Durante mais de quatro séculos foi vendida a imagem do índio como um homem geneticamente preguiçoso, um homem nada afeito ao trabalho sistemático. Esta preguiça, entretanto, seria mera conseqüência da riqueza da terra. O índio brasileiro vivia numa espécie de Leste do Éden, um espaço onde tudo estava à mão e nenhuma necessidade se apresentava. Daí seu nomadismo, seu desapego à terra, seu desprezo ao trabalho. Segundo a tese em voga, também daí vinham seu caráter de povo sem lei, nem fé, nem rei e a formação de uma sociedade onde tudo era permitido, inclusive o canibalismo, a promiscuidade e a libertinagem.; Este olhar quinhentista formalizou o motivo necessário para se trazer da África os milhões de negros escravizados, afinal, uma “cultura superior”, como a européia, não podia conviver com tamanha ignomínia. E o sistema colonial precisava de uma mão de obra mais, digamos, responsável para fazer valer seus altos investimentos
FERNANDES, FlorestanPrimeira referência a índios na literatura e uma das mais importantes obras do período pré-romântico
GAVET, DanielJosé Antônio corta a madeira camará
Participantes: John Lenon Tupinambá ("Parente")
Primeira referência a índios na literatura e uma das mais importantes obras do período pré-romântico
GAVET, DanielNeste livro, o autor conta a história dos franceses na terra do Brasil e a intenção de nela estabelecer o que chamavam de uma França Antártica e uma França Equinocial; suas lutas com os portugueses e as alianças com a gente dessa terra, os tupinambás, entre outros. Com rigor histórico, Adriana Lopez narra os passos iniciais incertos dados nessa terra que viria a ser o Brasil
LOPEZ, AdrianaEm seu A CRIANÇA E A MULHER TUPINAMBÁ, o Prof. José de Ribamar Chaves Caldeira analisa antologicamente uma sociedade fundamental para a formaçào sociocultural brasileira, em especial do Maranhão: os Tupinambás. A análise da criança e da mulher Tupinambá nos possibilita uma viagem pelo universo indígena, irradiando novas possibilidades para melhor compreensão da cultura e sociedade maranhenses
CALDEIRA, José de Ribamar ChavesJosé Antônio descreve vegetação que encontra no caminho
Participantes: John Lenon Tupinambá ("Parente")
José Antônio descreve vegetação que encontra no caminho
Participantes: John Lenon Tupinambá ("Parente")
José Antônio descreve vegetação que encontra no caminho
Participantes: John Lenon Tupinambá ("Parente")
A publicação conta a expulsão dos franceses do Maranhão sob a ótica dos índios Tupinambá
Araujo, Joseh CarlosJosé Antônio encontra a madeira camará e começa o corte
Participantes: John Lenon Tupinambá ("Parente")
Esta tese aborda a forma pela qual os índios de diversos grupos foram se incorporando à ordem colonial da AmazOnia portuguesa, tornando-se índiso cristãos. O autor busca mostrar como esses cristãos reinventaram e rearticularam os padrOes religiosos e morais introduzidos por missionários. O trabalho é fruto de uma extensa pesquisa em processos da Inquisição e traz novos aportes para se pensar o confronto de cosmologias e de universos culturais nesse período
CARVALHO JÚNIOR, Almir Diniz deA publicação conta o olhar dos índios Tupinambá para a fundação da cidade de São Luís pelos franceses
Araujo, Joseh CarlosTraçando um amplo painel do Renascimento ao Romantismo, o autor sustenta que a degradação da imagem do outro foi acompanhado por uma crescente incompreensão da antropofagia. Grande especialista nos textos quinhentistas franceses a respeito do Brasil, Lestringant dedica alguns capítulos aos Tupinambá e à sua fortuna política e filosófica no pensamento europeu
Lestringant, FrankJosé Antônio descreve vegetação que encontra no caminho
Participantes: John Lenon Tupinambá ("Parente")
José Antônio descreve vegetação que encontra no caminho
Participantes: John Lenon Tupinambá ("Parente")
José Antônio caminha em busca da madeira camará
Participantes: John Lenon Tupinambá ("Parente")
Num tom trágico, conta a história da destruição dos povos Tupi da costa diante dos processos de doenças epidêmicas, escravização e confinamento em aldeias missionárias
MAESTRI FILHO, MárioPublicado em Paris em 1614, a História do capuchinho Abbeville tem duas traduções em português, a primeira de César Marques (1874) e a segunda, mais divulgada, de Sérgio Milliet (1945), cada qual, segundo o prefácio de Sebastião Moreira Duarte, "bem longe de ser perfeita". O relato é sumamente valioso não apenas pela descrição minuciosa dos Tupinambá do Maranhão, como também pelas narrativas indígenas embutidas no texto. Cabe ainda refletir sobre este texto enquanto relato histórico e não propriamente etnográfico
ABEVILLE, Claude d'Livro sobre a situação das mulheres indígenas na região do Nordeste brasileiro
A Confederação dos Tamoios, como ficou conhecido o movimento contra a dominação do colonizador português, iniciado pelos índios tupinambás, é considerada o primeiro levante popular brasileiro em nome da liberdade. O livro de Aylton Quintiliano registra esse momento histórico, ao relatar em detalhes a revolta que começava a moldar a mistura racial e social do povo brasileiro. Os insurgentes, que ficaram conhecidos como tamoios –os mais velhos, os donos da terra – ganham o destaque merecido, ao lado de figuras como Estácio de Sá, Villegagnon e Anchieta, em um momento no qual o Rio de Janeiro ainda não existia oficialmente como cidade
QUINTILIANO, AyltonInformação do relatório: [?]; Legenda da foto: "- O auxiliar de sertão Jair de Menezes Tupinamba, encarregado do posto "Barbosa Rodrigues", - entre sua família e indios "Moura", assistem a partida do chefe da 1A. I.R.1."; Descrição da foto: Auxiliar de sertão chamado Jair Menezes Tupinamba, encarregado do Posto Indígena de Nacionalização Barbosa Rodrigues com a sua família e índios, assistindo a despedida do chefe da I.R.1
O livro aborda aspectos da gramática de cinco línguas indígenas faladas no Brasil, analisados à luz de postulados da Gramática Universal. Serão abordadas as línguas Mbyá e Tupinambá, ambas pertencentes à família Mawetí-Guaraní, tronco Tupi, sendo o Tupinambá uma língua extinta; Kuikuro, da família Karib; Karajá, da família Karajá, tronco Macro-Jê; Paumari, da família Arawá
Maia, Marcus [et. al.]Claude D'Abreville, capuchinho francês, fez parte da missão que veio ao Maranhão acompanhando a expedição de La Ravardière, em 1612. Demorou-se no Brasil quatro meses. De volta à França escreveu esta História da Missão dos Padres Capuchinhos na Ilha do Maranhão, publicada pela primeira vez em 1614
D'ABREVILLE, ClaudeUm mundo se desenvolveu por milênios à margem do Ocidente e do Oriente, até um dia ser descoberto e conquistado. Seus traços, que ficaram impressos na solidez da pedra e na fragilidade do barro, são o objeto deste livro. Das escarpas dos Andes ao Amazonas, do cerrado ao litoral, o leitor é convidado a conhecer esse mundo de antes de Cabral
FAUSTO, Carlos