Alessandra Tosta acompanha e registra a visita guiada dos pesquisadores indígenas Patrik e Lorran à reserva técnica
Alessandra TostaDurante a visita guiada dos pesquisadores indígenas Patrik e Lorran à reserva técnica, Alessandra Tosta comenta a semelhança do objeto encontrado com o “juquiá” Tupinikim
Alessandra TostaAlessandra Tosta acompanha a visita guiada dos pesquisadores indígenas Patrik e Lorran ao setor de armas da reserva técnica
Alessandra TostaAlessandra Tosta acompanha e registra a visita guiada dos pesquisadores indígenas Patrik e Lorran à reserva técnica
Alessandra TostaAlessandra Tosta acompanha e registra a visita guiada dos pesquisadores indígenas Patrik e Lorran à reserva técnica
Alessandra TostaAlessandra Tosta acompanha Patrik e Lorran com as museólogas Maria José Sardela e Fabiana Vasconcelos durante a oficina de organização do acervo do Museu do Índio, em 03 de junho
Alessandra TostaAlessandra Tosta acompanha e registra a visita guiada dos pesquisadores indígenas Patrik e Lorran à reserva técnica
Alessandra TostaEm seu primeiro estudo, o autor lança um foco inovador sobre um aspecto ainda pouco conhecido de nossa história: as missões de Chiquitos. Embora tão importantes quanto as missões jesuíticas Guarani, no Sul do Brasil, as chiquitanas são quase desconhecidas da produção acadêmica brasileira. Aborda com detalhes o processo de criação das dez missões na área atualmente ocupada pelo oriente boliviano e o trabalho de evangelização levado a efeito pelos padres, que as fundaram entre fins do século XVII e primeira metade do XVIII. Trabalhando sob o enfoque da etnogeografia, o autor desnuda os entrelaçamentos entre o espaço e a cultura, evidenciando a maneira inextricável com que se interpenetram e se produzem mutuamente. O espaço geográfico, mais do que o espaço físico, é percebido como uma resultante das interações históricas e culturais, portanto, repleto de ressonâncias simbólicas, que dão sentido e geram as marcas concretas da paisagem. O autor enfatiza o caráter da religiosidade Chiquitana, tomando como principal referência de análise a procissão de Santa Ana, que, anualmente, pelo período de aproximadamente sessenta dias, percorre extensas áreas da fronteira da Bolívia com Mato Grosso e constitui-se em um importante sistema de coesão social, gerando papéis e atividades compartilhadas que traduzem a concepção de mundo e os valores culturais Chiquitano
COSTA, José Eduardo Fernandes Moreira daEste segundo volume apresenta a primeira tradução para o português da Cosmographie Universelle, de André Thevet, com ilustrações originais e um mapa. André Thevet acompanhou Villegagnon ao Rio de Janeiro no projeto da França Antártica e retratou, como poucos, os habitantes, costumes, fauna e flora do Brasil de então. Trata-se da primeira tradução em português da obra, cuja primeira edição data de 1575
THEVET, André 1502-1590Esta etnográfica aborda as práticas cotidianas e rituais voltadas para a construção de corpos saudáveis e fortes, dispostas e cooperativas para o povo indígena Munduruku
Scopel, Raquel Paiva DiasMaria, bolsista indígena, filma a cozinha de Terezinha, em Buaçu. Ao fundo, um fogão de barro, tijolos e tábuas. O chão é de paxiuba, como é comum nas casas kulina. A cozinha tem paredes de paxiuba também. Há alguns armários de ripas de madeira e um girau alto para guardar alimentos, utensílios e outras coisas. A um canto vemos alguns cestos tsahe com bananas. Pendurados também ficam alguns pequenos tsahe que guardam coisas e alimentos da casa. E há ainda um tsahe pequeno qu serve de casa para um casal de cocotas que Terezinha cria.
