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Única peça de cerâmica kulina na Reserva
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150511_08 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Raimundo toma conhecimento da única peça de cerâmica kulina já inserida na Reserva Técnica. Trata-se de um hohori oriundo do alto purus, trazido para o acervo na década de 1970 pelo pesquisador Schwade.

George Magaraia
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_07 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Raimundo Kulina ajuda a qualificar os cestos paneiriformes kulina. Estes cestos são geralmente confeccionados por homens ou mulheres. Podem ser feitos a partir de dois tipos de cipós: o ambé, chamado em kulina de ‘Topi’, e o timbó, chamado em kulina de ‘Tsahe’. Segundo os indígenas, estes cestos são utilizados por homens e mulheres para o transporte de macaxeira, banana, milho, cará, abacaxi e outros produtos de roçado, bem como para transportar a dormida e roupas em viagens. Antigamente, quando se trabalhava no seringal, usava-se muito o tsahe ou topi para carregar roupas, dormida e as coisas pessoais da pessoa. Além disso, em viagens de canoa, embarca-se a macaxeira e a banana que servirão de rancho para a viagem nos cestos tsahe ou topi. Raimundo Kulina mostrou que em geral os Tsahe ou Topi são carregados através cordas feitas de casca de cipó, penduradas na cabeça, utilizando a força do pescoço e da cabeça para carregar coisas pesadas.

George Magaraia
Tezeme/ cocar kulina de penas de arara
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20130817_01 · Item · 2013
Parte de Arquivístico

Kaino, da aldeia Ipiranga Velha, vestindo um tezeme (cocar de penas de arara) durante reunião com todas as lideranças kulina do rio Purus, na aldeia Santa Júlia. Ele também está adornado com uma bandoleira tecida de algodão com desenhos e contas pretas, cinzas e brancas.

Coletivo Kulina
Sikima deitado no shashakora
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20130827_02 · Item · 2013
Parte de Arquivístico

O velho Sikima, da aldeia Buaçu, tira um cochilo ao sol, deitado no shashakora no terreiro em frente a sua casa.

Coletivo Kulina
Sikima deitado em seu shashakora
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20130827_01 · Item · 2013
Parte de Arquivístico

O velho Sikima, da aldeia Buaçu, tira uma soneca ao sol, deitado em seu shashakora no terreiro de sua casa.

Coletivo Kulina
Senhora tece uma bolsa com tear manual
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20120914_04 · Item · 2012
Parte de Arquivístico

Wemo, da aldeia Buaçu, confecciona bolsas de algodão com tear manual que ela faz em sua cozinha.

Coletivo Kulina
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141118_01A · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Wemo, a senhora mais velha da aldeia Buaçu reconhece na fotografia que segura seu falecido pai. Na foto, de autoria de Harald Schultz de 1951, no rio Cochichá, o pai toca uma buzina de barro.

Coletivo Kulina
Senhora molda a buzina e menina molda um prato
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141125_14 · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Wemo ajeitando a peça que está fazendo ao fundo e Thiaini ajeitando o prato que está fazendo em primeiro plano.

Coletivo Kulina
Senhora molda a buzina
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141125_11 · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Wemo moldando a sua buzina de cerâmica.

Coletivo Kulina
Senhora alisa a argila na buzina
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141125_18 · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Últimos acabamentos no molde da buzina de Wemo.

Coletivo Kulina
Senhora acende fogueira com kakade
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141130_01 · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Senhora mais velha da aldeia Santa Júlia agachada, utilizando o kakade (abano) para acender o fogo de cozinha.

Coletivo Kulina
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141118_04 · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Sikima, marido de Wemo, e o senhor mais velho da aldeia Buaçu, vê a fotografia de seu falecido sogro e conversa com Sakire sobre os tempos antigos, em que os Madihá moravam no rio Cochichá. Ao fundo, Wemo e sua nora Kaina.

Coletivo Kulina
Rolo de breu descança à beira do fogo
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141122_05 · Item · 2014
Parte de Arquivístico

O restante da peça de breu descança perto do fogo enquanto João Ikobo coloca o breu na abertura do casco de jabuti.

Coletivo Kulina
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141118_06 · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Reunião com a comunidade na aldeia Santa Júlia para conversar sobre o projeto (anuência, desenvolvimento possíveis, prazos, etc) e para organizar as oficinas de criação de instrumentos (escolha dos mestres artesãos, cozinheira, cronograma, etc)

Coletivo Kulina
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141119_06 · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Reunião com os pesquisadores indígenas Benjamim kulina, Dário Kulina, Joaquim Kulina e João Kulina e os mestres artesãos Komizi Kulina (boborara), Kubil Kulina (totore), Zakaria Kulina (hihiti) e João Ikobo Kulina (teteko).

