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Descripción archivística
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BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572.028 / L732a / 2007 · Unidad documental simple · 2007
Parte de Bibliográfico

Aborda o patrimônio cultural na perspectiva antropológica no Brasil. Discute a atuação dos antropólogos nos museus e nas atividades de gestão de políticas públicas e comunitárias ligadas ao tema. Avalia a necessidade do diálogo com outras disciplinas na definição do patrimônio e na elucidação de seus significados

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Hetohoky: um rito karajá.
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Karajá / L732h / 1994 · Unidad documental simple · 1994
Parte de Bibliográfico

Habitantes seculares das margens do rio Araguaia nos estados de Goiás, Tocantins e Mato Grosso, os Karajá têm uma longa convivência com a Sociedade Nacional, o que, no entanto, não os impediu de manter costumes tradicionais do grupo como: a língua nativa, as bonecas de cerâmica, as pescarias familiares, os rituais como a Festa de Aruanã e da Casa Grande (Hetohoky), os enfeites plumários, a cestaria e artesanato em madeira e as pinturas corporais, como os característicos dois círculos na face. Ao mesmo tempo, buscam a convivência temporária nas cidades para adquirir meios de reivindicar seus direitos territoriais, o acesso à saúde, educação bilingüe, entre outros

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BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-94(817.3) / L732d / 2001 · Unidad documental simple · 2001
Parte de Bibliográfico

Este estudo sobre a memória de antigos pioneiros da “marcha para o Oeste” e da rede de pessoas inseridas no evento da Expedição Roncador-Xingu (1943) acaba por revelar os lugares os lugares da memória que “falam” de ser e de pertencer a cidades brasileiras; Uma pesquisa de campo, “de fôlego”, etnografa a dramaticidade do processo civilizatório brasileiro sob a batuta de Getúlio Vargas. Tecendo os fios da memória, o autor descreve sobre a domesticação do tempo e espaço a partir do projeto de colonização das regiões do Brasil Central e Ocidental levados a termo pela Fundação Brasil Central (FBC); Pelas interpretações de práticas sociais de antigos pioneiros, descendentes, índios Karajá, intelectuais, os diferentes personagens que viveram essa experiência vão expressando suas múltiplas vozes, tornando visível a trama de um projeto coletivo. Inferindo a existência de uma memória coletiva, os narradores vão delineando uma variedade de fatores, entrelaçados pelo autor, para compreendermos o processo de construção de uma história local, regional e nacional

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