Oficina de qualificação do acervo de cerâmica baniwa do MI, realizada entre 05 e 10 de Maio de 2014. Atividades de qualificação do acervo realizadas na sala da museologia.
Paulo Roberto Assunção Felisberto de CarvalhoOficina de qualificação do acervo de cerâmica baniwa do MI, realizada entre 05 e 10 de Maio de 2014. Atividades de qualificação do acervo realizadas na sala da museologia.
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Paulo Roberto Assunção Felisberto de CarvalhoOficina de qualificação do acervo de cerâmica baniwa do MI, realizada entre 05 e 10 de Maio de 2014. Atividades de qualificação do acervo realizadas na sala da museologia.
Paulo Roberto Assunção Felisberto de CarvalhoOficina de qualificação do acervo de cerâmica baniwa do MI, realizada entre 05 e 10 de Maio de 2014. Atividades de qualificação do acervo realizadas na sala da museologia.
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Paulo Roberto Assunção Felisberto de CarvalhoOficina de qualificação do acervo de cerâmica baniwa do MI, realizada entre 05 e 10 de Maio de 2014. Atividades de qualificação do acervo realizadas na sala da museologia.
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Paulo Roberto Assunção Felisberto de CarvalhoOficina de qualificação do acervo de cerâmica baniwa do MI, realizada entre 05 e 10 de Maio de 2014. Atividades de qualificação do acervo realizadas na sala da museologia.
Paulo Roberto Assunção Felisberto de CarvalhoOficina de qualificação do acervo de cerâmica baniwa do MI, realizada entre 05 e 10 de Maio de 2014. Atividades de qualificação do acervo realizadas na sala da museologia.
Paulo Roberto Assunção Felisberto de CarvalhoOficina de qualificação do acervo de cerâmica baniwa do MI, realizada entre 05 e 10 de Maio de 2014. Atividades de qualificação do acervo realizadas na sala da museologia.
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Paulo Roberto Assunção Felisberto de CarvalhoOficina de qualificação do acervo de cerâmica baniwa do MI, realizada entre 05 e 10 de Maio de 2014. Atividades de qualificação do acervo realizadas na sala da museologia.
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Paulo Roberto Assunção Felisberto de CarvalhoImagens do Ministro da Justiça, José Gregori, o Presidente da Funai, Glênio da Costa Alvarez, e o Diretor do Museu do Índio, José Carlos Levinho, andando pelo Museu. O índio Kuikuru, Tabata cumprimenta o ministro e Vânia Bonelli, Secretaria de Cultura do
Continuação da fita MIVI045. Teatro infantil no pátio do Museu do Índio, com pintura facial nas crianças. Brincadeiras com crianças. Contador de História. Loja Artídia do MI. Criança Indígena. Carlos Augusto, antropólogo, manuseando a máquina de projeção
Imagens do Museu do Índio, escolas visitando o MI. Índios Guarani de Bracuí, do Estado do Rio de Janeiro, vendendo artesanato nos jardins do MI. Os troncos do Quarup, ainda no jardim maior, antes de ser transferido para o outro jardim. O índio Sampaim Kam
As antropólogas Sheila Sá e Elisabeth Bréa na sala de trabalho, no Serviço de Pesquisa. Casa de Reza Guarani. Alguns funcionários no corredor do prédio de madeira. Vista do Museu. O antropólogo Carlos Augusto. Crianças visitando o MI. Os troncos do Quarup
Jardim do Museu do Índio. Crianças com os índios Kuikuru do Xingu comprando artesanato. Escolas visitam o Museu do Índio. Índios Kuikuru visitam a exposição "Cenas do Cotidiano Indígena". Eles estão com pintura corporal e facial, com adornos, colar, brace
Dia da criança no Museu do Índio. Entrevista com o índio Carlos Tukano. Ele conta histórias do seu povo, e em seguida senta com os visitantes para contar histórias de sua comunidade. Faz brincadeiras com as crianças, cantam e dançam. Oficina de origami, n
Exposição - Cenas do Cotidiano Indígena. Lançamento do livro de Moacyr Scliar. Carlos Augusto da Rocha Freire, antropólogo do Museu do Índio, faz palestra. Imagem de foto de Noel Nutels
