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BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141120_069 · Item · 2014
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Tokorime mascarado com koama chega longe. Benjamim narra que tokorime chega às doze horas. O tokorime dança para a câmera, de longe. Ouve-se o som do arco de boca Hihiti que Kubiu ou Zakaria ainda está tocando.

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O Tokorime vai embora
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141120_072 · Item · 2014
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O Tokorime finalmente vai embora. Ele sobe para o lugar de onde chegou. Ainda faz alguns gestos. Risca o chão com os pés, igual a um galinho. E vai embora. Some nas folhagens.

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BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141120_074 · Item · 2014
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Komizi e eu dançamos ao som do Hihiti de Zakaria. Zakaria toca hihiti e Kubiu corta um pau podre. Joaquim tira foto de Zakaria. João tira fotos também. Komizi começa a brincar e finalmente me joga pelo braço para perto do igarapé. Todos riem.

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BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141120_078 · Item · 2014
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Kubiu, o mestre do Totore, mostra qual é o caminho do Totore e explica outras coisas. Os outros também dão opinião. Eles discutem e Kubiu informa que vai fazer o Totore lá em sua casa, e não no mato como os outros instrumentos. "Terminou. Estou indo", ele diz e segue pelo "caminho do totore".

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BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141120_082 · Item · 2014
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Kubiu se pendura na ribanceira para tirar um pedaço de zumi que lhe pareceu apropriado. A imagem está sem som (verificar se é apenas o dvd ou se a imagem foi realmente feita sem som). Kubiu prepara mais um pedaço que servirá para a fabricação do totore.

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Barra de cor
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141121_001 · Item · 2014
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Barra de cor. Benjamim narra: Hidapana Totore kha ima

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BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141121_017 · Item · 2014
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Kubiu esculpe o pauzinho que vai deixar em brasa para fazer os furos da flauta. Zakaria ajeita uma outra flauta. Komizi e os outros conversam.

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BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141121_019 · Item · 2014
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Kubiu abano o fogo com a ajuda do kakade (abano) para aumentar as brasas. Ele então aquece a sua resina (que é em forma de um pedaço de pau de 30 cm). Ele tira um pequeno pedaço da resina, amassa nas mãos e esquenta no fogo, amassando novamente. Então ele enrola, molda e coloca na extremidade da flauta.

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BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141121_020 · Item · 2014
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Detalhe de Kubiu anexando a resina, muza em lingua kulina, na extremidade da flauta. Ela anexa a resina e a molda. É nesta extremidade que o tocador vai soprar para fazer a flauta cantar. Molda a resina direito na extremidade, deixando-a bem reta e depois, com a lasca de taboca, ele faz o furo por se vai soprar.

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BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141121_022 · Item · 2014
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Kubiu e Zakaria fabricam a flauta. Enquanto isso, Komizi encontra um couro de maracajá, kahawiri em língua kulina. Komizi veste o couro de maracajá e brinca de bicho bravo, fora de cena. Finalmente ele aprece, agachado com o couro de maracajá. Os fabricantes de totore ficam fora de cena. O maracajá ataca um dos artesãos e o morde. Ele ataca o outro artesão, tira uma substância xamânica de sua barriga e coloca nas costas dele, Kubiu. Depois ele o morde. Kubiu grita desesperado. O maracajá foge na chuva. Joaquim dá gargalhada e o maracajá some na chuva.

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BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141121_024 · Item · 2014
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O maracajá, sob chuva, se aproxima da varanda onde a oficina está ocorrendo. Komizi, que está vestido com o couro, chama. Ele vai vomitar noma. Ele se agacha, se transforma. Então ataca um cachorro e o morde. Depois morre de rir, enquanto o cão foge chorando. Komizi vomita e Zakaria grita e ri: É noma, Hinawi.

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BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141121_027 · Item · 2014
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Kubiu corta tirando o excesso de resina da flauta. Zakaria também trabalha na fabricação de uma flauta. Kubiu ajeita com a faca, a resina que acabou de colocar.

