Lendas
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Este livro da série Morená apresenta alguns mitos de nossos índios em linguagem acessível, conservando o tom mágico e a poesia, com ilustrações inspiradas nas culturas indígenas de onde foram transcritos
FITTIPALDI, CiçaAlguma vez você já ouvir falar que os nossos índios faziam poesia? Pois entre outras tantas revelações surpreendentes sobre a vida, a cultura, os costumes e o sofrimento dos nossos índios, você vai descobrir, nesse livro, que eles também eram poetas, com sensibilidade para cantar o amor, a esperança e a dor, como neste poema sobre a morte de uma criancinha.; A pequena rede de Akéle está vazia. A mãe como cestinho trançado saio para o monte. Akéle está com frio mas não treme. Tem medo mas não chora. Está só mas não foge. Atrás de grande Pedra Negra desponta a lua e vê Akéle. Somente o tigre o esquenta com seu hálito. A mãe volta à cabana em silêncio. Olha a lua alta sobre o monte. A pequena rede está vazia; só um raio de lua a faz balançar.; Nossos índios sempre tiveram muitas coisas para nos ensina
SAMPAIO, Mário ArnaudA série Morená apresenta os mitos de nossos índios em linguagem acessível que conserva o tom mágico e a poesia, com ilustrações inspiradas nas culturas indígenas de onde foram transcritos. Morená significa, para os índios Kamaiurá, a terra mítica onde mora Mavutsinim, o grande criador
FITTIPALDI, CiçaEm Lendas do índio brasileiro Alberto da Costa e Silva, reuniu algumas das mais belas e significativas narrativas dos nossos índios. Histórias puras e incomparáveis, que inspiraram escritores como Mário de Andrade e Rual Bopp, e continuam a nos inspirar com sua riqueza e magia
SILVA, Alberto da Costa eTrata-se de livro da coleção Narradores Indígenas, publicada pela Foirn, que reúne narrativas míticas e histórias do povo Tukano, especificamente do grupo Hausirõ Porã, que habita o Médio Rio Tiquié, onde se localiza o povoado atual de São José I. Essas narrativas são transmitidas oralmente de geração para geração. Os narradores são Ñahuri (Miguel Azevedo) e seu filho Kumarõ (Antenor Nascimento Azevedo). Várias histórias foram manuscritas e outras gravadas em fitas cassete. O antropólogo Aloísio Cabalzar do ISA foi convidado a colaborar na edição e revisão do livro. Os autores também revisaram e produziram nova versão, que foi lida por Dominique Bouchillet e Flora Cabalzar. Ambas sugeriram melhorias incorporadas ao texto, que foi finalmente lido e revisado pelos autores.
Do Mel às Cinzas, de Claude Lévi-Strauss, é o segundo volume da série Mitológicas, originalmente iniciada em 1964, que está sendo traduzida para o português pela editora – o primeiro volume foi O Cru e o Cozido. Como o próprio nome já diz, a série discorre sobre os mitos do “pensamento; selvagem”. Lévi-Strauss aqui opta por analisar os mitos dos indígenas da América levando em conta as características intrínsecas à cultura deles, não querendo transpô-las ao pensamento antropológico já determinado. Nesse volume ele caminha da cultura dos povos em direção à natureza, contrastando dois elementos: o mel e o tabaco
LÉVI-STRAUSS, ClaudeLobisomem, Saci-Pererê, Mula sem Cabeça e muitos outros seres fantásticos, que povoam a imaginação do brasileiro, são os grandes personagens da Geografia dos Mitos Brasileiros, de Luís da Câmara Cascudo. Para muita gente, perdida pelos grotões e roças do país, eles são criaturas tão vivas quanto o vizinho ou o leitor. Não é para menos. Alguns costumam se intrometer na vida humana, como perturbadores ou entidades benéficas, exigindo doações (o fumo de rolo que o caboclo deixa na encruzilhada para o Saci) ou atendendo pedidos, como o Negrinho do Pastoreio. Ou até engravidando moças, função exercida com muita competência pelo boto
Cascudo, Luis da CamaraA autora reúne e comenta numa excelente introdução várias narrativas de índios de diferentes grupos étnicos residentes no Parque Indígena do Xingu. Além de versões de mitos que se entrelaçam com memórias históricas, são de particular interesse as reconstituições das origens do contato e do estabelecimento do Parque
FERREIRA, Mariana K. LealEste livro apresenta 24 lendas indígenas, selecionadas e interpretadas pelo pintor-contador de histórias WaldeMar de Andrade e Silva. Ilustrado com 25 obras desse grande artista, o livro é fruto de sua convivência de oito anos com as principais tribos do Xingu. De um lado, a obra mostra a riqueza de detalhes e as cores vibrantes da pintura naturalista, do outro, um texto revelador da sensibilidade desse ´aluno do índio e da natureza´
SILVA, Waldemar de Andrade eAs observações e relatos de viagem do etnologista e explorador alemão, que passou diversas vezes pelo Brasil a partir de 1896, é uma importante fonte para estudo dos mitos e lendas da Amazônia. Neste livro, ele transcreve o mito de Makunaíma, que inspirou o clássico modernista de Mário de Andrade
KOCH-GRÜNBERG, TheodorAs histórias de 'Moqueca de maridos' são mágicas. Os mitos são contados por narradores tradicionais nas várias línguas indígenas, e traduzidos por outros tantos narradores índios, retratando um universo rico e desconhecido de povos milenares. O repertório de histórias provém de seis povos indígenas de Rondônia, que falam línguas diversas e têm tradições distintas
MINDLIN, BettyLivro escrito há mais de 60 anos por Raimundo Morais, um comandante de "gaiolas" que, durante 30 anos, percorreu os rios do maior sistema hidrográfico do mundo. É uma descrição viva da paisagem física e humana de uma das regiões que mais tem atraído a atenção nos últimos tempos
MORAIS, RaimundoEste é um livro dividido em duas partes, sendo que a primeira apresenta 30 contos indígenas de tribos brasileiras e, a segunda parte apresenta textos que evidenciam a contribuição dos indígenas ao Brasil e à globalização
BOFF, LeonardoA série Morená apresenta os mitos de nossos índios em linguagem acessível que conserva o tom mágico e a poesia, com ilustrações inspiradas nas culturas indígenas de onde foram transcritos. Morená significa, para os índios Kamaiurá, a terra mítica onde mora Mavutsinim, o grande criador
FITTIPALDI, CiçaReúne vários artigos do autor publicados em revistas e coletâneas, com especial enfoque sobre os povos do alto e médio Amazonas nos séculos XVI e XVII. Trabalha de maneira inovadora com problemas de demografia, organização política, atividades comerciais e messianismo. Há também uma discussão importante das fontes para a história indígena na Amazônia
PORRO, Antonio