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Descrição arquivística
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A casa dos Totore
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141120_080 · Item · 2014
Parte de Arquivístico

O grupo se encontra em frente a um canteiro cheio de tabocas bem finas do jeito que se usa para fazer totore. Benjamim narra o achado. Kubiu explica que achou o local dos totore. Komizi tira um zumi bedeni para fazer um hahapo (soprador de feitiço). Kubiu explica que material é aquele: zumi bedi, ou hapo phiri. Kubiu tira um bom pedaço do material. Enquanto Komizi fabrica o dori hahapo (soprador de feitiço), Kubiu corta os pedaços de zumi que vai precisar para fabricar o Totore em casa.

Benjamim Kulina
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_071 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

George comenta sobre a produção de pulseira em miçangas feitas no próprio corpo. A finalização do artefato é feita no corpo. George comenta que isso é muito interessante. Eles comentam da beleza das peças, especialmente a respeito do detalhe dos pequenos pingentes de balões. Segundo Raimundo, homens e mulheres usam os colares grandes. A testeira seria um adereço masculino. As pulseiras são masculinas e femininas. Raimundo tenta explicar os motivos dos desenhos. O primeiro é uma casa. George pede para Raimundo colocar o colar.

Benjamim Kulina
A flauta Totore de Kubiu canta acompanhada
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141121_029 · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Kubiu toca a flauta totore. Outra flauta faz um dueto com a flauta dele. Fica interessante. A outra faz um som mais agudo e a dele um pouco mais grave. O som de uma outra flauta ainda aparece. A filha de Kubiu assiste a tudo. Para encerrar, Kubiu fala um pouco sobre o que fez, de como ele tocou o Totore, 'toretore onaharo', para registrar. Ele fala um pouco das estórias associadas ao totore. Enquanto ele fala, uma flauta canta bem agudo.

Benjamim Kulina
A manada de homens corta a linha de mulheres
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_JO_VID_20150405_046 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

A manada de homens corta a linha de mulheres e segue a direção. Homens e mulheres continuam cantando (cada um em seu ritmo e andamento e cada um o seu canto) e dançando (em passos de queixadas). Mulheres e meninas se desprendem da linha para buscar panelas e potes.

João Onima Kulina
A máscara é deixada
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_061 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Eu e os Kulina explicam que quando o tokorime vai embora, o pajé deixa a máscara no mato. A equipe de museologia tenta identificar a jarina na internet. George e eu ficamos conversando sobre a sonoridade da chegada de um tokorime na aldeia.

Benjamim Kulina
A varanda de uma casa kulina
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_JO_VID_20150403_075 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Homens e mulheres descansam na varanda de uma casa. Ouve-se o som dos homens pilando o shatha.

João Onima Kulina
Abrindo clareira para fabricar o Hihiti
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141120_054 · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Zakaria e Kubiu fazem uma clareira na mata para fabricar o hihiti, mas está cheio de formigas e vamos embora.

Benjamim Kulina
Acre: história e etnologia.
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(811.2=1-82) / A187 / 1991 · Item · 1991
Parte de Bibliográfico

As transformações sociais e econômicas porque passou a região durante os últimos séculos produziram, sem dúvida, o mapa etnológico das populações nativas. Os "brancos" bolivianos, brasileiros e peruanos, há pelo menos dois séculos, iniciaram a ocupação da região de forma mais sistemática. As populações indígenas, a partir deste momento, se re-arrumam, não sem conflitos, de forma a se organizar no novo território agora ocupado pelo homem branco

GONÇALVES, Marco Antonio
Ahie´e noturno em Santa Júlia
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_CKL_VID_20141130_002 · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Homens e mulheres da aldeia Santa Júlia cantando o Ahie´e (mariri): dança tradicional circular em que participam homens, mulheres, adolescentes e crianças. Dançam e cantam durante toda a noite até o amanhecer.

Coletivo Kulina
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141122_024 · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Ainda sem ter terminado o instrumento, João Ikobo mostra como ele é tocado. O casco de jabuti é acomodado embaixo do sovaco, do mesmo braço que segura a flauta pan, que é ligada ao casco de jabuti por um barbante. A outra mão friciona a resina fazendo vibrar o casco, enquanto a flauta é tocado em sincronia com o reco-reco. O grupo da oficina ri intimidando um pouco João Ikobo. O instrumento ainda não está pronto, então os sons não estão ainda perfeitos. Mas já dá para entender como ele funciona.

Benjamim Kulina
Aldeia Buaçu
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150303_002 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Continuação da imagem vazia do caminho dos fundos da aldeia.

