Arte indígena
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O livro foi publicado no verão de 2021 para a exposição "A arte dos povos da floresta: heranças de um Brasil profundo - olhar sensível de todos", com curadoria de Emanoel Araujo
A publicação aborda a proteção jurídica e os direitos autorais das expressões culturais indígenas brasileiras
Faria, Victor Lúcia Pimenta deExposição de coletânea do MAE contendo o acervo de 30 desenhos de Jaime da Silva Araújo, também conhecido como Tyryetê Kaxinawa
Publicação sobre a arte indígena dos Wayana e Apalaí
Hoffmann, BeatrixCatálogo e produtos e da produção do povo indígena Zo`é
O quarto volume da série Historiando a Arte Brasileira, assinado pela; etnóloga Els Lagrou, apresenta ao leitor um rico exame das concepções; ameríndias sobre arte, mostrando como nesses universos a categoria está; associada não exatamente à contemplação estética, mas à produção de corpos e; pessoas. Tal enquadramento nos aproxima do pensamento ameríndio, descentrando; o olhar ocidental, mas ao mesmo tempo suscita, em razão da complexidade; etnográfica e sutileza analítica, assim como pela riqueza das imagens que; acompanham o texto, a seguinte questão: ao serem reapropriados em outros; contextos socioculturais e institucionais, objetos e imagens não podem também; servir a propósitos de contemplação estética? Trata-se de um belo texto, que; nos faz percorrer, sob o permanente risco de sermos seduzidos, esse; fascinante e poderoso universo da arte indígena amazônica
LAGROU, ElsEste paper realiza uma breve discussão sobre a arte indígena, mais especificamente, quanto à encontrada na coleção da Biblioteca Marechal Rondon da museóloga Berta Ribeiro localizada no Museu do Índio. Foram feitas algumas reflexões no que se refere à arte indígena com o objetivo de compreender o comportamento da coleção em função das pesquisas realizadas pela profissional da instituição. Importante realçar que a arte indígena é um elemento de destaque para o Museu do Índio em função, por exemplo, do primeiro estudo publicado sobre a arte indígena do povo Urubu-Kaapor
Mello, Rodrigo Piquet Saboia deLivro sobre a Arte Kusiwa do povo indígena Wayampi
Este livro revela a lógica etnocêntrica vigente na apreciação da arte produzida fora dos centros legitimadores do mercado artístico “civilizado” por meio do exame de vasta documentação dos mais variados contextos da produção cultural no Ocidente, principalmente dos Estados Unidos e da França. Demonstra como a arte do outro, particularmente a arte primitiva, não deixou de ser “troféu de guerra”, “bandeira” que afirma que “o mundo é nosso” e “nós” decidimos o que será ou não será incluído no legado da humanidade
Price, SallyO livro sistematiza o resultado de várias oficinas culturais, conduzidas pelo Iepé, entre 2005 e 2009, junto às comunidades Tiriyó e Kaxuyana que vivem em diferentes aldeias, na faixa oeste da TI Parque do Tumucumaque, norte do Pará. Nestas oficinas, homens e mulheres, de diferentes idades, se envolveram com a proposta de registrar saberes e práticas de seu patrimônio cultural, em discutir como organizá-los e como continuar transmitindo para as novas gerações. Os repertórios de grafismos, as histórias de suas origens, as tintas usadas na aplicação destes grafismos à pintura corporal, as diferenças entre imenu e ikuhtu – grafismo e desenho figurativo; os significados dessa arte visual e a questão do cadeia de transmissão dos saberes orais ligados a esses assuntos foram trabalhados, discutidos, registrados e deram origem ao presente livro. Este organiza-se em duas partes. Na primeira, apresenta-se o modo como os Tiriyó e Kaxuyana concebem-se a si mesmos e como eles se relacionam com os outros. Na segunda parte do livro, apresenta-se uma abordagem da arte visual desses povos, a partir de narrativas de sua tradição oral e uma amostragem de sua arte gráfica e figurativa
GRUPIONI, Denise FajardoO livro sistematiza o resultado de várias oficinas culturais, conduzidas pelo Iepé, entre 2005 e 2009, junto às comunidades Tiriyó e Kaxuyana que vivem em diferentes aldeias, na faixa oeste da TI Parque do Tumucumaque, norte do Pará. Nestas oficinas, homens e mulheres, de diferentes idades, se envolveram com a proposta de registrar saberes e práticas de seu patrimônio cultural, em discutir como organizá-los e como continuar transmitindo para as novas gerações. Os repertórios de grafismos, as histórias de suas origens, as tintas usadas na aplicação destes grafismos à pintura corporal, as diferenças entre imenu e ikuhtu – grafismo e desenho figurativo; os significados dessa arte visual e a questão do cadeia de transmissão dos saberes orais ligados a esses assuntos foram trabalhados, discutidos, registrados e deram origem ao presente livro. Este organiza-se em duas partes. Na primeira, apresenta-se o modo como os Tiriyó e Kaxuyana concebem-se a si mesmos e como eles se relacionam com os outros. Na segunda parte do livro, apresenta-se uma abordagem da arte visual desses povos, a partir de narrativas de sua tradição oral e uma amostragem de sua arte gráfica e figurativa.
