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Description archivistique
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Kumeuaua: la filo de la gangalo.
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-82-34(81=1-82) / S463 / 1994 · Pièce · 1994
Fait partie de Bibliográfico

Conto indígena na língua Esperanto de Tibor Sekelj sobre as aventuras de um curumin da etnia Karajá chamado Kumeuaua

Sans titre
Yvyrupa: a terra uma só.
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-82-34(81=1-82) / 2017 · Pièce · 2017
Fait partie de Bibliográfico

Publicação sobre os saberes que pertence aos Nhandei vae dos Guarani Mbiá

Sans titre
Morukah Puky: sabedoria Puri.
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-82-34(81=1-82)Puri / P116 / 2017 · Pièce · 2017
Fait partie de Bibliográfico

Livro de contos indígenas na língua Purí

Sans titre
Os cantos do homem-sombra
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-82 / E64c / 2022 · Pièce · 2022
Fait partie de Bibliográfico

Esta é a história do encontro de um homem da etnia Hupdá com um homem-sombra chamado Way Naku

Sans titre
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2(81) / H155 / 2011 · Pièce · 2011
Fait partie de Bibliográfico

O livro conta a odisseia de um índio Mawé, desde o seu nascimento, da sua luta para salvar o povo das garras do monstro mau da floresta, até acabar com a morte do guerreiro tuxaua

Sans titre
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-82-34(81=1-82) / E24 / 2007 · Pièce · 2007
Fait partie de Bibliográfico

As histórias contadas no livro foram escritas em 2004 pelos monitores indígenas dos Centros de Educação Infantil Indígena - CECIs, a partir de um projeto de capacitação desenvolvido por uma equipe de antropólogos

Paiaguá: donos do rio.
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-82-34(81=1-82) / F472 / 2011 · Pièce · 2011
Fait partie de Bibliográfico

História em quadrinhos dos índios Payaguá

Sans titre
A mulher que virou urutau
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-82-343(81=1-82) / J47 / 2011 · Pièce · 2011
Fait partie de Bibliográfico

Lenda indígena Guarani que conta a história de uma índia que se apaixona por Jaxy, o Lua

Sans titre
Nhandeypywá kwéry omombeu waekwé
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-82-34(81=1-82) / N576 / 2018 · Pièce · 2018
Fait partie de Bibliográfico

Livro de relatos destinado ao uso escolar nas comunidades Nhandewa-Guarani (Tupi-Guarani) do Estado de São Paulo e Norte do Paraná

Conto e música indígena
BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 015 FAIXA 02 · Pièce · 1975
Fait partie de Arquivístico

