Colher de coco confeccionado com a casca do coco apresentado dois orifícios junto a borda
PotiguaraFuso sem castão, em formato cilíndrico, confeccionado em madeira não identificada, com fios de algodão, presos a rede infantil de dormir constituída do mesmo material
PotiguaraPatrona de conformação redonda e borda circular, confeccionado com lasca de cipó timbó, segundo a técnica do trançado arqueado. Apresenta alça revestida com lasca de imbé e borda com acabamento com aureola simples
PotiguaraPeneira de conformação circular, confeccionado com lasca de matéria-prima não identificada, segundo a técnica do trançado sarjado. Apresenta borda com acabamento com aro roliço costurado com a matéria-prima não identificada
PotiguaraEsteira de conformação retangular, confeccionado com palha de "capim", segundo a técnica do trançado torcido
PotiguaraAbano trançado de conformação irregular, confeccionado com palha não identificada, segundo a técnica do trançado quadricular. Apresenta base de empunhar formada com a nervura da folha, dando início ao trançado e borda com acabamento com aureola simples
PotiguaraEm 1991, a Procuradoria da República na Paraíba, após instauração de Inquérito Civil, constatou, entre outras violações aos direitos dos índios Potiguara, a violação ao direito de informação. Já desde o início do Século XVI, inúmeros documentos fazem referência aos Potiguara. Até hoje, no entanto, eles desconhecem a sua própria História. Os documentos de séculos passados encon-tram-se em diversos arquivos existentes no Brasil e no exterior. Aos documentos oficiais do Século XX, nunca tiveram acesso. Seus líderes nunca receberam uma cópia do “Relatório Baumann”, documento inédito que pode ser reputado essencial a qualquer tentativa de defesa judicial dos índios, des-de que revela sua ocupação tradicional sobre as terras que habitam. Mais grave ainda, não tiveram sequer acesso às informações constantes do processo de demarcação de suas terras,em 1983, não obstante um parecer governamental apontar para a necessidade de desenvolver um “trabalho de conscientização junto à comunidade indígena”. Diante disto, para assegurar aos Potiguara o direito à informação e para instrumentalizá-los na defesa dos seus direitos, a Procuradoria da Repúblicana Paraíba, com a colaboração da Secretaria da Educação e Cultura do Estado da Paraíba, publica este livro com ensaios, relatórios e documentos de interesse para a História Potiguara
MOONEN, FranciscoPatrona de conformação redonda e borda circular, confeccionado com lasca de timbó, segundo a técnica do trançado arqueado. Apresenta alça revestida com a mesma matéria-prima e borda com acabamento com aureola simples
PotiguaraCesto tigeliforme de conformação de meia-calota, confeccionado com lasca de japecanga e avenca, segundo a técnica do trançado arqueado. Apresenta borda com acabamento com aureola simples
PotiguaraPatrona de conformação redonda, confeccionado com lasca de japecanga, segundo a técnica do trançado arqueado. Apresenta borda com acabamento com aureola simples
PotiguaraAbano trançado de conformação irregular, confeccionado com palha de palmeira não identificada, segundo a técnica do trançado quadricular. Apresenta base de empunhar formada com a nervura da folha da palmeira, dando início ao trançado e borda com acabamento com aureola simples
PotiguaraPeneira de conformação quadrada, confeccionado com matéria-prima não identificada, segundo a técnica do trançado sarjado. Apresenta borda com acabamento com aro duplo entretrançado
PotiguaraPatrona de conformação redonda e borda circular, confeccionado com lasca de imbé, segundo a técnica do trançado arqueado. Apresenta alça revestida com fibra da mesma matéria-prima e borda com acabamento com aureola simples
PotiguaraPatrona de conformação redonda, confeccionado com matéria-prima não identificada, segundo a técnica do trançado arqueado. Apresenta tampa do mesmo material confeccionado segundo a mesma técnica, duas alças fixadas nas laterais do cesto e bordas, tanto da tampa como do recipiente, com acabamento com aureola simples
