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Descrição arquivística
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Aprendizado da criança indígena
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191118_LFR_3 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Criança exibe uma pimenta, no meio da roça. Pimentas são bastante apreciadas na região, fazem parte da cosmologia nativa e geram renda a partir de uma rede de produtos sustentáveis.

Lorena França Reis
Artefatos usados na casa de forno
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191022_FBF_1 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Esses artefatos que são usados pelas mulheres na casa de forno. O círculo é feito de turí (talo de uma árvore), é um molde usado para fazer beiju; vassourinha feito de piaçaba; tarubá feito com pedaço de madeira; abano feito com talos de tucum, usado para virar beiju e outro abano feito com arumã, também para virar beiju, existe dois de tipos de abano; um remo para torrar farinha e por baixo está peneira de farinha.

Francineia Bitencourt Fontes
Atividade Comunitária e Escolar
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191106_LFR_3 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Registro do cotidiano da comunidade de Ucuqui Cachoeira. Os Meninos jogando bola.

Lorena França Reis
Aturá de frutas
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191021_LFR_1 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Uma cesta cheia de frutas tirada da roça. Na ida a roça sempre trazem variedade de frutas para casa que são: banana, e dois tipos de batatas

Lorena França Reis
Benzimento pós parto
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191025_LFR_3 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

O Senhor Antônio Almeida está benzendo kariamã da Helena, nora da Cleomar. Depois do nascimento do seu filho, era hora de benzer para ela e o beber poderem tomar banho no rio. Protegendo seus corpos dos seres invisíveis.

Lorena França Reis
Caminhando na trilha da roça
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191012_LFR_3 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

A Laura Martins com seu aturá segui a trilha que vai levá-lo até sua roça que fica em umas das serras. O caminho é longo.

Lorena França Reis
Caminhando na trilha da roça
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191023_LFR_2 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Dona Aparecida seguindo seu esposo na trilha, e sua filhinha atrás dela.

Lorena França Reis
Caminho da roça
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191119_FBF_2 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Verônica e família a caminho de sua roça, no motor de polpa. Essa imagem representa as famílias quando vão para roça, arrancar mandioca ou capinar. Vão os pais, filhos e cachorros.

Francineia Bitencourt Fontes
Caminho da Roça - via fluvial
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191023_LFR_1 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Na imagem aparece Aparecida Batista e seu esposo Jaime Chaves segurando motor rabeta, indo para roça que fica umas 2 horas descendo no rio. Se deslocando da comunidade às suas roças que ficam em seus sítios, é uma rotina das famílias indígenas do rio Içana.

Lorena França Reis
Caminho da roça – via fluvial
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191012_LFR_1 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Na foto aparece Dona Natália Martins, indo para sua roça, que fica umas 3 horas descendo o rio e depois subindo um igarapé, até o sítio Uwíwa (fecha).

Lorena França Reis
Chegada no sítio
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191012_LFR_2 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Chegando no sítio Típuku, a Laura Martins sai com seus aturás nas costas, indo em direção do caminho da roça.

Lorena França Reis
Coleta de matéria prima - argila
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191108_JBB_1 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Uma delas volta com o barro em seu aturá e seu chinelo preso ao mesmo.

Julia Bernstein Barreto
Coleta de matéria prima-argila
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191108_CPC_1 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Três meninas recolhem um barro mais avermelhado no igarapé.

Ceci Penido da Cunha
Coleta de matéria-prima
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191019_FBF_1 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Na imagem vemos a Jovem Josiane Mandú subindo numa árvore para poder tirar tucum. Algumas árvores, servem de apoio para pode tirar a matéria-prima. Pois pé de tucum é muito espinhosa, por isso é tirado com um gancho feito com uma vara bem cumprida.

Francineia Bitencourt Fontes
Coleta de matéria-prima
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191011_LFR_1 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Na imagem a Dona Virgília Almeida está com seu feixe de tucum na cabeça, no meio da floresta, juntamente com as outras mulheres.

Lorena França Reis
Coletando barro
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191105_JBB_4 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Francy da Silva e Dona Carol retiram barro de um buraco perto do rio.

