Batelão passando por baixo do tronco de jatobá caído no rio Curisevo
FOERTHMANN, HeinzBatelão passando por baixo do tronco de jatobá caído no rio Curisevo
FOERTHMANN, HeinzLegenda da foto: Para abastecer os acampamentos da comissão era necessário o uso dos batelões, tipo de embarcação, para o transporte através dos rios dos suprimentos
Magalhães, Affonso Henrique deDois batelões rebocando bote de borracha para subir o rio Culuene no 15º dia de viagem
FOERTHMANN, HeinzDois batelões rebocando bote de borracha para subir o rio Culuene no 15º dia de viagem
FOERTHMANN, Heinz"Batismo de Fogo deve ser saudado como uma das raras monografias antropológicas - e certamente uma das primeiras realizadas na Amazônia indígena - que decide encarar de frente o tema cristianização de um grupo nativo, e sobretudo por fazê-lo com acuidade etnográfica e perspicácia analítica. O privilégio do ponto de vista indígena não exclui de modo algum a perspectiva missionária, e é a partir desse diálogo que o livro nos permite compreender que os Palikur viram no pentecostalismo potencialidades diversas e complexas, desde a sua adequação como ferramenta na constituição de uma nova identidade no cenário regional majoritariamente católico, até a possibilidade de extensão a toda e qualquer pessoa da capacidade xamânica de contato direto com o mundo espiritual, por meio do batismo com o Espírito Santo."
Capiberibe, ArtionkaHistória contada pelo ancião e conhecedor Antônio Penedo Neres (nome hup, Hɨ́; K’ö̀g K’eg Tẽ̀h ĩh, homem do clã Filhos do Osso do Macaco-Zogue-Zogue), da comunidade Santo Antônio (alto igarapé Cabari). À noite, em 12/12/2019, no acampamento do primeiro dia de caminhada de registro entre Santa Rosa e Paç Pö́g (Serra Grande), na cabeceira do igarapé Cabari. Em local “sem nome, höhöd hat pã (clareira sem nome), utilizado para acampamento na floresta, caça e pesca. Paisagem sonora: som da floresta à noite e algumas pessoas falando ao fundo.
Bruno Ribeiro MarquesBebê em cima da cadeira registrado pelos pesquisadores da Comissão Rondon
Bebê em cadeira registrado pelos pesquisadores da Comissão Rondon
Bebê de 08 meses chamada Nancy sendo amamentada
SCHULTZ, HaraldBebê Terena chamada Nancy com flores
SCHULTZ, HaraldBebê Terena chamada Nancy com flores
SCHULTZ, HaraldBebê Terena chamada Nancy com flores
SCHULTZ, HaraldBebê Terena no chão com um cachorro ao seu lado
SCHULTZ, HaraldBebê Terena no chão com um cachorro ao seu lado
SCHULTZ, HaraldBebê Terena chamado Ciriaquinho sentado no chão
SCHULTZ, HaraldBebê Terena chamado Ciriaquinho sentado no chão
SCHULTZ, HaraldBebê Terena chamado Ciriaquinho sentado no chão
SCHULTZ, HaraldBebê Terena chamado Ciriaquinho sentado no chão
SCHULTZ, HaraldBebê Terena chamado Ciriaquinho sentado no chão
SCHULTZ, HaraldBebedouro de anta (tah n’em’) ao lado de K’ɨy’ N’em’ höhöd (clareira / local de acampamento Bebedouro Tapauara). Ponto da floresta em que animais se concentram para beber água salgada. Segundo dia de caminhada, trecho de ida para o alto rio Tiquié.
Bruno MarquesBebedouro de anta (tah n’em’) ao lado de K’ɨy’ N’em’ höhöd (clareira / local de acampamento Bebedouro Tapauara). Ponto da floresta em que animais se concentram para beber água salgada. Segundo dia de caminhada, trecho de ida para o alto rio Tiquié.
Evaldo AlencarCaça. Bebedouro e ponto de caça de paca. Margem esquerda do rio Uneiuxi vista a partir da margem direita, onde estava armado o acampamento da equipe de etnomapeamento do alto curso do rio Uneiuxi e igarapé Natalzinho.
Nian PissolatiHomem bebendo a água de cipó medicinal (Paç Tɨt, em língua Hup). Isaque Andrade Barreto (comunidade Boca do Traíra). Trecho do caminho entre a comunidade Santa Rosa e Paç Pö́g (Serra Grande) no começo do segundo dia de caminhada.
Bruno Ribeiro MarquesPaisagem. Ponto de caça. Beira do igapó conhecido por ser bebedouro de anta (local propício para caça). Na ocasião, indígenas procuravam vestígios de anta e paca na beira. Registro realizado na viagem de etnomapeamento do igarapé Natal.
