Zero, história de Nare, dono de zero, saiu bonito e Wazare e Zaluya olhando admirados. Com zero e chocalho nos tornozelos
Fernando OmoizokieCanto de zero
Maurinho NezokieCanto de zeratyalo
João Batista ZoloizomaeIyamaka madrugada. Enokwa (céu). Zokowikwa, Halatakwa weteko (aldeia de Enore)
Fernando OmoizokieDos antigos. Alaulydio
Joãozinho AkonoizokaeEnoharese pintando borduna debaixo da figueira. Duas meninas vem vindo fugindo da mãe da água. Makalikwalo e Makuyalo (nome das meninas). Colocou elas como um esteio, no alto, Enoharese cuidando embaixo. Mae dagua (Himesezaulohare) vem vindo atrás. Bateu borduna na agua e matou ela. Meninas pediram pra ficar com ele, que salvou elas. Ele aceitou, mas condição de ficar fazendo chicha e oferecendo porque salvou a vida delas. Foram morar com Enore
Justino ZomoizokaeCanto da história de Wazare saindo da pedra. Himazahare. Zokozokoiro
Benedito AnizokaiCanto de zeratyalo
Joãozinho AkonoizokaeMenina com saudade de Waymare, que é um pássaro, espírito
Joãozinho AkonoizokaePrimeiro canto de zeratyalo, chegando no terreiro. “Estou chegando pra tomar chicha”. Nahorekase, da aldeia Zotyakware
Maurinho NezokieContinuação história de Kaymare. Peneira, beiju, towhidy, ralo, pegar peixinho
Fernando OmoizokieAmanhecendo na aldeia (Kanahyhete, Konohyhete, Makahete), cantor pedindo pra iyamaka, avisando que vai viajar, voltar pra casa
Fernando OmoizokieCascavel, surucucu, rondando a casa
Joãozinho AkonoizokaeCanto de zeratyalo
João Batista ZoloizomaeCanto de zeratyalo. Kamalalo (homem do mato)
Maurinho NezokieKopó = bastão cerimonial
Coletivo KrahôKopó = bastão cerimonial
Coletivo KrahôKopó = bastão cerimonial
Coletivo KrahôZé Ilton e os Xũnĩm barrentos que carregam comida.
Marilton MaxakaliZé Carlos registrando tudo com seu celular.
Marilton MaxakaliZé Carlos Maxakali registrando com seu celular.
Marilton MaxakaliZé Carlos filma com seu celular o Xũnĩm que sai do kuxex.
Marilton MaxakaliZé cadete; Veronica
Coletivo KrahôZé cadete; Veronica
Coletivo KrahôZé cadete; Veronica
Coletivo KrahôZé Cadete observando o movimento
André Cunihtyc KrahôLabel original: DSC_5092
Zé Cadete Krahô sozinho andando pelas vias da aldeia segurando seu cajado ritual – o Kopó;
Label original: DSC_5094
Zé Cadete Krahô segurando seu cajado ritual – o Kopó no pátio central da aldeia; vista ampliada; imagem em preto e branco;
Label original: DSC_5093
Zé Cadete Krahô sozinho andando pelas vias da aldeia segurando seu cajado ritual – o Kopó;
Zé Cadete e Getúlio
André Cunihtyc KrahôZé Antoninho registra a fase final do ritual de Kotkuphi, a despedida.
Zazá Maxakali, mãe do cacique Reginaldo Maxakali, em meio às mulheres na despedida de Kotkuphi.
Zazá Maxakali, mãe do cacique Reginaldo Maxakali, em meio às mulheres na despedida de kotkuphi.
Zazá Maxakali, mãe do cacique Reginaldo e Zé Coelho.
José Ricardo Jamal JúniorRaimundo traz um cesto para o antropólogo confirmar a autoria: Zanon kha. Depois, o cineasta indígena filma a equipe de museologia fotografando os indígenas.
