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Description archivistique
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BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.72 / M433 / 2010 · Pièce · 2010
Fait partie de Bibliográfico

O livro é dividido em quatro partes que abordam as políticas de colonização, a construção de territórios, posse e conflito, e memória da luta pela terra. Na primeira parte da obra são abordadas as políticas públicas para a Amazônia e o Centro-Oeste, projetos de colonização e a comercialização dos “espaços vazios” nas décadas de 1950 e 60. Na segunda parte, destinada a levantar informações sobre a construção de territórios, são abordados o programa de colonização Terranova, o sonho de possuir a terra e os desejos de uma nova vida, e a reterritorialização da cidadania agrária na região.; A unidade que trata da posse e conflitos na região traz artigos sobre Tangará da Serra, contando a história da colonização privada ocorrida; a relação entre colonização e garimpos permeada pela violência e expropriação no norte do Mato Grosso; e os conflitos pela posse de terra em Jauru de 1980 a 1990. A última parte levanta questões como a construção de um novo espaço social com a participação dos parceleiros, as memórias das lutas através de relatos orais, e a ocupação das terras em Jauru

Marãiwatsédé: terra de Esperança.
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Xavante / M298 / 2012 · Pièce · 2012
Fait partie de Bibliográfico

Em 2012, as promessas para devolução do território tradicional do povo indígena Xavante de Marãiwatsede completam duas décadas. Desde 1992, o governo brasileiro afirma que a terra, de onde os indígenas foram retirados à força em 1966, deve ser plenamente ocupada pelos seus verdadeiros e legitimos donos. Mas até hoje eles continuam sofrendo graves ameaças à sua integridade física, cultural e territorial, enquanto burocracias emperram o processo de retirada dos ocupantes não-índios da Terra Indígena Marãwatsede (MT)

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BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-349.412 / M921f / 2008 · Pièce · 2008
Fait partie de Bibliográfico

Em 20 de março, “os agregados da fazenda do Sr. Barão do Piabanha levantaram-se contra o filho deste senhor. O Juiz Municipal de Paraíba informado deste acontecimento mandou até uma pequena força, que conseguiu prender três dos cabeças. Logo depois porém armaram-se os demais sublevados em número de trinta e arrancaram os presos das mãos da Justiça” Esta notícia, publicada no Jornal do Commercio em 1858, é o ponto de partida das reflexões presentes neste livro. Ao desconfiar das interpretações registradas por aquele jornal e pelas visões recorrentes sobre os pobres do campo, Márcia Motta analisa em Nas fronteiras do poder as dimensões do conflito e do direito à terra no Brasil do oitocentos. Com base em um intenso cruzamento de fontes e em constante diálogo com a produção acadêmica sobre a apropriação territorial, a autora recupera as diversas leituras sobre a primeira lei agrária do Império - a Lei de 1850 – Para tanto, ela investiga os embates que deram origem à lei e as tentativas anteriores de fazer emergir um dispositivo legal que pudesse pôr fim aos conflitos agrários. Ao compreendê-la enquanto espaço de luta, Márcia Motta investiga como a lei foi instrumentalizada pelos fazendeiros, além de analisar as razões mais profundas que fizeram emergir a sublevação dos “agregados” do Barão. Foi possível assim demonstrar, inclusive, como a Lei de Terras pôde adquirir outro sentido para aqueles sublevados

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BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-622(=1-82) / V726m / 2005 · Pièce · 2005
Fait partie de Bibliográfico

À procura de um marco legal, essa é uma desculpa dos governos para não começar a discussão. O Estado é peça fundamental porque tem meios e conhecimento sobre a mineração sustentável, com uso de tecnologias limpas para serem usadas nas reservas indígenas, destacou. Para ela, um dos entraves na discussão da mineração em terras indígenas no Brasil ainda é o instituto da tutela indígena. Como para formar uma cooperativa ou empresa para explorar minérios é necessário ser cidadão e possuir RG e CPF, fica o estado adiando essa necessidade de integração do indígena, do reconhecimento com cidadão, com direitos e deveres

