados.
Bruna BarrosDurante a terceira oficina de representação gráfica na maloca Miranha do bairro Xingu, em Tabatinga, participantes discutem e compartilham ideias sobre os desenhos executados.
Bruna BarrosDurante a terceira oficina de representação gráfica na maloca Miranha do bairro Xingu, em Tabatinga, participantes discutem e compartilham ideias sobre os desenhos executados.
Bruna BarrosDurante a segunda oficina de representação gráfica na maloca Miranha do bairro Xingu, em Tabatinga, participantes executam grafismos sob suportes de rosto e corpo feitos por Francy Silva.
Bruna BarrosDetalhe de grafismos da parte inferior de indumentária ritual feita em líber (tecido de casca de árvore) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. A peça é composta de duas partes. Um colete com cauda adornado com grafismos e uma máscara que cobre a face e apresenta duas protuberâncias em formato de círculo costuradas nas laterais. As costuras são feitas com fio industrial (linha de costura) e fibra vegetal. Número de inventário 71.1930.39.9.
Maria Luísa LucasIndumentária ritual feita em líber (tecido de casca de árvore) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. A peça é composta de duas partes. Um colete com cauda adornado com grafismos e uma máscara que cobre a face e apresenta duas protuberâncias em formato de círculo costuradas nas laterais. As costuras são feitas com fio industrial (linha de costura) e fibra vegetal. A foto mostra o artefato em cima da mesa de consulta. Número de inventário 71.1930.39.9.
Maria Luísa LucasIndumentária ritual feita em líber (tecido de casca de árvore) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. A peça é composta de duas partes. Um colete com cauda adornado com grafismos e uma máscara que cobre a face e apresenta duas protuberâncias em formato de círculo costuradas nas laterais. As costuras são feitas com fio industrial (linha de costura) e fibra vegetal. A foto mostra o artefato em cima da mesa de consulta. Número de inventário 71.1930.39.9.
Maria Luísa LucasDetalhe de grafismos da parte inferior de indumentária ritual feita em líber (tecido de casca de árvore) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. A peça é composta de duas partes. Um colete com cauda adornado com grafismos e uma máscara que cobre a face e apresenta duas protuberâncias em formato de círculo costuradas nas laterais. As costuras são feitas com fio industrial (linha de costura) e fibra vegetal. Número de inventário 71.1930.39.9.
Maria Luísa LucasDetalhe de grafismos da parte inferior de indumentária ritual feita em líber (tecido de casca de árvore) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. A peça é composta de duas partes. Um colete com cauda adornado com grafismos e uma máscara que cobre a face e apresenta duas protuberâncias em formato de círculo costuradas nas laterais. As costuras são feitas com fio industrial (linha de costura) e fibra vegetal. Número de inventário 71.1930.39.9.
Maria Luísa LucasDetalhe de grafismos da parte inferior de indumentária ritual feita em líber (tecido de casca de árvore) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. A peça é composta de duas partes. Um colete com cauda adornado com grafismos e uma máscara que cobre a face e apresenta duas protuberâncias em formato de círculo costuradas nas laterais. As costuras são feitas com fio industrial (linha de costura) e fibra vegetal. Número de inventário 71.1930.39.9.
Maria Luísa LucasDetalhe de grafismos da parte inferior de indumentária ritual feita em líber (tecido de casca de árvore) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. A peça é composta de duas partes. Um colete com cauda adornado com grafismos e uma máscara que cobre a face e apresenta duas protuberâncias em formato de círculo costuradas nas laterais. As costuras são feitas com fio industrial (linha de costura) e fibra vegetal. Número de inventário 71.1930.39.9.
Maria Luísa LucasMáscara (tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya) que compõe indumentária ritual feita em líber (tecido de casca de árvore) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. A peça é composta de duas partes. Um colete com cauda adornado com grafismos e uma máscara que cobre a face e apresenta duas protuberâncias em formato de círculo costuradas nas laterais. As costuras são feitas com fio industrial (linha de costura) e fibra vegetal. A foto busca registrar grafismos apagados pela ação do tempo no centro do artefato. Número de inventário 71.1930.39.9
Maria Luísa LucasMáscara (tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya) que compõe indumentária ritual feita em líber (tecido de casca de árvore) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. A peça é composta de duas partes. Um colete com cauda adornado com grafismos e uma máscara que cobre a face e apresenta duas protuberâncias em formato de círculo costuradas nas laterais. As costuras são feitas com fio industrial (linha de costura) e fibra vegetal. A foto busca registrar grafismos apagados pela ação do tempo no centro do artefato. Número de inventário 71.1930.39.9
Maria Luísa LucasMáscara (tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya) que compõe indumentária ritual feita em líber (tecido de casca de árvore) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. A peça é composta de duas partes. Um colete com cauda adornado com grafismos e uma máscara que cobre a face e apresenta duas protuberâncias em formato de círculo costuradas nas laterais. As costuras são feitas com fio industrial (linha de costura) e fibra vegetal. A foto busca elucidar o modo de utilização da máscara. Número de inventário 71.1930.39.9
Maria Luísa LucasDetalhe de protuberância em fibra vegetal em formato de círculo costurada na lateral de máscara (tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya) que compõe indumentária ritual feita em líber (tecido de casca de árvore) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. A peça é composta de duas partes. Um colete com cauda adornado com grafismos e uma máscara que cobre a face. As costuras são feitas com fio industrial (linha de costura) e fibra vegetal. Número de inventário 71.1930.39.9.
Maria Luísa LucasDetalhe de protuberância em fibra vegetal em formato de círculo costurada na lateral de máscara (tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya) que compõe indumentária ritual feita em líber (tecido de casca de árvore) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. A peça é composta de duas partes. Um colete com cauda adornado com grafismos e uma máscara que cobre a face. As costuras são feitas com fio industrial (linha de costura) e fibra vegetal. Número de inventário 71.1930.39.9.
Maria Luísa LucasMáscara (tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya) que compõe indumentária ritual feita em líber (tecido de casca de árvore) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. A peça é composta de duas partes. Um colete com cauda adornado com grafismos e uma máscara que cobre a face e apresenta duas protuberâncias em formato de círculo costuradas nas laterais. As costuras são feitas com fio industrial (linha de costura) e fibra vegetal. Número de inventário 71.1930.39.9.
Maria Luísa LucasMáscara (tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya) que compõe indumentária ritual feita em líber (tecido de casca de árvore) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. A peça é composta de duas partes. Um colete com cauda adornado com grafismos e uma máscara que cobre a face e apresenta duas protuberâncias em formato de círculo costuradas nas laterais. As costuras são feitas com fio industrial (linha de costura) e fibra vegetal. Número de inventário 71.1930.39.9.
Maria Luísa LucasMáscara (tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya) que compõe indumentária ritual feita em líber (tecido de casca de árvore) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. A peça é composta de duas partes. Um colete com cauda adornado com grafismos e uma máscara que cobre a face e apresenta duas protuberâncias em formato de círculo costuradas nas laterais. As costuras são feitas com fio industrial (linha de costura) e fibra vegetal. Número de inventário 71.1930.39.9.
Maria Luísa Lucas