Vídeo sobre a Mesa de Encerramento do Seminário Etnias, Patrimônio Cultural e Biológico. Participaram da mesa: Fernando Gabeira, Deputado Federal, Glênio Alvares, presidente da Funai, Ivo, índio Khraô, José Carlos Levinho, Diretor do Museu do Índio, Lélia
Cerimônia de oferenda À terra do Rio de Janeiro, pelo sacerdote indígena Quíchua, Dom Vidal Ayala, chefe da comunidade Yntiaylub do Peru. Assinatura do convênio entre a FUNAI/UERJ, com a presença do Reitor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, o pr
Imagem de crianças visitando o Museu do Índio. Maricá, índio Kuikuru fala sobre os utensílios dentro da casa indígena, construída pelos Kuikuru. Imagens com detalhes, de uma casa indígena construída nos jardins do Museu do Índio, pelos índios Wajãpi. Imag
Vídeo sobre o lançamento dos livros: KASIWA: PINTURA CORPORAL E ARTE GRÁFICA WAJÃPI e WAJÃPI RENA: ROÇÃS, PÁTIOS E CASA. Inauguração do laboratório de úmidos e de papel. Inauguração das instalações das Reservas Técnicas Berta Ribeiro. Apresentação do víde
MOREIRA, Maria GorettiAtividades do Museu do Índio. Inauguração da Roça. Atividade para a Terceira Idade. O índio Maksuara faz palestra no auditório do Museu do Índio. Exposição “Cada Povo Tem Seu Jeito De Viver” e Exposição dos Índios Yanomami, no jardim. Oficina de argila, b
Bombeiros no Museu do Índio cortando árvores. Imagens do estado de destruição em que se encontrava o prédio central do museu. Inauguração da exposição dos índios Kambiowá de Pernambuco. Inauguração da placa da biblioteca, em homenagem, ao Carlos Roberto D
Apresentação teatral no MI. Imagens de crianças assistindo a peça. Exposição do MI "Cenas do Cotidiano Indígena". Crianças no jardim do MI com roupas imitando os índios. O índio Carlos Tukano contando história para as crianças no jardim do MI. Loja Artínd
Moça vestida de "índia". Jardim do Museu do Índio. Crianças no Jardim do MI com as professoras. Funcionários do MI. Índios Kuikuru saindo da Casa dos Guarani, vão para o jardim e começam a dança. Os Kuikuru estão com pintura corporal e facial, com adornos
Lançamento da camiseta VIVA OS KAIOWÁ. Atividade promovida pelo MI, devido a situação em que vivia os índios Kaiowá. Participaram do debate, Dr. Júlio Gaiger, presidente da Funai. O Diretor do MI, José Carlos Levinho. O compositor, Gilberto Gil, a Sra. Vi
Índios Kuikuru lutando huka-huka no jardim do MI. Em seguida dançam e cantam. O índio Tabata concede entrevista. O índio Tabata com o fotografo Lamônica. Sala de exposição fotográfica. Exposição: " Bet' RRA - O Darcy dos Índios". Os índios Kuikuru dançam
Apresentação de Peça Infantil no Museu no Índio, em comemoração ao mês do índio (abril). Muitas crianças na platéia assistindo a peça. Visitantes no Museu do Índio. O Índio Marcelo Guarani, da aldeia Boa Esperança, no Espirito Santo, fazendo atividades co
O presidente da FUNAI, Dr. Carlos Frederico Marés abre a reunião no auditório do Museu do Índio. A mesa é composta pelo Ministro da Justiça, Carlos Dias, o diretor do Museu do Índio, José Carlos Levinho, o representante do Ministério da Cultura responsáve
O índio Marcelo Guarani canta e conta histórias para estudantes, dentro da Casa Guarani, construída no jardim do MI. Imagens de peças de cerâmica do acervo do Museu do Índio. Imagem do laboratório de restauração, jardim do MI, imagem do busto de Rondon no
Imagens da Artíndia. Festa de São João dos funcionários do Museu do Índio
LAMÔNICA, SabrinaImagens da festa junina dos funcionários do Museu do Índio
Imagens semana do índio 1997
O Atlas apresenta parte de uma nova história da ocupação do espaço geográfico amazônicos pelas sociedades indígenas brasileiras. Sempre representados como parte do passado pelos autores de livros didáticos nacionais, os índios doAcre são aqui os narradores de sua própria história num tempo e espaço renovadamente presentes. Todos os textos e desenhos que compõem o material foram criados por professores em atividades didáticas nos cursos de formação na área de estudo da geografia indígena, integrante de seu currículo de magistério.
