Aldeia Tawaya

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        Aldeia Tawaya

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              609 Descrição arquivística resultados para Aldeia Tawaya

              609 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150423_08 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Após o corte da madeira que será a estrutura da arma, Binin precisa extraí-la por completo da árvore. Para isso, produz na hora uma espécie de apoio, feito de pedaços de madeira e cipó que encontra na mata ao redor. Assim, pode desprender a parte superior do pedaço de madeira ainda preso da árvore, esse que será o corpo da zarabatana, que pode chegar a mais de três metros de comprimento.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150423_14 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Shapu Sibó, aluno formado pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é um dos responsáveis pelo registro audiovisual das oficinas de produção de artefatos realizadas nessa aldeia O rapaz filma o momento em que Binin constrói um jirau com uma pequena fogueira embaixo, para assim dar continuidade ao processo de construção da arma.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150423_15 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Binin constrói um jirau com uma pequena fogueira embaixo, para assim dar continuidade ao processo de construção da arma.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150423_19 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Binin apoia uma das duas peças de madeira do que será o corpo da zarabatana na estrutura do jirau que construiu e a esculpe.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150423_22 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. O jovem Shapu observa Binin, que alterna a utilização de um facão e uma faca sem ponta para esculpir o corpo da arma, que pode chegar a mais de três metros de comprimento.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150423_26 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Binin começa a passar os dois pedaços de madeira pelo fogo, de forma a amaciá-los.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150423_28 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Com a madeira amaciada pelo fogo, Binin utiliza a estrutura de uma árvore para flexionar e moldar as duas peças, de forma que fiquem mais retas possíveis, garantindo a qualidade dos futuros tiros.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150423_31 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Após ajeitar a envergadura das duas peças de madeira, tornando-as mais retas possíveis, Binin une os dois pedaços, amarrando-os com cipó de alta resistência. Os alunos formados pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, Dani e Shapu Sibó, são os responsáveis pelo registro dessa oficina.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150423_36 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Após cerca de seis dias secando dentro da maloca, as duas partes da zarabatana presas com o cipó são desamarradas e novamente separadas. Binin pega a estrutura de uma zarabatana já seca para continuar a oficina. Separados os pedaços, precisa esculpir o orifício pelo qual irão passar os dardos envenenados. Para isso, pinta-os com urucum, de forma que quando for esculpir o orifício, qualquer possível desvio seja facilmente identificado com o contraste entre a superfície vermelha da madeira e o interior maciço da peça que está sendo talhada.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150423_39 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Para fazer o orifício por onde passarão os dardos envenenados, Binin utiliza uma talhadeira feita de dente de cutia e que leva esse mesmo nome, madë xëta,”dente de cutia”. O artesão usa o caule de uma folha específica que colhe no mato para afiar esse instrumento.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_FOT_20150423_01 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Binin esculpe em cada uma das metades da estrutura da arma - que serão depois novamente unidas - o orifício por onde passarão os dardos envenenados. Para isso, utiliza uma talhadeira feita de dente de cutia que leva esse mesmo nome: madë xëta, “dente de cutia”.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150423_08 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Binin explica na língua qual os tipos de árvores que podem ser usados para fazer uma zarabatana, enquanto esculpe os pedaços de madeira que serão o corpo da arma, utilizando um facão.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150423_13 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Binin utiliza um jirau que construiu em uma clareira para esculpir os pedaços de madeira, usando para isso uma faca sem ponta. Detalhe da fogueira que o artesão montou embaixo do jirau.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150423_12 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Binin utiliza um jirau que construiu em uma clareira para continuar esculpindo os pedaços de madeira, usando para isso uma faca sem ponta. Detalhes das serragens caindo do entalhe e de Shapu Sibó filmando a cena.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150423_15 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Binin agora utiliza o facão para esculpir a madeira. Fala na língua. Começa a alimentar a fogueira montada embaixo do jirau com serragens da própria madeira que está esculpindo.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150423_13 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Binin aviva e alimenta a fogueira debaixo do jirau com serragens da própria madeira que está esculpindo. Começa a passar um dos pedaços de madeira pelo fogo.

              Shapu Sibó Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150423_04 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Binin posiciona o apoio que está fazendo na árvore da qual está extraindo a madeira, e pega mais um pedaço de tronco para adicionar ao mesmo. Vai buscar cipó.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150423_01 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              O artesão Binin Chunu encontra uma boa árvore, em meio à trilha que iniciou na aldeia, para realizar a extração da madeira para a feitura de sua zarabatana. Começa a cortá-la com um machado.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150423_06 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Binin amarra os dois troncos finos do apoio com cipó. Fala na língua. Sobe nesse apoio para extrair da árvore a parte de cima da madeira, utilizando o facão. Depois de extrair a madeira, começa a modelá-la no local mesmo, dividindo-a em dois pedaços com o machado.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150423_02 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Binin inicia a trilha por onde procura a árvore boa para a extração da madeira. Encontra-a, e depois de limpar a área com o facão, começa a extração da madeira com o machado. Puxa o pedaço cortado com as mãos, enquanto Dani filma a cena.

              Shapu Sibó Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150423_03 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Binin utiliza dois troncos mais finos para construir um apoio que utilizará para extrair a parte de cima da madeira da árvore. Busca também cipó para isso, com o qual amarra os dois troncos, construindo o apoio. Fala na língua.

              Shapu Sibó Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150423_05 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Em cima do apoio, Binin corta a parte de cima do pedaço de madeira com o facão, extraindo-o da árvore. No local mesmo, usa o machado para dividir esse pedaço em dois. Começa a esculpí-los com o machado e depois com o facão. Fala na língua.

