Eduardo conversa em língua Nadëb com Benito da Silva e Manuel da Silva sobre os sítios e comunidades antigas no rio Uneiuxi habitados por grupos Nadëb vindos do rio Téa. Há trechos da conversa que acontecem em português. Local: Comunidade Tabocal do Uneiuxi. Paisagem Sonora: sons de pessoas nadando e entrando nas águas do rio; risos e vozes de crianças, mulheres e homens
Nian PissolatiOficina. Alunos reunidos no Centro Comunitário observam Evanildo Nadëb escrever no quadro, durante Oficina de Etnomapeamento. Dentre os presentes, é possível identificar os indígenas Nadëb: Eduardo Castelo, Cleto Castelo, Andrade Castelo, Evanildo Nadëb, André Garrido, Roberto Marco, Alan Nadëb, Gilmar (sobrenome desconhecido), Adilson Melgueiro, Abel Melgueiro e Gilvan Lemos, etnia Tuyuka.
Nian PissolatiOficina. Eduardo Castelo (etnia Nadëb) e Adilson Melgueiro (etnia Nadëb) desenham mapa do rio Uneiuxi no Centro Comunitário, durante Oficina de Etnomapeamento. São observados por Gabriel Lemos (etnia Tuyuka) e Jemima Leonardo (etnia Nadëb).
Nian PissolatiRitual. Nadëb do Roçado e de São Joaquim compartilham alimentos servidos após o canto-dança de entrega de alimentos no dabucuri. O dabucuri é um ritual de oferta de caça, pesca, frutos da floresta ou produtos da roça que marca a relação entre coletivos nadëb, festa em que realizam a dança, o toque e o canto com o takod, bastão ritual.
Nian PissolatiOficina. Atividade de georreferenciamento. Evanildo Nadëb manuseia GPS durante Oficina de Etnomapeamento.
Nian PissolatiReunião de Anuência realizada na Comunidade do Roçado para apresentação da proposta de trabalho. Exposição do pesquisador Nian Pissolati com tradução de Evanildo Nadëb. Participam da reunião lideranças, homens, mulheres, jovens, crianças e velhos moradores da comunidade.
Gilvan Lemos (etnia tuyuka)Reunião de Anuência realizada na Comunidade do Roçado para apresentação da proposta de trabalho. Exposição do pesquisador Nian Pissolati com tradução de Evanildo Nadëb. Participam da reunião lideranças, homens, mulheres, jovens, crianças e velhos moradores da comunidade.
Gilvan Lemos (etnia tuyuka)Reunião de Anuência realizada na Comunidade do Roçado para apresentação da proposta de trabalho. Exposição do pesquisador Nian Pissolati com tradução de Evanildo Nadëb. Participam da reunião lideranças, homens, mulheres, jovens, crianças e velhos moradores da comunidade.
Gilvan Lemos (etnia tuyuka)Reunião de Anuência realizada na Comunidade do Roçado para apresentação da proposta de trabalho. Exposição do pesquisador Nian Pissolati com tradução de Evanildo Nadëb. Participam da reunião lideranças, homens, mulheres, jovens, crianças e velhos moradores da comunidade.
Gilvan Lemos (etnia tuyuka)Oficina. Evanildo Nadëb escreve em quadro no Centro Comunitário durante Oficina de Etnomapeamento.
Nian PissolatiReunião de Anuência realizada na Comunidade do Roçado para apresentação da proposta de trabalho. Exposição do pesquisador Nian Pissolati com tradução de Evanildo Nadëb. Participam da reunião lideranças, homens, mulheres, jovens, crianças e velhos moradores da comunidade.
Gilvan Lemos (etnia tuyuka)Reunião de Anuência realizada na Comunidade do Roçado para apresentação da proposta de trabalho. Exposição do pesquisador Nian Pissolati com tradução de Evanildo Nadëb. Participam da reunião lideranças, homens, mulheres, jovens, crianças e velhos moradores da comunidade.
