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A mudança: (um estudo de migração interna)
BR DFFUNAI RJMI BIB-TESE / O483M / 1972 · Item · 1972
Parte de Bibliográfico

Analisa o fenOmeno da migração interna e seu universo ideológico. Enfoca a perspectiva do próprio migrante

OLIVEIRA, Claudia Menezes Paes de
A mulher que virou tatu
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-82-34(81=1-82) / C173 / 2016 · Item · 2016
Parte de Bibliográfico

O livro conta a história de dois alimentos que os Kaxinawá cultivam em seus roçados: o milho e a batata doce

Camargo, Eliane (Organizadora)
A mulher que virou urutau
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-82-343(81=1-82) / J47 / 2011 · Item · 2011
Parte de Bibliográfico

Lenda indígena Guarani que conta a história de uma índia que se apaixona por Jaxy, o Lua

JEKUPÉ, Olívio
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-323.1 / L638n / 2001 · Item · 2001
Parte de Bibliográfico

Este livro do historiador norte-americano Jeffrey Lesser vem preencher uma lacuna que; ele próprio classifica de surpreendente: a ausência de estudos sobre o grande número de; imigrantes não-europeus no Brasil. Pois, se é verdade que todos os 4,55 milhões de; imigrantes que entraram no país entre 1872 e 1949 trouxeram consigo uma cultura pré-; migratória e criaram novas identidades étnicas, o fato é que os 400 mil asiáticos,; árabes e judeus, considerados não-brancos e não-pretos, foram os que mais puseram em; xeque as idéias da elite sobre a identidade nacional. Trata-se, aqui, de analisar como; e por que esses imigrantes entraram em discussão pública com as lideranças políticas e; intelectuais da nação. Suposições culturais acerca da hierarquia e das categorias; raciais, formalizadas nos séculos XVII e XVIII, refletiam e promoviam um sentimento de; superioridade européia, e muitos pensadores brasileiros eram monogenistas, vendo a raça; como vinculada à biologia e ao meio ambiente. Tais concepções serviam como uma luva à; elite brasileira, permitindo-lhe adquirir legitimidade ao vincular-se a lugares e; culturas longínquas. Afirmando que a geografia (isto é, a natureza) era a base da raça,; os imigrantes "brancos" no Brasil criariam uma identidade nacional semelhante à; européia, que viria a esmagar, com sua superioridade, as populações nativa e africana; A dupla assimilação era a chave para a criação de uma identidade nacional clara: à; medida que os colonos se tornassem brasileiros, o Brasil se tornaria europeu. Mas se; alguns integrantes da elite brasileira viam as características étnicas desejáveis como; de base geográfica e pediam a proibição da imigração proveniente da Ásia e do Oriente; Médio, outros viam a concessão de plenos direitos de cidadania, tanto jurídicos quanto; sociais, aos sírio-libaneses e aos nisseis como um preço razoável a ser pago pelo; crescimento econômico, e outros ainda permaneciam vacilantes, imaginando a; possibilidade de o Estado brasileiro insistir no desaparecimento da etnicidade dos; imigrantes e, mesmo assim, colher os benefícios de sua mão-de-obra. A análise dessas; posições díspares por parte do autor sugere que a "mestiçagem", que muitos estudiosos; viram como significando o surgimento de uma "raça" brasileira nova e uniforme, a partir; da mistura de povos, foi muitas vezes entendida como a criação de diferentes; identidades e de uma multiplicidade de brasileiros hifenizados, e não de um grupo; único

LESSER, Jeffrey
A noite no Tartaro
BR DFFUNAI RJMI BIB-FOL-F0247 / 1928 · Item · 1928
Parte de Bibliográfico
SILVEIRA, João de Barros V. da
A nova história cultural
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-316.7 / H942n / 2006 · Item · 2006
Parte de Bibliográfico

A Nova História Cultural enfatiza a importância do significado na ação social. A obra, saudada pela crítica americana como extremamente importante, apresenta uma argumentação até certo ponto provocativa em defesa dos princípios que fundamentam a Nova História Cultural, explicando os seus objetivos e mostrando o quanto é complexa a recuperação da dinâmica da expressão e interpretação do passado

HUNT, Lynn
A oca e a toca
BR DFFUNAI RJMI BIB-FOL-F3138 / 2013 · Item · 2013
Parte de Bibliográfico

Histórias poéticas sobre os povos indígenas

Valverde, Juçara
A oleira ciumenta
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2 / L664o / 1986 · Item · 1986
Parte de Bibliográfico

Escrito entre dezembro de 1983 e abril de 1985, A Oleira Ciumenta é o mais recente trabalho de Lévi-Strauss. Neste livro ele percorre todo o pensamento mítico do continente americano, analisa a figura da ceramista (a oleira) e as relações deste seu ofício com a personalidade humana, em especial com o ciúme

LÉVI-STRAUSS, Claude
A oligarquia do Tocantins e o domínio dos castanhais
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-338.922(811) / E54o / 1987 · Item · 1987
Parte de Bibliográfico

O objetivo principal deste trabalho consistiu em estudar as relações entre a transformação da estrutura fundiária e as mudanças do poder político de Marabá

EMMI, Marilia Ferreira
A onça e o fogo
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-82-93 / W252 / 2009 · Item · 2009
Parte de Bibliográfico

Lenda indígena que narra o duelo travado entre a onça e o fogo

Wapichana, Cristino
A opção brasileira
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-33(81) / O61 / 1988 · Item · 1988
Parte de Bibliográfico

Este livro traz: O sentido da construção nacional; O desafio da globalização; A macroeconomia do Plano Real; O bloqueio da construção nacional; O cenário estrutural do Brasil; A configuração do espaço; A dinâmica populacional; A reatualização da questão agrária; A imperfeita constelação de cidades; Concentração, desigualdade e pobreza; O envelhecimento da infra-estrutura;. e outros temas

BENJAMIN, César
A organização social dos Tupinambá
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Tupinambá / F363o / 1989 · Item · 1989
Parte de Bibliográfico

Durante mais de quatro séculos foi vendida a imagem do índio como um homem geneticamente preguiçoso, um homem nada afeito ao trabalho sistemático. Esta preguiça, entretanto, seria mera conseqüência da riqueza da terra. O índio brasileiro vivia numa espécie de Leste do Éden, um espaço onde tudo estava à mão e nenhuma necessidade se apresentava. Daí seu nomadismo, seu desapego à terra, seu desprezo ao trabalho. Segundo a tese em voga, também daí vinham seu caráter de povo sem lei, nem fé, nem rei e a formação de uma sociedade onde tudo era permitido, inclusive o canibalismo, a promiscuidade e a libertinagem.; Este olhar quinhentista formalizou o motivo necessário para se trazer da África os milhões de negros escravizados, afinal, uma “cultura superior”, como a européia, não podia conviver com tamanha ignomínia. E o sistema colonial precisava de uma mão de obra mais, digamos, responsável para fazer valer seus altos investimentos

FERNANDES, Florestan
A outra margem do ocidente
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / O94m / 1999 · Item · 1999
Parte de Bibliográfico

O livro reúne 28 ensaios de vários especialistas renomados, abordando a temática indígena a partir de múltiplas perspectivas. Os textos foram apresentados originalmente num ciclo de conferências patrocinado pela Funarte. Vários aspectos da história indígena no Brasil e na América em geral estão representados nesta coletânea, cujo conjunto aponta para algumas das tendências mais marcantes dos debates atuais

NOVAES, Adauto