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BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-325.45 / O48p / 2006 · Pièce · 2006
Fait partie de Bibliográfico

Em A Presença Indígena na Formação do Brasil há um recorte histórico dos povos indígenas que se diferencia do lugar-comum tradicionalmente trabalhado no ensino básico e superior brasileiro, justamente por contar esta história sem encerrá-la apenas nos aportes da dominação, colonização e “civilização”, onde o indígena estaria posto como o acidental, passivo, exótico e/ou passageiro. O livro parte da perspectiva de que os povos indígenas foram (e são) agentes importantes na formação da sociedade brasileira – territorial e politicamente – seja pela sua organização sociocultural e pelo uso e controle dos recursos naturais existentes, seja pelas formas de resistência à colonização.

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BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-333(81=1-82) / I39t / 1998 · Pièce · 1998
Fait partie de Bibliográfico

Os textos contidos nesta coletânea dão conta de um longo processo de investigação, realização por João Pacheco de Oliveira e pela equipe de pesquisa constituída no Departamento de Antropologia do Museu Nacional ( UFRJ ) de 1985 a 1993, através do qual a dimensão fundiária do problema indígena foi desvendada. As instâncias de poder, o cotidiano da ação administrativa e as estruturas de conhecimento que suportam a prática indigenista em processo de territorialização são submetidas nesses textos à análise antropológica acurada, permitindo não apenas o avanço do conhecimento, mas também a crítica social cientificamente fundada e novos elementos para uma ação técnica consistente

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BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / S337r / 2003 · Pièce · 2003
Fait partie de Bibliográfico

A questão de fundo desse livro é a definição de indígena com a qual opera o indigenismo. Se o leitor definir uma sociedade indígena como 'uma comunidade local que se desagregou em função do processo de expansão da sociedade nacional', não poderá considerar indígena uma população dispersa. Povos caçadores, que vivem em pequenos grupos e se deslocam por um território amplo, não cabem nessa definição. Coletividades e famílias que foram encapsuladas em fazendas só poderiam ser consideradas 'índios' se exibissem uma indianidade genérica, e não os elementos constantes de sua cultura atual. E povos sem contato não seriam 'ainda' indígenas; só o seriam depois da pacificação e da territorialização; Uma definição tão restritiva e circular torna a ação indigenista prisioneira de si mesma, incapaz de aceitar o desafio da diversidade histórica e cultural dos povos, limitando-se ao espaço do reconhecimento. Não são apenas as populações que foram territorializadas segundo a atuação dos poderes constituídos ou das missões religiosas que devem ser reconhecidas como objetos de direito. Aquelas que, lançando mão de múltiplas estratégias adaptativas, tentaram de algum modo preservar valores por elas partilhados e construíram uma sociabilidade e um projeto de futuro calcados em sua relação com o passado merecem igual atenção do Estado

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Ensaios em antropologia histórica
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / O48e / 1999 · Pièce · 1999
Fait partie de Bibliográfico

Importante coletânea de artigos do autor, este livro enfoca vários temas relacionados ao indigenismo e à antropologia indígena, colocando em primeiro plano a problemática relação entre antropologia e história. De especial interesse: o ensaio sobre a criação da primeira reserva indígena no alto Solimões, no qual o autor confronta a interpretação fundamentada na documentação histórica com a interpretação baseada em narrativas indígenas; o estudo sobre a relação entre os Ticuna e o etnólogo/indigenista C. Nimuendaju, buscando elucidar como o lugar dos brancos é pensado pelos índios em suas versões sobre o passado; o artigo sobre os "Índios Misturados", expondo de maneira controvertida a relação entre história e antropologia nos atuais estudos sobre índios no Brasil; e o ensaio sobre os índios nos censos demográficos e suas implicações

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Memória do SPI
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-325.45(81) / F866m / 2011 · Pièce · 2011
Fait partie de Bibliográfico
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BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Tukuna / O48n / 1988 · Pièce · 1988
Fait partie de Bibliográfico

Os índios Ticuna, do Alto Solimões, Amazonas, formam o mais numeroso grupo indígena do país, com cerca de 18.000 membros. Neste livro, o autor examina a mudança social e o processo de dominação vividos pelos Ticunas, vistos também a partir da ótica dos próprios índios. Analisa, assim, como um grupo étnico com elementos vivos e atuantes de sua própria organização social e de sua cosmologia, se adapta, resiste e reinterpreta a ação do Estado. Trata-se de uma análise convencional na linha estruturalista enfocando uma tribo isolada e em condições de suposto equilíbrio, mas sim de um estudo sobre as relações entre um grupo indígena e o Estado brasileiro, representado pelo órgão oficial de assistência ( o SPI e depois a FUNAI ) que ilumina de maneira exemplar a questão indígena na Amazônia atual

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BR DFFUNAI RJMI BIB-TESE / O485F / 1977 · Pièce · 1977
Fait partie de Bibliográfico

Focaliza as relaçOes estabelicidas entre o grupo oficial de assistência aos índios. Conceitua a analisa o surgimento e a organização do campo de ação indigenista

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BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(813=1-82) / V599v / 1999 · Pièce · 1999
Fait partie de Bibliográfico

Os textos que compõem esta coletânea resultam de pesquisas antropológicas desenvolvidas nos anos 1990 sobre o fenômeno do ressurgimento de indentidades étnicas (indígenas) e de tradições culturais distintivas em uma das mais antigas regiões de colonização do país, o Nordeste brasileiro. A intenção é de que a divulgação em livro de um conjunto desses textos propicie bons exemplos de pesquisa antropológica realizada com populações etnicamente diferenciadas (indígenas), que não têm sido objeto de maior interesse pela etnologia, e de que tais textos possam ser inclusive utilizados como leituras complementares no aprendizado da antropologia em cursos de graduação e pós-graduação

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