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BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141122_006 · Item · 2014
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João Ikobo observa o mato procurando o zumi no tamanho ideal para a flauta de tubos. Ele limpa o local em que se encontram os zumi. E então tira o pedaço que acredita ser adequado. Ele tira ainda mais um pedaço, de outro tamanho. Faz uma medição no bambu (taboca). Ele avalia o pedaço, bate com o terçado para ver se está maduro o suficiente, se não tem água, limpa os pedaços dos espinhos e folhas.

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BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141122_011 · Item · 2014
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Koshi, da aldeia Tocandeira (a um ano sua família morava no Estirão, divisa de Peru e Brasil, já no lado peruano), vestido com roupa de futebol e com rosto pintado de violeta. Benjamim conversa com ele enquanto filma. Outras pessoas entram na conversa. Ao lado, Ikobo esculpe os tubos da flauta do Teteko. João Ikobo me explica que Koshi, seu cunhado, é pajé. Zupira traz um biscoito para Koshi. João Onima mostra a foto para ele. Zupira se senta ao lado de Koshi para uma foto. A irmã de Koshi também se senta ao lado dele para ver a foto que João vem lhe mostrar. Eles se ajeitam para tirar uma foto. João Ikobo tira o primeiro som do tubo da flauta.

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Escuro
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141122_013 · Item · 2014
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Escuro

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BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141122_014 · Item · 2014
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O mestre do Teteko fabrica as flautas de bambu que compõem o instrumento. O casco do jabuti, já limpo pelas formigas, descansa ao lado da cadeira. O instrumento é composto por um reco-reco feito com o casco de jabuti e uma resina, onde se passa os dedos fazendo vibrar e uma pequena flauta de dois ou três tubos de bambu, anexadas ao reco-reco por um barbante. João Ikobo testa a sonoridade dos bambus que cortou e vai tirando pequenos pedaços até chegar na altura certa. Enquanto isso, João Onima avalia o casco e tenta tirar um som no reco-reco. A neta de Ikobo observa tudo na porta da casa.

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BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141122_015 · Item · 2014
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João Ikobo acerta o tamanho do tubo da flauta, cortando com um terçado. Todos conversam na cozinha de sua casa. Sua esposa, Zupira, está sentada na porta do quarto chupando um pirulito. Depois de acertar o bambu, ele sopra para testar a sonoridade.

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BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141122_029 · Item · 2014
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João Ikobo faz a amarração da flauta. Depois ele testa. Ele pendura o casco no ombro com o barbante e segura a flauta (que também está emendada no casco com barbante) com a mão. Ele toca o instrumento e ajeita a resina. Ele não fica satisfeito com a sonoridade do reco-reco de casco de jabuti.

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BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_AK_VID_20150511_003 · Item · 2015
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Raimundo falando da viagem de Rio Branco até o Rio de Janeiro e das coisas que já viveu no Rio de Janeiro. Fala também do mar, da praia, dos brancos nadando pelados, etc.

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BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150511_008 · Item · 2015
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Os Kulina se deparam com a foto de um Ashaninka com um filhote de veado no colo. Eles comentam sobre o filhote.

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Cerâmicas Karajás
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150511_017 · Item · 2015
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As imagens de cerâmica karajás. Uma panorâmica das imagens representando as cenas da vida, moldadas nas cerâmicas karajás. A museóloga explica que as bonecas karajás mostram as cenas da vida. E também dos bichos.

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Kaxinawa kha Hoki
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150511_027 · Item · 2015
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Os Madiha experimentam uma máscara de cabaça dos Kaxinawá. Hokhi, lembram. Hokhi é um monstro mítico e os Madiha guardam máscaras de cabaça com que brincam ser Hokhi.

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BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150511_030 · Item · 2015
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Raimundo toca uma buzina de rabo de tatu Kaxinawá. Esta buzina é chamada em Kulina He´ihe´i e a espécie que é produzida pelos Kulina é usada pelo chefe ou outras lideranças para convocar as reuniões e outros encontros ou atividades coletivas.