Julia Bernstein Barreto
Coletando casca de caraípe
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191105_JBB_2 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Mulher baniwa da comunidade de Santa Isabel retirando casca do tronco com facão.

Julia Bernstein Barreto
Coletando casca de caraípe
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191105_CPC_1 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Francy Silva voltando para casa com seu aturá cheio de cascas de caraípe nas costa.

Ceci Penido da Cunha
Coletando casca de caraípe
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191105_FBF_1 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Na foto aparecem a Francy Silva, Cleonice e uma mulher baniwa juntam as cascas caraípe em seus aturás.

Francineia Bitencourt Fontes
Coletando frutas para fazer pigmentação
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191018_LFR_1 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Na imagem aparece Dona Lúcia Emílio pegando e mostrando as frutinhas de pakúwa katinga (Banana que tem cheiro), a sua casca vai ser usado para tingir tucum e a fruta vai ser comido com beiju.

Lorena França Reis
Coletar casca de caraípe na mata
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191105_JBB_1 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Dona Carol e Francy Silva, mestras de cerâmica com seus aturás rumo à extração das cascas de caraípe na floresta.

Julia Bernstein Barreto
Colheita de abacaxi na roça
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191118_LFR_5 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Crianças brincam na roça, próximas à colheita do abacaxi. Destaque para uma variedade grande de abacaxi, que já havia sido parcialmente comido por um animal na roça.

Lorena França Reis
Colheita de pimenta
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191023_LFR_4 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Na foto vemos uma menina, em suas mãos está sua panela colhendo pimenta, perto está seu cachorro. Essa imagem representa todas as crianças indígenas. Vão com as mães para colher frutas e outros afazeres, já aprendendo muitas coisas.

Lorena França Reis
Colheita de pimentas na roça
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191118_LFR_2 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Nazaré colhe pimentas na roça. Pimentas são bastante apreciadas na região, fazem parte da cosmologia nativa e geram renda a partir de uma rede de produtos sustentáveis.

Lorena França Reis
Colheita de Pupunha na roça
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191023_LFR_5 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Algumas frutas são plantadas na roça, tais como pupunha. A Dona aparecida está colhendo frutas de pupunha que tirou na sua roça antiga que já é “kukuera”, onde só tem frutas.

Lorena França Reis
Colocando massa dentro do tipiti
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191009_ICM_1 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Na foto aparece a professora Alzira Castro, sentada enchendo o tipiti e ela vai colocando a massa dentro. Usando folhas de açaí para deixar tipiti sentar e pisar com pé, usando técnicas tradicionais do uso.

Isabel Castro Mandú
Comida Tradicional
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191108_LFR_1 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

A Mujéca é o prato mais comum no dia-a-dia: mistura-se o peixe cozido com goma numa panela para aumentar o rendimento. Come-se sempre com bastante pimenta. Comida consumida no cotidiano da comunidade: mujeca, peixe cozido e pimenta.

Lorena França Reis
Conhecimento sobre caminhos
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191108_LFR_3 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

D. Maria e seu filho Paulo seguem para a roça, no caminho da floresta. Domínio dos caminhos na floresta ao redor de Ucuqui

Lorena França Reis
Conhecimento sobre plantas e roça
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191125_FBF_7 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Durante a retirado de tucum. Quando passamos por uma roça a Dona Graciela com seu ganho no ombro e terçado na mão, nos mostra remédio que tem na roça, falando sobre a planta e seus processos de cura.

Francineia Bitencourt Fontes
Conversa sobre saberes e narrativas femininos
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191120_CPC_2 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Depois de visitar todas as roças da comunidade, reunimos todas as mulheres na maloca para um compartilhamento de sementes, cultivos, histórias e saberes. Nessa foto, Francineia apresenta os objetivos do encontro.

Ceci Penido da Cunha
Conversando sobre seus cultivos e conhecimentos de roça
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191120_CPC_1 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Depois de visitar todas as roças da comunidade, reunimos todas as mulheres na maloca para um compartilhamento de sementes, cultivos, histórias e saberes. Nessa foto, Lorena, Francineia e Júlia, componentes da equipe, integram a roda.