Coletivo Kulina
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_VID_20140724_02 · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Imagens da qualificação das cerâmicas matis, na reserva de cerâmicas do Museu do Índio/RJ, na primeira parte da visita ao acervo. Reconhecimento da única máscara de mariwin presente na instituição pelos participantes, artefato que está incompleto.

Michelle Ludvichak
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_VID_20140724_07 · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Qualificação do tenke, carcás, peça essencial da cultura diária e simbólica dos Matis. Junto a ele está a panelinha usada para guardar o veneno curare, utilizado nos dardos da zarabatana. Binin Bëchu explica a Celso Maldos para que é utilizado o maxilar de macaco preso na estrutura de bambu do tenke. Esse serve para alocar o barro utilizado para a sustentação e equilíbrio dos dardos quando assoprados. A técnica de utilização de bolinhas de barro nos dardos da zarabatana é uma técnica de caça própria dos Matis.

Michelle Ludvichak
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_VID_20140724_05 · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Imagens de arcos do acervo da instituição. É possível ouvir no áudio do arquivo Maria José Sardella pedindo para os jovens amarrarem corretamente as partes constituintes do tenke, carcás matis.

Michelle Ludvichak
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_VID_20140724_01 · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Imagens da qualificação das cerâmicas matis, na reserva de cerâmicas do Museu do Índio/RJ, na primeira parte da visita ao acervo. Reconhecimento da única máscara de mariwin presente na instituição pelos participantes, artefato que está incompleto.

Michelle Ludvichak
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_VID_20140724_08 · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Imagem de uma máscara e outra peça de outras etnias, artefatos que constituem o acervo do Museu do Índio e que chamaram a atenção dos jovens matis, etnia que também produz máscaras próprias.

Michelle Ludvichak
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_VID_20140724_04 · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Os Matis conhecem o setor de armas, observando as flechas do acervo. Essas peças aguçam o interesse dos jovens e Dani acha curiosa a forma como as flechas são guardadas em um Museu nawa, não-indígena.

Michelle Ludvichak
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_VID_20140724_06 · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Qualificação do tenke, carcás, peça essencial da cultura diária e simbólica dos Matis. Junto a ele está a panelinha usada para guardar o veneno curare, utilizado nos dardos da zarabatana. Foi identificado na peça um pau ignígeno, utilizado para ascender fogueiras. Binin Bëchu explica como é usado o pau ignígeno e como se passa o veneno nos dardos da zarabatana, utilizando uma faca própria para isso. O jovem, ao final, amarra corretamente as partes constituintes do artefato.

Michelle Ludvichak
Rede aberta no tear manual
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141119_09 · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Rede extendida no tear manual construído só para tecer esta rede e a mulher escondida atrás dela trabalhando.

Coletivo Kulina
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20120914_05 · Item · 2012
Parte de Arquivístico

Zohe, da aldeia Buaçu, exibe um colar de miçangas em dia comum. Os Kulina, homens e mulheres, fazem questão de usar seus adereços mais suntuosos em ocasiões de grandes e/ou importantes reuniões, seja nas aldeias, seja na cidade. Mas eles também usam muitos colares e gargantilhas em dias normais, especialmente as mulheres e as crianças.

Coletivo Kulina
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_30 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Raimundo, com ajuda de Arnaldo, tenta descobrir quais são os padrões de grafismo reproduzidos nas peças de miçanga. A referência de grafismos para os Kulina são sempre a pele dos animais. Sobretudo a jibóia. Dentre as peças que aparecem nesta foto, eles identificaram a padrões da jibóia, de outras cobras, da água e do mato, bem como da arraia e outros animais(foto selecionada e descrita pelos pesquisadores kulina: Raimodo adlea Zezé. Sowiko bananí wanalí ralo. Ranoní karílí zaní).

George Magaraia
Raimundo observa cerâmica
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150511_07 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Raimundo Kulina pega e observa cerâmica que parece uma bacia ou cesto (hepiri). Arnaldo, atrás observa.

George Magaraia
Raimundo Kulina sopra o hohori de cerâmica
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_18 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Raimundo sopra o hohori, o fazendo vibrar, emitindo o som da buzina (Descrição da foto feita pelos pesquisadores indígenas: Raimodo sapel sowiko bananí karíralí roroliza. rolíroli narali raimodo).

George Magaraia
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_29 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Raimundo Kulina tenta identificar, a pedido da equipe de museologia, os padrões das peças kulina de miçanga no acervo do Museu do Índio (foto selecionada e descrita pelos pesquisadores kulina: Raimodo adlea vabiana. Sowiko bananí wanalíraralo mezaza).