Coletivo KulinaEm seu A CRIANÇA E A MULHER TUPINAMBÁ, o Prof. José de Ribamar Chaves Caldeira analisa antologicamente uma sociedade fundamental para a formaçào sociocultural brasileira, em especial do Maranhão: os Tupinambás. A análise da criança e da mulher Tupinambá nos possibilita uma viagem pelo universo indígena, irradiando novas possibilidades para melhor compreensão da cultura e sociedade maranhenses
CALDEIRA, José de Ribamar ChavesPublicação contendo conferências, artigos e entrevistas do antropólogo Roberto Cardoso de Oliveira
OLIVEIRA, Roberto Cardoso deRealizado com equipe de cinegrafistas indígenas, como parte do projeto ALAPI, um programa de preservação das culturas indígenas. Filme sobre um ciclo ritual, a respeito da confecção e utilização das máscaras Cara-Grande, do grupo Tapirapé (Tupi), com a pa
GUIRAUD, SergeRitual das Tocandiras - Ritual de iniciação dos índios Maués. Dança do Maracá dos índios Tucano do Alto Amazonas. Entrevista com índios de vários países Latino Americanos e Brasileiros, durante o Festival Latino Americano de cinema dos povos indígenas
Esta dissertação parte de um recorte lingüístico, privilegiando as famílias não-guarani do tronco tupi, para propor a discussão de algumas questOes, cujo rendimento parece ser maior entre tais povos
ARAÚJO, Carolina PucuAdvogado responsável pela condução do caso: Sérgio Leitão
ARAÚJO, Ana ValériaAdvogado responsável pela condução do caso: Sérgio Leitão
ARAÚJO, Ana ValériaAdvogado responsável pela condução do caso: Sérgio Leitão
ARAÚJO, Ana ValériaAdvogada responsável pela condução do caso: Juliana Santilli
ARAÚJO, Ana ValériaAdvogada responsável pela condução do caso: Ana Valéria Araújo
ARAÚJO, Ana ValériaAvogada responsável pela condução do caso: Juliana Santilli
ARAÚJO, Ana ValériaAdvogado responsável pela condução do caso: Sérgio Leitão
ARAÚJO, Ana ValériaOrganizado por Ana Valéria Araújo e editado pelo ISA em 1995, 542 p. O livro reúne 8 ações judiciais propostas pelos advogados do NDI, no período de agosto de 1989 a dezembro de 1994, em favor dos direitos das seguintes comunidades indígenas: Gavião da Montanha, Ticuna, Nambiquara (Sararé e Hahaintesu), Guarani (Sete Cerros e Jaguapiré), Waurá, Panará, Araweté, Parakanã, Xikrin do Bacajá, Assurini, Kararaô e Xikrin do Cateté. Cada capítulo é aberto com informações sobre os índios, um mapa, um resumo do problema e uma explicação suscinta da questão judicial. Em seguida, apresenta a transcrição das peças processuais mais importantes daquele caso, incluindo pareceres e decisões proferidas
ARAÚJO, Ana ValériaAdvogada responsável pela condução do caso: Juliana Santilli
ARAÚJO, Ana ValériaTrata-se da atualização do livro “A Defesa dos Direitos Indígenas no Judiciário – Ações Propostas pelo Núcleo de Direitos Indígenas (NDI)”. A nova publicação traz dez casos selecionados por seu caráter paradigmático e com perspectivas de gerar precedentes que influenciem na defesa dos direitos socioambientais no Brasil. Quatro deles foram atualizados e seis são novos. Destes, um está ligado a populações tradicionais indígenas, enquanto os outros relacionam-se aos temas: Parque Nacional das Emas, Defesa da Mata Atlântica e Acesso à Biodiversidade. Todos vêm acompanhados de uma contextualização do momento histórico-político no qual estavam inseridos, fundamentos jurídicos utilizados pelos advogados do Instituto Socioambiental e as principais peças processuais, além de reflexões jurídicas sobre cada ação.
