Etnografia do povo Witoto
PEREIRA, EdmundoAspecto do rio Curisevo um pouco antes da confluência com o rio Piranha
FOERTHMANN, HeinzAspecto do rio Curisevo um pouco antes da confluência com o rio Piranha
FOERTHMANN, HeinzAspecto do rio Curisevo um pouco antes da confluência com o rio Piranha
FOERTHMANN, HeinzAspecto do rio Curisevo um pouco antes da confluência com o rio Piranha
FOERTHMANN, HeinzAspecto do rio Curisevo um pouco antes da confluência com o rio Piranha
FOERTHMANN, HeinzAspecto do rio Curisevo um pouco antes da confluência com o rio Piranha
FOERTHMANN, HeinzAspecto do rio Curisevo um pouco antes da confluência com o rio Piranha
FOERTHMANN, HeinzDocumentário produzido pelo S.P.I., que mostra o cotidiano dos índios do sul do país e a socialização feita através dos membros do S.P.I. Resumo das cenas: legenda: "Um posto indígena da I.R. 7"/ "Um filme documentário da Seção de Estudos do Serviço de Proteção aos Índios."/ créditos iniciais/ mapas/ mapa do Brasil, localizando o Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná/ gráfico da população indígena da I.R. 7 em 1946: 4.618 - Kaingang; 258 - Botocudo; 538 - Guarani/ gráfico da produção agrícola da I.R. 7 em 1946, em toneladas: 3.055 - milho; 274 - feijão; 60 - arroz; 122 - trigo; valor total: Cr$ 2.104.536,00/ gráfico da existência pecuária da I.R. 7 em 1946: 823 - bovinos; 1203 - equinos; 7827 - suínos; 231- ovinos ; 51 muares; valor total Cr$ 2.046.912/ mapa Brasil/ aldeia vista de longe/ casas/ índios brincando/ close índio criança/ close mulher branca chamando os índios / índios entrando em fila, numa casa/ índios se alimentando/ close de índios/ gado/ índio jogando alimentos para dentro de uma casa/ índios jogando milho para dentro da casa e um outro retirando abóboras de dentro da carroça/ índias meninas jogando milhos para os porcos/ animais dormindo dentro de um cesto/ índios trabalhando na plantação/ índio adulto preparando a terra com os filhos/ índios plantando mudas/ índias tecendo palha/ índio juntando pedaços de árvore/ homem chegando em casa/ índio raspando e cortando pedaços de árvore/ índia trabalha com os pedaços já cortados/ um terceiro índio confecciona um cesto/ índio amarrando uma corda em volta de uma árvore/ índio sobe numa araucária preso pela corda/ índias pegam do chão os pinhões caídos/ índio descendo de volta/ índias queimando e comendo os pinhões (ponta preta)/ gado/ índios carregando folhas de mate/ índios pesando amarração de folhas/ moinho puxado por cavalo/ queda d'água/ moinho/ cachoeira/ rio com correnteza/ pedreira/ índios trabalhando/ aldeia/ bois arando a terra/ plantação de trigo/ trigos balançando com o vento/ barco/ membro do S.P.I. conversando com índia/ desembarque/ acampamento/ panelas de comida no fogo/ galo/ barco do S.P.I. chegando numa aldeia/ índios recebendo os membros do S.P.I./ socialização dos índios com os brancos/ índios ganhando presentes e roupas dos brancos/ produtos de cabelo/ brancos aplicam os produtos nos cabelos dos índios/ índios trabalhando nas terras/ close de índio/ médico e enfermeira cuidando de índios crianças/ índia ralando mandioca/ índia preparando comida/ panelas de barro/ índios caminham pela mata, com enxadas/ índios derrubando árvores/ árvores caindo/ índios serrando troncos/ pedaços de madeira/ índios carregando madeiras/ índios preparando massa para confecção de telhas/ telhas secando/ gado/ detalhes de lugares em que a madeira foi utilizada/ Bandeira Nacional sendo hasteada/ Bandeira Nacional/ legenda "fim"
SCHULTZ, HaraldLabel original: IMG_1200
Marina Pereira NovoLabel original: IMG_1197
Marina Pereira NovoUm peixe olhou para mim é o resultado de uma pesquisa de campo de 26 meses entre os Yudjá, um povo tupi de navegadores e produtoras de bebidas fermentadas das ilhas do rio Xingu, que vive atualmente no Parque Indígena do Xingu; Resultado, também, de uma reflexão efetuada ao longo dos últimos vinte anos, este livro restitui as ligações que o cauim apresenta com deferentes aspectos da vida social Yudjá, oferecendo ao mesmo tempo uma analisa de um sistema sociocosmológico e um mapa condição humana; Como pensar relações entre perspectivas sem efetuar uma conceitualização hierárquica? Como criar todos que não sejam englobamentos? Daria para imaginar uma lógica entre perspectivas que tivesse mais afinidades com um jogo entre o dentro e o fora, do que entre partes e todos? Tais questões, diretamente enfrentadas pela autora, deixam implícita uma outra: existe uma diferença entre comer gente e beber cauim? Quem asseguraria que não comer gente é uma indicação suficiente de que não se é canibal?