Benjamim Kulina
Aldeia Buaçu
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150324_001 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Terreiro da aldeia Buaçu. Placa de Obras do Governo Federal. Posto de Saúde Indígena

Benjamim Kulina
Algumas pessoas conversando no terreiro
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_JO_VID_20150403_040 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Algumas pessoas sentadas no banco do terreiro da aldeia. Ao fundo, ouve-se uma mulher cantando. Não dá para saber ao certo se ela está cantando ao vivo ou se se trata de uma gravação.

João Onima Kulina
Alguns arcos prontos e Zakaria descascando cipó
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141120_060 · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Alguns arcos já amarrados estão prontos sentados no chão. A mão de Zakaria descasca cipó para amarrar outro arco, que se encontra ao lado dos já prontos.

Benjamim Kulina
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150515_008 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

O grupo atravessa o pátio do Museu do Índio se encaminhando em direção à sala guarani. Eles conversam, mas não se pode ouvir nada, pois a câmera faz uma tomada de longe.

Benjamim Kulina
Andrea fala acerca das roupas ashaninka
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150515_002 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Andrea explica para Raimundo Kulina, Arnaldo Kulina, Benjamim Kulina e Felipe Agostini, a respeito de como a exposição ashaninka foi concebida e o que pode ser importante e interessante na montagem de uma exposição etnográfica.

Benjamim Kulina
Andrea fala das flecas indígenas
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150515_005 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Andrea faz uma digressão sobre as flechas indígenas. Segundo ela, as flechas são talvez a única espécie de artefatos presentes em todas as etnias ameríndias. Ela conta que as crianças identificam imediatamente as flechas aos ameríndios.

Benjamim Kulina
Andrea fala das plumárias
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150515_006 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Andrea mostra uma roupa diferente e chama a atenção que as crianças ashaninka usam o kitarentse (a roupa tradicional ashaninka) adornadas com plumárias. Ela pergunta aos Kulina a respeito da utilização de plumárias em seus adereços. Arnaldo explica que os Kulina utilizam as plumárias apenas em adereços de cabeça. Na cena vemos Raimundo, delicada e calmamente, depositando os colares que estava experimentando nos bonecos da exposição.

Benjamim Kulina
Animaizinhos de madeira guarani
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150513_001 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Animaizinhos de madeira guarani. Menino brinca com os animais.

Benjamim Kulina
Apresentação do site do Museu do Índio
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_002 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Fabiana mostra o site do Museu do Índio. Ela explica como funciona o site e como se dá o acesso para pesquisa ao acervo via banco de dados online. Ela explica que através do site e dos blogs do projetos, as peças e material coletado entre e pelos Kulina fica disponibilizada para pesquisa.

Benjamim Kulina
Apresentação do site do Museu do Índio 2
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_003 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Fabiana apresenta e explica como funciona o site do Museu do Índio e o acesso para pesquisa ao acervo via banco de dados online.

Benjamim Kulina
Apresentação do site do Museu do Índio 3
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_004 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Fabiana apresenta e explica como funciona o site do Museu do Índio e o acesso para pesquisa ao acervo via banco de dados online.

Benjamim Kulina
Apresentação do site do Museu do Índio 4
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_005 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Fabiana apresenta e explica como funciona o site do Museu do Índio e o acesso para pesquisa ao acervo via banco de dados online.

Benjamim Kulina
Arnaldo assina o livro de visitante
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150515_007 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Arnaldo assina o livro dos visitantes da exposição.

Benjamim Kulina
Arnaldo e Raimundo falando no quarto do hotel
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150511_001 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Arnaldo e Raimundo falando o que espera da viagem ao Rio de Janeiro e do trabalho no Museu do Índio.

Benjamim Kulina
Arnaldo fala sobre a alça para carregar o shapoto
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_013 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Arnaldo explica o material usado para fazer a alça do shapoto: tirando a casca da árvore (não sabe o nome em português) com nome kulina pitsi zoto. O shapoto é arrematado com bare eteroni (casca do olho da bananeira). A alça do outro shapoto é feita com casca de piriquiteira (que dá na beira do rio), na língua Mahororo. Arnaldo mostra como é a técnica de trançagem que as mulheres usam para fazer o shapoto certinho, equilibrado.

Benjamim Kulina
Arnaldo tenta tocar buzina de cerâmica (hohori)
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150511_013 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Arnaldo tenta tocar buzina de cerâmica Marubo. Ele se parece com um tipo de hohori kulina que eles não fazem mais.

