A força política construída pelas mobilizações emancipa a comunidade das amarras que visam emparedar suas fronteiras. A luta pelos direitos territoriais e as práticas de delimitação das territorialidades específicas, fundamentais à reprodução social do povo ou da comunidade, evidenciam uma forma de autoconsciência cultural coextensiva à capacidade de ampliar suas relações, consolidando o território. A persistência da identidade étnica pressupõe um rompimento com a fixidez do território, destruindo a imobilidade de suas “muralhas” e lhe emprestando uma dinamicidade a toda prova, que a torna uma construção do presente, sem remanescências, revivescências, sobrevivências e todo o léxico urdido repetidamente pelas abordagens evolucionistas, que desde meados do século XIX buscam firmar um rótulo genérico, que hoje pode ser lido criticamente como um produto de uma sociedade colonial e de um nacionalismo ultrapassado
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Descripción archivística
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BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(813-4=1-82) / C741 / 1981
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Unidad documental simple
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1981
Parte de Bibliográfico
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(813.4=1-82) / S332p / 1991
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Unidad documental simple
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1991
Parte de Bibliográfico
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39:58(811) / C122 / 2006
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Unidad documental simple
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2006
Parte de Bibliográfico
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / O48r / 2012
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Unidad documental simple
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2012
Parte de Bibliográfico