Faixa 1: (01 seg. - 18 min. 13 seg.) 12 de abril de 1975. Estamos na Missão Salesiana do Sangradouro e está aqui comigo Paulo [?], que vai dar algumas explicações sobre como o canto esta sendo sonhado e depois ensinado para os outros. Então os moços estão dormindo na casa dos moços e de repente um começa a sonhar um canto qualquer. E agora que o próximo dia o moço já sabe o canto. Ele não vai cantar para ninguém por enquanto[...].; (18 min. 19 seg. - 19 min. 11 seg.) Agora vamos ouvir aquele canto que antigamente quando tinha guerra cantaram indo de casa em casa e parando em frente de cada casa, cantando este canto que é um convite para se juntar ao grupo que vai a guerra. Os cantores são Paulo, José e Moisés. Vai começar o canto.; (19 min. 14 seg. - 23 min. 52 seg.) Agora vamos conversar sobre aquele chocalho que se chama [?]. É... se trata da festa de nome [...]. Agora Paulo vai entoar o canto [?], que é um canto para curar doença.; (23 min. 55 seg. - 26 min. 27 seg.) Às vezes acontece que o canto que um moço canta para os outros não esta sendo aceito pelos outros. Não gostam. Para poder estudar os motivos, por que que rejeitam um canto, não gostam de um canto. Paulo agora vai cantar um canto que não foi aceito.; (26 min. 28 seg. - 27 min. 59 seg.) Paulo agora vai cantar um canto de guerra contra civilizados ou contra outro índio não Xavánte.; (28 min. - 28 min. 54 seg.) Paulo agora vai cantar um canto que usam quando tem chuva demais e querem que a chuva pare.; (28 min. 56 seg. - 29 min. 26 seg.) Um canto, cantado por Paulo que cantam quando chegam da caçada sem terem encontrado animais.; Faixa 2: (0 seg. - 34 seg.) Paulo vai cantar agora um canto que as mães, as avós costumam cantar para criança pequena para dormir. (38 seg. - 2 min. 06 seg.) [?] agora vai cantar o canto do Mutum é geralmente cantado cedo, em volta das sete horas da manhã, pelos moços e meninos misturados que entram em cada casa em volta do fogo cantam este canto e depois pegam e tiram um pouco de milho com aquela outra comida. O dono da casa deixa tirar este canto. Ah, estou retificando. Não é da manhã, é sete horas da noite. E depois vão de cabana em cabana, de casa em casa e continuam o canto.; (2 min. 08 seg. -2 min. 41 seg.) Agora Paulo vai cantar o canto do jacaré que faz parte do começo da cerimônia [?].; (2 min. 43 seg. - 8 min. 18 seg.) Agora Jerônimo vai cantar aquele canto das mulheres que entoaram quando foram guerrear contra os maus espíritos e voltando depois da vitória e chegaram na aldeia e começaram a cantar o seguinte canto.; (8 min. 23 seg. - 11 min. 24 seg.) [?] ver a segunda parte deste canto foram contra os civilizados também, naturalmente venceram os civilizados também e voltando na aldeia, entoaram o seguinte canto agora cantado por Jerônimo.; (11 min. 27 seg. - 15 min. 50 seg.) 13 de abril de 1965, Missão Sangradouro. Jerônimo e Paulo vão cantar agora um canto para luta que se chama [?].; (15 min. 53 seg. - 19 min. 31 seg.) Agora Jerônimo e Paulo vão cantar o canto do Jabuti que costumasse cantar depois da luta.; (19 min. 33 seg. - 20 min. 47 seg.) Agora Paulo e mais tarde Jerônimo vão cantar um [?] sonhado por Zeferino, pai de [?].; (20 min. 48 seg. - 21 min. 58 seg.) Jerônimo vai cantar um [?] por ele mesmo.; (21 min. 59 seg. - 23 min. 50 seg.) Jerônimo vai cantar um canto da [?], sonhado pelo cunhado falecido dele, que faleceu faz muito tempo.; (23 min. 51 seg. - 26 min. 26 seg.) Agora Jerônimo vai cantar um [?], quer dizer canto para o início da caçada comunal.; (26 min. 28 seg. - 28 min. 12 seg.) Jerônimo vai cantar agora um [?] feito para o acampamento temporário durante uma caçada comunal. Ele mesmo sonhou este canto.; (28 min. 13 seg. - 29 min. 53 seg.) Jerônimo vai cantar agora um [?], um canto para bate água. Um primo dele já falecido sonhou este canto.;

Sans titre
Olho d`água: o caminho dos sonhos.
BR DFFUNAI RJMI BIB-FOL-F3209 / 2012 · Pièce · 2012
Fait partie de Bibliográfico

Publicação do indígena Maraguá Roni Wasiry Guará vencedora do 8º Concurso Tamoios de textos de escritores indígenas

Sans titre
Encantados da terra brasilis: crônicas.
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-82-34(81=1-82) / C672 / 2016 · Pièce · 2016
Fait partie de Bibliográfico

Livro contendo as crônicas semanais do Jornal Circuito Mato Grosso da indigenista Anna Maria Ribeiro F. Moreira Costa

Sans titre
Os cantos do homem-sombra
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-82-34(81=1-82) / E64 / 2016 · Pièce · 2016
Fait partie de Bibliográfico

Esta é a história do encontro de um homem da etnia Hupdá com um homem-sombra chamado Way Naku

Sans titre
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.8 (81=1-82) Maxakali / T915 / 2013 · Pièce · 2013
Fait partie de Bibliográfico

O livro apresenta uma centena e meia de cantos do repertório do xunim, traduzidos como povos-morcegos-espíritos e dos povos-espíritos hemex, cujos nomes não possuem tradução na língua portuguesa. A publicação acompanha DVD ilustrado contendo os cantos gravados durante os rituais e de um filme que apresenta momentos do processo da escrita

Sans titre
A onça e o fogo
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-82-93 / W252 / 2009 · Pièce · 2009
Fait partie de Bibliográfico

Lenda indígena que narra o duelo travado entre a onça e o fogo

Sans titre
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-82-93(81=1-82) / W252 / 2014 · Pièce · 2014
Fait partie de Bibliográfico

O livro narra a saga de Kapaxi, um grande velocista e contador de histórias, que recebeu um par de sapatos mágicos de presente de Tuminkery para atuar numa missão especial: o de mensageiro do reino animal

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Conto e música indígena
BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 015 FAIXA 01 · Pièce · 1975
Fait partie de Arquivístico