PotiguaraCesto tigeliforme de conformação redonda, confeccionado com lasca de cipó timbó, segundo a técnica do trançado arqueado. Apresenta borda com acabamento com aureola simples
PotiguaraBodoque confeccionado com madeira não identificada. Possui ao centro orifício que serve para dar estabilidade a flecha
PotiguaraRede de dormir constituída de cama confeccionado com fios de algodão, segundo a técnica do contratorcido. Apresenta cabos suplementares e punhos. Exibe em sua extensão franjas de fios de algodão e na terminação, logo após o punho possui fuso de madeira, sem castão, em formato cilíndrico, de onde sai o fio de algodão
PotiguaraRecipiente de coco (caneco), confeccionado com noz de coco apresentando cabo torneado de madeira não identificada
PotiguaraA obra de Eliane Potiguara, "METADE CARA , METADE MÁSCARA" conta sobre o amor de um casal indígena que se separou na época da colonização brasileira, causando as maiores violências e destruições étnicas.Ao viajarem pelos cinco séculos em busca de um e outro, eles conhecem todas as Américas e suas histórias. O romance poético fala de amor, relações humanas, paz, identidade, história de vida, mulher, ancestralidade e família. O livro descreve os valores contidos pelo poder dominante e, quando resgatados, submergem o self selvagem, a força espiritual, a intuição, o Criador, o ancestral, o velho, a velha, o mais profundo sentimento de reencontro de cada um consigo mesmo, reacendendo e fortalecendo o eu de cada um, contra uma auto-estima imposta pelo consumismo, imediatismo e exclusões social e racial ao longo dos séculos. Discorre, também, sobre a luta do movimento indígena, inclusive internacional e sobre sua imigração por violência à sua cultura e suas conseqüências; fala sobre o papel fundamental da mulher indígena no contexto cultural e a sua real contribuição na sociedade brasileira. Conta as dores dessas mulheres e seus desejos mais íntimos.Nas histórias mágicas e míticas de Eliane Potiguara, o destino dos Povos Indígenas é traçado com consciência e auto-determinação, onde a ética, a força interior, a espiritualidade e valor cultural e cosmológico sobrepõem aos vícios do neocolonizador na construção do novo homem e da nova mulher, mostrando que os princípios indígenas podem contribuir para o futuro do Brasil
POTIGUARA, ElianeA obra de Eliane Potiguara, "METADE CARA , METADE MÁSCARA" conta sobre o amor de um casal indígena que se separou na época da colonização brasileira, causando as maiores violências e destruições étnicas.Ao viajarem pelos cinco séculos em busca de um e outro, eles conhecem todas as Américas e suas histórias. O romance poético fala de amor, relações humanas, paz, identidade, história de vida, mulher, ancestralidade e família. O livro descreve os valores contidos pelo poder dominante e, quando resgatados, submergem o self selvagem, a força espiritual, a intuição, o Criador, o ancestral, o velho, a velha, o mais profundo sentimento de reencontro de cada um consigo mesmo, reacendendo e fortalecendo o eu de cada um, contra uma auto-estima imposta pelo consumismo, imediatismo e exclusões social e racial ao longo dos séculos. Discorre, também, sobre a luta do movimento indígena, inclusive internacional e sobre sua imigração por violência à sua cultura e suas conseqüências; fala sobre o papel fundamental da mulher indígena no contexto cultural e a sua real contribuição na sociedade brasileira. Conta as dores dessas mulheres e seus desejos mais íntimos.Nas histórias mágicas e míticas de Eliane Potiguara, o destino dos Povos Indígenas é traçado com consciência e auto-determinação, onde a ética, a força interior, a espiritualidade e valor cultural e cosmológico sobrepõem aos vícios do neocolonizador na construção do novo homem e da nova mulher, mostrando que os princípios indígenas podem contribuir para o futuro do Brasil
POTIGUARA, ElianeA publicação reúne dados, aspectos políticos e a capacidade de organização dos Mendonça do Amarelão do Estado do Rio Grande do Norte