Benjamim Kulina
Arnaldo toca a flauta Totore
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_026 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Arnaldo toca a flauta Totore.

Benjamim Kulina
As canoas no rio indo para o igarapé
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150324_011 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Uma canoa a motor e uma canoa a remo sobem o rio para a pescaria.

Benjamim Kulina
As diferentes formas de cerâmica (tsiki)
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_046 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

As diferentes formas do tsiki, cerâmica: hohori (todos que tem no acervo são hohori). Arnaldo cita um vaso bem grande, para guardar água, mas não dá para entender qual seria o seu nome.

Benjamim Kulina
As pessoas preparando peixes na praia de Buaçu
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150324_068 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Praia vista da aldeia. De longe, várias pessoas na margem do rio preparando peixes. Homem sobe com balde a escadaria da aldeia.

Benjamim Kulina
Assentando a telha
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150303_023 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

De baixo vemos dois operários trabalhando na fixação da telha do posto de saúde.

Benjamim Kulina
Atravessando pequeno igarapé
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141120_055 · Item · 2014
Parte de Arquivístico

O grupo da oficina atravessa um pequeno igarapé. Kubiu ajeita uma pequena ponte. Komizi sumiu sem que ninguém percebesse.

Benjamim Kulina
Bananeira pisada por queixadas
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141120_033 · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Detalhe da bananeira remendada, depois de ser pisada durante a dança no meio do roçado novo de bananas. Benjamim narra que um queixada pisou nas bananeiras do roçado de Maria.

Benjamim Kulina
Barra de cor
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141121_001 · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Barra de cor. Benjamim narra: Hidapana Totore kha ima

Benjamim Kulina
Barra de cor
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141120_001 · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Barra de cor

Benjamim Kulina
Barra de Cor
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_FC_VID_20150511_001 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Barra de Cor.

Felipe Agostini Cerqueira
Barra de cor
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_014 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Voz de Maria José perguntando sobre o material do hepiri: murmuru.

Benjamim Kulina
Barra de cor
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_052 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Barra de cor. Flauta totore cantando.

Benjamim Kulina
Barra de Cor
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_CKL_VID_20141130_001 · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Pesquisador responsável contando os segundos de barra de cor

Coletivo Kulina
Barra de cor
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141120_062 · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Barra de cor

Benjamim Kulina
Barra de cor
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141122_012 · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Barra de cor

Benjamim Kulina
Benjamim falando no quarto do hotel
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_AK_VID_20150511_001 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Benjamim Kulina falanddo o que espera da viagem ao Rio de Janeiro e do trabalho no Museu do Índio.

Arnaldo Kulina
Benjamim falando no quarto do hotel
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_AK_VID_20150511_002 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Benjamim continuando sua fala sobre o que espera da viagem e do trabalho. Ele também fala da viagem de Rio Branco até o Rio de Janeiro e da experiência de andar de avião.

Arnaldo Kulina
Bote aporta na praia
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_JO_VID_20150403_016 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Bote aporta na praia e as mulheres procuram segurá-lo com um pau.

João Onima Kulina
Bote assentado no banco do terreiro
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_JO_VID_20150403_033 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

O bote está assentado no banco e homens observam e conversam.

João Onima Kulina
Bote e roda de mulheres semi-aberta
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_JO_VID_20150405_048 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Bote com mulheres e crianças a sua volta. A roda de mulheres, que continuam cantando e dançando, está semi-aberta. A manada de homens a circula, também cantando e dançando. Jorge Namari filma com celular, de dentro da manada enquanto canta e dança. A manada atravessa a imagem. Atrás dela, vem Zakade e a única menina que a acompanha, Najara, a filha de Zakade. Enquanto a linha de mulheres se abre, a manada de homens a circula. Uma moça filma tudo de fora e um rapaz filma de frente para a linha de mulheres, ambos com celulares. As mulheres agora cantam e dançam dentro da linha, mas com panelinhas penduradas em seus braços. A manada de homens se defronta novamente com a linha de mulheres. Muitas mulheres abandonam a linha para ir até o bote encher suas panelas com cerveja. Enquanto isso, a manada de homens tenta se desvenciliar, mas alguns homens já são capturadas por mulheres com panelas cheias de koiza que lhes oferecem e eles bebem. Cada homem bebe a panela inteira de koiza, e depois outra mulher lhe apresenta mais uma panela cheia e outra e outra. A manada de homens continua dançando e cantando. As mulheres com suas panelas já cheias de koiza vão em sua direção para capturar mais homens para beber o koiza. A manada, já vem diminuida, foge.