Nian PissolatiQuarto dia de viagem, beirando a margem em canoas
FOERTHMANN, HeinzQuarto dia de viagem, beirando a margem em canoas
FOERTHMANN, HeinzCatálogo da exposição temporária "Beleza e saber: plumária indígena" realizada no Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo
Cury, Marília XavierBengala constituída de madeira não identificada e revestida de trançado em duas cores
Sem identificaçãoBengala constituída de madeira não identificada e revestida de trançado em duas cores
Sem identificaçãoBengala apresentando cinto de separação revestido de trançado
CanelaBengala constituída de madeira não identificada e revestida de trançado em duas cores
Sem identificaçãoBengala constituída de madeira não identificada e revestida de trançado em duas cores
Sem identificaçãoBengala constituída de madeira não identificada e revestida de trançado em duas cores
Sem identificaçãoBengala de madeira preta envernizada e oitavada
Fulni-ôBengala constituída de madeira não identificada e revestida de trançado em duas cores
Sem identificaçãoBengala de madeira marrom, envernizada e redonda
Fulni-ôBengala fina, de madeira clara, roliça, com extremidade superior decorada com entalhes
CanelaBenito narra a atuação da Casa Arana na região e as estratégias de defesa dos Bora em relação aos caucheiros peruanos que violetaram e mataram sistematicamente os povos da região durante o processo de extração gomeira.
Maria Luísa LucasHistória migratória dos chamados “povos do centro”. Benito descreve o mito de origem da chegada das primeiras mercadorias ocidentais (machados, terçados, espingardas) e logo a atuação dos antigos chefes na troca de “órfãos” por esses mesmos produtos.
Maria Luísa LucasHistória migratória dos chamados “povos do centro”. Benito descreve o mito de origem da chegada das primeiras mercadorias ocidentais (machados, terçados, espingardas) e logo a atuação dos antigos chefes na troca de “órfãos” por esses mesmos produtos.
Maria Luísa LucasAinda sobre as migrações, Benito narra um pouco sobre o fim do comércio com os compradores de escravos e a atuação da Casa Arana na região, além das estratégias de defesa dos Bora em relação aos caucheiros peruanos que violetaram e mataram sistematicamente os povos da região durante o processo de extração gomeira.
Maria Luísa LucasBenjamim Kulina, com chapéu de miçanga com motivos de jibóia (boria makha hanon), soprando hohori de cerâmica (da etnia Tukano) pintado com bonitos motivos não reconhecidos.
George MagaraiaBenjamim Kulina tenta aprender com Raimundo o modo como se toca o Hihiti. (foto selecionada e descrita pelos pesquisadores indígenas: Benjami rírítíza rítíritínaralí. Mattoza sowi ko pamo e aníní).
George MagaraiaBenjamim Kulina falanddo o que espera da viagem ao Rio de Janeiro e do trabalho no Museu do Índio.
Arnaldo KulinaBenjamim continuando sua fala sobre o que espera da viagem e do trabalho. Ele também fala da viagem de Rio Branco até o Rio de Janeiro e da experiência de andar de avião.
Arnaldo KulinaBenjamim Kulina registra com a filmadora a qualificação do acervo Kulina no Museu do Índio (foto selecionada e descrita pelos pesquisadores indígenas: Bejami fílmi za Fílma de toraralí. Mattoza sowiko pama naralo).
George MagaraiaBenjamim fazendo filmagem da visita à Reserva Técnica do Museu do Índio. Ele está ornamentado com testeira de miçanga, dois colares também de miçangas do tipo gargantilha e um relógio. Os colares têm pingentes, um com figura de beija-flor e outro de bonequinha. A testeira é adornada com motivos coloridos da jibóia (boriamakha hanon).
George MagaraiaBenjamim Kulina filma Raimundo Kulina, que vê peças de cerâmica guajajaras. Atrás dele, estão os vasos de cerâmica vermelhos do Xingu.
Benjamim está ornamentado com testeira de miçangas, dois colares também de miçangas do tipo gargantilha e um relógio. Os colares têm pingentes, um com figura de beija-flor e outro de bonequinha. A testeira é adornada com motivos coloridos da jibóia (boriamakha hanon).
Raimundo está ornamentado com testeira, colar e pulseira de miçangas. A testeira é adornada com motivos coloridos da jararaca (ziki mekhene hanon). O colar é adornado com motivos coloridos de cobra do mato chamada na língua kulina zero makhani hanoni (não foi possível identificar o nome em português). O motivo principal dos desenhos do colar são padrões kaxinawá, segundo os Kuliina. A pulseira é adornada com duas figuras de araras (waha).
Benjamim sentado na escada da sala de museologia, operando filmadora. Atrás, na parede, desenhos de indígenas operando vários redes tradicionais de pesca. Ele está filmando a qualificação do acervo kulina feita por Arnaldo e Raimundo Kulina, junto à equipe de museologia do Museu do Índio
George MagaraiaBenjamim gravando as explicações de Raimundo e Arnaldo Kulina sobre as peças kulina enquanto Fabiana anota as informações no caderno.
George MagaraiaBenjamim se encaixa em um dos chapéus em exposição no espaço para tirar uma foto. Ele carrega consigo a filmadora.
Coletivo KulinaBenjamim, pintado, sem camisa, tenta tocar a flauta Boborara.
Benjamim KulinaBenjamin Constant registrado pelos pesquisadores da Comissão Rondon
Fotografia de Benjamin Constant
Cópia digitalizada de documento textual produzido pelo Serviço de Proteção aos Índios
Serviço de Proteção aos ÍndiosBenjamin Rondon registrado pelos pesquisadores da Comissão Rondon
Benjamin Rondon registrado pelos pesquisadores da Comissão Rondon