Antiga sede do Posto Indígena União
Legenda da foto: Rondon e outros integrantes da comissão ao lado do antigo marco de fronteira entre Brasil e Paraguai
Brand, AlbertoParticipantes: Auxiliadora Fernandes da Silva, Karolin Obert.
Motivação: Explicar a origem do nome desse igarapé e relatar quem morava nesse lugar.
Antigo porto do povo Dâw, no igarapé Bukaar Pêeg.
Karolin ObertSantiago Meicuaco fala sobre como os antigos machados eram fabricados e usados. Logo, narra o mito de origem da chegada dos primeiros instrumentos de metal, na negociação entre Wakiméi Ihchúba e Uwaje Niimuhe.
Maria Luísa LucasEsta é uma reedição da coletânea de artigos, depoimentos e textos históricos dos séculos XVII a XX, reunidos por Luís da Câmara Cascudo na década de 1970. Em Antologia da alimentação no Brasil, conhecemos histórias saborosas da vida cotidiana brasileira: da introdução do sorvete no Brasil ao cotidiano de bares e cozinhas de negros e brancos, escravos e livres, baianos e mineiros
Cascudo, Luis da CamaraEm Lendas do índio brasileiro Alberto da Costa e Silva, reuniu algumas das mais belas e significativas narrativas dos nossos índios. Histórias puras e incomparáveis, que inspiraram escritores como Mário de Andrade e Rual Bopp, e continuam a nos inspirar com sua riqueza e magia
SILVA, Alberto da Costa eOs dois volumes da Antologia do Folclore Brasileiro , de Luís da Câmara Cascudo, formam um painel sem similar sobre aspectos do folclore e da etnografia brasileira, através da reunião de cem textos de autores brasileiros e estrangeiros, vários deles de acesso extremamente difícil
Cascudo, Luis da CamaraAntônio Bento Maxakali grava Maroto Maxakali conversando. Maroto não diz nada de importante. Ao fundo está Valdomiro Maxakali. Eduardo Rosse também aparece, de camisa amarela.
Marilton MaxakaliAntônio Bento Maxakali grava Maroto Maxakali conversando. Maroto não diz nada de importante. Ao fundo está Valdomiro Maxakali. Eduardo Rosse também aparece, de camisa amarela.
Marilton MaxakaliAntônio Bento Maxakali grava Maroto Maxakali conversando. Maroto não diz nada de importante. Ao fundo está Valdomiro Maxakali. Eduardo Rosse também aparece, de camisa amarela.
Marilton MaxakaliAntônio Bento Maxakali grava Maroto Maxakali conversando. Maroto não diz nada de importante. Ao fundo está Valdomiro Maxakali. Eduardo Rosse também aparece, de camisa amarela.
Marilton MaxakaliCoordinador Peter Beysen filmando Antonio e Moises Pinhanta Comunidade Apiwtxa, Rio Amônia,
Peter BeysenCópia digitalizada de documento textual produzido pelo Serviço de Proteção aos Índios
Serviço de Proteção aos ÍndiosCópia digitalizada de documento textual produzido pelo Serviço de Proteção aos Índios
Serviço de Proteção aos ÍndiosAntônio Estrela
André Cunihtyc KrahôAntônio Estrela
André Cunihtyc KrahôRegistro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Cópia digitalizada de documento textual produzido pelo Serviço de Proteção aos Índios
Serviço de Proteção aos ÍndiosAntonio Pinhanta colocando a pasta de urucum no recipiente de taboca/bambu. Detalhe do pote com pasta de urucum e o frasco com óleo de palmeira. Comunidade Apiwxta, Rio Amônia.
Peter BeysenContinuação da fotografia_129
Comunidade Apiwxta, Rio Amônia.
Continuação da fotografia_126
Antonio Pinhanta colocando as folhas do milho contra o taboca para assim obter a medida certa da futura tampa. Comunidade Apiwxta, Rio Amônia.
Continuação da fotografia_127
Antonio Pinhanta colocando linha de algodão (coberto por cera de abelha) em torno das folhas do milho. Comunidade Apiwxta, Rio Amônia.
Continuação da fotografia_128
Comunidade Apiwxta, Rio Amônia.
Buscando o equilíbrio ideal: a espessura do tambor precisa ser fino, mas não tão fino que vai rasgar. Apiwtxa. Rio Amonia.
Peter BeysenComunidade Apiwxta, Rio Amônia.
Peter BeysenAntonio Pinhanta misturando a pasta de urucum enquanto Kawona e Yasumi filhas de Andréia) estão aprendendo. Comunidade Apiwxta, Rio Amônia.