George Magaraia
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_15 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Zipa bedeni: Raimundo explica que o zipa bedeni, uma espécie de pequeno prato de cerâmica, seria utilizado para o consumo de líquidos, em especial as bebidas de banana e macaxeira servidas nos grandes vasos de cerâmica. Servia também para beber água dos vasos. Como toda cerâmica, é produzido pelas mulheres.

George Magaraia
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_08 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Raimundo Kulina mostra para a equipe de museologia como as mulheres e homens carregam o cesto paneiriforme tsahe ou topi (descrição feita pelos pesquisadores indígenas: Raimundo panelo rolei rizaralí).

George Magaraia
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_27 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

As bolsas, chamadas pelos Kulina Mochira, são produzidas com uma espécie de tear manual. Elas são desenhadas com diversos motivos. Elas podem ser tecidas com fios de algodão colorido comprado na cidade ou com fios de algodão colorido desfiado de peças velhas compradas na cidade, como velhas redes. Mas ela pode também ser tecida com algodão plantado, colhido e fiado pelas mulheres kulina. Neste caso, os fios podem ser coloridos através de diversas técnicas. Um exemplo é o uso da casca de uma árvore, chamada pelos kulina awano, aguano em português. Mistura-se a casca da árvore na água, que fica com uma coloração marrom. Emerge-se o fio do algodão na água e deixa por um tempo, fervendo. Depois ele fica com a cor marrom e pode ser trançado na peça confeccionada através do tear. Outra técnica utiilzada é a pintura do fio com uma folha chamada pelos Kulina ‘amaidada’, com coloração violeta (não foi possível descobrir o nome da planta em português). Pinturas a base de argila também são utilizadas, bem como outras técnicas. Os tecidos de algodão são feitos sempre pelas mulheres e as bolsas são utilizadas para carregar objetos, documentos, papéis, dentre outras coisas (foto selecionada e descrita pelos pesquisadores kulina: Raimodo sapel sowiko. Banani Karina rali).

George Magaraia
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_28 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Adas: Raimundo mostra como os adas, adornos de braço, são vestidos. As peças de algodão são confeccionadas pelas mulheres e este adereço é utilizado sobretudo pelos homens em momentos festivos. Esta peça é colocada no antebraço e depois os fios de algodão que escapam da braçadeira são enrolados sobre o peito e as costas. Esta peça foi confeccionada por Kuma´a, da aldeia Ipiranga Velha, na Terra Indígena Alto Purus, AC.

George Magaraia
Raimundo experimenta uma flauta pan de outra etnia.
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150511_10 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Raimundo experimenta uma flauta do tipo pan. Os Kulina comentam que eles sabem fabricar tradicionalmente uma flauta deste tipo. Trata-se de uma flauta que vem acoplada a um instrumento musical chamado Teteko, muito utilizado nas festas de Koiza ou outros tipos de Ahie´e. O Teteko é um casco de jabuti que serve como um tipo de reco-reco, mas que o tocador acompanha assoprando uma flauta tipo pan com dois, três ou quatro tubos.

George Magaraia
Raimundo experimenta um cocar (tezeme)
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150511_12 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Raimundo Kulina colocando o cocar em sua cabeça. Outros cocares (tezeme) nas estantes da reserva técnica do Museu do Índio. As penas do cocar são de araras. (foto selecionada e descrita pelos pesquisadores kulina: Raimodo tezeme tatikaí ttalínaralí. Tezeme wanalí rali.

George Magaraia
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_14 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Tsiki/cerâmicas: Raimundo Kulina e os pesquisadores indígenas tomam conhecimento da coleção de cerâmicas kulina recentemente adquiridas pelo Museu do Índio em suas aldeias. Eles explicam que são as mulheres as especialistas em cerâmica. Atualmente, as mulheres kulina raramente produzem peças de cerâmica, tendo substituído os utensílios aneriormente fabricado por elas por utensílios industrializados comprados na cidade ou dos barcos mercadores. Eles explicam que antigamente, faziam vasos de cerâmica grandes chamados hohori (imeni) serviam para guardar água ou outros líquidos. Vasos com outro formato, chamados de zipa, eram utilzados no passado como panelas para cozinhar os alimentos, em especial a banana, a macaxeira e as carnes. Os Kulina observaram que no acervo recentemente adquirido pelo Museu do Índio só constam hohori médios e pequenos e um zipa, prato, pequeno. (Descrição da foto feita pelos pesquisadores indígenas: Raimodo roroli wanaliniza. Kidetorara.raimodo sapel sowiko bananí).

