Conto indígena

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            Conto indígena

              30 Descrição arquivística resultados para Conto indígena

              30 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
              A mulher que virou urutau
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-82-343(81=1-82) / J47 / 2011 · Item · 2011
              Parte de Bibliográfico

              Lenda indígena Guarani que conta a história de uma índia que se apaixona por Jaxy, o Lua

              JEKUPÉ, Olívio
              A onça e o fogo
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-82-93 / W252 / 2009 · Item · 2009
              Parte de Bibliográfico

              Lenda indígena que narra o duelo travado entre a onça e o fogo

              Wapichana, Cristino
              Awyató-pót: histórias indígenas para crianças.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2(81) / H155 / 2011 · Item · 2011
              Parte de Bibliográfico

              O livro conta a odisseia de um índio Mawé, desde o seu nascimento, da sua luta para salvar o povo das garras do monstro mau da floresta, até acabar com a morte do guerreiro tuxaua

              Hakiy, Tiago
              Cantos dos povos morcego e hemex-espíritos
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.8 (81=1-82) Maxakali / T915 / 2013 · Item · 2013
              Parte de Bibliográfico

              O livro apresenta uma centena e meia de cantos do repertório do xunim, traduzidos como povos-morcegos-espíritos e dos povos-espíritos hemex, cujos nomes não possuem tradução na língua portuguesa. A publicação acompanha DVD ilustrado contendo os cantos gravados durante os rituais e de um filme que apresenta momentos do processo da escrita

              Tugny, Rosângela Pereira (estudo, organização & versão final)
              Conto e música indígena
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 015 FAIXA 02 · Item · 1975
              Parte de Arquivístico

              Faixa 1: (01 seg. - 18 min. 13 seg.) 12 de abril de 1975. Estamos na Missão Salesiana do Sangradouro e está aqui comigo Paulo [?], que vai dar algumas explicações sobre como o canto esta sendo sonhado e depois ensinado para os outros. Então os moços estão dormindo na casa dos moços e de repente um começa a sonhar um canto qualquer. E agora que o próximo dia o moço já sabe o canto. Ele não vai cantar para ninguém por enquanto[...].; (18 min. 19 seg. - 19 min. 11 seg.) Agora vamos ouvir aquele canto que antigamente quando tinha guerra cantaram indo de casa em casa e parando em frente de cada casa, cantando este canto que é um convite para se juntar ao grupo que vai a guerra. Os cantores são Paulo, José e Moisés. Vai começar o canto.; (19 min. 14 seg. - 23 min. 52 seg.) Agora vamos conversar sobre aquele chocalho que se chama [?]. É... se trata da festa de nome [...]. Agora Paulo vai entoar o canto [?], que é um canto para curar doença.; (23 min. 55 seg. - 26 min. 27 seg.) Às vezes acontece que o canto que um moço canta para os outros não esta sendo aceito pelos outros. Não gostam. Para poder estudar os motivos, por que que rejeitam um canto, não gostam de um canto. Paulo agora vai cantar um canto que não foi aceito.; (26 min. 28 seg. - 27 min. 59 seg.) Paulo agora vai cantar um canto de guerra contra civilizados ou contra outro índio não Xavánte.; (28 min. - 28 min. 54 seg.) Paulo agora vai cantar um canto que usam quando tem chuva demais e querem que a chuva pare.; (28 min. 56 seg. - 29 min. 26 seg.) Um canto, cantado por Paulo que cantam quando chegam da caçada sem terem encontrado animais.; Faixa 2: (0 seg. - 34 seg.) Paulo vai cantar agora um canto que as mães, as avós costumam cantar para criança pequena para dormir. (38 seg. - 2 min. 06 seg.) [?] agora vai cantar o canto do Mutum é geralmente cantado cedo, em volta das sete horas da manhã, pelos moços e meninos misturados que entram em cada casa em volta do fogo cantam este canto e depois pegam e tiram um pouco de milho com aquela outra comida. O dono da casa deixa tirar este canto. Ah, estou retificando. Não é da manhã, é sete horas da noite. E depois vão de cabana em cabana, de casa em casa e continuam o canto.; (2 min. 08 seg. -2 min. 41 seg.) Agora Paulo vai cantar o canto do jacaré que faz parte do começo da cerimônia [?].; (2 min. 43 seg. - 8 min. 18 seg.) Agora Jerônimo vai cantar aquele canto das mulheres que entoaram quando foram guerrear contra os maus espíritos e voltando depois da vitória e chegaram na aldeia e começaram a cantar o seguinte canto.; (8 min. 23 seg. - 11 min. 24 seg.) [?] ver a segunda parte deste canto foram contra os civilizados também, naturalmente venceram os civilizados também e voltando na aldeia, entoaram o seguinte canto agora cantado por Jerônimo.; (11 min. 27 seg. - 15 min. 50 seg.) 13 de abril de 1965, Missão Sangradouro. Jerônimo e Paulo vão cantar agora um canto para luta que se chama [?].; (15 min. 53 seg. - 19 min. 31 seg.) Agora Jerônimo e Paulo vão cantar o canto do Jabuti que costumasse cantar depois da luta.; (19 min. 33 seg. - 20 min. 47 seg.) Agora Paulo e mais tarde Jerônimo vão cantar um [?] sonhado por Zeferino, pai de [?].; (20 min. 48 seg. - 21 min. 58 seg.) Jerônimo vai cantar um [?] por ele mesmo.; (21 min. 59 seg. - 23 min. 50 seg.) Jerônimo vai cantar um canto da [?], sonhado pelo cunhado falecido dele, que faleceu faz muito tempo.; (23 min. 51 seg. - 26 min. 26 seg.) Agora Jerônimo vai cantar um [?], quer dizer canto para o início da caçada comunal.; (26 min. 28 seg. - 28 min. 12 seg.) Jerônimo vai cantar agora um [?] feito para o acampamento temporário durante uma caçada comunal. Ele mesmo sonhou este canto.; (28 min. 13 seg. - 29 min. 53 seg.) Jerônimo vai cantar agora um [?], um canto para bate água. Um primo dele já falecido sonhou este canto.;