LIMA, Tania StolzePrograma veiculado na TV Cultura que retrata a diversidade das árvores brasileiras. O episódio em questão trata da andiroba.
Reunião de ensaios amazônicos em que o autor trata da geografia da região, seu relevo, seus rios, o clima, os povoamentos, as fronteiras, tudo dentro de uma penetrante visão de conjunto. Sobre esse livro, Artur César Ferreira Reis escreve no prefácio: "Em Um Paraíso Perdido, Euclides [.] daria ao Brasil o outro 'livro vingador', como procedera em Os Sertões. Seria a interpretação da Amazônia como área em ser, mundo por revelar, centro ativo de uma civilização que se criaria para o futuro".
CUNHA, Euclides daCaderno de campo do eminente antropólogo Luiz de Castro Faria. O material desse livro encadeia um arguto depoimento em que a observação minuciosa do cotidiano da expedição de 1938 é enriquecido por uma extraordinária coleção de fotos. A expedição da Serra do Norte contou com a presença ilustre de Claude Lévi-Strauss, naquela época, um jovem pesquisador, professor da Universidade de São Paulo, fato que valoriza ainda mais esse registro
Faria, Luiz de CastroQualificação de mestrado apresentado no Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia - IBICT sobre estudo do acervo imagético dos índios Urubu-Kaapor depositado no Museu do Índio e realizado por Darcy Ribeiro
Mello, Rodrigo Piquet Saboia deCatálogo da exposição "Um Novo Mundo, Um Novo Império - A Corte Portuguesa no Brasil"
Museu Histórico NacionalO artigo propõe algumas reflexões acerca do acervo fílmico do SPI, trazendo à baila elementos de magnitude da coleção
Mello, Rodrigo Piquet Saboia deEnsaio com breves reflexões da trajetória do autor sobre a produção documentária dos povos indígenas
Mello, Rodrigo Piquet Saboia deOficina. Atividade de georreferenciamento. André Garrido manuseia GPS, acompanhado de Celson Castelo durante Oficina de Etnomapeamento. Ao fundo é possível ver o rio Uneiuxi.
Nian PissolatiOficina. Atividade de georreferenciamento. André Garrido manuseia GPS, acompanhado de Evanildo Nadëb e Celson Castelo, durante Oficina de Etnomapeamento na comunidade do Roçado.
Nian PissolatiEduardo Castelo e Enock Castelo (filho de Eduardo) esticam malhadeira (rede utilizada para pesca) no lago São João, no rio Uneiuxi. Ouvem-se vozes vindas da canoa de crianças, de um jovem e de uma mulher. A sequência completa da ação está registrada nos arquivos ndb_20171123_npi_01.MOV a ndb_20171123_npi_10.MOV. Não há tradução das falas para o português. Registro realizado na viagem que levava equipe de trabalho de Santa Isabel do Rio Negro à comunidade do Roçado.
Nian PissolatiEduardo Castelo e Enock Castelo (filho de Eduardo) esticam malhadeira (rede utilizada para pesca) no lago São João, no rio Uneiuxi. Ouvem-se vozes vindas da canoa de crianças, de um jovem e de uma mulher. A sequência completa da ação está registrada nos arquivos ndb_20171123_npi_01.MOV a ndb_20171123_npi_10.MOV. Não há tradução das falas para o português. Registro realizado na viagem que levava equipe de trabalho de Santa Isabel do Rio Negro à comunidade do Roçado.
Nian PissolatiEduardo Castelo e Enock Castelo (filho de Eduardo) esticam malhadeira (rede utilizada para pesca) no lago São João, no rio Uneiuxi. Ouvem-se vozes vindas da canoa de crianças, de um jovem e de uma mulher. Ao final da ação a canoa grande se aproxima da pequena, para que os pescadores embarquem. Eduardo fala para o pesquisador Nian Pissolati em nadëb que as canoas antigas estão próximas (neste lago estão submersas três canoas atribuídas ao grupo de Kanang Hyyh, narrativa que faz parte do ciclo mítico chamado Kanang Hyyh Makũũ Panyyg, em tradução literal História de Kanang Hyyh Makũũh). Canoa então prossegue a viagem para o ponto buscado no lago. A sequência completa da ação está registrada nos arquivos ndb_20171123_npi_01.MOV a ndb_20171123_npi_10.MOV. Não há tradução das falas para o português. Registro realizado na viagem que levava equipe de trabalho de Santa Isabel do Rio Negro à comunidade do Roçado.