Ceci Penido da Cunha
Dança do Mawáku
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191015_LFR_10 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Encabeçando a dança o Sr. Gracindo e sua esposa Íris e os demais atrás, dançando alegremente para festejar os dias dos professores, praticando as danças nossas.

Lorena França Reis
Derrubada de roça na terra firme
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191019_LFR_1 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Registro do cotidiano e das principais atividades: mulheres juntas estão sentadas numa roça que acabou de ser derrubada que é na terra firme. Essa roça foi derrubada por meu pai, Francisco. As demais mulheres estavam sentadas e minha mãe plantando caroço de tucumã.

Lorena França Reis
Diversidade da roça
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191107_JBB_4 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Registro do cotidiano da roça. Dona Isaura na sua roça de abacaxis, na qual falou sobre o seus cultivos, variedades de manivas, tipos de abacxi e outras frutas. Falando sobre o cuidado que deve ter com a roça.

Julia Bernstein Barreto
Diversidade de Alimentos
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191026_LFR_3 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Na imagem vemos várias panelas de caribé (beiju fervido), mingau (farinha fervida), mingau com goma, mingau de abacaxi. Na comunidade sempre há momentos de compartilhar comida com demais parentes nos centros comunitários. Que chamamos de caribé, onde levamos nossa comida para comer juntos.

Lorena França Reis
Diversidade de frutas cultivadas nas roças
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191120_LFR_1 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

As mulheres cultivam diferentes plantas na roça, para além das manivas e das pimentas. Essa pequena amostra contém 10 espécies distintas cultivadas em Ucuqui, sendo a maioria para alimentação.

Lorena França Reis
Diversidade de manivas e tubérculos
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191119_JBB_3 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

D. Carmem apresenta as manivas com seus nomes em baniwa. Falou sobre o cuidado que tem com suas manivas e plantas que tem na roça. Contou a história do Kaali o dono da roça, segundo nossas narrativas, dizendo que para agradar o dono da roça, precisa fazer caxirí e assim ter sempre mandioca na roça. As manivas são o principal cultivo da roça e as mandiocas, suas raízes, são a base do consumo alimentar da comunidade.

Julia Bernstein Barreto
Diversidade de peixes
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191008_CPC_1 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Dona Lúcia, limpando peixes para cozinhar e outros para moquear, na foto temos peixes variados que são: tucunaré amarelo, tucunaré surubiana, aracú pinima, aracú dumé e aracá raio.

Ceci Penido da Cunha
Dona Cristina Camico – roça -Diversidade de maniva
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191128_CPC_3 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Nessa imagem vemos a Dona Cristina em sua roça, e seu aturá perto. Nesse momento ela fala de todas as maniwa que ela tem na roça, com seus respectivos nomes.

Ceci Penido da Cunha
Dona Maria José com sua lenha na cabeça
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191128_CPC_4 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Na imagem vemos uma senhora com sua lenha na cabeça. Essa imagem representa todas as mulheres baniwa. Quando voltam para casa, elas sempre levam lenha para casa, pois com ela cozinham, defumam peixe ou caça. Lenha é o gás dos indígenas

Ceci Penido da Cunha
Família indo para roça pelo igarapé
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191118_LFR_1 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Eliezer e Nazaré seguem para a roça com seus filhos pequenos, na canoa. Para chegar à roça, as famílias frequentemente precisam se deslocar de canoa, com ou sem motor.

Lorena França Reis
Festa do Dabucurí
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191015_JBB_1 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

No dia 15 de outubro, dia dos professores, teve uma festa tradicional para professores, e na qual nós também fomos homenageado pela comunidade. Na foto está o Senhor Paulino e Senhor Messias soprando o instrumento de Japurutu e outros homens atrás tocando instrumento de mawáku.

Julia Bernstein Barreto
Festa do Dabucurí
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191015_LFR_7 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

As pessoas da comunidade todos indo em fileira para centro comunitário. Todos estão com algo nas mãos de crianças aos mais velhos. No dabucurí eles levam para oferecer peixes, caças, frutas diversos, farinha, beiju, curada, tapioca, caxiri e outros.

