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Dois anos no Brasil
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.1 / B579d / 2004 · Item · 2004
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O que mais agrada neste livro é o estilo pitoresco do autor. Feito com ironia, fina escrita, observação delicada de pintor (que Biard foi), "Dois anos no Brasil" é obra que pode ser lida com o sabor dos melhores cronistas e, sem exagero, dos bons ficcionistas. O pintor Biard esteve entre nós em meados do século XIX. Teve cargos importantes como professor honorário da Academia Imperial de Belas-Artes e foi retratista de D. Pedro II e caricaturista. A prática da caricatura e do retrato deu-lhe argúcia crítica que, levada à escritura, transformou-se em acuidade para descrever hábitos e costumes dos brasileiros daquela época. A descrição dos motivos de sua vinda e a chegada na Baía de Guanabara poderiam figurar numa antologia literária. Auguste François Biard (1798-1882) viajou pelo Rio de Janeiro, embrenhou-se pelo Espírito Santo e, principalmente, pelo Amazonas. Aí relata, numa narrativa etnográfica interessantíssima, seu encontro com os índios, a natureza, as crenças, costumes e cultura indígena e brasileira dos anos em que viveu na nossa nação.

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Desbravadores
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.12 / H895d 1 vol / 1991 · Item · 1991
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Estudo sobre a formação histórica da Amazônia; A história eclisiástica, no panorama social, político e geográfico do grande rio Madeira, seus afluentes e formadores na Amazônia. Vol 1

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BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Arara / T266i / 1997 · Item · 1997
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Depois de considerarmos extintos, os índios Arara reapareceram. Com o território rasgado ao meio pela rodovia Transamazônica e invadido por milhares de novos habitantes, os Arara ganharam fama. Seus ataques, a morte e o esquartejamento ritual dos que eram apreisionados levaram o terror à região de Altamira no Pará. Após um longo e acidentado processo de contato, que se estendeu de 1969 a 1987, os Arara revelaram uma outra face: a polidez das falas, a delicadeza dos gestos, a cortesia nos modos e generosidade nos atos são as maiores marcas do seu mundo aldeão

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BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.11 / L222f / 1985 · Item · 1985
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A historia de Manuel Córdova-Rios, peruano, que foi sequestrado aos 15 anos de idade pelos índos Huni Kui, na selva da Amazônia, foi submetido a um treinamento intensivo com o uso da ayahuasca ou Nixi Honi Xuma., em seu espantoso relato, Córdova contou sobre visões coletivas, os segredos da natureza, a verdade das lendas e mitos indígenas, a harmonia total com o ambiente da floresta a capacidade de ver à distância e conhecer o futuro, o conhecimento profundo sobre as plantas e animais, o saber dos ancestrais

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Desbravadores
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.12 / H895d 2 vol / 1991 · Item · 1991
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Estudo sobre a formação histórica da Amazônia. 2vol

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BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)ARARA / D136e / 1995 · Item · 1995
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Coletânea de artigos e entrevistas com os índios Arara que vivem no município de Aripuanã, a noroeste de Mato Grosso. Inventaria dados históricos e etnográficos e descreve o processo de desestruturação social do grupo, decorrente do contato com a sociedade envolvente e da sua inserção como trabalhadores nos seringais, acompanhando sua rearticulação étnica em torno da luta pela retomada de suas terras. Esse movimento contou com o apoio de outros grupos indígenas e de alguns setores organizados da sociedade civil, como sindicatos e a igreja, em oposição aos madeireiros, fazendeiros e autoridades locais, que, calcados no discurso progressista, justificavam a necessidade da construção de uma estrada através do território dos Arara. A retomada de seu espaço, além de ser reconhecida como legítima, representa um passo importante na delimitação das posições de poder no cenário do conflito, ainda em curso

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Acre: história e etnologia.
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(811.2=1-82) / A187 / 1991 · Item · 1991
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As transformações sociais e econômicas porque passou a região durante os últimos séculos produziram, sem dúvida, o mapa etnológico das populações nativas. Os "brancos" bolivianos, brasileiros e peruanos, há pelo menos dois séculos, iniciaram a ocupação da região de forma mais sistemática. As populações indígenas, a partir deste momento, se re-arrumam, não sem conflitos, de forma a se organizar no novo território agora ocupado pelo homem branco

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