George Magaraia
Raimundo e Arnaldo observam flechas de outras etnias
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150511_11 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Raimundo Kulina e Arnaldo Filho Kulina observando e escolhendo arcos e flechas de outros povos indígenas na reserva técnica do Museu do Índio. Raimodo Arnaldo. Boba ssissi kide tokerelaralí

George Magaraia
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_13 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Os indígenas explicam que o keruri bedeni é utilizado para guardar ‘bombom’, que é o modo como os amazônicos em geral chamam às balas de chupar. O keruri é feito com uma espécie de capim amazônico chamado em língua kulina também de ‘keruri’. Ele é confeccionado pelas mulheres e apresenta muita delicadeza e em geral é adornado com padrões diversos.

George Magaraia
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_12 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Os indígenas explicaram que o keruri é um cesto utilizado como uma espécie de bolsa ou refratários para guardar pequenas coisas. O keruri é feito de uma espécie de capim amazônico com uma técnica que dá uma flexibilidade tornando possível confeccioná-lo em diversos formatos. O formato mais comum é bastante semelhante ao hohori (um vaso médio e pequeno de cerâmica). Ele é confeccionado unicamente pelas mulheres e a técnica de confecção é muito delicada, entrelaçando os feixes de capim, construindo os formatos desejados. É também bastante frágil, podendo se deformar facilmente. É utilizado como toucador, para guardar pequenos objetos pessoais ou como bolsa para carregar estes mesmos objetos. Em geral é pintado através de diferentes técnicas de pinturas e com desenhos que dão maior definição a seu formato. O exemplar acima é pintado através de uma técnica muito comum entre os Kulina, a base de uma tinta conhecida como ‘amaidada’ em língua kulina, tirada de um arbusto encontrado na mata bem perto das aldeias e que dá uma coloração roxa ou violeta (exatamente igual ao violeta gensiana).

George Magaraia
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20130827_04 · Item · 2013
Parte de Arquivístico

Raimundo, de Buaçu, carrega pendurado na testa o tsahe cheio de produtos do roçado (banana e macaxeira). A sua frente vem sua esposa, Terezinha, com o terçado e pedaços de cana colhidas.

Coletivo Kulina
Powi. Senhor deitado em rede tradicional kulina.
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141118_01 · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Sikima, o senhor mais idoso da aldeia Buaçu, passa boa parte dos dias deitados em uma powi bem velha na varanda de sua casa. É muito comum encontrarmos nas varandas das casas, powi velhas enroladas nos caibros para o dono da casa ou um visitante aproveitá-las para um descanso breve. Elas também, neste caso powi mais novas, são utiizadas para dormir à noite. Os fios grossos de algodão fiados pelas mulheres kulina deixam a powi muito macia e confortável.

Coletivo Kulina
Powi. Mulher tecendo rede tradicional kulina
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141119_02 · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Zupira, da aldeia Santa Júlia, está em fase final da confecção de uma powi. Ela utiliza dois paus que servem de tear. As tramas da powi não são nada fechadas. Assim como na confecção de outros tecidos, o algodão é fiado pelas mulheres e pode ser colorido através de diversas técnicas: aguano, amaidada, argilas, etc. É comum também as mulheres utilizarem fios coloridos de velhas redes para tecer as powi. Na primeira etapa da confecção, as mulheres utilizam mãos e pés para tecer o algodão. Com eses dois paus fincados no chão elas esticam os fios e passam as tramas entre eles.

Coletivo Kulina
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141122_11 · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Os pesquisadores indígena João Onima Kulina e Jorge Namari Kulina anotam as informações fornecidas sobre o instrumento e filmam os procedimentos de criação realizados pelo mestre artesão.

Coletivo Kulina
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141120_09A · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Os pesquisadores indígenas João Onima, Benjamim Kulina e Joaquim Kulina, além dos artesãos Komizi Kulina, Kubil Kulina e o mestre do hihiti, Zakaria, além do pesquisador responsável pelo projeto, fazem uma parada depois de quase uma hora de caminhada na busca pelo cipó utilizado na confecção do hihiti.

Coletivo Kulina
Pai e filha vão para o roçado
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141120_02 · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Ino (Benedito) e Kaba, sua filha mais nova (de Santa Júlia), vão para o roçado. Ele carrega uma terçado, de botas. Ela carrega um cesto shapoto enlaçado na testa. Uma cena muito comum nas aldeias kulina é um grupo de mulheres se encaminhar para o roçado carregando shapotos vazios (às vezes algum terçado) seguidas pelas crianças e muitas vezes também pelos homens da casa (especialmente os mais velhos)

Coletivo Kulina
Os Madiha visitam o Palácio do Catete
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_AK_FOT_20150510_03 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Raimundo Kulina pousa para foto junto à estátua de indígena dominando um jaguar. Esta foto foi tirada durante visita da equipe kulina ao Palácio do Catete.

