A expansão da fronteira colonial na América portuguesa no século XVII criou zonas de conflito com as populações autóctones. No norte do Estado do Brasil a zona da pecuária no sertão tornou-se ponto de convergência dos conflitos resultantes da expansão colonial, especialmente entre os colonos luso-portugueses e os povos indígenas. A Guerra do Bárbaros, como ficou conhecida a série de conflitos que ocorreu entre 1651 e 1704, é minuciosamente analisada por Pedro Puntoni nesse estudo de fôlego, acompanhado de mapas e ilustrações. O autor refuta as interpretações que vêem nessa Guerra uma espécie de confederação unificada, mostrando seu caráter fragmentário, e destacando os papéis dos diferentes agentes em jogo: soldados, missionários, agentes da Coroa Portuguesa e índios de nações diversas. Mostra também os conflitos entre estes últimos, denominados de Bárbaros pelos colonizadores na época, e as disputas que mantinham entre si
PUNTONI, PedroGuerra dos bárbaros
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BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.031 / P984g / 2002
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Item
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2002
Parte de Bibliográfico
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(812/813) / I39n / 1999
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Item
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1999
Parte de Bibliográfico
BR DFFUNAI RJMI BIB-TESE / S586S / 2003
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Item
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2003
Parte de Bibliográfico
Esta pesquisa investiga os pobres livres das vilas açucareiras de Pernambuco em seu processo de interação com os conflitos da chamada guerra dos bárbaros e o momento de formação da sociedade sertaneja colonial
SILVA, Kalina Vanderlei Paiva da