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Cestos Keruri Madiha
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150511_032 · Item · 2015
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Benjamim ve os cestos Keruri inseridos na Reserva. Os cestos keruri foram coletados pelo pesquisador responsável pelo projeto no ano 2012 nas aldeias Santa Júlia e Buaçu.

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BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150511_033 · Item · 2015
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BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150511_041 · Item · 2015
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BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150511_046 · Item · 2015
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BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150511_050 · Item · 2015
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BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_005 · Item · 2015
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Fabiana apresenta e explica como funciona o site do Museu do Índio e o acesso para pesquisa ao acervo via banco de dados online.

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BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_012 · Item · 2015
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Os indígenas falam dos usos do shapoto imeni, o cesto cargueiro grande. Para trazer todo tipo de produto do roçado. Arnaldo afirma que homens e mulheres utilizam o shapoto para carregar coisas: milho, banana, lenha, etc. Arnaldo mostra como os homens carregam - alçado no peito pelos ombros. Diferente do modo feminino, que é alçado na testa, com a força do pescoço.

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Topi: ambé.
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_017 · Item · 2015
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Raimundo explica que o material de um dos cestos é o cipó Topi, chamado em português ambé.

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BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_036 · Item · 2015
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Arnaldo e Raimundo dão explicações sobre o Keruri. Os materiais, as técnicas, etc. Eles explicam que são as mulheres que fabricam os cestos. Explicam que ele é feito com uma espécie de capim amazônico. Raimundo explica a técnica de utilização do capim: deixa secar ao sol durante um dia.

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BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_048 · Item · 2015
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Maria José pergunta sobre a tampa de um dos vasos e o que tipo de coisas aquele vaso tampado guardaria. Depois de um tempo, um dos Madiha brinca que é para guardar dori (feitiço). Raimundo fala que pode ser para guardar mel (hidzi okhini). Fabiana confirma com os Madiha se o zipa bedeni é usado para tomar líquidos: água, mingau de banana, caiçuma, etc.

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BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_050 · Item · 2015
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Raimundo e Arnaldo conversam com Maria José e os outros sobre os vasos de cerâmica - são panelas, potes. As grandes e as pequenas. O hohori é para brincar mariri, responde Arnaldo à pergunta do antropólogo. Então os indígenas vão testar os vasos como buzina. As buzinas ficam um pouco roucas. Arnaldo e Raimundo testam os vasos como buzina para encontrar o que tiver o melhor som. Eles testam também os hohori de taboca. O antropólogo explica sua hipótese sobre os hohori de cerâmica. A princípio Raimundo concorda, mas depois ele e Arnaldo reiteram que os vasos eram feitos especialmente para servirem como buzina.

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BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_051 · Item · 2015
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Felipe e Arnaldo testam um vaso maior como buzina. Arnaldo acha que pode ser este maior o escolhido como exemplar de buzina. Arnaldo explica que o pessoal faz uma amarração para trazer o vaso pendurado ao pescoço para tocar nas festas. Arnaldo afirma que este tipo de vaso é feito apenas para tocar mesmo.

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Estória de Totore
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_054 · Item · 2015
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Arnaldo explica como a flauta Totore é tocada para que os jovens amantes se atraiam e se comuniquem. Maria José, Fabiana, Andrea e George guardam as peças e limpam a banqueta para colocar outras.

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BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_059 · Item · 2015
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Andrea e Maria José mostram uma máscara Xavante para os Kulina para que comparem com a koama e que elas possam entender melhor como é a máscara kulina koama. Os Kulina afirmam que esta é feita com a folha do buriti. Não é muito parecida, na verdade.

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Máscara xavante
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_060 · Item · 2015
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Maria José e Andrea mostram uma máscara Xavante para que os indígenas comparem e falem um pouco mais sobre a máscara Koama, para que elas possam ter uma ideias de como é esta máscara.