João Onima Kulina
Bote sendo arrastado ribanceira abaixo para o rio
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_MY_VID_20150405_045 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Bote é arrastado de volta para o rio. A descida da chegada até a aldeia é muito íngreme e ele deve ser arrastado vagarosamente. Algumas crianças continuam brincando na lama, lutando e derrubando os companheiros do gênero oposto. Komizi assiste a tudo com tranquilidade.

Maria Yndera Waidor Kulina
Braceletes e bolsas de algodão
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_074 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Adas. Mochira, bolsas na língua kulina. Raimundo responde à Fabiana que algodão na língua kulina se chama wephe. A respeito da braçadeira, Benjamim explica que é Ada. As bolsas são produção feminina. Raimundo diz que são feitas de algodão. Fabiana pergunta se o algodão é comprado ou fiado pelas índias. Raimundo explica que os homens é que usam as bolsas. São usadas para colocar lápis, caderno, etc. Para colocar o dinheiro, quando tira lá na rua. O nome da bolsa seria mochira.

Benjamim Kulina
Brincadeira de Komizi
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141120_031 · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Enquanto Zakaria (ou Kubiu) cantam um canto de rami (ayahuasca), Komizi me convida para uma brincadeira-dança.Enquanto Zakaria canta e esculpe o arco, nós dançamos. Joaquim está no quadro, gravando com o gravador de voz o canto de Zakaria. Komizi ri. Faz-se uma pausa para tomar rapé.

Benjamim Kulina
Buaçu vista da canoa
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150324_009 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Homens na canoa passando em frente à aldeia Buaçu, a caminho da pescaria coletiva.

Benjamim Kulina
Buzina de rabo de tatu (he´ihe´i)
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150511_030 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Raimundo toca uma buzina de rabo de tatu Kaxinawá. Esta buzina é chamada em Kulina He´ihe´i e a espécie que é produzida pelos Kulina é usada pelo chefe ou outras lideranças para convocar as reuniões e outros encontros ou atividades coletivas.

Benjamim Kulina
Caminho dos fundos da aldeia
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150303_001 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Imagem vazia e parada do caminho dos fundos da aldeia.

Benjamim Kulina
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-291.21(81) / S252 / 2012 · Item · 2012
Parte de Bibliográfico

O trabalho discorre sobre as impressões pessoais de Walter Sass sobre a presença da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil - IECLB entre alguns povos indígenas

Sass, Walter Werner Paul
Canoa chega na boca do igarapé
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150324_043 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

A canoa chega na boca do igarapé. A canoa de Riuta desce vagarosamente de bubuia.

Benjamim Kulina
Canoa chegando em Buaçu
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150324_051 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Outra canoa passa em frente à Buaçu, descendo o rio. Filmada já do porto de Buaçu.

Benjamim Kulina
Canoa chegnado na aldeia Buaçu
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150324_049 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Canoa descendo o rio. Na praia acima de Buaçu.

Benjamim Kulina
Canoa cheia de peixes
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150324_025 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

O fundo da canoa está repleto de peixes. São mandins (kairus). Benjamim faz um comentário. Mais peixes vão sendo deixados no fundo da canoa.

Benjamim Kulina
Canoa com bagaços de mandioca jogados ao lado
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_JO_VID_20150405_009 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Bote com bagaços de mandioca jogados no chão a seu lado. As mulheres já não estão mais em cima dele.

João Onima Kulina
Canoa com homem e mulher pescando no lago
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141120_041 · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Canoa com homem e mulher, de varejão, pescando no lago. Benjamim narra um comentário - sobre o chapéu do remador.

Benjamim Kulina
Canoa com homens preparando o veneno de pesca
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150324_008 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Oroi reune as folhas piladas em um saco. Outros homens continuam pilando o shatha. Chico, de Ipiranga Nova, e Dorico, de Santa Júlia, ficam observando sentados. Um menino pelado e molhado também observa.

Benjamim Kulina
Canoa com pescadores saindo do porto de Buaçu
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150324_010 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Grupo de pescadores sai de canoa do porto de Buaçu. Nekhi é o motorista. Sakire caminha pela praia com um balde e uma zagaia. O balde está cheio de shatha misturada com terra. Sakire explica o que é e para que será utilizada.

Benjamim Kulina
Canoa com tapiri sai do porto
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_JO_VID_20150403_037 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Canoa com tapiri fraquinho sai da aldeia. Ela é guiada pela moça Wazura. Outra moça segue a seu lado. A frente, Benedito e Joaninha, sua esposa. Wazura é neta de Benedito.