GRUPIONI, Denise FajardoColetânea de textos sobre a arte indígena do cerrado brasileiro
Bicalho, Poliene Soares dos SantosA presente publicação é fruto do projeto "Mehi Jahi Xà: Artesanias Mehi", realizado no âmbito do Programa de Documentação de Línguas e Culturas Indígenas - Prodocult Krahô. O trabalho realizado pelos indígenas Krahô teve por objetivo aprofundar e fazer circular o conhecimento associado às sementes e fibras vegetais do cerrado
LIMA, Ana Gabriela Morim deCatálogo da exposição "Brasil indígena - Herança e Arte" realizada no Centro de Arte Popular - Cemig em Belo Horizonte entre os dias 4 de junho a 5 de outubro de 2014
Catálogo da exposição "Brasilidade: cultura popular/memória nacional" realizada no Centro de Arte Popular - Cemig entre os dias 10 de junho a 14 de agosto de 2016
Livro publicado pela Editora Cobogó em coedição com o Instituto Tomie Ohtake por ocasião da exposição Histórias Mestiças, realizada no Instituto de 15 de agosto a 5 de outubro de 2014
Pedrosa, AdrianoLivro sobre pintura corporal e arte gráfica do povo indígena Wayampi
Friso ornamental no interior da casa indígena dos índios Kuikuru
FOERTHMANN, HeinzFriso ornamental no interior da casa indígena dos índios Kuikuru
FOERTHMANN, HeinzFruto de uma tese de doutorado, este livro aborda o barroco missioneiro a partir da soma entre a contribuição cultural guarani e a contribuição cultural jesuítica. Este processo de fusão de culturas e estilos é estudado de maneira mais detalhada na redução de São Miguel, unindo uma pesquisa documental à apreciação dos vestígios materiais que sobrevivem até hoje. As principais fontes documentais e iconográficas utilizadas vêm de um levantamento sistemático do material impresso, acrescentando-se pontualmente documentos de arquivos. A apreciação das numerosas ilustrações infelizmente é prejudicada pela baixa qualidade das reproduções
OLIVEIRA, Marilda Oliveira deNós nos pintamos quando tem festa, todas as vezes que celebramos e festejamos. Pintar corpos e coisas os faz se tornarem pessoas e objetos impregnados de cultura. Neste livro, os professores das aldeias Karib do alto Xingu e seus mestres Kuikuro, Kalapalo, Nahukwá e Matipu descrevem e explicam, escrevendo em suas próprias línguas, os motivos da arte gráfica e as matérias-primas do pintar, um saber e uma estética que continuam vivas hoje como há cem anos, como há quinhentos anos
FRANCHETTO, Bruna (org.)Nós nos pintamos quando tem festa, todas as vezes que celebramos e festejamos. Pintar corpos e coisas os faz se tornarem pessoas e objetos impregnados de cultura. Neste livro, os professores das aldeias Karib do alto Xingu e seus mestres Kuikuro, Kalapalo, Nahukwá e Matipu descrevem e explicam, escrevendo em suas próprias línguas, os motivos da arte gráfica e as matérias-primas do pintar, um saber e uma estética que continuam vivas hoje como há cem anos, como há quinhentos anos
FRANCHETTO, Bruna (org.)Nós nos pintamos quando tem festa, todas as vezes que celebramos e festejamos. Pintar corpos e coisas os faz se tornarem pessoas e objetos impregnados de cultura. Neste livro, os professores das aldeias Karib do alto Xingu e seus mestres Kuikuro, Kalapalo, Nahukwá e Matipu descrevem e explicam, escrevendo em suas próprias línguas, os motivos da arte gráfica e as matérias-primas do pintar, um saber e uma estética que continuam vivas hoje como há cem anos, como há quinhentos anos
FRANCHETTO, Bruna (org.)Livro sobre arte dos chamados primeiros povos
