Aldeia Bukuak

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        Aldeia Bukuak

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_BM_VID_20150430_04A · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Prática de passar o veneno curare nos dardos da zarabatana. Kuini Pussa pede que a equipe de filmagem registre essa atividade, realizada momentos antes da saída para a caça com essa arma. O caçador desamarra o cordel que garante a armazenagem de seu veneno e abre o pote que contêm o mesmo. A atividade foi realizada na maloca.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_BM_VID_20150430_05 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Imagem dos jovens jogando bola na aldeia. No final da tarde, diariamente, é comum ver algum grupo jogando futebol na aldeia.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150430_01C · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Debaixo de chuva, de volta à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de seus artefatos, as artesãs começam a trabalhar as folhas para a fazerem os seus xucate. Enawat vai quebrando os braços de sua folha para o lado. Tëkpa faz o mesmo, enquanto Shawa as observa. Bësson também está no local.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150430_04D · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Kuini Pussa pega um bastonete próprio para a execução da tarefa. Mexe o seu veneno. Depois, usando o mesmo bastonete, passa o curare na ponta de seus dardos, um a um. Vai colocando os dardos envenenados para secar, apoiando-os em cima de um pequeno tronco que pegou anteriormente para isso.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150501_01G · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Bësson, a participante mais madura da atividade, costura a rede de seu sekte, peneira, artefato de feitura mais complexa. Utiliza para isso fio de tucum, xapex, e uma agulha feita de osso de queixada. Detalhe das mãos da artesã realizando a atividade. Shawa junta-se ao grupo e irá começar a produzir a sua witsun. Mede o comprimento da mesma passando fios de tucum pelo seu próprio pulso. Dani tece a sua witsun masculina e está acompanhada de sua filha. A atividade ocorre na maloca.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150501_02B · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Dentro da maloca, mulheres mastigam a mandioca que cozinhou ao fogo para fazerem a caiçuma. Depois de mastigada, a bebida é deixada em panelas para fermentar. A feitura da caiçuma é um trabalho eminentemente feminino e coletivo.

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              Ritual dos mariwin.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150501_03E · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Os jovens tentam fazer com que as mulheres também levem golpes dos mariwin. Esses interagem com as pessoas através de gestos. Um dos mariwin vai embora.

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              Ritual dos mariwin.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150501_03G · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              As mulheres voltam aos seus lugares e continuam a mastigar a mandioca para a feitura da caiçuma. Conversam com os homens que tomam tatxik sobre a visita dos mariwin.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CMA_VID_20150502_10 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Tumã faz as muxa, tatuagens, de seu masën, buzina, utilizando para isso uma duë, faca não indígena. A presença de muxa, tatuagens, demonstra a importância das cerâmicas: como as pessoas, são tatuadas. Enquanto isso, sua máscara de mariwin passa pelo processo de pré-queima, realizado com a peça individualmente em uma pequena fogueira.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CMA_VID_20150502_16 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Tumã limpa os seus tsanut, conchas que as mulheres matis usam como instrumentos para a feitura de suas cerâmicas. Mostra toda a sua coleção para a equipe de filmagem e explica para a antropóloga Carolina Lopez que o conjunto de tsnaut de uma artesã serve para a feitura de cerâmicas dos mais variados tamanhos, desde as pequenas até as muito grandes. Guarda sua coleção na bolsinha trançada que possui especificamente para isso. Volta a polir o seu masën, buzina.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CMA_VID_20150502_25 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Com um galho comprido, Tumã vai mexendo na fogueira. À medida que a madeira vai queimando, tornando-se cinzas, os artefatos começam a aparecer. A artesã mexe nas peças com o galho, ajeitando as lenhas em torno delas, para assim aproveitar ao máximo o fogo.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150430_03C · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Oficina de produção do tsinte witsun xete, instrumento para tecer adornos, esculpido por Tumã, em paralelo às atividades da oficina de cerâmica, na Aldeia Bukuak. Tumã extrai a madeira que irá esculpir para construir a peça. A planta de onde pega a madeira encontra-se em uma roça da aldeia, bem próxima à construção de paxiúba que as mulheres utilizam como oficina para a feitura de seus artefatos. Após a extração da madeira, a mulher volta para junto das outras artesãs, para iniciar o seu trabalho.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_26 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Após o acabamento do seu masën, a mulher coloca-o na fogueira pequena para passar pelo processo de pré-queima. Ela explica que esse é necessário para que as peças não se rachem quando finalmente queimarem de fato na fogueira maior.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_27 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã aproveita o momento para polir um dos potes que produzira durante a oficina. Enquanto isso, a máscara de mariwin e o masën passam pelo processo de pré-queima. A mulher explica que esse é necessário para que as peças não se rachem quando finalmente queimarem de fato na fogueira maior. Perto de um dos pilares da sua pequena maloca, está a bolsa trançada, na qual guarda os seus instrumentos para a confecção de cerâmicas, e o pote com água que utiliza para fazer as últimas correções nas peças.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_35 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã dá um último polimento no masën, após o seu processo de pré-queima.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_36 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã dá um último polimento no masën, após o seu processo de pré-queima.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_40 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. A mulher vai alimentando a fogueira com mais pedaços de madeira, que insere de acordo com a armação que fez.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_41 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. A mulher vai alimentando a fogueira também com folhas.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_42 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_45 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, as peças vão esquentando cada vez mais dentro dela.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_48 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, os pedaços de madeira vão tornando-se cinzas, e as peças que estão dentro dela começam a aparecer.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_01A · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. As mulheres buscam, andando por uma trilha que se inicia na aldeia, o melhor igarapé para realizar a extração de argila de qualidade. Em destaque, Tumã (saia rosa).