Lorena França Reis
Festa do Dabucurí
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191015_LFR_8 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Na foto estão tocando japurutu e dançando, o Senhor Paulino e Bibiana, Ilda e Messias. Atrás outras pessoas da comunidade vão deixando no meio as coisas que estão oferecendo as professores.

Lorena França Reis
Festa do Dabucurí
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191015_LFR_9 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

No meio estão as frutas oferecidos pela comunidade. Aparece a Dona Cleomar e sua Nora Laura colocando farinha no balde, e as crianças aparecem do lado também.

Lorena França Reis
Flores e fruta de maniva
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191128_CPC_5 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Na imagem vemos flores de uma maniva e algumas frutas. O registro foi feito na roça da Dona Cristina Camico, durante visita à sua roça, na qual fizemos muitos registros sobre diversidade de maniva que ela planta em sua roça, os nomes todos em Baniwa.

Ceci Penido da Cunha
Frutas coletadas da roça e da mata
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191020_LFR_7 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Na foto aparece uma aturá (cesta) cheio de frutas variadas, tiradas de diversos lugares. Frutas tirada da roça (banana, abío e pimenta), da floresta ( cupuí -cupuaçu do mato, chumbinho -açaí, umarí), da beira do rio( periquito castanha). Quando vamos para roça sempre há essa variedade de colher frutas diferentes ao longo do caminho percorrido.

Lorena França Reis
Frutas dentro do aturá
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191020_LFR_6 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Uma cesta ( aturá) cheio de frutas: cará e na folha de embaúba estão os cajus, plantadas na roça.

Lorena França Reis
Frutas plantadas na roça
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191126_FBF_4 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Em todas as roças, sempre é plantada diversos tipos de frutas, justamente pensando nos filhos e netos. A dona da roça cortou cana e colheu também cubío para fazer salada com pimenta.

Francineia Bitencourt Fontes
Homens em embarcação
BR DFFUNAI RJMI ARQ-CR-AV-FOTAV116 · Item
Parte de Arquivístico

Homens em embarcação subindo o rio Negro registrados pelos pesquisadores da Comissão Rondon

Indicando o caminho para desviar das pedras
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-DAW_20171125_KAO_03 · Item · 2017
Parte de Arquivístico

Trecho de canoa no Rio Negro, Brasilino Mendes, Fabricio Fernandes da Silva, Roberto Sanches e Pedro Moraes.

Karolin Obert
Índios em canoa
BR DFFUNAI RJMI ARQ-CR-AL-CRIcA5-CRICA5_009 · Item · 1928
Parte de Arquivístico

Índios em canoa no Rio Negro

Jovem Baniwa e seu aturá de mandioca
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191126_FBF_2 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Nessa imagem vendo a jovem indígena capinando e ao mesmo tempo seu aturá estava perto cheio de raízes de mandioca. Atrás uma moita de capim. Quando arrancamos mandioca sempre fazemos fogo para limpar a roça e facilita no processo.

Francineia Bitencourt Fontes
Lancha Lobo de Almada
BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-AL-IR1-AM-AM13 · Item · 1930
Parte de Arquivístico

Homens na lancha Lobo de Almada subindo o rio Negro

Lugar de descanso
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191023_LFR_6 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Na foto a Dona Aparecida está descansando. As roças ficam muito longe. Quando voltam da roça trazendo frutas ou mandioca, no meio do caminho sempre tem pedaços de pau caído que serve como pontos estratégico de descanso. Depois disso segue caminhando.

Lorena França Reis
Mandioca sendo lavada
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191008_LFR_1 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Na foto está a Anny, Fabrício e Bruno levando mandioca no igarapé. Eles lavam e vão colocando dentro do aturá para depois levar nas costas para serem ralados.

Lorena França Reis
Margem do rio
BR DFFUNAI RJMI ARQ-CR-AL-CRIcA5-CRICA5_006 · Item · 1928
Parte de Arquivístico

Margem do Rio Negro

Matéria-prima – Tucum rama
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191015_LFR_5 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Na foto temos tucum rama, é a matéria-prima de cor natural, depois de lavar e secar, o tucum fica bem branca. Ficando pronto para fazer vários tipos de artesanatos e pode ser fiado para ser novelo.