Galhardo, JussaraConstitui uma tentativa de aplicação da teoria moderna do campesinato a sociedade indígena brasileira. Mostra como a situação de part-society rural vivida por grupos indígenas é uma alternativa que o precesso de integração do índio oferece à sociedade nacional
AMORIM, Paulo Marcos deAnalisa a terra indígena enquanto categoria jurídica definida pelo Estatuto do Índio, Lei 6001/73, a partir de um caso específico: o grupo indígena Potiguara, envolvido em uma disputa judicial quanto a terra, concentrando-se na atuação da FUNAI
AZEVEDO, Ana Lúcia Lobato de8º dia do Curso Dimensões das Culturas Indígenas. Panorama atual da política nacional de educação escolar indígena: perspectivas e desafios, por Rita Gomes do Nascimento, Potiguara, Doutora em Educação/UFRN. O tema da edição deste ano foi o protagonismo i
Livro construído coletivamente sobre a visão dos índios sobre a natureza por 27 autores indígenas
Arian Pataxó [et.al.]Esta é a primeira tentativa de abordar a história de todos os índios brasileiros durantes os séculos de conquista colonial o primeiro contato que o autor teve com os índios brasileiros deu-se em 1961 numa expedição pelas cabeceiras do rio Iriri, quando sofreram uma emboscada preparada pelos kreen-akrore, tribo ainda desconhecida no país após essa primeira expedição, realizou várias viagens para diferentes regiões do país, conhecendo em profundidade a realidade de nossos índios neste livro, se propõe a escrever uma história dos índios brasileiros ou da conquista do Brasil em termos de seus povos nativos destaca a atuação dos exploradores europeus que deixaram alguma documentação sobre os índios que encontraram, e especialmente a atuação dos jesuítas, a seu ver, de fundamental importância para o bem estar dos índios durante a maior parte do domínio colonial português termina com a expulsão dos jesuítas na década de 1760, quando o equilíbrio de poder entre os colonos e os índios já se havia modificado
Hemming, JohnDebate no Shopping da Gávea, durante a Eco 92. O presidente da Funai, Sidney Possuelo, em seu depoimento fala sobre a situação dos índios brasileiros, demarcação de terra indígena sobre as áreas de fronteiras, onde estão localizados vários grupos indígena
Este trabalho tem como objetivo analisar a dinAmica da transformação da identidade em mulheres índias, no percurso da aldeia à metrópole, cinco séculos depois do descobrimento oficial o Brasil; O estudo parte dos relatos orais das trajetórias de três mulheres índias das etnias Mehinaku, Pankararu e Potiguara, que habitam espaços diferenciados - aldeia/favela/cidade - na tentativa de mostrar as formas de organização e suas experiências pessoais, seu papel na preservação de suas tradiçOes, bem como identificar os elementos que reforçam a construção da identidade; Como é ser índia no Brasil de hoje? Que papel essas mulheres exercem na transmissão dos valores tradicionais? A partir destas questOes, o estudo faz um levantamento do universo feminino indígena, junto às chamadas "índias isoladas" das etnias Korubo, Zo'é e Awá-Guajá, da AmazOnia, e às mulheres Mehinaku e Kamaiurá, que habitam o Alto Xingu; Ao enfocar aas mulheres índias, este estudo pretende contribuir para resgatar o sujeito desconhecido da história
SILVEIRA, Maria Luiza dos SantosPublicação sobre o Projeto Gestão Ambiental e Territorial Indígena (GATI) regionalizado
Oliveira, Carlos Alfredo Ferraz deDança do índios Bakairi de Mato Grosso, no jardim do Museu do Índio, em comemoração da semana do índio de 1994. O vídeo também mostra um debate no auditório, sobre questões indígenas e revisão constitucional. O debate foi aberto pela diretora do museu, Ju
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Bombeiros no Museu do Índio cortando árvores. Imagens do estado de destruição em que se encontrava o prédio central do museu. Inauguração da exposição dos índios Kambiowá de Pernambuco. Inauguração da placa da biblioteca, em homenagem, ao Carlos Roberto D
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