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_01J · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Após algumas tentativas, as mulheres encontram um igarapé apropriado e iniciam a extração da argila, xöt. Dividem-se basicamente em dois grupos, que se concentram em dois pontos das margens do igarapé escolhido. Tëkpa conseguiu juntar grande quantidade de argila, que já começa a amaciar logo após a extração.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_01N · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Após o trabalho de extração, as mulheres param em uma roça no caminho de volta à aldeia para comer mamão maduro, num momento de descanso e descontração. De trás para frente: Tumã, Tëkpa, Bësson, Enawat e seu bebê Binin. Além dessas, Shawa e Tumã completam o grupo de participantes da oficina.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_02J · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Após pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Tumã, considerada pelas outras mulheres mestra artesã na arte da cerâmica, tempera a argila com o pó de cinzas mëi que acabou de peneirar.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_02L · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Após pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Tumã, considerada pelas outras mulheres mestre artesã na arte da cerâmica, tempera a argila com o pó de cinzas mëi que acabou de peneirar, amassando-a para ficar na consistência certa para ser, então, modelada. Tumã (saia rosa) também pega um pedaço de argila para temperar e amaciar.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_03J · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Após temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Tumã alisa e molda as paredes internas de sua peça com uma concha que as mulheres matis utilizam propriamente para isso e que se chama tsanut.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_03N · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Após temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Tumã termina de temperar outro pedaço de sua argila com as cinzas mëi que secaram ao fogo, antes umedecidas pela chuva da noite anterior.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150430_01B · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Oficina de produção do xukate, abano trançado, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir também como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. As mulheres voltam para a mata em busca da matéria-prima; a última da fila é Enawat (bermuda verde e amarela).

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150430_01N · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Oficina de produção do xukate, peça constituída de uma folha trançada, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Após a extração da matéria-prima, as mulheres voltam à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artesanatos na aldeia. Shawa inicia a feitura de sua peça, aproveitando o momento da oficina para aprender um novo motivo de trançado de xukate com as mulheres mais velhas, chamado capëk xiktodo, isto é “barriga de jacaré”.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150430_01P · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Oficina de produção do xukate, peça constituída de uma folha trançada, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Após a extração da matéria-prima, as mulheres voltam à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artesanatos na aldeia. Já no início da feitura de seu segundo xukate, Enawat explica à antropóloga Carolina Lopez os vários tamanhos em que podem ser feitos os xukate, desde muito pequenos até aqueles muito grandes, como os que cobrem as paredes-tetos das malocas matis.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150430_02E · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Detalhe do rosto de Tumã, matxó, mulher madura, considerada pelas outras uma mestra artesã na arte da cerâmica.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150430_02H · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Bësson faz o polimento do seu txuma, cuia para se tomar a bebida tatxik, utilizando uma semente negra arredondada específica para isso, chamada tonkete. Ao fundo, pode-se ver Tumã construindo o seu tsinte witsun xete, instrumento para tecer adornos.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150430_02L · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumi Machopa, vendo a realização da oficina de produção de cerâmicas, foi buscar na hora a sua espingarda, e com apenas um tiro, matou na mata próxima uma arara, para ser feito o mananukit da máscara de mariwin, os adornos faciais que ficam em suas bochechas, produzidos com as penas desse animal.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150430_04B · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Kuini Pussa Matis, pai do cinegrafista Damë Bëtxum, pediu que a equipe registrasse a atividade em que passa o veneno curare em seus dardos de zarabatana, realizada momentos antes da saída para a caça com essa arma. Detalhe de Kuini preparando o veneno com um bastonete próprio para isso, dentro da maloca.