Lorena França Reis
Misturando antiplástico com barro
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191105_JBB_5 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Mistura de cinza de caraípe (kawa) com barro (dekai) para fazer a base de cerâmica. Aparece a mão de Dona Arcélia.

Julia Bernstein Barreto
Misturando antiplástico com barro
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191105_CPC_5 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Dona Carol e Francy Silva peneiram o barro (dekai) para tirar pedras e outros tipos de restos.

Ceci Penido da Cunha
Momento de tomar xibé e conversas
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191126_CPC_1 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Quando as mulheres vão para roça, elas sempre tomar xibé, antes de ir para roça. Momento que elas socializam os afazeres para depois.

Ceci Penido da Cunha
Mulher indígena e sua cesta de batata
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191126_JBB_2 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Na imagem a jovem Nilda levanta sua pêra (trançado feito com folha de patoá), cesta apropriada para colocar batata na hora de colher a raiz.

Julia Bernstein Barreto
Mulheres arrancando mandioca
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191126_FBF_1 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Na imagem pudemos ver as mulheres arrancando mandioca na roça. Usando suas técnicas milenares, do cuidar das manivas, de como deve ser feito, sempre usando métodos próprio. Fazendo fogo, capinando e fazendo replantio novamente.

Francineia Bitencourt Fontes
Mulheres e suas frutas
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191120_LFR_2 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Mulheres exibem produtos variados na foto de encerramento da roda de conversa. Mulheres e plantas cultivadas possuem uma estreita relação para os povos do Rio Negro.

Lorena França Reis
Mulheres no caminho da roça
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191125_JBB_1 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

As Jovens mulheres no caminho da roça com suas cabeças de Tucum

Julia Bernstein Barreto
Mulheres no caminho da roça
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191126_JBB_3 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Na imagem as mulheres com seus aturás nas costas e cesta em sua cabeça, voltando da roça para casa.

Julia Bernstein Barreto
Navegação no Rio Curicuriari
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-DAW_20171125_KAO_04 · Item · 2017
Parte de Arquivístico

Trecho de canoa no Rio Negro, Ozimar Araújo, Airton.

Karolin Obert
Peneira com beiju em cima- caxiri
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191025_LFR_2 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Depois de um longo processo de fazer o beiju, usando toda sabedoria do “fazer”, enfim está pronto o beiju para fazer caxiri.

Lorena França Reis
Percurso cotidiano das mulheres indígena
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191119_FBF_1 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Verônica a caminho de sua roça navegando com canoa e motor de polpa para chegar até a sua roça. Navegar pelo igarapé é uma rotina das mulheres.

Francineia Bitencourt Fontes
Pintura tradicional
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191015_JBB_2 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Dona Bidoca pintando rosto do Fabrício com karajurú ou Crajirú. Antes de fazer dabucurí todos estavam se pintando para participar da festa.

Julia Bernstein Barreto
Plantação de milho
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191119_CPC_2 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Plantação de milho na roça da Nadma

Ceci Penido da Cunha
Plantio da roça
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191020_LFR_4 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Dona Cleomar com seus pedaços de maniva que vão ser usado para continuar plantando a roça recém queimada.

Lorena França Reis
Processamento da mandioca
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191009_JBB_1 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Na foto vemos que a caixa da água se tornou um artefato, onde as mulheres colocaram a massa de mandioca dentro. Pela quantidade de massa de mandioca a, caixa da água se tornou útil.

Julia Bernstein Barreto
Processamento da matéria-prima
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191010_JBB_1 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

A Dona Isabel Castro e Bidoca Castro, estão puxando tucum, usando suas técnicas tradicionais para tirar os fios da folha de tucum.

Julia Bernstein Barreto
Processamento da matéria-prima
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191125_CPC_1 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Momento em que elas estão puxando o tucum para tirar fios da folha. Elas sentam embaixo de jambeiro para fazer o trabalho

Ceci Penido da Cunha
Processamento da matéria-prima
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191011_FBF_1 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Depois de todo processo de puxar tucum. Na foto a Dona Virgília Almeida, posa com seus talos de tucum, que vai ser usado para fazer abano e seus fios de tucum que vão ser lavados.