Gilvan Lemos (etnia tuyuka)Reunião de Anuência realizada na Comunidade do Roçado para apresentação da proposta de trabalho. Exposição do pesquisador Nian Pissolati com tradução de Evanildo Nadëb. Participam da reunião lideranças, homens, mulheres, jovens, crianças e velhos moradores da comunidade.
Gilvan Lemos (etnia tuyuka)Reunião de Anuência realizada na Comunidade do Roçado para apresentação da proposta de trabalho. Exposição do pesquisador Nian Pissolati com tradução de Evanildo Nadëb. Participam da reunião lideranças, homens, mulheres, jovens, crianças e velhos moradores da comunidade.
Gilvan Lemos (etnia tuyuka)Oficina. Evanildo Nadëb desenha mapa do rio Uneiuxi no Centro Comunitário durante Oficina de Etnomapeamento.
Nian PissolatiCaminhos. Técnica de Pesca. Vídeo inicia com Zildo Marco entregando animal de casco para Timóteo Castelo, na canoa. Pescadores comentam em Nadëb que o animal é grande. Eduardo Castelo também captura um animal, e comenta com o pesquisador Nian Pissolati, em Nadëb, que pegou mais um. Não há tradução das falas em Nadëb. Registro realizado na viagem de etnomapeamento do igarapé Natal.
Nian PissolatiPaisagem. Caminhos. Famílias nadëb descansam, fazem refeições e se descontraem em porto do igarapé Tawiin, fim do varadouro Uneiuxi-Japurá.
Nian PissolatiA publicação apresenta os resultados do levantamento socioambiental realizado pela pesquisa indígena junto a comunidade Maku Nadëb da aldeia Jeremias da Terra Indígena Paraná Boá-Boá
Oficina. Alunos reunidos no Centro Comunitário desenham mapas e discutem sobre localidades a serem mapeadas, durante Oficina de Etnomapeamento. Dentre os presentes é possível identificar os indígenas Nadëb: Eduardo Castelo, Cleto Castelo, Andrade Castelo, Evanildo Nadëb, André Garrido, Eldio Batista, Paulo Leonardo e Gilvan Lemos, etnia Tuyuka.
Homens e jovens desenham mapas no Centro Comunitário. Na fotografia é possível reconhecer: Andrade Castelo, Evanildo Nadëb e Izaque Marco.
Nian PissolatiRitual. Famílias nadëb do Roçado e de São Joaquim permanecessem assentadas em bancos, distribuídos de maneira circular no terreiro da comunidade. O dabucuri é um ritual de oferta de caça, pesca, frutos da floresta ou produtos da roça que marca a relação entre coletivos nadëb, festa em que realizam a dança, o toque e o canto com o takod, bastão ritual.
Nian PissolatiArtesanato. Abanos (batoo) produzidos pelos Nadëb do Roçado para serem ofertados e também trocados por outros itens na comunidade de São Joaquim.
Nian PissolatiOficina. Atividade de georreferenciamento. André Garrido manuseia GPS, acompanhado de Evanildo Nadëb e Celson Castelo, durante Oficina de Etnomapeamento na comunidade do Roçado.
Nian PissolatiOficina. Cleto Castelo desenha mapa do rio Uneiuxi no Centro Comunitário durante Oficina de Etnomapeamento. Ao fundo, Agnaldo Nadëb e Roberto Marco o observam.
Nian PissolatiPaisagem. Caminhos. Equipe de etnomapeamento do igarapé Natal retorna para a comunidade do Roçado. Na proa, Eduardo Castelo, seguido de Timóteo Castelo. Indígenas conversam com pesquisador em Nadëb sobre paisagem. A partir de aproximadamente 00:02:20 é possível ver outra canoa vindo no sentido contrário, com a família de Adrilino Garrido, que está indo pescar. Viajantes e pescadores conversam rapidamente sobre as viagens, em Nadëb. Falas em Nadëb não são traduzidas para o português. Registro realizado na viagem de etnomapeamento do igarapé Natal.
