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BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572 / C355i / 2002 · Item · 2002
Parte de Bibliográfico

Este livro reúne, numa edição muito bem cuidada, nove estudos e uma entrevista do etnólogo. O texto de maior interesse para a discussão em torno da história dos índios é "O Mármore e a Murta", uma releitura da documentação quinhentista informada por um saber etnológico apurado. Outros ensaios também abordam aspectos críticos dos rumos atuais da etnologia sul-americana, os quais abrangem problemas de arqueologia e história indígena

CASTRO, Eduardo Viveiros de
Amazônia: etnologia e história indígena.
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(811=1-82) / A489 / 1993 · Item · 1993
Parte de Bibliográfico

Importante coletânea traz 15 estudos sobre história, organização social, cosmologia e natureza, enfocando várias sociedades indígenas na Amazônia. Na parte sobre "História e Historicidade", destacam-se os trabalhos de Terence Turner sobre a relação entre história e cosmologia entre os Kayapó, de Bruna Franchetto sobre os discursos cerimoniais dos Kuikuro e de Rafael Menezes Bastos sobre a relação entre música e história entre os Kamayurá. Os textos ilustram de forma representativa algumas das tendências atuais da antropologia histórica

CASTRO, Eduardo Viveiros de
Antropologia do parentesco: estudos ameríndios.
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-392.3 / A636p / 1995 · Item · 1995
Parte de Bibliográfico

Os estudos reunidos na presente coletânea são o resultado da pesquisa realizada no programa de Pós-graduação em Antropologia Social do Museu Nacional, a publicação aborda um tema que em geral ocupa uma posição menor na etnologia indígena brasileira: nele o tema do parentesco é tratado com novo e insuspeitado vigor, abrindo os paradigmas clássicos do campo a reformulações sofisticadas de novas estruturas à espera de conceituação

CASTRO, Eduardo Viveiros de
Arawete: o povo do Ipixuna.
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Araweté / C355a / 1992 · Item · 1992
Parte de Bibliográfico

Estamos no meio da humanidade”, dizem os Araweté. Habitamos a terra, este patamar intermediário entre os dois céus e o mundo subterrâneo, povoados pelos deuses que se exilaram no começo dos tempos; 083: Os Araweté dizem viver agora “na beira da terra”, depois de sucessivos deslocamentos sempre em fuga diante de inimigos mais poderosos. Em 1976, eles saíram da floresta para pacificar os brancos na beira do rio Xingu e foram então “descobertos” pelos regionais, pelos funcionários do governo, pela imprensa, pelos missionários e pelos antropólogos; 083: Este livro é uma síntese, em texto e ensaio fotográfico, de uma pesquisa antropológica, conduzida por Eduardo Viveiros de Castro, sobre o povo tupi da Amazónia. Eduardo Viveiros de Castro voltou aos Araweté em 1991/92, depois de concluir a sua investigação para a tese de doutoramento, que se transformou num marco da etnologia brasileira; 083: O modo de vida, a visão do mundo, a história, a situação actual e os desafios para o futuro dos Araweté são tratados pelo autor de maneira competente e directa, numa leitura acessível a um público não especializado, através de uma escrita extremamente límpida

CASTRO, Eduardo Viveiros de
Araweté: o povo do Ipuxuna.
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Araweté / C355a / 2000 · Item · 2000
Parte de Bibliográfico

Estamos no meio da humanidade”, dizem os Araweté. Habitamos a terra, este patamar intermediário entre os dois céus e o mundo subterrâneo, povoados pelos deuses que se exilaram no começo dos tempos; Os Araweté dizem viver agora “na beira da terra”, depois de sucessivos deslocamentos sempre em fuga diante de inimigos mais poderosos. Em 1976, eles saíram da floresta para pacificar os brancos na beira do rio Xingu e foram então “descobertos” pelos regionais, pelos funcionários do governo, pela imprensa, pelos missionários e pelos antropólogos; Este livro é uma síntese, em texto e ensaio fotográfico, de uma pesquisa antropológica, conduzida por Eduardo Viveiros de Castro, sobre o povo tupi da Amazónia. Eduardo Viveiros de Castro voltou aos Araweté em 1991/92, depois de concluir a sua investigação para a tese de doutoramento, que se transformou num marco da etnologia brasileira; O modo de vida, a visão do mundo, a história, a situação actual e os desafios para o futuro dos Araweté são tratados pelo autor de maneira competente e directa, numa leitura acessível a um público não especializado, através de uma escrita extremamente límpida

CASTRO, Eduardo Viveiros de
Arawete: os deuses canibais.
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Arawete / C355ad / 1986 · Item · 1986
Parte de Bibliográfico

A primeira análise em profundidade da vida social, política e religiosa de um povo Tupi-Guarani contemporâneo: os Araweté do médio Xingu (Pará). O autor viveu onze meses entre eles; aprendendo sua língua e participando de seu cotidiano, tentou apreender as questões que fundam a cosmologia, a filosofia social e a concepção da pessoa humana subjacentes a esta cultura, uma das poucas que segue resistindo com inteireza à ação civilizatória da Amazônia. Este trabalho foi premiado como a melhor tese de doutorado no I Concurso de Teses Universitárias e Obras Científicas promovido pela Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais (Anpocs)

CASTRO, Eduardo Viveiros de
BR DFFUNAI RJMI BIB-TESE / C355A / 1984 · Item · 1984
Parte de Bibliográfico

Descreve e interpreta a cosmologia Araweté, a partir dos conceitos relativos à morte e ao destino das almas, dos cantos e rituais xamanísticos em que divindades e mortos se manifestam aos homens

CASTRO, Eduardo Viveiros de
BR DFFUNAI RJMI BIB-TESE / C355A / 1984 · Item · 1984
Parte de Bibliográfico

Descreve e interpreta a cosmologia Araweté, a partir dos conceitos relativos à morte e ao destino das almas, dos cantos e rituais xamanísticos em que divindades e mortos se manifestam aos homens

CASTRO, Eduardo Viveiros de
Indivíduo e sociedade no alto Xingú: os Yawalapiti
BR DFFUNAI RJMI BIB-TESE / C355I / 1977 · Item · 1977
Parte de Bibliográfico

Contribui para o conhecimento da cosmologia dos grupos indígenas do Alto Xingu, a partir da análise das categorias de pensamento do Yawalapiti, localizado próximo ao Posto Indígenas Villas Boas

CASTRO, Eduardo Viveiros de