ROCHA, Ana FláviaTrabalho de campo em Manacapuru, com a população Apurinã. Descreve o processo migratório, o cotidiano dos Apurinã e as vantagens e benefícios do "mundo dos brancos", pólo oposto ao "mundo dos índios"
LAZARIN, Marco AntônioEnsaios resultantes de um primeiro ciclo de conferências promovidas pela Funarte. Estudo das condições econômicas e políticas da Europa e de Portugal na época dos descobrimentos. Este livro resultou do primeiro seminário que a Divisão de Estudos e Pesquisas da Funarte (Ministério da Cultura) organizou sobre os quinhentos anos do descobrimento do Brasil. São 23 ensaios escritos por pesquisadores brasileiros, portugueses e franceses -- entre eles, Gerd Bornheim, Luiz Felipe de Alencastro, Marilena Chaui, Vitorino Magalhães Godinho, António Borges Coelho, Jean-François Courtine e Jean Delumeau. Na base da coletânea está a idéia de que datas emblemáticas como "Brasil 1500" costumam ofuscar todo o resto, mas podem ser também a ponta do iceberg de um processo de reflexão. Assim, o tema genérico desdobra-se em eixos específicos -- por exemplo, que e como pensava a Europa na época do descobrimento, como era a organização política de Portugal, a arte e a técnica das navegações, a chegada ao Brasil, as narrativas dos primeiros viajantes e os primeiros conflitos
NOVAES, AdautoAo longo dos anos 1970, Bourdieu se dedica a várias pesquisas sobre o processo de diferenciação social, visando elaborar uma teoria geral das classes sociais. A Distinção aparece como síntese desse período e é considerada, por vários autores, como a obra central na carreira sociológica de Bourdieu
BOURDIEU, PierreEste artigo abordará como a documentação de natureza etnológica tem se tornado um recurso estratégico para os povos indígenas. EM um ambiente de instabilidade política e agravos aos direitos indígenas, a ação informacional se configura como um instrumento de defesa e de aprofundamento nas lutas pela melhoria da condição dos povos indígenas do país. Nesta senda pela valorização informacional dos povos indígenas, serão destacados alguns trabalhos que têm sido realizados no Museu do Índio, instituição parceira dos povos indígenas a mais de 60 anos. Dentre os trabalhos, será brevemente explorada a parceria com a UNESCO no processo de documentação dos povos indígenas. A instituição Museu do Índio desde a sua fundação representou um marco quanto ao compromisso desenvolvido junto aos povos indígenas, sendo intitulado como um museu contra o preconceito, mas palavras do antropólogo Darcy Ribeiro. Por fim, neste artigo serão destacados aspectos da ação documental de origem estatal e as novas ações em curso desenvolvidas pelos próprios povos indígenas
Mello, Rodrigo Piquet Saboia deEstuda as representaçOes sobre a doença da reclusão no Alto Xingu, classificada segundo os critérios clínico-epidemiológicos como neuropatias periféricas
VERANI, Cibele Barretto LinsOs Mbya (Guarani) somam cerca de 20.000 pessoas que vivem atualmente no Paraguai, em regiOes na Argentina e Uruguai e em pontos nos estados do sul e sudeste do Brasil. São conhecidos na literatura mais recente como o subgrupo guarani que mantém de maneira mais efetiva na atualidade as práticas de deslocamento territorial, tema que se tornou clássico nos estudos sobre os Guarani
PISSOLATO, Elizabeth de PaulaNeste trabalho, a autora procura abordar aspectos da dinâmica dos Guarani-Mbya, como xamanismo, mobilidade, relações de parentes e cosmologia. Inicialmente, compõe um mapa geral das duas aldeias mbya em que viveu, com o objetivo de tornar possível ao leitor visualizar os contextos locais em suas particularidades. Depois, aprofunda-se, dedicando-se à etnografia dos deslocamentos, do parentesco, de aspectos estruturais da multilocalidade mbya. Trata também da questão da não-durabilidade da vida humana, ligada ao tema da doença, analisa capacidades existenciais enviadas aos humanos pelos deuses, com atenção à noção de alma e dos nomes pessoais, finalizando com o tema da vida breve no comentário do tratamento, pela cosmologia mbya, da morte, da imortalidade e do destino incorruptível da pessoa na "Terra sem mal"
PISSOLATO, ElizabethResultado das observaçOes empíricas entre os remanescentes indígenas Tuxá, aldeados sob proteção da FUNAI no município baiano de Rodelas
NASSER, Nássaro A. de SouzaO presente estudo põe em discussão a "escola diferenciada" destinada ao povo indígena Jiripancó, localizado próximo ao município de Pariconha no alto sertão alagoano. Discute a escrita da história como forma de compreender a relação entre teoria e prática no processo de investigação da história dos indígenas
FERREIRA, Gilberto Geraldo