Publicação que permite o contato e a imersão na produção cerâmica dos Wauja
Amaro, Fernanda RibeiroPara as pinturas corporais, os Wajãpi utilizam sementes de urucum, gordura de macaco, suco de jenipapo verde e resinas perfumadas. Desenham peixes, cobras, pássaros, borboletas e também objetos como, por exemplo, a lima de ferro. As pinturas aplicadas no corpo não são tatuagens nem decalques, nem são marcas étnicas ou símbolos rituais. É sua tradição decorar corpos e objetos por prazer estético e desafio criativo
GALLOIS, Dominique TilkinPara as pinturas corporais, os Wajãpi utilizam sementes de urucum, gordura de macaco, suco de jenipapo verde e resinas perfumadas. Desenham peixes, cobras, pássaros, borboletas e também objetos como, por exemplo, a lima de ferro. As pinturas aplicadas no corpo não são tatuagens nem decalques, nem são marcas étnicas ou símbolos rituais. É sua tradição decorar corpos e objetos por prazer estético e desafio criativo
GALLOIS, Dominique TilkinExposição de artefatos museológicos de instituições culturais da Guiana
Material lúdico-didático sobre arte indígena Maluwana
Catálogo da exposição realizada no interior da Mostra do Redescobrimento, o livro oferece belas reproduções de objetos de cultura material de vários povos, presente e passado. Edição bilíngue português-inglês
Catálogo de exposição realizada em 9 de julho de 2022 a 27 de novembro de 2022 no MAM com artistas indígenas e apoio do Museu do Índio
O Belo é a Fera constitui uma etnografia da experiência estética dos índios Wayana que vivem na Amazónia oriental. As vias abertas pelos especialistas na transmissão dos conhecimentos wayana conduziram ao entendimento dos preceitos estéticos que se apoiam na forma, na cor e na ornamentação de pessoas e artefactos; Mas o acto criativo não se confina a esta intervenção, participando de todo o universo indígena pela intensa valorização dos elementos criados. Com ele formulam-se tanto os princípios de alteridade, com expressão nas “anacondas” ou nos “jaguares”, quanto os da estética, pois efectivamente, “o belo é a fera” que se torna mais bela quanto mais feroz
VELTHEM, Lucia Hussak vanPintura ornamental em cima da entrada no interior da casa indígena
FOERTHMANN, HeinzPintura ornamental em cima da entrada no interior da casa indígena
FOERTHMANN, HeinzUma criação dos índios Wajãpi, a pintura é candidata a tornar-se patrimônio pela UNESCO, um patrimônio imaterial. Os Wajãpi querem consagrar a pintura que fazem no corpo e nos objetos, como obra prima da humanidade. Usam tinta de urucum, gordura de macaco
Catálogo da exposição Pororoca apresentada no Museu de Arte do Rio entre 9 de setembro a 23 de novembro de 2013
Herkenhoff, Paulo (Org.)Este livro descreve a tecnologia de fabricação de flechas, que todos os homens zo`é sabem fazer desde jovens, utilizando diversas matérias-primas e utensílios que cada um guarda em seu potuwa, um pequeno cesto com tampa, feito com lascas de arumã e confeccionado pelas mulheres
Prudente, HugoLivro contendo seis artigos tendo como eixo central a boneca cerâmica Karajá
Silva, Telma Camargo da (organizadora)Publicação da Massey University sobre a arte indígena Maori
Desenhos expostos no Museu Mineiro realizados por professores indígenas de seis etnias em oficinas de arte que aconteceram durante o II Curso de Magistério de Ensino Fundamental para Professores Indígenas de Minas Gerais
Catálogo da exposição Under the canopy do Fresno Art Museum
Publicação contendo coleções do Museum Fünf Kontinente
Herzog-Schröder, Gabriele (Hrsg.)