Benjamim KulinaZakaria, Kubiu, Joaquim e Komizi seguem na direção indicada por Kubiu, onde encontrarão a corda do hihiti. Benjamim narra o acontecimento e a hora. Depois ainda seguem eu e João Onima.
Benjamim KulinaZakaria toca o arco de boca Hihiti. Os homens conversam sobre a aparição do azaba. Komizi não sabe do que aconteceu. Joaquim aproxima o gravador de voz do hihiti para registrar.
Benjamim KulinaZakaria tira a polpa do arco e avalia se já está fino o suficiente. Atrás Kubiu afia o terçado. Zakaria torce o arco para ver se já está com envergadura correta.
Benjamim KulinaZakaria tira o madoni, se levanta e vai para o tronco de outra árvore, onde encontra e tira mais madoni.
Benjamim KulinaZakaria fabrica os hihiti. O primeiro já está quase pronto. A corda já está amarrada no arco e Zakaria a afina. Ele amarra um segundo Hihiti.
Benjamim KulinaZakaria esculpe o arco, tirando o excesso de polpa e deixando-o mais maleável. Ele narra estória de Hihiti, associado ao rami, ayahuasca.
Benjamim KulinaZakaria esculpe um arco de Hihiti, sempre avaliando se já está na grossura certa.
Benjamim KulinaZakaria esculpe o arco Hihiti, já no acabamento do arco. Também continua tirando a polpa de um dos arcos. E afia o terçado.
Benjamim KulinaZakaria esculpe o arco do Hihiti, fazendo já os acabamentos. Ele conta que vai cantar um ramikha ahie´e. Ao fundo ouvimos Komizi cantando um canto. Zakaria conta como e com quem aprendeu a fabricar o Hihiti e a tocá-lo. Ele tambá cita os antigos mestres de Hihiti. Fala um pouco do rami, etc.
Benjamim KulinaZakaria esculpe haste de Hihiti. Kubiu se prepara para tocar o arco de boca e João assiste com feição de preocupação e cansaço. Kubiu começa a tocar o instrumento. Logo Joaquim chega com o gravador de voz para registrar. Então ele pára e diz: tsamona! E João ri.
Benjamim KulinaOuve-se os primeiros sons do espírito que se aproxima: assovios cantando um ahie´e. Zakaria prepara as hastes do Hihiti. Kubiu chega, se senta e então comenta a respeito do assobio. Ele pede para eu gritar para Komizi vir logo.
Benjamim KulinaEnquanto Zakaria tira um pouco do hihiti madoni, Kubiu explica que ali se encontram estes pequenos cipós que servem como corda para o Hihiti. Benjamim mostra os madoni nas mãos de Zakaria e depois no local onde são encontrados, próximos á raiz de uma árvore. Zakaria tira os madoni.
Benjamim KulinaZakaria e Kubiu esculpem hastes de Hihiti. Ouvem-se sons de assovio vindo da mata. Ao mesmo tempo que os assovios, ouvem-se gritos de um animal.
Benjamim KulinaZakaria e Kubiu tocam o Hihiti ao mesmo tempo. Fica um som interessante. Komizi conversa, brincando. Eles pausam para umedecer a haste com saliva e voltam a tocar. Zakaria e Kubiu param de tocar e dizem que terminou. Kubiu diz que terminou e que agora vamos buscar o Totore. Descreve tudo o que vimos e fizemos até aquele momento.
Benjamim KulinaZakaria descasca os cipós que servirão para amarrar os arcos do hihiti.Kubiu comenta do sumiço de Komizi e sugere que ele provavelmente foi buscar azaba, um espírito.
Benjamim KulinaZakaria, utilizando o terçado, vai desbastando cada arco. Primeiro ele tira o grosso de todos eles para depois começar a esculpir mais finamente. Éinteressante o modo como se utiliza dos terçado, segurando-o na lâmina bem próximo de sua extremidade, que está com mais fio.