Arnaldo Kulina
Os Madiha vão conhecer o Museu do Índio
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_FC_FOT_20150511_01 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Benjamim Kulina, Raimundo Kulina e Arnaldo Kulina (da esquerda para a direita) estão a caminhodo Museu do Índio. Benjamim vai filmando a cidade durante o percurso, enquanto Arnaldo carrega os equipamentos. Os três vão bem vestidos e ornamentados com colares e testeiras para o início dos trabalhos.
Benjamim está ornamentado com testeira de miçangas, dois colares também de miçangas do tipo gargantilha e um relógio. Os colares têm pingentes, um com figura de beija-flor e outro de bonequinha. A testeira é adornada com motivos coloridos da jibóia (boriamakha hanon).
Raimundo está ornamentado com testeira, colar e pulseira de miçangas. A testeira é adornada com motivos coloridos da jararaca (ziki mekhene hanon). O colar é adornado com motivos coloridos de cobra do mato chamada na língua kulina ‘zero makhani hanoni’ (não foi possível identificar o nome em português). A pulseira é adornada com duas figuras de araras.
Arnaldo veste uma testeira de algodão.

Felipe Agostini Cerqueira
Os Madiha vão ao cinema
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_FC_FOT_20150510_01 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Raimundo Kulina, Arnaldo Kulina e Benjamim Kulina vão pela primeira vez assistir a um filme no cinema.

Felipe Agostini Cerqueira
Os Madiha no Palácio do Catete
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_AK_FOT_20150510_02 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Benjamim Kulina pousa para foto junto à estátua de indígena dominando um jaguar. Esta foto foi tirada durante visita da equipe kulina ao Palácio do Catete.

Arnaldo Kulina
Os Madiha conhecendo Weni imeni
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_AK_FOT_20150510_01 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Benjamim Kulina, Raimundo Kulina e Felipe Agostini Cerqueira sentam na areia da praia do Leme. Os indígenas estão vendo o mar, weni imeni, pela primeira vez.

Arnaldo Kulina
Os Madiha chegam ao Museu do Índio
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_FC_FOT_20150511_02 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Arnaldo Kulina (a esquerda) filma e tira fotos do espaço do museu com seu celular. Raimundo observa o espaço. Benjamim filma com a filmadora os colegas tomando conhecimento do espaço do Museu do Índio.

Felipe Agostini Cerqueira
Os Madiha assistem a uma sessão de cinema
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_FC_FOT_20150510_02 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Arnaldo, Benjamim e Raimundo Kulina assistem a uma sessão de cinema. Na aldeia, os Kulina costumam dizer que o cipó é o cinema do índio: ele mostra tudo.

Felipe Agostini Cerqueira
Os Kulina tocam e avaliam a máscara xinguana
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_33 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Os Kulina tocam, avaliam o material e as técnicas utilizadas na feitura da máscara xinguana, para compará-la com a máscara Koama, buscando explicar para a equipe de museologia como é a máscara Kulina utilizada pelos espíritos, chamada Koama.

George Magaraia
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20140721_01A · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Registro da oficina oferecida pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo - NUBARQ, cujo responsável é Rodrigo Piquet, intitulada Organização do acervo arquivístico: a experiência do Museu do Índio, na manhã do dia 21 de julho de 2014, a primeira atividade da comitiva Matis no RJ. A oficina foi oferecida pelas consultoras Thais Tavares Martins e Adriana Camelo e consistiu no conhecimento das formas como são tratados os documentos do antigo Serviço de Proteção aos Índios – SPI, de forma a também fazerem parte do acervo digital do Museu do Índio-RJ. De pé: Camila Bevilaqua, auxiliar de registro das oficinas do RJ, Carolina Lopez, coordenadora do ProDcocult Matis e, à frente, Adriana Camelo. Sentados: ao fundo, Dani, Bëux, Shapu, Binin Bëchu e Thais Martins.

Michelle Ludvichak
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20140721_01M · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Durante a oficina no acervo arquivístico do Museu do Índio, a pesquisadora convidada do projeto, Michelle Ludvichak, lembrou-se de da existência de fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran com as quais teve contato em uma exposição do mesmo e informou a Rodrigo Piquet, que encontrou essas fotos no acervo, nas quais ainda não haviam sido identificados os Matis. Todos se surpreenderam com o reconhecimento das pessoas nas fotos, inclusive parentes próximos e mesmo um dos jovens presentes na sala, Bëux Matis. Ele é o bebê apontado na foto.

