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A Belle Époque Amazônica
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-94(811.3) / D22b / 2004 · Item · 2004
Parte de Bibliográfico

Ao discorrer sobre o período áureo da riqueza da borracha (1880-1910) e a decorrente euforia social e cultural que tomou conta dos estados do Pará e do Amazonas, a autora mostra como as elites amazônicas se inseriram na dinâmica do mercado mundial e como viveram uma belle époque em pleno coração da selva

DAOU, Ana Maria
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-016.981 / F139a / 2009 · Item · 2009
Parte de Bibliográfico

Este livro se propõe a dar ao leitor a oportunidade de refletir sobre a História do Brasil e tentar contribuir na montagem desse enorme quebra-cabeça incompleto. Ao ver gravuras e ler fragmentos de relatos de viagem, o leitor descobrirá costumes estranhos, tribos canibais, aventureiros e piratas, embora ainda encontre personagens incrivelmente semelhantes aos atuais brasileiros. A diversidade de costumes e valores faz parte de nossa História e deu origem à cultura brasileira. Conhecer a história dessa fusão é o grande desafio dos pesquisadores, que buscam informações em documentos variados, entre os quais os relatos de viajantes estrangeiros. Durante três séculos, esses testemunhos registraram episódios vividos na América portuguesa que ora se destacam por uma percepção singular quando comparada aos olhares luso-brasileiros, ora apenas reproduzem lugares-comuns difundidos na Europa. No passado, sobretudo no período colonial, paulistas, baianos e mineiros se sentiam mais súditos da monarquia portuguesa, moradores dos domínios ultramarinos de Sua Majestade, do que brasileiros. Não havia o sentimento de ser brasileiro, identidade que se consolidou somente nos dois últimos séculos. Índios e negros de várias etnias se misturavam aos portugueses, mestiços, escravos e libertos e constituíam uma sociedade muito heterogênea e incapaz, à época, de se pensar como unidade, como nação.

FRANÇA, Jean Marcel Carvalho
Cantos e histórias do morcego-espírito e do hemex
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-783Maxakali / T915c / 2009 · Item · 2009
Parte de Bibliográfico

Este livro faz parte de uma série que pretende apresentar ao público registros de parcelas significativas do vasto corpus mítico-musical com o qual se relacionam povos indígenas falantes da língua maxakali

TUGNY, Rosângela Pereira de
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-377.8 / M986ma / 2008 · Item · 2008
Parte de Bibliográfico

São seis volumes sendo cinco relacionados aos Setores/Módulos da Exposição "Formas de Humanidade" (Origens e Expansão das Sociedades Indígenas;-Manifestações Sócio Culturais Indígenas,-África: Culturas e Sociedades e Mediterrâneo I: Grécia e Roma, Mediterrâneo II e Médio Oriente: Egito e Mesopotâmia (em elaboração) e um relacionado à Exposição Temporária Brasil 50 mil anos: uma viagem ao passado Pré-Colonial (exposição realizada em Brasília entre setembro/01 e março/02)

MUSEU DE ARQUEOLOGIA E ETNOLOGIA
Nambiquara society
BR DFFUNAI RJMI BIB-TESE / P945N / 1972 · Item · 1972
Parte de Bibliográfico

Estuda a organização social dos índios Nambikwara

PRICE, David
Nosso vizinho Kaingang
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Kaingang / N924n / 2003 · Item · 2003
Parte de Bibliográfico
NÖTZOLD, Ana Lúcia Vulfe
O sistema social Krahó
BR DFFUNAI RJMI BIB-TESE / M517S / 1970 · Item · 1970
Parte de Bibliográfico

Analisa e interpreta o sistema social KrahO

MELATTI, Julio Cezar
Origens e expansão das sociedades indígenas
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-377.8 / M986o / 2008 · Item · 2008
Parte de Bibliográfico

São seis volumes sendo cinco relacionados aos Setores/Módulos da Exposição "Formas de Humanidade" (Origens e Expansão das Sociedades Indígenas;-Manifestações Sócio Culturais Indígenas,-África: Culturas e Sociedades e Mediterrâneo I: Grécia e Roma, Mediterrâneo II e Médio Oriente: Egito e Mesopotâmia (em elaboração) e um relacionado à Exposição Temporária Brasil 50 mil anos: uma viagem ao passado Pré-Colonial (exposição realizada em Brasília entre setembro/01 e março/02)

MUSEU DE ARQUEOLOGIA E ETNOLOGIA
Presença e resistência Kaigang no Paraná
BR DFFUNAI RJMI BIB-TESE / M917PR / 1992 · Item · 1992
Parte de Bibliográfico

Mostra a construção do vazio demográfico, a presença indígenas no território paranaense, o modo de vida Kaingang e a resistências as diversas formas de submissão

Mota, Lucio Tadeu
BR DFFUNAI RJMI BIB-TESE / N765S / 1993 · Item · 1993
Parte de Bibliográfico

Demonstra a unidade cultural Guarani num período de 1900 anos. Apresenta dados biológicos da região de Delta e arredores do Jacuí e uma interpretação agroflorestal, com abordagem na ecologia humana para subsistência da fauna e flora

NOELLI, Francisco Silva
BR DFFUNAI RJMI BIB-TESE / N765S / 1993 · Item · 1993
Parte de Bibliográfico

Demonstra a unidade cultural Guarani num período de 1900 anos. Apresenta dados biológicos da região de Delta e arredores do Jacuí e uma interpretação agroflorestal, com abordagem na ecologia humana para subsistência da fauna e flora

NOELLI, Francisco Silva
BR DFFUNAI RJMI BIB-TESE / N765S / 1993 · Item · 1993
Parte de Bibliográfico

Demonstra a unidade cultural Guarani num período de 1900 anos. Apresenta dados biológicos da região de Delta e arredores do Jacuí e uma interpretação agroflorestal, com abordagem na ecologia humana para subsistência da fauna e flora

NOELLI, Francisco Silva
sociedade Tuxá
BR DFFUNAI RJMI BIB-TESE / N267S / 1975 · Item · 1975
Parte de Bibliográfico

Estuda as comunidades indígenas ainda existentes em territórios baiano. Estabelece um grau de integração na sociedade nacional e as resultantes biológicas, sociais e ideológicas desse processo

NASSER, Elizabeth Mafra Cabral
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Pankararu / M972t / 2013 · Item · 2013
Parte de Bibliográfico

As sociedades indígenas não teriam sobrevivido à dominação colonial — seja ela manifestada por meio das guerras e dos descimentos, dos aldeamentos missionários, da apropriação privada de terras de uso comum, do indigenismo tutelar e do sistema de reservas — se fossem estruturas rígidas e homogêneas, fechadas em si mesmas e mantivessem uma profunda aversão à mudança e a processos estatizantes. É a sua heterogeneidade e complexidade, as contradições que a alimentam, as ambiguidades que instituem e a plasticidade que possuem que lhes propicia um dinamismo constante e regenerador. Resistir ao mundo colonial, no caso, não é manter-se exatamente igual ao que era antes, mas continuar a agir como uma relativa unidade e ser capaz de dar sentido às experiências vividas e transmiti-las à geração futura

MURA, Claudia