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BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_064 · Item · 2015
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Arnaldo e Raimundo explicam que a canoa é mesmo um brinquedo. Quanto aos animais de madeira, maiores, são usados como enfeites. Eles dizem que é um trabalho difícil e que só é realizado por homens, pois é muito duro. A respeito da madeira do tatu, Benjamim lembra que em kulina se chama 'humu henani'. Mas ninguém consegue se lembrar do nome da madeira em português.

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O tracajá de madeira
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_069 · Item · 2015
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Os Madiha informam que seu uso é decorativo e é produzido com a madeira cedro, sedo em madiha.

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Miçangas
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_070 · Item · 2015
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Fabiana, Andrea e George colocam sobre a banqueta as peças de miçanga e as bolsas de algodão.

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BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_071 · Item · 2015
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George comenta sobre a produção de pulseira em miçangas feitas no próprio corpo. A finalização do artefato é feita no corpo. George comenta que isso é muito interessante. Eles comentam da beleza das peças, especialmente a respeito do detalhe dos pequenos pingentes de balões. Segundo Raimundo, homens e mulheres usam os colares grandes. A testeira seria um adereço masculino. As pulseiras são masculinas e femininas. Raimundo tenta explicar os motivos dos desenhos. O primeiro é uma casa. George pede para Raimundo colocar o colar.

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BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_075 · Item · 2015
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Miçangas. Discussão sobre os padrões desenhados (hanoni) nas peças de miçanga. O motivo do primeiro colar mostrado seria Butani hanon (arraia). Raimundo mostra uma bolsa e explica que ela está desenhada com motivo do peixe sarapó (zuri hanoni). O segundo colar, de Maria José (Rohoze kha), teria como motivo o irama hanoni (um peixe pequeno, cará). O motivo desenhado na barra do colar da casa seria hidepe ore hanon (jibóia). A testeira seria também jibóia. O colar seria arraia. O outro eu brinco que seria kaxinawa kha. Arnaldo confirma que é kaxinawa kha. George identifica o desenho kaxinawa (eles estiveram no museu na semana anterior) como pata de onça. Os kulina acham possível. Arnaldo avalia a peça e finalmente identifica como batano makha hanon (cobra do mato não identificada).O último colar mostrado traz o motivo do ziki mekhene hanon (jararaca).

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Interior do Museu do Índio
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150513_001 · Item · 2015
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Imagem panorâmica do interior do Museu do Índio.

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Crianças brincando de canoa
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150513_001 · Item · 2015
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Crianças brincando na canoa no pátio do Museu do Índio.

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BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150515_003 · Item · 2015
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Andrea continua a explicação acerca da exposição ashaninka. A imagem fica perdida e desfocada.

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Depoimento de Benjamim
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_FC_VID_20150516_001 · Item · 2015
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Benjamim faz depoimento sobre a experiência de viajar ao Rio de janeiro.

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Peixes boiando na água
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150324_023 · Item · 2015
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Os peixes boiam na água e os homens coletam os peixes com as zagaias. Benjamim conversa com alguém.

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BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150324_030 · Item · 2015
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A canoa de Benjamim e dos filhos de Zewa recomeça a descer. Eles encontram recostada a canoa de Chico, filho de Zé Bakho e seu cunhado. Eles recolhem os peixes do rio. Sua canoa também está repleta de peixes mandim. Benjamim pergunta alguma coisa para eles.

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BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150324_041 · Item · 2015
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Canoas começam a descer o rio de volta à aldeia. A canoa de Riuta começa a descer o rio.

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BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150324_048 · Item · 2015
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Outra canoa no rio chegando na aldeia. Já estão na altura da grande praia que antecede a aldeia Buaçu. (rio acima).

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BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150324_054 · Item · 2015
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Homens e mulheres fazem os primeiros preparativos nos peixes, panelas e canoas, labvando as canoas, na beira do rio, em frente à praia em que estão aportados. Sakire, Sahino, etc.

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BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150324_061 · Item · 2015
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Auzira carrega bacia cheia de peixes. Homem também carrega balde cheio de peixes. Manoe limpa os peixes na praia.