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150430_04F · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Kuini Pussa Matis, pai do cinegrafista Damë Bëtxum, pediu que a equipe registrasse a atividade em que passa o veneno curare em seus dardos de zarabatana, realizada momentos antes da saída para a caça. Kuini começa a passar o veneno na ponta dos dardos, um a um, utilizando um bastonete próprio para isso.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150502_01A · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã aproveita o momento para polir seu pote já seco com uma tonkete, semente negra arredonda específica para isso, de forma que as suas paredes fiquem mais lisas e homogêneas possível.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150502_01B · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã aproveita o momento para polir sua máscara de mariwin já seca, de forma que a sua superfície fique mais lisa e homogênea possível.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150502_01E · Item · 2015
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              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã esculpe os muxa, tatuagens, de seu masën com o auxílio de uma faca, duë. A maior parte das cerâmicas matis levam traços chamados de ”tatuagens”, o que demonstra a importância desse tipo de artefato em sua cultura: são tatuados, como as pessoas.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150502_01G · Item · 2015
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              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, os pedaços de madeira vão tornando-se cinzas, e as peças que estão dentro dela começam a aparecer.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150502_01I · Item · 2015
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              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, os pedaços de madeira vão tornando-se cinzas, e as peças que estão dentro dela começam a aparecer. Tumã utiliza um galho comprido para ir puxando as peças, extremamente quentes, para fora do espaço da fogueira, já em seu fim. As peças estão prontas, e só é necessário esperar esfriarem para poder iniciar-se o uso das mesmas.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150502_01M · Item · 2015
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              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, os pedaços de madeira vão tornando-se cinzas, e as peças que estão dentro dela começam a aparecer. Tumã utiliza um galho comprido para ir puxando as peças, extremamente quentes, para fora do espaço da fogueira, já em seu fim. As peças estão prontas, e só é necessário esperar esfriarem para poder iniciar-se o uso das mesmas.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_BM_VID_20150429_01E · Item · 2015
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              As artesãs Bësson (saia azul florida), Tëkpa (bermuda jeans) e Tumã (saia preta e branca) analisam a argila de um agaladiço para ver se é de boa qualidade para a produção de cerâmicas. Não a aprovam, e junto com Tumã (saia rosa), Shawa (bermuda marrom) e Enawat, com o bebê Binin no colo, continuam sua busca, seguindo a trilha. É possível ver também o menino Binin e Damë Bëtxum, que está fazendo o registro do evento.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_BM_VID_20150429_01L · Item · 2015
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              Tumã (saia preta e branca) e Shawa (bermuda marrom) começam a extrair uma grande folha, para assim fazerem um tipo de cesto, através do qual irão realizar o transporte da argila para a aldeia. Tumã trança o cesto e coloca o seu monte de argila dentro. Tumã (saia rosa) também trança o seu cesto. Tumã (saia preta e branca), com uma faca, extrai pedaços da casca de uma árvore, para assim as mulheres produzirem as alças de seus cestos, como o faz Bësson (saia azul florida) e Tumã (saia rosa). O menino Binin, filho de Enawat, que está com o seu outro filho no colo, acompanha as mulheres durante toda a atividade. Shawa e Tëkpa também possuem os seus montes de argila, que levam embalados em folhas. As mulheres preparam-se para a caminhada de volta à aldeia.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_BM_VID_20150429_02A · Item · 2015
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              Na construção de paxiúba que lhes serve como oficina, as mulheres começam a tratar a argila. Bësson (saia azul florida) e Tumã (saia rosa) ascendem uma fogueira. Tëkpa traz mais lenha. Binin, filho de Enawat, acompanha as mulheres na atividade. Tumã (saia preta e branca) traz uma panela cheia de mëi, cinzas, e o seu sekte, peneira. Na fogueira, as mulheres colocam outra panela, por sua vez cheia de cinzas mëi úmidas por causa da chuva da noite anterior. Assim, esquentam-nas para secá-las. Tumã (saia preta e branca) prepara-se para peneirar as suas cinzas.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_BM_VID_20150429_03C · Item · 2015
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              Bësson molda a sua peça, colocando mais uma camada de argila na mesma, um cilindro que adiciona à sua estrutura. Vai unindo a parte ao todo com a ponta dos dedos. Coloca mais uma camada de argila. Tumã (saia preta e branca) também molda a sua peça.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150429_01D · Item · 2015
