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BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-972(=1-82) / O48r / 1974 · Item · 1974
Parte de Bibliográfico

A antropóloga mexicana Josefina Oliva de Coll fala neste livro dos índios que habitavam as regiões ao sul do Rio Grande. Ela faz um apanhado dos principais focos de resistência, batalhas, massacres e guerra de guerrilhas organizadas pelos índios do México à Patagônia. Seu relato, pungente e emocionado, traz uma outra visão da história das Américas - a dos vencidos; A presente obra encontra-se em bom estado de conservação, contém, apenas, algumas manchas amareladas causadas pelo tempo

OLIVA DE COLL, Josefina
A retirada da Laguna: episódio da guerra do Paraguay.
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.062 / T226r / 1935 · Item · 1935
Parte de Bibliográfico

O autor deste livro, Alfredo d'Escragnolle Taunay, conhecido como Visconde de Taunay, escreveu seu nome no panteão dos heróis da pátria, na academia literária, nos anais políticos e, por fim, para ser mais amplo e exato, na cultura brasileira. Essa grande figura de homem de ação e literato produziu algumas joias da historiografia e da literatura brasileiras. Na literatura, escreveu o clássico "Inocência", uma das expressões do mundo rural no século XIX. A maioria dos críticos é unânime em apontar "A retirada da Laguna" como livro fundamental sobre a nossa história militar. Estudioso, pesquisador, espírito inquieto, intelectual de formação impecável, Taunay narra com estilo envolvente a heroica retirada da região paraguaia de Laguna. O lugar fora atacado precipitadamente por tropas brasileiras. O coronel Camisão, em meio à falta de suprimentos, informações e forças de cavalaria, bateu em retirada junto com 1300 homens famintos, em terreno desfavorável, combalidos psicologicamente pela derrota e fisicamente por epidemias. É um relato emocionante e rigoroso, fruto da observação e do diário de campanha com as anotações feitas por Taunay no fragor da luta e na retirada honrosa que causou 700 baixas, em "35 dias de dolorosa memória"

TAUNAY, Alfredo de Escragnolle
A retirada da Laguna: episódio da guerra do Paraguay.
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.062 / T226r / 1927 · Item · 1927
Parte de Bibliográfico

O autor deste livro, Alfredo d'Escragnolle Taunay, conhecido como Visconde de Taunay, escreveu seu nome no panteão dos heróis da pátria, na academia literária, nos anais políticos e, por fim, para ser mais amplo e exato, na cultura brasileira. Essa grande figura de homem de ação e literato produziu algumas joias da historiografia e da literatura brasileiras. Na literatura, escreveu o clássico "Inocência", uma das expressões do mundo rural no século XIX. A maioria dos críticos é unânime em apontar "A retirada da Laguna" como livro fundamental sobre a nossa história militar. Estudioso, pesquisador, espírito inquieto, intelectual de formação impecável, Taunay narra com estilo envolvente a heroica retirada da região paraguaia de Laguna. O lugar fora atacado precipitadamente por tropas brasileiras. O coronel Camisão, em meio à falta de suprimentos, informações e forças de cavalaria, bateu em retirada junto com 1300 homens famintos, em terreno desfavorável, combalidos psicologicamente pela derrota e fisicamente por epidemias. É um relato emocionante e rigoroso, fruto da observação e do diário de campanha com as anotações feitas por Taunay no fragor da luta e na retirada honrosa que causou 700 baixas, em "35 dias de dolorosa memória"

TAUNAY, Alfredo de Escragnolle
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-069.02 / G635 / 2002 · Item · 2002
Parte de Bibliográfico

Através do exame da produção de duas figuras exemplares - Rodrigo de Melo e Franco de Andrade e Aloísio Magalhães -, o autor avalia a estratégia de narração da identidade nacional, nos conduzindo a questões cruciais apontadas por Otávio Velho: " as analogias entre alegoria, ruína e patrimônio; o barroco como "signo totêmico" da identidade nacional brasileira; as associações entre os discursos a partir de patrimônio e os discursos modernistas; o papel dos intelectuais na produção de valores supostamente em declínio."