Benjamim KulinaZakaria corta três ou quatro pedaços para fazer os Hihiti e deixa o resto no mato.
Benjamim KulinaZakaria corta um pedaço suficiente para fazer os arcos e limpa-o dos espinhos. Kubiu, Zakari e Komizi tentam identificar o kathapare em português. Eles afirmam que é uma espécie de pupunha brava, diferente do za´ida, com que se faz o arco de caça.
Benjamim KulinaZakaria no caminho em busca do hihiti madoni. Ele explica que nos locais onde ele esperava encontrar não havia o hihiti madoni - na volta grande perto da aldeia Santa Júlia. Então, explica que espera encontrar o madoni bom no caminho onde vamos buscar o totore - no caminho da aldeia Apuí.
Benjamim KulinaZakaria amarra um arco, procurando dar uma certa envergadura a ele. Então ele diz que está terminado.
Benjamim KulinaZakaria ajeita a corda e amarra um arco. Depois ele trabalha outra corda para amarrar um segundo arco: descasca.
Benjamim KulinaPublicação sobre os saberes que pertence aos Nhandei vae dos Guarani Mbiá
Documentário que mostra a luta dos índios da chamada Aldeia Maracanã em favor da manutenção do casarão do antigo Museu do Índio localizado no bairro do Maracanã
Com o apoio do IPHAN este projeto apresenta uma amostra significativa dos cantos das crianças interpretados pelos grupos de cantos e danças tradicionais Mbyá Guarani de três comunidades da grande Porto Alegre. Ele registra o resultado de um intenso trabalho coletivo e cotidiano sob a orientação dos guias musicais dos grupos. Cantando e dançando em diferentes contextos, os Mbya Guarani controem e afirmam sua identidade; comunicam-se entre si, com as divindades, com a natureza e também com a sociedade envolvente, expressando e atualizando seus valores, suas reinindicações e seu modo de ser. O nascimento de uma criança representa aprovação pelos deuses do modo de ser Mbya, e uma criança que canta fortalece a relação dos Mbya com os outros seres do cosmos
O livro aborda aspectos mitológicos dos povos indígenas do Vale do Rio Negro no Amazonas
Mello, Glaúcia Buratto Rodrigues deLabel original: IMG_0163
Coletivo KalapaloLabel original: IMG_1726
Coletivo KalapaloLabel original: IMG_1913
Coletivo KalapaloFoto do cesto tradicional Parakanã, onde se costuma guardar farinha
Paulo BüllConto de histórias tradicionais do povo Karajá
Povo Iny da Aldeia FontouraLivro de contos dos índios Guarani
Solari-Oresyete, PatriciaInteressante trabalho sobre uma experiência educacional na escola indígena de uma comunidade Guarani no Rio de Janeiro. Confronta-se a memória oral com os registros escritos da história dos últimos 500 anos, mostrando as ricas possibilidades de diálogo entre formas diferentes de pensar a história. O livro traz depoimentos de alunos e professores indígenas, ilustrando os resultados da experiência, com destaque para o trabalho realizado com ilustrações
BORGES, Paulo Humberto PortoLivro sobre o território do povo indígena Mayongong
Este livro é um dos produtos previstos dos projetos ProDoclin, de seus pesquisadores indígenas e não-indígenas, bem como de toda a equipe gestora e técnica do Museu do Índio. Ele se destina em primeiro lugar aos povos indígenas que acolheram a proposta do ProDoclin abrindo suas línguas ao conhecimento de todos. O livro foi elaborado em 2011, durante uma oficina realizada na Missão Catrimani, para apresentar a proposta de ortografia para os falantes de ỹaroamë. * Os direitos autorais sobre os desenhos e textos em língua indígena constantes da presente obra são de natureza coletiva e pertencem exclusivamente ao povo Ỹarõamë.
ProDoclin Yaroame