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              As mulheres seguem andando na trilha, buscando algum igarapé ou alagadiço que tenha argila de qualidade. Bësson (saia azul florida) é seguida por Tumã (saia preta e branca), Tumã (saia rosa), Enawat e seu bebê, seu outro filho Binin, Tëkpa e Shawa.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150429_01E · Item · 2015
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              As mulheres, finalmente, conseguem encontrar um igarapé que contêm argila de qualidade. Tumã (saia preta e branca) entra na água para começar a extração. A mulher pega a matéria-prima do fundo das margens do igarapé. Tumã (saia rosa) é responsável por ficar fora d´água, recebendo os pedaços queTëkpa e Bësson (saia azul florida) vão retirando do fundo das margens. Três cachorros acompanham as mulheres durante toda a atividade. Shawa junta-se a Tumã (saia preta e branca), que ensina a jovem a reconhecer uma argila de qualidade e extraí-la da forma correta. As mulheres conversam entre si. Separam folhas e vão colocando os pedaços de argila que vão coletando em cima das mesmas. Enawat, sentada na margem, amamenta seu bebê Binin.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150429_01F · Item · 2015
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              Tëkpa, por ser uma das mais novas artesãs, é escolhida para afundar seu corpo no fundo da água, para pegar argila de qualidade, que dá para Bësson trabalhar e amaciar. Tumã (saia preta e branca) junta-se a essas mulheres na extração. Tumã (saia rosa) é responsável por ficar fora d´água, recebendo os pedaços que as mulheres vão tirando do fundo do igarapé. Enawat, sentada na margem, amamenta seu bebê Binin. Shawa segue Tumã (saia preta e branca) na extração. Essa conversa com a antropóloga Carolina Lopez.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150429_02C · Item · 2015
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              Tumã (saia rosa) esquenta cinzas mëi ao fogo, recebendo a ajuda de Tëkpa. Shawa auxilia Tumã a peneirar as cinzas, mexendo aquelas que estão na panela e passando-as para a matxó, mulher mais madura. As impurezas que ficam no sekte são jogadas em uma folha. Bësson descansa, sentada. As mulheres conversam entre si e com a antropóloga Carolina Lopez. O menino Binin acompanha as artesãs durante toda a atividade.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150429_02G · Item · 2015
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              Uma matxó, mulher mais velha, junta-se ao grupo. As mulheres interagem durante a atividade, que é feminina e coletiva. Tumã e Tumã começam a temperar a argila com o pó de cinzas que resultou da filtragem pelo sekte, peneira.Tëkpa segura sua filha no colo e mexe as cinzas que esquentam ao fogo.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150430_04A · Item · 2015
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              Prática de passar o veneno curare nos dardos da zarabatana. Kuini Pussa pede que a equipe de filmagem registre essa atividade, realizada momentos antes da saída para a caça com essa arma. O caçador amassa uma folha específica, tirando o seu sumo. A atividade foi realizada na maloca.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150430_04F · Item · 2015
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              Com o seu bastonete, Kuini Pusa passa o curare na ponta de seus dardos, um a um. Vai mexendo o veneno com o mesmo bastonete. Os dardos envenenados vão sendo esquentados por uma brasa colocada embaixo dos mesmos. Dessa forma, o veneno seca, fixando-se nos dardos.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150501_01I · Item · 2015
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              Shawa inicia o trançado de seu witsun. Após distribuir fio de tucum pelo seu mabante, tear, começa a utilizar o seu tsinte witsun xete, instrumento para tecer witsun, e a distribuir as pequeninas varetas de madeira, utilizadas para a definição do tipo de padrão a ser trançado no adorno. Bësson prepara na hora os fios de tucum que usa para tecer o seu sekte, peneira. As mulheres conversam entre si.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150501_02D · Item · 2015
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              Dentro da maloca, mulheres mastigam a mandioca que cozinhou ao fogo para fazerem a caiçuma. Depois de mastigada, a bebida é deixada em panelas para fermentar.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150501_03A · Item · 2015
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              Nesse momento, enquanto as mulheres mastigam caiçuma e os homens preparam e tomam a bebida tatxik, três mariwin chegam à maloca. Começam a sua atuação, tentando pegar as crianças para lhes dar golpes de varetas nas nádegas. Interagem com as pessoas na maloca.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CMA_VID_20150502_01 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de produção de cerâmica. Tumã foi escolhida pela equipe de filmagem para ser acompanhada durante as atividades finais do evento, já que essa é considera pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã faz as muxa, tatuagens, de seu pote, utilizando para isso o seu tsanut, concha especificamente usada pelas mulheres para a confecção de suas cerâmicas. A presença de muxa, tatuagens, demonstra a importância das cerâmicas: como as pessoas, são tatuadas. A mulher é observada por uma de suas netas.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CMA_VID_20150502_11 · Item · 2015