Faixa 1: (01 seg. - 18 min. 13 seg.) 12 de abril de 1975. Estamos na Missão Salesiana do Sangradouro e está aqui comigo Paulo [?], que vai dar algumas explicações sobre como o canto esta sendo sonhado e depois ensinado para os outros. Então os moços estão dormindo na casa dos moços e de repente um começa a sonhar um canto qualquer. E agora que o próximo dia o moço já sabe o canto. Ele não vai cantar para ninguém por enquanto[...].; (18 min. 19 seg. - 19 min. 11 seg.) Agora vamos ouvir aquele canto que antigamente quando tinha guerra cantaram indo de casa em casa e parando em frente de cada casa, cantando este canto que é um convite para se juntar ao grupo que vai a guerra. Os cantores são Paulo, José e Moisés. Vai começar o canto.; (19 min. 14 seg. - 23 min. 52 seg.) Agora vamos conversar sobre aquele chocalho que se chama [?]. É... se trata da festa de nome [...]. Agora Paulo vai entoar o canto [?], que é um canto para curar doença.; (23 min. 55 seg. - 26 min. 27 seg.) Às vezes acontece que o canto que um moço canta para os outros não esta sendo aceito pelos outros. Não gostam. Para poder estudar os motivos, por que que rejeitam um canto, não gostam de um canto. Paulo agora vai cantar um canto que não foi aceito.; (26 min. 28 seg. - 27 min. 59 seg.) Paulo agora vai cantar um canto de guerra contra civilizados ou contra outro índio não Xavánte.; (28 min. - 28 min. 54 seg.) Paulo agora vai cantar um canto que usam quando tem chuva demais e querem que a chuva pare.; (28 min. 56 seg. - 29 min. 26 seg.) Um canto, cantado por Paulo que cantam quando chegam da caçada sem terem encontrado animais.; Faixa 2: (0 seg. - 34 seg.) Paulo vai cantar agora um canto que as mães, as avós costumam cantar para criança pequena para dormir. (38 seg. - 2 min. 06 seg.) [?] agora vai cantar o canto do Mutum é geralmente cantado cedo, em volta das sete horas da manhã, pelos moços e meninos misturados que entram em cada casa em volta do fogo cantam este canto e depois pegam e tiram um pouco de milho com aquela outra comida. O dono da casa deixa tirar este canto. Ah, estou retificando. Não é da manhã, é sete horas da noite. E depois vão de cabana em cabana, de casa em casa e continuam o canto.; (2 min. 08 seg. -2 min. 41 seg.) Agora Paulo vai cantar o canto do jacaré que faz parte do começo da cerimônia [?].; (2 min. 43 seg. - 8 min. 18 seg.) Agora Jerônimo vai cantar aquele canto das mulheres que entoaram quando foram guerrear contra os maus espíritos e voltando depois da vitória e chegaram na aldeia e começaram a cantar o seguinte canto.; (8 min. 23 seg. - 11 min. 24 seg.) [?] ver a segunda parte deste canto foram contra os civilizados também, naturalmente venceram os civilizados também e voltando na aldeia, entoaram o seguinte canto agora cantado por Jerônimo.; (11 min. 27 seg. - 15 min. 50 seg.) 13 de abril de 1965, Missão Sangradouro. Jerônimo e Paulo vão cantar agora um canto para luta que se chama [?].; (15 min. 53 seg. - 19 min. 31 seg.) Agora Jerônimo e Paulo vão cantar o canto do Jabuti que costumasse cantar depois da luta.; (19 min. 33 seg. - 20 min. 47 seg.) Agora Paulo e mais tarde Jerônimo vão cantar um [?] sonhado por Zeferino, pai de [?].; (20 min. 48 seg. - 21 min. 58 seg.) Jerônimo vai cantar um [?] por ele mesmo.; (21 min. 59 seg. - 23 min. 50 seg.) Jerônimo vai cantar um canto da [?], sonhado pelo cunhado falecido dele, que faleceu faz muito tempo.; (23 min. 51 seg. - 26 min. 26 seg.) Agora Jerônimo vai cantar um [?], quer dizer canto para o início da caçada comunal.; (26 min. 28 seg. - 28 min. 12 seg.) Jerônimo vai cantar agora um [?] feito para o acampamento temporário durante uma caçada comunal. Ele mesmo sonhou este canto.; (28 min. 13 seg. - 29 min. 53 seg.) Jerônimo vai cantar agora um [?], um canto para bate água. Um primo dele já falecido sonhou este canto.;

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