Michelle Ludvichak
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20140725_02C · Item · 2014
Parte de Arquivístico

No dia 25 de julho de 2014, Simone Mello, gestora de design e produto e consultora em expografia e linguagem audiovisual do Museu do Índio/RJ, apresenta aos Matis as possibilidades envolvidas com a disponibilização de um site específico para o ProDocult Matis. De pé: Simone Mello e Camila Bevilaqua, auxiliar de registro das oficinas no Rio de Janeiro; atrás delas, Roberto Aranha, responsável pelo setor audiovisual do Museu. Sentados, de trás para frente: Shapu Sibó, Damë Bëtxum, Binin Bëchu e Dani.

Michelle Ludvichak
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20140721_01B · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Registro da oficina oferecida pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo - NUBARQ, cujo responsável é Rodrigo Piquet, intitulada Organização do acervo arquivístico: a experiência do Museu do Índio, na manhã do dia 21 de julho de 2014, a primeira atividade da comitiva Matis no RJ. A oficina foi oferecida pelas consultoras Thais Tavares Martins e Adriana Camelo e consistiu no conhecimento das formas como são tratados os documentos do antigo Serviço de Proteção aos Índios – SPI, de forma a também fazerem parte do acervo digital do Museu do Índio-RJ. De pé: Camila Bevilaqua, auxiliar de registro das oficinas do RJ, Carolina Lopez, coordenadora do ProDcocult Matis e, à frente, Adriana Camelo. Sentados: ao fundo, Dani, Bëux, Shapu, Binin Bëchu e Thais Martins.

Michelle Ludvichak
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20140721_01P · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Durante a oficina no acervo arquivístico do Museu do Índio, a pesquisadora convidada do projeto, Michelle Ludvichak, lembrou-se de da existência de fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran com as quais teve contato em uma exposição do mesmo e informou a Rodrigo Piquet, que encontrou essas fotos no acervo, nas quais ainda não haviam sido identificados os Matis. Todos se surpreenderam com o reconhecimento das pessoas nas fotos, inclusive parentes próximos e mesmo um dos jovens presentes na sala, Bëux Matis. Damë analisando as fotos do acervo arquivístico do MI.

Michelle Ludvichak
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20140725_02D · Item · 2014
Parte de Arquivístico

No dia 25 de julho de 2014, Simone Mello, gestora de design e produto e consultora em expografia e linguagem audiovisual do Museu do Índio/RJ, apresenta aos Matis as possibilidades envolvidas com a disponibilização de um site específico para o ProDocult Matis. Estrutura do site do ProDocult Matis, esse em processo de construção.

Michelle Ludvichak
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20140725_02E · Item · 2014
Parte de Arquivístico

No dia 25 de julho de 2014, Simone Mello, gestora de design e produto e consultora em expografia e linguagem audiovisual do Museu do Índio/RJ, apresenta aos Matis as possibilidades envolvidas com a disponibilização de um site específico para o ProDocult Matis. De pé: Simone Mello.. Sentados, de trás para frente: Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Binin Bëchu e Dani. Sentado, atrás de todos, está Michel Salib, funcionário do setor audiovisual da instituição.

Michelle Ludvichak
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20140721_01C · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Registro da oficina oferecida pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo - NUBARQ, cujo responsável é Rodrigo Piquet, intitulada Organização do acervo arquivístico: a experiência do Museu do Índio, na manhã do dia 21 de julho de 2014, a primeira atividade da comitiva Matis no RJ. A oficina foi oferecida pelas consultoras Thais Tavares Martins e Adriana Camelo e consistiu no conhecimento das formas como são tratados os documentos do antigo Serviço de Proteção aos Índios – SPI, de forma a também fazerem parte do acervo digital do Museu do Índio-RJ. Adriana Camelo explica como são tratados os documentos para Shapu Sibó, Damë Bëtxum, Binin Bëchu, Carolina Lopez, coordenadora do ProDocult Matis, Bëux e Camila Bevilaqua, auxiliar de registros das oficinas no RJ.

Michelle Ludvichak
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20140721_01D · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Registro da oficina oferecida pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo - NUBARQ, cujo responsável é Rodrigo Piquet, intitulada Organização do acervo arquivístico: a experiência do Museu do Índio, na manhã do dia 21 de julho de 2014, a primeira atividade da comitiva Matis no RJ. A oficina foi oferecida pelas consultoras Thais Tavares Martins e Adriana Camelo e consistiu no conhecimento das formas como são tratados os documentos do antigo Serviço de Proteção aos Índios – SPI, de forma a também fazerem parte do acervo digital do Museu do Índio-RJ. Shapu Sibó, Damë Bëtxum, Dani, Binin Bëchu e Bëux observam e registram as explicações de Adriana Camelo e o trabalho da equipe de funcionários do acervo documental do MI.

