Analisa o fenOmeno da migração interna e seu universo ideológico. Enfoca a perspectiva do próprio migrante
OLIVEIRA, Claudia Menezes Paes deO livro conta a história de dois alimentos que os Kaxinawá cultivam em seus roçados: o milho e a batata doce
Camargo, Eliane (Organizadora)Lenda indígena Guarani que conta a história de uma índia que se apaixona por Jaxy, o Lua
JEKUPÉ, OlívioPublicação sobre música indígena brasileira
Aborda a atuação das comissOes militares comandadas por Rondon para a construção de linhas telegráficas no Oeste brasileiro
MACIEL, Laura AntunesEste livro do historiador norte-americano Jeffrey Lesser vem preencher uma lacuna que; ele próprio classifica de surpreendente: a ausência de estudos sobre o grande número de; imigrantes não-europeus no Brasil. Pois, se é verdade que todos os 4,55 milhões de; imigrantes que entraram no país entre 1872 e 1949 trouxeram consigo uma cultura pré-; migratória e criaram novas identidades étnicas, o fato é que os 400 mil asiáticos,; árabes e judeus, considerados não-brancos e não-pretos, foram os que mais puseram em; xeque as idéias da elite sobre a identidade nacional. Trata-se, aqui, de analisar como; e por que esses imigrantes entraram em discussão pública com as lideranças políticas e; intelectuais da nação. Suposições culturais acerca da hierarquia e das categorias; raciais, formalizadas nos séculos XVII e XVIII, refletiam e promoviam um sentimento de; superioridade européia, e muitos pensadores brasileiros eram monogenistas, vendo a raça; como vinculada à biologia e ao meio ambiente. Tais concepções serviam como uma luva à; elite brasileira, permitindo-lhe adquirir legitimidade ao vincular-se a lugares e; culturas longínquas. Afirmando que a geografia (isto é, a natureza) era a base da raça,; os imigrantes "brancos" no Brasil criariam uma identidade nacional semelhante à; européia, que viria a esmagar, com sua superioridade, as populações nativa e africana; A dupla assimilação era a chave para a criação de uma identidade nacional clara: à; medida que os colonos se tornassem brasileiros, o Brasil se tornaria europeu. Mas se; alguns integrantes da elite brasileira viam as características étnicas desejáveis como; de base geográfica e pediam a proibição da imigração proveniente da Ásia e do Oriente; Médio, outros viam a concessão de plenos direitos de cidadania, tanto jurídicos quanto; sociais, aos sírio-libaneses e aos nisseis como um preço razoável a ser pago pelo; crescimento econômico, e outros ainda permaneciam vacilantes, imaginando a; possibilidade de o Estado brasileiro insistir no desaparecimento da etnicidade dos; imigrantes e, mesmo assim, colher os benefícios de sua mão-de-obra. A análise dessas; posições díspares por parte do autor sugere que a "mestiçagem", que muitos estudiosos; viram como significando o surgimento de uma "raça" brasileira nova e uniforme, a partir; da mistura de povos, foi muitas vezes entendida como a criação de diferentes; identidades e de uma multiplicidade de brasileiros hifenizados, e não de um grupo; único
LESSER, JeffreyAssovios (com as mãos, chamando homens para a kuxex?)
Leonardo Pires RosseBrincadeira no pátio.
Leonardo Pires RosseBrincadeira no pátio.
Leonardo Pires RosseBrincadeira no pátio.
Leonardo Pires RosseBrincadeira no pátio.
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Leonardo Pires RosseBrincadeira no pátio.
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Leonardo Pires RosseBrincadeira no pátio.
Leonardo Pires RosseBrincadeira no pátio.
Leonardo Pires RosseAssovios (com as mãos, chamando homens para a kuxex?)
Leonardo Pires RosseBrincadeira no pátio.
Leonardo Pires RosseBrincadeira no pátio.
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Leonardo Pires RosseBrincadeira no pátio.
Leonardo Pires RosseBrincadeira no pátio.
Leonardo Pires RosseBrincadeira no pátio.
Leonardo Pires RosseBrincadeira no pátio.
Leonardo Pires RosseBrincadeira no pátio.
Leonardo Pires RosseComentário de Toninho sobre as brincadeiras anteriores.
Leonardo Pires RosseA Nova História Cultural enfatiza a importância do significado na ação social. A obra, saudada pela crítica americana como extremamente importante, apresenta uma argumentação até certo ponto provocativa em defesa dos princípios que fundamentam a Nova História Cultural, explicando os seus objetivos e mostrando o quanto é complexa a recuperação da dinâmica da expressão e interpretação do passado
HUNT, LynnHistórias poéticas sobre os povos indígenas
Valverde, JuçaraInvestiga as origens e os desdobramentos do conflito "branco-índio" na região de Bauru
LIMA, João Francisco TideiEscrito entre dezembro de 1983 e abril de 1985, A Oleira Ciumenta é o mais recente trabalho de Lévi-Strauss. Neste livro ele percorre todo o pensamento mítico do continente americano, analisa a figura da ceramista (a oleira) e as relações deste seu ofício com a personalidade humana, em especial com o ciúme
LÉVI-STRAUSS, ClaudeO objetivo principal deste trabalho consistiu em estudar as relações entre a transformação da estrutura fundiária e as mudanças do poder político de Marabá
EMMI, Marilia FerreiraLenda indígena que narra o duelo travado entre a onça e o fogo
Wapichana, CristinoEste livro traz: O sentido da construção nacional; O desafio da globalização; A macroeconomia do Plano Real; O bloqueio da construção nacional; O cenário estrutural do Brasil; A configuração do espaço; A dinâmica populacional; A reatualização da questão agrária; A imperfeita constelação de cidades; Concentração, desigualdade e pobreza; O envelhecimento da infra-estrutura;. e outros temas
BENJAMIN, CésarEste trabalho é uma incursão sobre a história de uma instituição destinada a corrigir e recuperar índios denominados criminosos - o Reformatório Agrícola Indígena Krenak - que funcionou no Estado de Minas Gerais entre as décadas de 60 e 70
CORRÊA, José Gabriel SilveiraDurante mais de quatro séculos foi vendida a imagem do índio como um homem geneticamente preguiçoso, um homem nada afeito ao trabalho sistemático. Esta preguiça, entretanto, seria mera conseqüência da riqueza da terra. O índio brasileiro vivia numa espécie de Leste do Éden, um espaço onde tudo estava à mão e nenhuma necessidade se apresentava. Daí seu nomadismo, seu desapego à terra, seu desprezo ao trabalho. Segundo a tese em voga, também daí vinham seu caráter de povo sem lei, nem fé, nem rei e a formação de uma sociedade onde tudo era permitido, inclusive o canibalismo, a promiscuidade e a libertinagem.; Este olhar quinhentista formalizou o motivo necessário para se trazer da África os milhões de negros escravizados, afinal, uma “cultura superior”, como a européia, não podia conviver com tamanha ignomínia. E o sistema colonial precisava de uma mão de obra mais, digamos, responsável para fazer valer seus altos investimentos
FERNANDES, FlorestanO livro reúne 28 ensaios de vários especialistas renomados, abordando a temática indígena a partir de múltiplas perspectivas. Os textos foram apresentados originalmente num ciclo de conferências patrocinado pela Funarte. Vários aspectos da história indígena no Brasil e na América em geral estão representados nesta coletânea, cujo conjunto aponta para algumas das tendências mais marcantes dos debates atuais
NOVAES, Adauto