As conseqüências sociais, econômicas e políticas da devastação das florestas, erosão e esgotamento dos solos, degradação do clima, extinção das espécies animais e vegetais. Pauta do dia? Sim, desde 1786; Muito antes do que se costuma imaginar, já se criticava no Brasil, de forma consistente e criativa, a destruição do meio-ambiente. Nomes como José Bonifácio e Joaquim Nabuco, entre vários outros, dedicaram-se ao debate ambiental e perceberam que a superação das práticas devastadoras passava necessariamente pela implementação de reformas socioeconômicas profundas, que rompessem com o legado do colonialismo: o tripé escravidão-latifúndio-monocultura; Analisando cerca de 150 textos da época, produzidos por mais de 50 autores, Um sopro de destruição reconstitui pela primeira vez, de maneira lúcida e abrangente, a crítica ambiental nos séculos XVIII e XIX, praticamente esquecida na história do pensamento social brasileiro. Um alerta para a questão ambiental no Brasil
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BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-338.22(81) / D536 / 1990
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1990
Parte de Bibliográfico
BR DFFUNAI RJMI BIB-PER-REF-American Anthropologist - 1995 - 97 - 4
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1995
Parte de Bibliográfico
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-94(81) / P125s / 2002
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2002
Parte de Bibliográfico
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-504(81) / M514a / 1992
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1992
Parte de Bibliográfico
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-504 / C966 / 1991
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1991
Parte de Bibliográfico
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-504(063) / C748d / 1991
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1991
Parte de Bibliográfico