Michelle Ludvichak
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20140721_01E · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Registro da oficina oferecida pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo - NUBARQ, cujo responsável é Rodrigo Piquet, intitulada Organização do acervo arquivístico: a experiência do Museu do Índio, na manhã do dia 21 de julho de 2014, a primeira atividade da comitiva Matis no RJ. A oficina foi oferecida pelas consultoras Thais Tavares Martins e Adriana Camelo e consistiu no conhecimento das formas como são tratados os documentos do antigo Serviço de Proteção aos Índios – SPI, de forma a também fazerem parte do acervo digital do Museu do Índio-RJ. Shapu Sibó, Damë Bëtxum, Dani, Binin Bëchu e Bëux observam e registram as explicações de Adriana Camelo e o trabalho da equipe de funcionários do acervo documental do MI.

Michelle Ludvichak
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20140721_01G · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Registro da oficina oferecida pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo - NUBARQ, cujo responsável é Rodrigo Piquet, intitulada Organização do acervo arquivístico: a experiência do Museu do Índio, na manhã do dia 21 de julho de 2014, a primeira atividade da comitiva Matis no RJ. A oficina foi oferecida pelas consultoras Thais Tavares Martins e Adriana Camelo e consistiu no conhecimento das formas como são tratados os documentos do antigo Serviço de Proteção aos Índios – SPI, de forma a também fazerem parte do acervo digital do Museu do Índio-RJ. Shapu Sibó, Damë Bëtxum, Dani, Binin Bëchu e Bëux, à extrema esquerda, ao lado de Adriana Camelo, observam as explicações da consultora e o trabalho dos profissionais do acervo documental do MI.

Michelle Ludvichak
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20140721_01J · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Durante a oficina no acervo arquivístico do Museu do Índio, a pesquisadora convidada do projeto, Michelle Ludvichak, lembrou-se de da existência de fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran com as quais teve contato em uma exposição do mesmo e informou a Rodrigo Piquet, que encontrou essas fotos no acervo, nas quais ainda não haviam sido identificados os Matis. Todos se surpreenderam com o reconhecimento das pessoas nas fotos, inclusive parentes próximos e mesmo um dos jovens presentes na sala, Bëux Matis.

Michelle Ludvichak
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20140721_01N · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Durante a oficina no acervo arquivístico do Museu do Índio, a pesquisadora convidada do projeto, Michelle Ludvichak, lembrou-se de da existência de fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran com as quais teve contato em uma exposição do mesmo e informou a Rodrigo Piquet, que encontrou essas fotos no acervo, nas quais ainda não haviam sido identificados os Matis. Todos se surpreenderam com o reconhecimento das pessoas nas fotos, inclusive parentes próximos e mesmo um dos jovens presentes na sala, Bëux Matis. Ele é o bebê no colo da mulher na foto.

Michelle Ludvichak
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20140725_02A · Item · 2014
Parte de Arquivístico

No dia 25 de julho de 2014, Simone Mello, gestora de design e produto e consultora em expografia e linguagem audiovisual do Museu do Índio/RJ, apresenta aos Matis as possibilidades envolvidas com a disponibilização de um site específico para o ProDocult Matis. De pé: Simone Mello e Camila Bevilaqua, auxiliar de registro das oficinas no Rio de Janeiro; atrás delas, Roberto Aranha, responsável pelo setor audiovisual do Museu. Sentados, de trás para frente: Shapu Sibó, Damë Bëtxum, Binin Bëchu e Dani.

Michelle Ludvichak
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20140725_02B · Item · 2014
Parte de Arquivístico

No dia 25 de julho de 2014, Simone Mello, gestora de design e produto e consultora em expografia e linguagem audiovisual do Museu do Índio/RJ, apresenta aos Matis as possibilidades envolvidas com a disponibilização de um site específico para o ProDocult Matis. De pé: Simone Mello e Camila Bevilaqua, auxiliar de registro das oficinas no Rio de Janeiro; atrás delas, Roberto Aranha, responsável pelo setor audiovisual do Museu. Sentados, de trás para frente: Shapu Sibó, Damë Bëtxum, Binin Bëchu e Dani.

Michelle Ludvichak
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20140721_01F · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Registro da oficina oferecida pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo - NUBARQ, cujo responsável é Rodrigo Piquet, intitulada Organização do acervo arquivístico: a experiência do Museu do Índio, na manhã do dia 21 de julho de 2014, a primeira atividade da comitiva Matis no RJ. A oficina foi oferecida pelas consultoras Thais Tavares Martins e Adriana Camelo e consistiu no conhecimento das formas como são tratados os documentos do antigo Serviço de Proteção aos Índios – SPI, de forma a também fazerem parte do acervo digital do Museu do Índio-RJ. Shapu Sibó, Damë Bëtxum, Dani, Binin Bëchu e Bëux, à extrema esquerda, ao lado de Adriana Camelo, observam as explicações da consultora e o trabalho dos profissionais do acervo documental do MI.