Francineia Bitencourt Fontes
Processamento da matéria-prima
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191125_CPC_2 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Dona Cristina Santos puxando fibra de tucum, usando suas habilidades de mestra.

Ceci Penido da Cunha
Processamento da matéria-prima
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191125_JBB_3 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Tucum já puxado e suas folhas no chão.

Julia Bernstein Barreto
Processamento da matéria-prima
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191125_SCF_2 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Na imagem vemos o trabalho coletivo entre as mulheres e crianças da comunidade, para puxar seus feixes de tucum.

Sany Camico Fontes
Processamento da matéria-prima
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191125_SCF_1 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Na imagem vemos o feixe de tucum que foi tirado de uma palmeira, que fica nas capoeiras.

Sany Camico Fontes
Processamento de açaí
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191020_LFR_8 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Na foto, aparece uma panela de açaí sendo mexido com cuia yamarú. Depois de ser socado com pedaço de madeira, já está no ponto de fazer o vinho de açaí, coar em seguida e depois tomar xibé de açaí (farinha com açaí).

Lorena França Reis
Processamento dem matéria-prima
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191015_LFR_1 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

A Dona Bidoca Castro com suas mãos vai amassando as sementes na água. E com as técnicas vai Separando as sementes e vai ficar apenas o líquido que vai ser usado para tingir tucum.

Lorena França Reis
Processando casca de caraípe
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191105_CPC_3 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Na foto aparece Dona Carol pilando as cascas queimadas para transformá-las em cinza.

Ceci Penido da Cunha
Processando casca de caraípe
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191105_CPC_4 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Dona Carol e Arcélia peneiram as cinzas.

Ceci Penido da Cunha
Processando casca de caraípe
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191105_JBB_3 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Cascas de karaipé queimando em uma fogueira.

Julia Bernstein Barreto
Processando da casca de castanheira
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191015_LFR_3 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Na foto vemos uma panela com casca de castanheira fervendo. A casca de castanheira serve como fixador.

Lorena França Reis
Processando urucum
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191015_CPC_1 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Na imagem aparece as mãos de Dona Lúcia Emílio, que está espocando as frutas de urucum para tirar suas sementes e tingir ramas de tucum.

Ceci Penido da Cunha
Quinhampira (peixe com pimenta)
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191026_LFR_2 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Na foto vemos tigelas de quinhampira moqueado, algumas com peixe salgado, peixe fresco e beiju sempre está presente na mesa. Cada mulher prepara sua quinhampira do seu jeito para levar e compartilhar no centro comunitário e comer com seus parentes.

Lorena França Reis
Registro da viagem
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191102_JBB_1 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Na foto percebemos as coisas sendo passado na cachoeira de Tunuí. Tivemos que arrastar o bote e motor, pois a cachoeira estava muito forte, tivemos apoio dos rapazes da comunidade para carregar alimentos e combustível.

Julia Bernstein Barreto
Registro das narrativas
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191011_JBB_2 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

A Dona Bibiana sentada em seu quintal. Onde por longo tempo ouvimos várias narrativas sobre roça, sobre narrativas antigas, depois ela cantou um cântico feminino “beno beno” cantada na língua baniwa.

Julia Bernstein Barreto
Registro de técnicas – processos - alimentação
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191021_JBB_1 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

A Dona Bibiana fazendo beiju, sempre usando suas técnicas de fazer. Forno deve está numa temperatura certa para poder dá certo. Sempre usando os saberes tradicionais e usando os artefatos próprios

Julia Bernstein Barreto
Registro de técnicas – processos - alimentação
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191027_JBB_1 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Pela manhã bem cedo. Já estava no fogo, uma panela com peixe salgado. Essa quinhampira (peixe salgado com pimenta e tucupi), estava sendo preparada para levar ao centro comunitário para compartilhar com os parentes na hora do Caribé (café da manhã).

Julia Bernstein Barreto
Registro de técnicas – processos – artefatos
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20191009_FER_1 · Item · 2019
Parte de Arquivístico

Na imagem percebemos duas peneiras de beiju. Vemos a mulher usando sua sabedoria para colocar beiju um em cima do outro sem estragar, com todo cuidado vai colocando por cima.

Fernanda Olímpio Chaves