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Xingu: os contos do TamoIn:
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2(81) / V726c / 1984 · Item · 1984
Parte de Bibliográfico

Diálogos verdadeiros do índio e o branco. Os velhos ensinam os jovens a viver o dia-a-dia na aldeia e os costumes da tribo

VILLAS-BOAS, Claudio
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-631.96 / C198 vol.1 / 2009 · Item · 2009
Parte de Bibliográfico

A coleção Plante as árvores do Xingu e Araguaia é formada por dois volumes. O primeiro, o Manual do Plantador tem 40 páginas ilustradas com o passo-a-passo para quem quer plantar árvores nativas, desde a legislação, a coleta de sementes até as várias formas de plantio. Já o Guia de Identificação, com capa dura e espiral, tem 300 páginas com informações e fotos reunidas localmente sobre 73 espécies e gêneros de plantas nativas das bacias hidrográficas dos rios Xingu e Araguaia. Elas foram selecionadas por sua importância como fruta, remédio, óleo, resina, madeira, para abelhas, para jardins e para recuperação de áreas degradadas. As fotos foram coletadas entre pessoas que moram na região, índios, matogrossenses e gaúchos conhecedores da mata e do cerrado, coletores de sementes, viveiristas, agrônomos e biólogos, que colaboraram na descrição das formas de identificar, usar e plantar cada uma das espécies.

CAMPOS FILHO, Eduardo Malta
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-631.96 / C198 vol.2 / 2009 · Item · 2009
Parte de Bibliográfico

A coleção Plante as árvores do Xingu e Araguaia é formada por dois volumes. O primeiro, o Manual do Plantador tem 40 páginas ilustradas com o passo-a-passo para quem quer plantar árvores nativas, desde a legislação, a coleta de sementes até as várias formas de plantio. Já o Guia de Identificação, com capa dura e espiral, tem 300 páginas com informações e fotos reunidas localmente sobre 73 espécies e gêneros de plantas nativas das bacias hidrográficas dos rios Xingu e Araguaia. Elas foram selecionadas por sua importância como fruta, remédio, óleo, resina, madeira, para abelhas, para jardins e para recuperação de áreas degradadas. As fotos foram coletadas entre pessoas que moram na região, índios, matogrossenses e gaúchos conhecedores da mata e do cerrado, coletores de sementes, viveiristas, agrônomos e biólogos, que colaboraram na descrição das formas de identificar, usar e plantar cada uma das espécies.

CAMPOS FILHO, Eduardo Malta
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-504.05 / W415p / 2010 · Item · 2010
Parte de Bibliográfico

O livro dá voz às pessoas que participaram das formações de Agentes e Educadores Socioambientais do Xingu realizadas entre 2007 e 2009, em 15 municípios matogrossenses localizados na bacia do Rio Xingu. Através de entrevistas, elas contam histórias e relatam experiências que viveram durante e após o processo de formação.

WEIS, Bruno
Os Asurini do Xingu: história e arte.
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Asurini / M958a / 1990 · Item · 1990
Parte de Bibliográfico

Após o contato com a sociedade nacional, em 1971, os Asurini do Xingu - cuja denominação foi dada pelas frentes de atração - sofreram uma drástica baixa populacional. Contudo, o perigo eminente de sua extinção física sempre contrastou com uma extrema vitalidade cultural, manifesta na realização de extensos rituais, práticas de xamanismo e um elaborado sistema de arte gráfica

MULLER, Regina Aparecida Polo
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(817=1-82) / K18 / 1993 · Item · 1993
Parte de Bibliográfico

Excelente coletânea com 18 estudos originais sobre diversos aspectos das expedições para o alto Xingu, comandadas por von den Steinen em 1884 e 1887. Um belo trabalho editorial, o livro é amplamente ilustrado com imagens atuais e da época das expedições, trazendo ainda uma reprodução em tamanho original do mapa da expedição de 1887, publicada em Berlim em 1893

COELHO, Vera Penteado
Indios do Xingu
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(817=1-82) / V726i / 1973 · Item · 1973
Parte de Bibliográfico
VILLAS-BOAS, Orlando
Brasil: Amazônia-Xingu.
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.1 / A 192b / 2002 · Item · 2002
Parte de Bibliográfico

Livro editado há 154 anos dá-nos um relato, não de um cientista, mas de um viajante curioso e perspicaz, escrito no estilo de um diário de bordo. Chegando ao Brasil em setembro de 1842, precisamente no Rio de Janeiro, desloca-se para as margens do Paraíba do Sul, e dirige-se em seguida, com sua expedição, para o Amazonas e Xingu. A floresta amazônica o deixou fortemente impressionado, e de tudo toma nota do que lhe parece bizarro e curioso. Relato sem a pretensão de pesquisa científica, é de leitura agradável e amena.

ADALBERTO, Príncipe da Prússia