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BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-333(81=1-82) / I39t / 1998 · Pièce · 1998
Fait partie de Bibliográfico

Os textos contidos nesta coletânea dão conta de um longo processo de investigação, realização por João Pacheco de Oliveira e pela equipe de pesquisa constituída no Departamento de Antropologia do Museu Nacional ( UFRJ ) de 1985 a 1993, através do qual a dimensão fundiária do problema indígena foi desvendada. As instâncias de poder, o cotidiano da ação administrativa e as estruturas de conhecimento que suportam a prática indigenista em processo de territorialização são submetidas nesses textos à análise antropológica acurada, permitindo não apenas o avanço do conhecimento, mas também a crítica social cientificamente fundada e novos elementos para uma ação técnica consistente

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Em busca da terra sem males
BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--MIVI 001 · Pièce
Fait partie de Arquivístico

Documentário sobre o cotidiano Guarani e sua luta pela demarcação da terra

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Atividades do Museu do Índio
BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--MIVI 034 · Pièce
Fait partie de Arquivístico

Imagens do Ministro da Justiça, José Gregori, o Presidente da Funai, Glênio da Costa Alvarez, e o Diretor do Museu do Índio, José Carlos Levinho, andando pelo Museu. O índio Kuikuru, Tabata cumprimenta o ministro e Vânia Bonelli, Secretaria de Cultura do

BR DFFUNAI RJMI BIB-TESE / V658M / 2003 · Pièce · 2003
Fait partie de Bibliográfico

Utilizando uma variedade considerável de fontes, a tese busca documentar a expulsão de grupos indígenas de suas terras pelo avanço da economia do gado. Um aspecto importante do trabalho reside na discussão da resistência indígena, o que passa necessariamente por uma discussão da atuação dos beneditinos no início do século XX e dos missionários inspirados pela Teologia da Libertação na década de 1970

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BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-614(811) / G234p / 2003 · Pièce · 2003
Fait partie de Bibliográfico

Os Povos Indígenas e a Construção das Políticas de Saúde no Brasil está dividido em nove capítulos, que cobrem temas como caracterização sócio-antropológica dos povos indígenas, antecedentes e contextos da política de saúde indígena, análise de dados relativos aos serviços de saúde e à epidemiologia de agravos infecciosos e crônico não-transmissíveis, controle social e desafios e perspectivas do modelo gestor e assistencial. Conta ainda com quatro anexos, com mapas, análises epidemiológicas adicionais e indicações bibliográficas sobre temas específicos.; Dentre os vários pontos que merecem destaque no livro, chama a atenção a imbricação entre a implantação do subsistema de atenção à saúde indígena e a produção de dados epidemiológicos, demográficos e de uso de serviços. Garnelo e colaboradores analisam dados oriundos do SIASI (Sistema de Informação de Atenção à Saúde Indígena), operado pela Fundação Nacional de Saúde (FUNASA) e alimentado pelas equipes dos 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs), distribuídos em todo o país

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Sonho Poyanawa
BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--FUNAI DA004 · Pièce
Fait partie de Arquivístico

O olhar Poyanawa sobre a demarcação física da sua terra revela que o acompanhamento, a participação, a capacitação e o empenho da comunidade são fundamentais na garantia dos direitos territoriais indígenas. Após 23 anos de luta os Poyanawa concluem o proc

BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--MIVI 002 · Pièce
Fait partie de Arquivístico

Imagens da festa de comemoração da demarcação de terras dos índios Guarani de Bracuí, município de Angra dos Reis, no Estado do Rio de Janeiro. Depoimentos de índios Guarani sobre a demarcação da terra. Almoço de confraternização e dança do povo Guarani

Direitos humanos
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-341.231.14 / V469d / 2010 · Pièce · 2010
Fait partie de Bibliográfico
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