Nian PissolatiOficina. Alunos reunidos no Centro Comunitário durante Oficina de Etnomapeamento. Dentre os presentes, é possível identificar, da esquerda para a direita, os indígenas Nadëb: André Garrido, Cleto Castelo, Paulo Leonardo, Alan Nadëb, Gilmar (sobrenome desconhecido), Eldio Batista, Adilson Melgueiro, Andrade Castelo, Eduardo Castelo, Gilvan Lemos (etnia Tyuka), Abel Melgueiro, Roberto Marco, Celson Castelo, Itamara Garrido, Marlineia Castelo.
Nian PissolatiPaisagem sonora de caçada noturna. Os indígenas Nadëb Eduardo Castelo, Timóteo Castelo, Zildo Marco e o pesquisador Nian Pissolati focam anta e jacaré no igarapé Natal. Paisagem sonora: sons de água, pessoas remando, insetos e aves noturnas, canoa raspando nas margens do igapé. Eduardo e Timóteo sussurram em Nadëb, a conversa é sobre a vegetação local e o rio.
Nian PissolatiComunidade antiga. Praia da comunidade Primavera, fundada pelos Nadëb do rio Téa. Viagem que levava equipe de trabalho de Santa Isabel do Rio Negro à comunidade do Roçado.
Nian PissolatiCaminhos. Técnica de construção. Equipe encontra tapiri nadëb (abrigo em acampamento de caça) construído com folha de palmeira na paragem no igarapé Natal. Registro realizado na viagem de etnomapeamento do igarapé Natal.
Nian PissolatiComunidade. Artesanato. Cleto Castelo extrai casca de cipó (s’yyb byyh) (espécie não identificada), utilizada para na fabricação de cestos cargueiros (paneiro aturá e outras cestarias). Início da fala em língua Nadëb, Cleto diz que os Nadëb chamam aquele vegetal de s’yyb (espécie de cipó). A sequência da fala é em português. Registro realizado durante trabalho de demarcação de área para abertura de roça de Cleto Castelo.
Nian PissolatiCerâmica. Fragmentos cerâmicos (objeto original não identificado) encontrados enterrados no terreno da comunidade de Jutaí, paraná do Boá-Boá (rio Japurá). Os Nadëb do Jutaí atribuem a produção do artefato aos antigos, mas não especificaram mais informações sobre o tema. Ao fundo, é possível ver alguns Nadëb do Roçado: Timóteo Castelo, Adelino Castelo e Paulo Leonardo. Os demais são familiares de Paulo (nomes não especificados) que habitam em Jutaí.
Nian PissolatiCaminhos. Técnica de construção. Equipe encontra tapiri nadëb (abrigo em acampamento de caça) construído com folha de palmeira na paragem no igarapé Natal. Registro realizado na viagem de etnomapeamento do igarapé Natal.
Nian PissolatiExtração. Cosmologia. Ritual. Registro da caminhada realizada a partir de câmera afixada na cabeça de Benito da Silva, durante o processo de extração de taboca para fabricação de bastão ritual (takod). À sua frente caminha Daniel da Silva, seu filho. Vê-se as roças da família Castelo. Ouve-se algumas frases em Nadëb trocada entre pai e filho. Sequência da ação é registrada entre os arquivos de vídeo ndb_20171225_npi_01.MP4 e ndb_20171225_npi_02.MP4. Falas em Nadëb não estão traduzidas.
Benito da SIlvaOficina. Início do vídeo Eduardo Castelo e Adilson Melgueiro desenham mapas. Durante todo o vídeo ouvem-se vozes em Nadëb (não traduzido) e português, discutindo quais pontos representar, seus nomes e onde devem ser inseridos no mapa. A partir de 00:00:51 câmera se desloca e registra outros alunos: Paulo Leonardo, André Garrido, Agnaldo Nadëb, Roberto Marco, Donaldo Paiva. São registradas crianças que acompanhavam a oficina: Cláudia Nery, Kleber Castelo, Jemima Leonardo.