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              Tumã faz as muxa, tatuagens, de seu masën, buzina, utilizando para isso uma duë, faca não indígena. A presença de muxa, tatuagens, demonstra a importância das cerâmicas: como as pessoas, são tatuadas. Enquanto isso, sua máscara de mariwin passa pelo processo de pré-queima, realizado com a peça individualmente em uma pequena fogueira.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CMA_VID_20150502_17 · Item · 2015
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              Tumã explica sobre o processo de pré-queima das peças, enquanto realiza o mesmo com o masën, buzina, e a máscara de mariwin. A pré-queima serve para que as peças não se quebrem ou rachem durante a queima de fato. Coloca também o seu pote para passar pela pré-queima.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CMA_VID_20150502_19 · Item · 2015
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              Depois de algumas horas, a artesã Tumã inicia o processo de queima das peças. Acende uma fogueira, cujas lenhas foram armadas em formato de forno, e dentro das quais foram colocadas as peças de cerâmica. A mulher vai alimentando a fogueira com mais lenha.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150502_01 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Tumã faz as muxa, tatuagens, de seu pote, utilizando para isso o seu tsanut, concha especificamente usada pelas mulheres para a confecção de suas cerâmicas. A presença de muxa, tatuagens, demonstra a importância das cerâmicas: como as pessoas, são tatuadas. A artesã explica para a antropóloga Carolina Lopez sobre as muxa de sua cerâmica. Imagem de peças já prontas e das peças que estão sendo confeccionadas pela mulher.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150430_03E · Item · 2015
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              Oficina de produção do tsinte witsun xete, instrumento para tecer adornos, esculpido por Tumã, em paralelo às atividades da oficina de cerâmica, na Aldeia Bukuak. Tumã inicia o trabalho de feitura do artefato, esculpindo a madeira com um facão. Ao seu lado, estão sua filha e seu neto.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01B · Item · 2015
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              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. As mulheres iniciam a trilha na mata em busca do barro, mas o primeiro alagadiço que encontram não possui um barro de boa qualidade. Da esquerda para a direita, de pé está Shawa, Enawat com seu bebê Binin no colo, Tëkpa (bermuda jeans), Tumã (saia estampada), Tumã (saia rosa) e Bësson (saia azul florida).

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01E · Item · 2015
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              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. O menino Binin, filho da artesã Enawat, observa Tumã pegando argila dentro de um igarapé que as mulheres encontraram. Essas conhecem caminhos que levam a igarapés que possam possuir argila, xöt, de boa qualidade.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01I · Item · 2015
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              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Binin, filho de Enawat, observa Tumã ensinando à jovem Shawa a reconhecer uma argila de boa qualidade.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01N · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Tëkpa, uma das participantes mais jovens, mergulha nas águas do igarapé para extrair a argila da melhor qualidade possível para a produção das cerâmicas, enquanto Bësson a observa. Batsi (camisa azul) e Damë Bëtxum, alunos das oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, são os responsáveis pelo registro do evento.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01S · Item · 2015
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              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Enawat embala em seus braços o seu bebê Binin, enquanto Shawa, a mulher mais nova dessa comitiva, mergulha para conseguir extrair o barro de melhor qualidade possível do fundo das margens do igarapé. As mulheres vão tateando os pontos que possuem a melhor argila para a extração.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01T · Item · 2015
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              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Enawat embala em seus braços seu bebê Binin, enquanto Shawa, a mulher mais nova dessa comitiva, e Tumã, a mais velha, mergulham para conseguir extrair o barro da melhor qualidade possível do fundo das margens do igarapé. As mulheres vão tateando os pontos que possuem a melhor argila para a extração.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01X · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Tëkpa (à esquerda) e Bësson analisam conjuntamente o barro que estão extraindo do fundo do igarapé. Ao fundo, pode-se ver o monte de argila que estão juntando.

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