              AYTAI, Desidério
              Conto e música indígena
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 015 FAIXA 01 · Item · 1975
              Parte de Arquivístico

              Faixa 1: (01 seg. - 18 min. 13 seg.) 12 de abril de 1975. Estamos na Missão Salesiana do Sangradouro e está aqui comigo Paulo [?], que vai dar algumas explicações sobre como o canto esta sendo sonhado e depois ensinado para os outros. Então os moços estão dormindo na casa dos moços e de repente um começa a sonhar um canto qualquer. E agora que o próximo dia o moço já sabe o canto. Ele não vai cantar para ninguém por enquanto[...].; (18 min. 19 seg. - 19 min. 11 seg.) Agora vamos ouvir aquele canto que antigamente quando tinha guerra cantaram indo de casa em casa e parando em frente de cada casa, cantando este canto que é um convite para se juntar ao grupo que vai a guerra. Os cantores são Paulo, José e Moisés. Vai começar o canto.; (19 min. 14 seg. - 23 min. 52 seg.) Agora vamos conversar sobre aquele chocalho que se chama [?]. É... se trata da festa de nome [...]. Agora Paulo vai entoar o canto [?], que é um canto para curar doença.; (23 min. 55 seg. - 26 min. 27 seg.) Às vezes acontece que o canto que um moço canta para os outros não esta sendo aceito pelos outros. Não gostam. Para poder estudar os motivos, por que que rejeitam um canto, não gostam de um canto. Paulo agora vai cantar um canto que não foi aceito.; (26 min. 28 seg. - 27 min. 59 seg.) Paulo agora vai cantar um canto de guerra contra civilizados ou contra outro índio não Xavánte.; (28 min. - 28 min. 54 seg.) Paulo agora vai cantar um canto que usam quando tem chuva demais e querem que a chuva pare.; (28 min. 56 seg. - 29 min. 26 seg.) Um canto, cantado por Paulo que cantam quando chegam da caçada sem terem encontrado animais.; Faixa 2: (0 seg. - 34 seg.) Paulo vai cantar agora um canto que as mães, as avós costumam cantar para criança pequena para dormir. (38 seg. - 2 min. 06 seg.) [?] agora vai cantar o canto do Mutum é geralmente cantado cedo, em volta das sete horas da manhã, pelos moços e meninos misturados que entram em cada casa em volta do fogo cantam este canto e depois pegam e tiram um pouco de milho com aquela outra comida. O dono da casa deixa tirar este canto. Ah, estou retificando. Não é da manhã, é sete horas da noite. E depois vão de cabana em cabana, de casa em casa e continuam o canto.; (2 min. 08 seg. -2 min. 41 seg.) Agora Paulo vai cantar o canto do jacaré que faz parte do começo da cerimônia [?].; (2 min. 43 seg. - 8 min. 18 seg.) Agora Jerônimo vai cantar aquele canto das mulheres que entoaram quando foram guerrear contra os maus espíritos e voltando depois da vitória e chegaram na aldeia e começaram a cantar o seguinte canto.; (8 min. 23 seg. - 11 min. 24 seg.) [?] ver a segunda parte deste canto foram contra os civilizados também, naturalmente venceram os civilizados também e voltando na aldeia, entoaram o seguinte canto agora cantado por Jerônimo.; (11 min. 27 seg. - 15 min. 50 seg.) 13 de abril de 1965, Missão Sangradouro. Jerônimo e Paulo vão cantar agora um canto para luta que se chama [?].; (15 min. 53 seg. - 19 min. 31 seg.) Agora Jerônimo e Paulo vão cantar o canto do Jabuti que costumasse cantar depois da luta.; (19 min. 33 seg. - 20 min. 47 seg.) Agora Paulo e mais tarde Jerônimo vão cantar um [?] sonhado por Zeferino, pai de [?].; (20 min. 48 seg. - 21 min. 58 seg.) Jerônimo vai cantar um [?] por ele mesmo.; (21 min. 59 seg. - 23 min. 50 seg.) Jerônimo vai cantar um canto da [?], sonhado pelo cunhado falecido dele, que faleceu faz muito tempo.; (23 min. 51 seg. - 26 min. 26 seg.) Agora Jerônimo vai cantar um [?], quer dizer canto para o início da caçada comunal.; (26 min. 28 seg. - 28 min. 12 seg.) Jerônimo vai cantar agora um [?] feito para o acampamento temporário durante uma caçada comunal. Ele mesmo sonhou este canto.; (28 min. 13 seg. - 29 min. 53 seg.) Jerônimo vai cantar agora um [?], um canto para bate água. Um primo dele já falecido sonhou este canto.;