              Shapu Sibó Matis
              Oficina de produção da zarabatana, moldagem da madeira.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150423_14 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Binin utiliza as raízes de uma árvore para moldar a madeira esquentada, tornando a sua envergadura mais reta possível. Esquenta mais a madeira, para torná-la mais flexível ainda.

              Shapu Sibó Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150423_23 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Binin pega uma estrutura de madeira já seca para continuar a oficina. Desamarra os cipós e separa os dois pedaços. Depois, pega urucum e pinta os pedaços. Pega a madë xëta, talhadeira feita de dente de cutia (madë) e começa a esculpir na madeira o oríficio por onde serão soprados os dardos. Fala na língua.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150425_26 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Binin usa o torniquete que construiu. Para o processo de selagem das metades do corpo de sua arma, além desse instrumento, utiliza também um cipó chamado nopo, que vai amarrando em toda a extensão do corpo da arma, enquanto a passa pelo torniquete. Fala na língua.

              Shapu Sibó Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150425_24 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Binin começa a usar o torniquete que construiu. Para o processo de selagem das metades do corpo de sua arma, além desse instrumento, utiliza também um cipó chamado nopo, que vai amarrando em toda a extensão do corpo da arma, enquanto a passa pelo torniquete. Fala na língua com seu filho e mulher.

              Shapu Sibó Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150425_23 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Binin começa a usar o torniquete que construiu. Para o processo de selagem das metades do corpo de sua arma, além desse instrumento, utiliza também um cipó chamado nopo, que vai amarrando em toda a extensão do corpo da arma, enquanto a passa pelo torniquete. Fala na língua com seu filho e mulher.

              Shapu Sibó Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150427_02N · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Em uma fogueira que acendeu, Binin Chunu coloca cacos de cerâmica velha para esquentar. Esquenta também um pedaço de mamu, cera de abelha cozida. Passa o pedaço de mamu quente sobre uma parte da extensão da sua arma. Depois, em cima dessa mesma área, passa pedaços da cerâmica quente. Assim, o mamu derrete ainda mais sobre a superfície da zarabatana, realizando-se uma espécie de selagem externa. Alterna a passagem de cera quente e de cacos de cerâmica por cima da mesma.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150427_02O · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Em meio a esses movimentos, Binin Chunu passa a própria área da zarabatana preenchida com cera cozida derretida pela fogueira. Continua alternando a passagem da cera de abelha cozida e de cacos de cerâmica quente por cima da mesma. Fala na língua.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150427_02Q · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Em meio a esses movimentos, Binin Chunu passa a própria área da zarabatana preenchida com cera cozida derretida pela fogueira. Continua alternando a passagem da cera de abelha cozida e de cacos de cerâmica quente por cima da mesma. Fala na língua.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150427_02P · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Em meio a esses movimentos, Binin Chunu passa a própria área da zarabatana preenchida com cera cozida derretida pela fogueira. Continua alternando a passagem da cera de abelha cozida e de cacos de cerâmica quente por cima da mesma. Fala na língua.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150427_02G · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Binin Chunu continua fazendo o movimento repetitivo com o galho, para a frente e para trás, dentro da zarabatana. Fala na língua, explicando também o que está fazendo, um processo de selagem da superfície interna de sua arma. Joga mais argila e água dentro do orifício da arma e continua o movimento com o galho no mesmo. Repete esses processos, alternadamente.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150427_02J · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Binin Chunu repete o processo de jogar um pouco de argila, água e depois movimentar para frente e para trás o galho dentro da arma, só que agora pela outra saída do orifício. Na imagem, uma das filhas do artesão e sua amiga.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150427_02D · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Binin Chunu traz um pote de cerâmica cheio de água e um embrulho de folhas que contém argila dentro. Pega um galho fino e resistente e começa a passá-lo por dentro do orifício da arma. Pega, então, uma porção de argila com as mãos, põe água na boca e joga esses dois materiais também dentro do orifício. Começa a fazer um movimento repetitivo com o galho, para frente e para trás.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150427_02F · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Binin Chunu continua fazendo o movimento repetitivo com o galho, para a frente e para trás, dentro da zarabatana. Fala na língua, explicando também o que está fazendo, um processo de selagem da superfície interna de sua arma. Joga mais argila e água dentro do orifício da arma e continua o movimento com o galho no mesmo. Repete esses processos, alternadamente.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150425_28 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Binin Chunu no início do processo de amarração definitiva das metades de sua zarabatana. O artesão construiu na hora uma espécie de torniquete, pelo qual ia passando sua arma. A selagem dessa foi completada amarrando-se toda a sua extensão com um cipó negro chamado nopo.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150425_29 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Binin Chunu no início do processo de amarração definitiva das metades de sua zarabatana. O artesão construiu na hora uma espécie de torniquete, pelo qual ia passando sua arma. A selagem dessa foi completada amarrando-se toda a sua extensão com um cipó negro chamado nopo.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150426_03 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Tumi Tuku retoma a feitura de suas flechas. Passa mamu, cera de abelha cozida, em cima da taboca, na parte em que fez a amarração das penas. Binin Chunu esculpe com uma faca, duë, o bocal de sua zarabatana. Os homens conversam na língua.

              Shapu Sibó Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150426_05 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Binin Chunu esculpe com um facão e uma faca o bocal de sua zarabatana. Tumi Tuku passa mamu, cera de abelha cozida, em cima da taboca, na parte em que fez a amarração das penas. Depois, alisa o mamu com a mão. Auxilia o amigo no esculpimento do bocal da zarabatana.

              Shapu Sibó Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150427_01S · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Txami, outro darasibo, ancião, junta-se aos homens na pequena maloca que serve como oficina para a feitura de seus artefatos. Tumi Tuku acerta as bordas da ponta de bambu, paca, de sua flecha com o enawat, talhadeira feita de dente de capivara. Todos conversam.

              Dani Matis