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Menina em casa em Buaçu
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_CKL_VID_20141215_001 · Item · 2014
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Menina brincando em casa. Imagem distante e ruim.

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BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150130_002 · Item · 2015
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OS homens contratados trabalham no canteiro de obras do posto de saúde, nos fundos da aldeia. A área já está limpa e marcada, mas nenhuma construção ainda foi levantada.

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Aldeia Buaçu
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150303_002 · Item · 2015
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Continuação da imagem vazia do caminho dos fundos da aldeia.

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BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150303_005 · Item · 2015
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Operários madiha. Alguns jovens madiha estão ajudando na obra - provavelmente foram contratados pelo chefe de obra.

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BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150303_009 · Item · 2015
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Operário madiha mexe cimento em um balde. É o filho de Davi, neto de Momo. Seu tio, ribeirinho não indígena, irmão de Davi, orienta o trabalho.

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BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150303_024 · Item · 2015
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Caminho nos fundos da aldeia. De longe, dois operários madiha carregam uma grande telha de ameanto. Eles se aproximam cada vez mais e passam pelo quadro.

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BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_JO_VID_20150403_004 · Item · 2015
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Hihihi, Leticia, Heri, Itsé, Ini Maua, Rawaini, Tsamia, etc. João Onima narra, falando o nome de todas as mulheres e moças que aparecem descascando as mandiocas.

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Rapaz carregando saco
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_JO_VID_20150403_006 · Item · 2015
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Um rapaz atravessa o terreiro carregando um saco com mandiocas. João Onima narra a cena, explicando quem é e para onde e para que ele está levando aquele saco.

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Mulher sozinha fazendo Koiza
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_JO_VID_20150403_009 · Item · 2015
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Nos fundos da varanda repleta de cascas de mandioca e de mandiocas descascadas, mulher de Bené entorna a água de uma lata em uma panela para cozinhar o koiza. João Onima narra a cena. Uma adolescente chega para ajudá-la.

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BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_JO_VID_20150403_011 · Item · 2015
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Dário (Gato) e Zohe (filho de Sakire) chegam no terreiro, o primeiro carregando uma garrafa de gasolina, o segundo com o rosto pintado fortemente. João Onima faz uma narração cômica. Dário coloca um chapéu de vaqueiro. João Onima comenta ironicamente: Vaqueiro.

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BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_JO_VID_20150403_012 · Item · 2015
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Mulheres, moças e meninas cortando mandioca e colocando na panela. João Onima faz comentários e as meninas repetem o que ele fala.

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BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_JO_VID_20150403_021 · Item · 2015
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Homens chegam na varanda onde as mulheres estão preparando (descascando, cortando e jogando nas panelas) as mandiocas para o Koiza. Eles abrem os sacos e derramam as mandiocas no chão da varanda. Jorge Namari, Mawawi, Tsauri, Komizi e outros vão chegando com shapotos, sacos, tsahes. Namari brinca com as mulheres um pedaço grosso de cana de açucar. Elas fogem.

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BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_JO_VID_20150403_031 · Item · 2015
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Homens e jovens arrastam o bote pelo terreiro da aldeia até o local onde ele vai ser assentado. Duas moças atravessam o terreiro carregando um motor rabeta.

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BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_JO_VID_20150403_035 · Item · 2015
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Mulheres em meio a uma montanha de mandioca, casca e outras mulheres na varanda de uma casa kulina. Elas cortam mais mandiocas e colocam nas panelas que vão cozinhar o koiza. João Onima narra e mexe com as mulheres que elas não cantam. Elas respondem mal-humoradas e rindo ao mesmo tempo.

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BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_JO_VID_20150403_037 · Item · 2015
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Canoa com tapiri fraquinho sai da aldeia. Ela é guiada pela moça Wazura. Outra moça segue a seu lado. A frente, Benedito e Joaninha, sua esposa. Wazura é neta de Benedito.

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