              AYTAI, Desidério
              Encantados da terra brasilis: crônicas.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-82-34(81=1-82) / C672 / 2016 · Item · 2016
              Parte de Bibliográfico

              Livro contendo as crônicas semanais do Jornal Circuito Mato Grosso da indigenista Anna Maria Ribeiro F. Moreira Costa

              Coenga, Rosemar Eurico
              Kumeuaua: la filo de la gangalo.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-82-34(81=1-82) / S463 / 1994 · Item · 1994
              Parte de Bibliográfico

              Conto indígena na língua Esperanto de Tibor Sekelj sobre as aventuras de um curumin da etnia Karajá chamado Kumeuaua

              SEKELJ, Tibor
              Morukah Puky: sabedoria Puri.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-82-34(81=1-82)Puri / P116 / 2017 · Item · 2017
              Parte de Bibliográfico

              Livro de contos indígenas na língua Purí

              Pachamama, Aline Rochedo
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-82-34(81=1-82) / E24 / 2007 · Item · 2007
              Parte de Bibliográfico

              As histórias contadas no livro foram escritas em 2004 pelos monitores indígenas dos Centros de Educação Infantil Indígena - CECIs, a partir de um projeto de capacitação desenvolvido por uma equipe de antropólogos

              Nhandeypywá kwéry omombeu waekwé
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-82-34(81=1-82) / N576 / 2018 · Item · 2018
              Parte de Bibliográfico

              Livro de relatos destinado ao uso escolar nas comunidades Nhandewa-Guarani (Tupi-Guarani) do Estado de São Paulo e Norte do Paraná

              Olho d`água: o caminho dos sonhos.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-FOL-F3209 / 2012 · Item · 2012
              Parte de Bibliográfico

              Publicação do indígena Maraguá Roni Wasiry Guará vencedora do 8º Concurso Tamoios de textos de escritores indígenas

              Guará, Roni Wasiry
              Os cantos do homem-sombra
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-82 / E64c / 2022 · Item · 2022
              Parte de Bibliográfico

              Esta é a história do encontro de um homem da etnia Hupdá com um homem-sombra chamado Way Naku

              Epps, Patience
              Os cantos do homem-sombra
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-82-34(81=1-82) / E64 / 2016 · Item · 2016
              Parte de Bibliográfico

              Esta é a história do encontro de um homem da etnia Hupdá com um homem-sombra chamado Way Naku

              Epps, Patience
              Paiaguá: donos do rio.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-82-34(81=1-82) / F472 / 2011 · Item · 2011
              Parte de Bibliográfico

              História em quadrinhos dos índios Payaguá

              Figliaggi, Augusto
              Sapatos trocados: como o tatu ganhou suas grandes garras.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-82-93(81=1-82) / W252 / 2014 · Item · 2014
              Parte de Bibliográfico

              O livro narra a saga de Kapaxi, um grande velocista e contador de histórias, que recebeu um par de sapatos mágicos de presente de Tuminkery para atuar numa missão especial: o de mensageiro do reino animal

              Wapichana, Cristino
              Yvyrupa: a terra uma só.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-82-34(81=1-82) / 2017 · Item · 2017
              Parte de Bibliográfico

              Publicação sobre os saberes que pertence aos Nhandei vae dos Guarani Mbiá

              Popygua, Timóteo da Silva Verá Tupã