Peter BeysenComunidade Apiwtxa, Rio Amônia, Antonio Pinhanta sentado na casa dele e arranjando a matéria prima (kõntaki= ’palmeira de cocão’) para iniciar a produção da faixa da coroa Ashaninka
Peter BeysenAntonio Pinhanta descascando as folhas do milho para posteriormente confeccionar com elas a tampa do recipiente de urucum. Comunidade Apiwxta, Rio Amônia.
Peter BeysenCasa de Seu Antonio e Dona Piti. Apiwtxa. Rio Amonia.
Peter BeysenTrabalho desenvolvido por antropólogos para profissionais do Direito, fruto da aproximação do Ministério Público Federal e da Associação Brasileira de Antropologia
Lima, Antonio Carlos de Souza (coordenação geral)O homem submeteu as forças da natureza, mas não conseguiu controlar ainda as forças sociais, dominar as mudanças e planejá-las segundo as leis da razão.; A Antropologia Aplicada propõe-se justamente, como ciência, a tarefa de contribuir com meios de seu saber para que se desenvolva à altura do nosso tempo e das nossas necessidades esta expansão do poder do homem, a partir da natureza fixa para a natureza social. Daí a enorme importância atual desta disciplina antropológica. Roger Bastide, sociólogo e antropólogo sobejamente conhecido por seus vínculos com esta área no Brasil e com a história da Universidade de São Paulo, aborda no presente livro os postulados da Antropologia Aplicada, seus métodos de ação e seus limites. Limites tão relevantes que ele sugere aqui um outro, o qual não mais extraia uma prática da teoria, isto é, que pesquise as leis da ação prometéica
BASTIDE, RogerDedicado inicialmente ao estudo das raças e dos tipos antropológicos brasileiros, Roquette-Pinto tornou-se mais conhecido como divulgador de ciência, entendendo-a como base para reformas sociais. Sua trajetória é, no entanto, parte importante da história da antropologia, da educação, da comunicação e da divulgação científica no Brasil, ajudando a compreender a história da República brasileira na primeira metade do século XX
LIMA, Nísia Trindade (org)Escrito especialmente para estudantes, professores e profissionais das ciências humanas, este livro desvenda as facetas da Antropologia - da evolução do Homo sapiens aos mistérios dos rituais e da religião. Com linguagem acessível, o autor analisa a importância da Antropologia para os dias de hoje e para o futuro, inclusive no cenário brasileiro. Mostra ainda que, mais que uma ciência da diversidade cultural, a Antropologia é uma forma de dar sentido ético ao homem.
GOMES, Mércio PereiraAntropologia Cultural é o primeiro livro publicado no Brasil com textos de Franz Boas, um dos mais importantes antropólogos de todos os tempos. Os cinco ensaios foram selecionados e traduzidos por Celso Castro; Boas foi o fundador da moderna antropologia cultural, que contrapunha, às teorias evolucionistas e racistas ainda dominantes no início do século XX, uma perspectiva relativizadora, centrada na noção de cultura. Foi também um dos pioneiros da pesquisa de campo como método privilegiado para o estudo das diferentes culturas
BOAS, Franz 1858-1942Objetiva conhecer o universo conceitual e prático referente aos fenOmenos de saúde, doenças e cura entre os grupos da família lingüística Nambiquara que habitam o Vale do Guaporé
FIGUEROA, Alba Lucy GiraldoOs conceitos de criança e de infância parecem muito naturais, mas escondem inúmeras complexidades. Ao mostrar como diferentes culturas lidam com a criança, esse livro relativiza nossa compreensão sobre o tema e debate o papel da antropologia nesse campo de estudos, apontando seus limites e as contribuições que tem a oferecer
COHN, ClariceEste livro traz a proposta de uma nova antropologia: uma antropologia radical, que dirige sua atenção interdisciplinarmente às várias expressões culturais do mundo moderno. Com isto realiza um grande avanço nos estudos sobre cinema e as ideologias nas sociedades industriais. A partir da busca do "espírito do cinema", dos seus mecanismos de reprodução de estereótipos, e de toda mitologia que o cerca, o autor lança nova luz sobre a questão da indústria cultural do capitalismo
CANEVACCI, MassimoOs estudos reunidos na presente coletânea são o resultado da pesquisa realizada no programa de Pós-graduação em Antropologia Social do Museu Nacional, a publicação aborda um tema que em geral ocupa uma posição menor na etnologia indígena brasileira: nele o tema do parentesco é tratado com novo e insuspeitado vigor, abrindo os paradigmas clássicos do campo a reformulações sofisticadas de novas estruturas à espera de conceituação
CASTRO, Eduardo Viveiros deInterpreta e investiga a dimensão estética, a produção da teoria antropológica e a etnografia da arte indígena
PASSETTI, Dorothea Voegeli