João Onima Kulina
Canoa de Benjamim recomeça a descer
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150324_030 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

A canoa de Benjamim e dos filhos de Zewa recomeça a descer. Eles encontram recostada a canoa de Chico, filho de Zé Bakho e seu cunhado. Eles recolhem os peixes do rio. Sua canoa também está repleta de peixes mandim. Benjamim pergunta alguma coisa para eles.

Benjamim Kulina
Canoa de João Onima desce o igarapé e ele grita
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150324_029 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Canoa de João Onima e Jurasi Zakade desce o igarapé. Eles gritam para as pessoas de baixo que os peixes estão descendo. O filho de Zewa, na canoa de Benjamim continua recolhendo peixes com zagaia.

Benjamim Kulina
Canoa grande chega no porto
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150324_056 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Canoa grande coberta que estava na boca do igarapé chega no porto.

Benjamim Kulina
Canoa passando na frente da aldeia
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_JO_VID_20150403_056 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Canoa se aproximando do porto de Santa Júlia. Ouvem-se mulheres cantando.

João Onima Kulina
Canoa segue rio acima
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_JO_VID_20150405_008 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Canoa segue com dois rapazes rio acima. Ouve-se som de forró.

João Onima Kulina
Canoas chegando no porto de Buaçu
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150324_050 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Canoas chegando no porto de Buaçu. O barco da saúde está ancorado no porto.

Benjamim Kulina
Canoas cheias de peixe
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150324_045 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Canoas cheias de peixe. Zohe, filho de Sakire, mostra um pacu em meio aos montes de mandins. Eriana, Daniel, Joaquim.

Benjamim Kulina
Canoas começam a descer o rio
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150324_041 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Canoas começam a descer o rio de volta à aldeia. A canoa de Riuta começa a descer o rio.

Benjamim Kulina
Canoas continuam descendo e encontram homens nas margens
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150324_032 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

As canoas continuam descendo. Encontram nas margens homens recolhendo peixes. Hodo, da aldeia Buaçu, está em uma das margens recolhendo peixes em seu balde. Benjamim faz um comentário. As canoas passam por um obstáculo no igarapé: um grande tronco, as pessoas tem que se abaixar para conseguir passar.

Benjamim Kulina
Canoas descem cheias de peixes, de volta à aldeia
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150324_044 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Canoas descem cheias de gente de volta para a aldeia. A canoa de Mauri desce para a aldeia, cheia de peixes. A canoa de Riuta, com Sakire, Benjamim e outros sobe, retornando até a boca do igarapé. Meninas nadam na margem do rio: Nomiha (filha de Benjamim) e Haniha (cunhada de Benjamim).

Benjamim Kulina
Canoas repletas de peixes
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150324_040 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Duas canoas repletas de peixes. A de Chico do Zé Bakho e a de Riuta. Muitos baldes repletos de peixes pela praia e em outras canoas.

Benjamim Kulina
Canoas vão descendo o igarapé
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150324_031 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

As canoas vão descendo o igarapé e os homens vão recolhendo os peixes. Chico, filho de Momo, é encontrado sozinho parado sem canoa com os pés no fundo do igarapé. Ele entrega um balde cheio de peixes e depois entra na água, seguindo a correnteza junto com a canoa. Ele mergulha na água.

Benjamim Kulina
Canoas vão descendo o igarapé e se aproximam da boca
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150324_033 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Canoas continuam descendo o igarapé e se aproximam de sua boca. Os peixes continuam boiando na água. Uma canoa fecha o igarapé e seus homens recolhem os peixes com zagaia. Benjamim narra. Na outra canoa, estão Paisi, Zobiha, Joaquim e outros homens e rapazes de Buaçu.

Benjamim Kulina
Canoas vão descendo o rio recolhendo os peixes
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150324_026 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

As canoas descem o rio recolhendo os peixes, que boiam na água, sob o efeito do veneno. A canoa de Oroi e outros homens fecha todo o curso do igarapé e os homens jogam as zagaias para pegar os peixes. Manoe, de Ipiranga Nova também está nesta canoa.

Benjamim Kulina
Canteiro de obras do posto de saúde em Buaçu
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150130_002 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

OS homens contratados trabalham no canteiro de obras do posto de saúde, nos fundos da aldeia. A área já está limpa e marcada, mas nenhuma construção ainda foi levantada.

Benjamim Kulina
Casa Guarani
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150513_001 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Casa Guarani

Benjamim Kulina
Cena perdida
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_JO_VID_20150403_007 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Cena perdida.

João Onima Kulina