Nian PissolatiTécnica de pesca. Na canoa, Samuel Castelo, Joabe Castelo, Eduardo Júnior Castelo, Elyzangêla Castelo, Enock Castelo, Adilson Melgueiro e Rosângela Castelo observam e comentam a aparição de animais de casco alguns metros à frente, no lago São João, no rio Uneiuxi. Eduardo Castelo aguarda Enock embarcar na canoa pequena para ir até o local para esticar malhadeira (rede utilizada para pesca). Após tirar água da canoa, pegar anzol e facão, a dupla rema até o local e começa a esticar a armadilha. A sequência completa da ação está registrada nos arquivos ndb_20171123_npi_01.MOV a ndb_20171123_npi_10.MOV. Não há tradução das falas para o português. Registro realizado na viagem que levava equipe de trabalho de Santa Isabel do Rio Negro à comunidade do Roçado.
Nian PissolatiEduardo Castelo e Enock Castelo (filho de Eduardo) esticam malhadeira (rede utilizada para pesca) no lago São João, no rio Uneiuxi. Ouvem-se vozes vindas da canoa de crianças, de um jovem e de uma mulher. A sequência completa da ação está registrada nos arquivos ndb_20171123_npi_01.MOV a ndb_20171123_npi_10.MOV. Não há tradução das falas para o português. Registro realizado na viagem que levava equipe de trabalho de Santa Isabel do Rio Negro à comunidade do Roçado.
Nian PissolatiEduardo Castelo e Enock Castelo (filho de Eduardo) esticam malhadeira (rede utilizada para pesca) no lago São João, no rio Uneiuxi. Ouvem-se vozes vindas da canoa de crianças, de um jovem e de uma mulher. A sequência completa da ação está registrada nos arquivos ndb_20171123_npi_01.MOV a ndb_20171123_npi_10.MOV. Não há tradução das falas para o português. Registro realizado na viagem que levava equipe de trabalho de Santa Isabel do Rio Negro à comunidade do Roçado.
Nian PissolatiEduardo Castelo e Enock Castelo (filho de Eduardo) esticam malhadeira no lago São João, no rio Uneiuxi. Ouvem-se vozes vindas da canoa de crianças, de um jovem e de uma mulher. A sequência completa da ação está registrada nos arquivos ndb_20171123_npi_01.MOV a ndb_20171123_npi_10.MOV. Não há tradução das falas para o português. Registro realizado na viagem que levava equipe de trabalho de Santa Isabel do Rio Negro à comunidade do Roçado.
Nian PissolatiFruto de uma minuciosa pesquisa e de uma reflexão original sobre o indigenismo, este livro apresenta um estudo denso da trajetória histórica do Serviço de Proteção aos Índios, das suas origens em 1910 à tumultuada extinção em 1967. É particularmente relevante a forma cuidadosa com a qual o autor trata os conceitos que nortearam – e norteiam, em alguma medida – a política indigenista do Estado brasileiro
LIMA, Antônio Carlos de SouzaEstabelece os contornos do exercício do poder tutelar do Estado Nacional sobre as populaçOes indígenas dispersas pelo território brasileiro
LIMA, Antônio Carlos de SouzaEstabelece os contornos do exercício do poder tutelar do Estado Nacional sobre as populaçOes indígenas dispersas pelo território brasileiro
LIMA, Antônio Carlos de SouzaUm burro
FOERTHMANN, HeinzUm burro
FOERTHMANN, HeinzUm burro
FOERTHMANN, HeinzUm burro
FOERTHMANN, HeinzUm burro
FOERTHMANN, HeinzDesenhos expostos no Museu Mineiro realizados por professores indígenas de seis etnias em oficinas de arte que aconteceram durante o II Curso de Magistério de Ensino Fundamental para Professores Indígenas de Minas Gerais
Boletim informativo especial publicado pela Fundação Nacional de Saúde - FUNASA sobre as ações de saúde realizadas em abril de 2008 entre diversas etnias do país, em especial àquelas localizadas no Vale do Javari
Triângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal
MatipuCinto formado de fios de tucum (Astrocaryum spp.)que contornam as cadeiras do corpo feminino que faz parte do uluri
Não identificadoTriângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal
Índios do XinguTriângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal
MatipuTriângulo de entrecasca de árvore cujo vértice, voltado para baixo, pende um cordel perineal, usado suspenso por outro cordel atado a um cinto de fios que contornam os quadris
KamayuráTriângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal
Índios do XinguTriângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal
Índios do XinguTriângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal
Índios do XinguTriângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal
KamayuráTriângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal
Índios do XinguUluri constituído de um pequeno triângulo de entrecasca de árvore, cujo o vértice é voltado para baixo, de onde pende um cordel perineal. O triângulo encontra-se suspenso por um cinto de cordões de fibra de buriti torcida, dispostos paralelamente,e que contornam os quadris
KuikuroTriângulo de entrecasca de árvore cujo vértice, voltado para baixo, pende um cordel perinal de fibra não identificada
Índios do XinguTriângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal
Índios do XinguTriângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal
Índios do XinguConjunto de fios de fibra torcido formando um cinto utilizado na composição do uluri
KamayuráUluri constituído de um pequeno triângulo feito de entrecasca de árvore, cujo o vértice é voltado para baixo, de onde pende um cordel perineal. O triângulo encontra-se suspenso por um cinto de fios
Kamayurá