Comissão Pró-Índio do AcreA cartografia é uma linguagem ilustrativa que permite mostrar a espacialização da ocupação de um território em diferentes temas e épocas. É por tanto uma ferramenta que, na forma de mapa ou Atlas, permite análises e reflexões, levando; ao conhecimento e orientando na tomada de decisões. Assim a pesquisa, que fundamenta este trabalho, busca validar o uso da cartografia na educação ambiental,como instrumento de gestão ambiental, em terras indígenas. Este trabalho relata o processo participativo que envolveu professores, alunos, lideranças e outros moradores; da Aldeia Te’ýikue, localizada na região sul do Estado de Mato Grosoo do Sul, bem como, professores e pesquisadores da Universidade Católica Dom Bosco-UCDB vinculados ao Programa Kaiowá/Guarani e ao Núcleo de Estudos e Pesquisas de Populações Indígenas-NEPPI, e que culminou na elaboração do “Atlas Sócioambiental da Terra Indígena Te’ýikue”. Contou com o apoio do Fundo Nacional do Meio Ambiente-FNMA, vinculado ao Ministério do Meio Ambiente, por meio dos recursos; financeiros provenientes do Projeto “Plano de Gestão Ambiental na Área Indígena de Caarapó”. A pesquisa desenvolvida teve por objetivo criar um instrumento de apoio ao trabalho desenvolvido nas escolas indígenas da Aldeia e de subsídio à comunidade indígena nas reflexões acerca do território e sua gestão ambiental. Estudou-se o espaço físico, legalmente delimitado como terra indígena e ocupado pelos Guarani e Kaiowá,; abrangendo aspectos históricos e socioambientais que, ao final, foram expressos na; forma de um Atlas composto de mapas, textos e outras ilustrações. Os mapas buscam; representar a localização, abrangência e distribuição das ocorrências na superfície física.; Textos e ilustrações complementam os dados mapeados. A metodologia empregada envolveu levantamento bibliográfico e de campo, utilização de imagens aéreas e orbitais, georreferenciamento e geoprocessamento de dados, e oficinas realizadas em Campo Grande, e principalmente, em Caarapó na Aldeia
SMANIOTTO, Celso RubensAtletas registrados pelos pesquisadores da Comissão Rondon
Esta dissertação discute três momentos do processo de contato entre o povo indígena Xokleng, os imigrantes alemães e os funcionários do SPI, na região do Vale do Itajaí, no Estado de Santa Catarina, entre 1850 e 1926. O trabalho enfoca, num primeiro momento, os ataques na mata entre os nativos e os recém-chegados; num segundo, os processos de adoção de crianças indígenas; e, num terceiro, o cotidiano do Posto Indígena Duque de Caxias, na esteira da “pacificação” dos Xokleng. Busca-se compreender as formas de pensar e agir dos diferentes sujeitos históricos envolvidos no contato, conferindo visibilidade aos atores indígenas e dando voz às suas próprias interpretaçOes e açOes diante da nova realidade
WITTMANN, Luisa TombiniAtravessando carro pelo rio Vermelho numa balsa
FORTHMANN, HeinzAtravessando carro pelo rio Vermelho numa balsa
FORTHMANN, HeinzAtravessando carro pelo rio Vermelho numa balsa
FORTHMANN, HeinzAtravessando córrego
FOERTHMANN, HeinzAtravessando córrego
FOERTHMANN, HeinzAtravessando córrego
FOERTHMANN, HeinzAtravessando córrego
FOERTHMANN, HeinzIgarapé Buut Nâax, Oscar Dâw.
Karolin ObertO grupo atravessa um igarapé grande sobre um tronco.
Benjamim KulinaAs outras canoas esperam encostadas na margem, logo atrás da primeira canoa. A terceira canoa chega e encosta na outra margem.
Benjamim KulinaO grupo da oficina atravessa um pequeno igarapé. Kubiu ajeita uma pequena ponte. Komizi sumiu sem que ninguém percebesse.
Benjamim KulinaTravessia de rio numa balsa
FORTHMANN, HeinzTravessia de rio numa balsa
FORTHMANN, HeinzAtravessando um campo a caminho da aldeia dos índios Mehináku, acerca de vinte quilometros do posto indígena
FOERTHMANN, HeinzAtravessando um campo a caminho da aldeia dos índios Mehináku, acerca de vinte quilometros do posto indígena
FOERTHMANN, HeinzAtravessando um campo a caminho da aldeia dos índios Mehináku, acerca de vinte quilometros do posto indígena
FOERTHMANN, HeinzExecução do motivo melódico do canto Ättä edeemi’jhödö executado durante a inauguração de uma casa redonda. ädeemi. Dono de canto Vicente Castro
Povo Ye'kwanaAturá confeccionado com lasca de cipó não identificado, segundo a técnica do trançado torcido vertical. Apresenta borda com acabamento com aro múltiplos que estendem-se pelo interior do cesto, em intervalos regulares. Exibe superfície externa decorada com motivos geometrizantes, formandos por curvas sinuosas na vertical, pintadas em vermelho e alça de fibra macerada para suspender
Yanomami