Michelle Ludvichak
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20140721_01H · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Registro da oficina oferecida pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo - NUBARQ, cujo responsável é Rodrigo Piquet, intitulada Organização do acervo arquivístico: a experiência do Museu do Índio, na manhã do dia 21 de julho de 2014, a primeira atividade da comitiva Matis no RJ. A oficina foi oferecida pelas consultoras Thais Tavares Martins e Adriana Camelo e consistiu no conhecimento das formas como são tratados os documentos do antigo Serviço de Proteção aos Índios – SPI, de forma a também fazerem parte do acervo digital do Museu do Índio-RJ. Shapu Sibó, Damë Bëtxum, Dani e Binin Bëchu observam as explicações da consultora Adriana Camelo e o trabalho dos profissionais do acervo documental do MI.

Michelle Ludvichak
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20140721_01I · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Registro da oficina oferecida pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo - NUBARQ, cujo responsável é Rodrigo Piquet, intitulada Organização do acervo arquivístico: a experiência do Museu do Índio, na manhã do dia 21 de julho de 2014, a primeira atividade da comitiva Matis no RJ. A oficina foi oferecida pelas consultoras Thais Tavares Martins e Adriana Camelo e consistiu no conhecimento das formas como são tratados os documentos do antigo Serviço de Proteção aos Índios – SPI, de forma a também fazerem parte do acervo digital do Museu do Índio-RJ. Shapu Sibó, Damë Bëtxum, Dani e Binin Bëchu observam as explicações da consultora Adriana Camelo e o trabalho dos profissionais do acervo documental do MI.

Michelle Ludvichak
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20140721_01K · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Durante a oficina no acervo arquivístico do Museu do Índio, a pesquisadora convidada do projeto, Michelle Ludvichak, lembrou-se de da existência de fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran com as quais teve contato em uma exposição do mesmo e informou a Rodrigo Piquet, que encontrou essas fotos no acervo, nas quais ainda não haviam sido identificados os Matis. Todos se surpreenderam com o reconhecimento das pessoas nas fotos, inclusive parentes próximos e mesmo um dos jovens presentes na sala, Bëux Matis. Damë, Bëux, Shapu, Binin e Dani qualificando e registrando com suas próprias câmeras as fotos do arcevo arquvístico do MI.

Michelle Ludvichak
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20140721_01L · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Durante a oficina no acervo arquivístico do Museu do Índio, a pesquisadora convidada do projeto, Michelle Ludvichak, lembrou-se de da existência de fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran com as quais teve contato em uma exposição do mesmo e informou a Rodrigo Piquet, que encontrou essas fotos no acervo, nas quais ainda não haviam sido identificados os Matis. Todos se surpreenderam com o reconhecimento das pessoas nas fotos, inclusive parentes próximos e mesmo um dos jovens presentes na sala, Bëux Matis. Damë, Bëux, Shapu, Binin e Dani qualificando e registrando com suas próprias câmeras as fotos do arcevo arquvístico do MI.

Michelle Ludvichak
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20140721_01O · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Durante a oficina no acervo arquivístico do Museu do Índio, a pesquisadora convidada do projeto, Michelle Ludvichak, lembrou-se de da existência de fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran com as quais teve contato em uma exposição do mesmo e informou a Rodrigo Piquet, que encontrou essas fotos no acervo, nas quais ainda não haviam sido identificados os Matis. Todos se surpreenderam com o reconhecimento das pessoas nas fotos, inclusive parentes próximos e mesmo um dos jovens presentes na sala, Bëux Matis. Damë, Bëux, Shapu, Binin e Dani qualificando e registrando com suas próprias câmeras as fotos do acrevo arquvístico do MI.

Michelle Ludvichak
Oficina Hihiti
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141120_19 · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Palmeira aricuri, ´birihari´ em língua kulina. O miolo desta palmeira é utilizado para fabricação da haste que faz a corda do instrumento vibrar e produzir som.

Coletivo Kulina
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20140724_01I · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Visita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Roda de teto ritual da etnia Wayana, peça que chamou a atenção dos jovens matis.

Michelle Ludvichak
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20140724_01E · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Visita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Dani conhece cerâmicas de outras etnias.

Carolina Lopez
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20140724_01I · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Visita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. De frente para trás: Binin Bëchu, Damë registrando as peças Asurini, Bëux e Shapu Sibó.

Carolina Lopez