GONÇALVES, José Reginaldo Santos
BR DFFUNAI RJMI BIB-TESE / P138 / 2002 · Item · 2002
Parte de Bibliográfico

Com base nos registros de eventos vitais do programa de saúde da UNIFESP no Xingu, a autora se debruça sobre a dinAmica demográfica do povo Kaiabi durante duas décadas, enfocando com minúcia tendências de natalidade, mortalidade, fecundidade e comportamento reprodutivo. A autora destaca o processo de recuperação e crescimento da população kaiabi, tendência geral no Parque Indígena do Xingu durante o período estudado

PAGLIARO, Heloísa
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.024 / B862a / 2000 · Item · 2000
Parte de Bibliográfico

saga de Pero do C. Tourinho, primeiro donatário da capitania de Porto Seguro (BA), é um interessante relato de intrigas políticas, heresias e blasfêmias que agitaram o mundo colonial. Dividida em três partes: a 1ª é introdutória; a 2ª apresenta os autos do processo em seus detalhes e meandros; a 3ª examina as heresias e blasfêmias imputadas ao donatário

BRITO, Rossana G
A selva: romance.
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-869.0(81)-3 / C355s / 1934 · Item · 1934
Parte de Bibliográfico
CASTRO, Ferreira de
A Sociedade Xavante
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Xavante / M466s / 1984 · Item · 1984
Parte de Bibliográfico

Este livro fornece a possibilidade de realizar um estudo das dificuldades e conflitos estruturais que os Xavante são obrigados a enfrentar quando se confrontam com as normas morais de seu próprio sistema. Fundamentalmente o livro se volta para a sociedade Xavante com seus mitos, rituais, classes de idade e ordem doméstica, mas o ponto chave do trabalho é a discussão dos princípios estruturais que estão na base de todas essas esferas que constituem a vida social dos Xavante

MAYBURY-LEWIS, David
A sombra de Hervaes
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.172 / C824s / 2011 · Item · 2011
Parte de Bibliográfico

A terceira caixa com três livros da coleção “Documentos para a história de Mato Grosso do Sul” O conjunto contém reedições de originais publicados no século passado dos volumes: Ulrico Schimidl no Brasil Quinhentista; Na Era das Bandeiras – Affonso Taunay; e À Sombra dos Hervaes – Virgílio Correa Filho; A coleção resgata a história de Mato Grosso do Sul. As obras, de grande valor científico e cultural, são consideradas raras pelo conteúdo apresentado, pela antiguidade e número de publicações existentes. “Esta coleção está selecionando livros e documentos impressos que são de fundamental importância para a escrita da história de Mato Grosso do Sul sob um olhar sul-mato-grossense”, Para o professor, a disponibilidade bibliográfica sobre o Estado foi feita sob o olhar paulista e mato-grossense e a coleção se propõe a mostrar um outro contexto do momento vivido

CORRÊA FILHO, Virgilio
A tela prateada: cinema em Fortaleza 1897-1959.
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572:791.4 / L533t / 2011 · Item · 2011
Parte de Bibliográfico

Das artes que utilizam complexos artefatos tecnológicos como suporte, o cinema é sem dúvida a que mais impressiona e aguça a curiosidade do espectador. Seja nas novas telas 3D, nos efeitos especiais computadorizados dos anos 1980 ou mesmo na simples projeção encadeada de imagens que gerou o movimento em seus primórdios, no final do século XIX.; Em duas obras construídas a partir de uma exaustiva pesquisa documental, Ary Bezerra Leite desvela o início dessa trajetória, onde o encantamento pela sétima arte e a possibilidade de grandes negócios em terras distantes alimentavam o espírito aventureiro de seus desbravadores.; "A Tela Prateada" é dedicada à cidade de Fortaleza e recupera as primeiras exibições, os exibidores ambulantes, a Maison Art-Nouveau, primeira casa A projetar filmes na cidade, os saudosos Cine Magestic, Rex, Diogo, seguindo o rastro de seu desenvolvimento até final da década de 50, com a esperada inauguração do Cine São Luís. "No começo só tinha um projetor, você exibia uma cena, parava, exibia outra, fazia um intervalo

LEITE, Ary Bezerra
A teoria vivida: e outros ensaios de antropologia.
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572 / P377t / 2006 · Item · 2006
Parte de Bibliográfico

Em um mundo dominado por julgamentos de valor apressados e maniqueísmos perigosos, a antropologia representa uma possibilidade valiosa de reflexão sobre os fenômenos sociais. Nos ensaios reunidos em ‘A teoria vivida’, a autora põe em discussão tanto os caminhos atuais da antropologia quanto a tarefa de refletir sobre nossas categorias de senso comum e as práticas do cotidiano. O diálogo íntimo entre teoria e prática cria as condições indispensáveis para a renovação das idéias

PEIRANO, Mariza
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-266.5 / A851t / 2000 · Item · 2000
Parte de Bibliográfico

Como os primeiros missionários se comportaram diante da natureza da terra brasílica? Como viram o mundo natural? Através da análise das cartas dos primeiros missionários, Assunção resgata a visão e compreensão dos loiolanos. O resgate é realizado gradualmente ao longo de treze capítulos, divididos em quatro partes.

ASSUNÇÃO, Paulo de