Nian PissolatiComunidade antiga. Capoeira onde existia no passado o terreiro da comunidade Primavera, fundada pelos Nadëb do rio Téa. Viagem que levava equipe de trabalho de Santa Isabel do Rio Negro à comunidade do Roçado.
Nian PissolatiRitual. Joaquim Batista distribui os hog tä n’aa (alimentos ofertados no dabucuri) – que na ocasião foram cabeçudos (espécie de quelônios não identificada) e peixes moqueados (técnica culinária) – em dabucuri oferecido pela comunidade do Roçado à comunidade de São Joaquim (ritual de oferta de caça, pesca, frutos da floresta ou produtos da roça que marca a relação entre coletivos nadëb, festa em que realizam a dança, o toque e o canto com o takod, bastão ritual). Ao fundo é observado pelas famílias Nadëb de São Joaquim.
Nian PissolatiMito-história. Evanildo Nadëb trabalha na tradução da mito-história Kanang Hyyh Makũũ Panyyng (mito-história registrada no seguinte arquivo de áudio: ndb_20180116_npi_01.WAV). Registro realizado durante uma das Oficinas Individuais de Introdução à Computação e ao Programa ELAN.
Nian PissolatiComunidade antiga. Capoeira onde existia no passado o terreiro da comunidade Primavera, fundada pelos Nadëb do rio Téa. Ao fundo é possível ver Enock Castelo. Viagem que levava equipe de trabalho de Santa Isabel do Rio Negro à comunidade do Roçado.
Nian PissolatiCerâmica. Mulher (nome não identificada), irmã de Paulo Leonardo, segura fragmentos cerâmicos (objeto original não identificado) encontrada enterrada no terreno da comunidade de Jutaí, Paraná do Boá-Boá (rio Japurá). Os Nadëb do Jutaí atribuem a produção do artefato aos antigos, mas não especificaram mais informações sobre o tema.
Nian PissolatiColeta. Cosmologia. Ritual. Registro da caminhada realizada a partir de câmera afixada na cabeça de Benito da Silva, durante o processo de extração de taboca para fabricação de bastão ritual (takod). Vê-se a roça de Abel Castelo. Benito conversa em Nadëb com Eduardo Castelo, que esperava, no local, o grupo chegar. Comentam que Benito está filmando com a câmera do pesquisador. Trocam algumas impressões sobre a roça de Abel. Grupo caminha até a capoeira localizada depois da roça de Abel. Sequência da ação é registrada entre os arquivos de vídeo ndb_20171225_npi_01.MP4 e ndb_20171225_npi_02.MP4. Falas em Nadëb não estão traduzidas.
Benito da SIlvaRitual. Artesanato. Jenival Castelo orna diadema com penas de arara azul para dabucuri (ritual de oferta de caça, pesca, frutos da floresta ou produtos da roça que marca a relação entre coletivos nadëb, festa em que realizam a dança, o toque e o canto com o takod, bastão ritual).
Nian PissolatiRitual. Artesanato. Marcos Batista orna diadema com penas de arara azul para dabucuri (ritual de oferta de caça, pesca, frutos da floresta ou produtos da roça que marca a relação entre coletivos nadëb, festa em que realizam a dança, o toque e o canto com o takod, bastão ritual).
Nian PissolatiPaisagem mítica. Cosmologia. Lago Sagrado. A narrativa mítica, descreve a submersão de um grupo Nadëb no fundo do lago, após uma menina descumprir uma interdição naquele local. Na fotografia é possível ver o buriti, que remonta ao tempo da narrativa, e que continuou em pé após o desastre.
Nian PissolatiRitual. Artesanato. Nelson Castelo posa com diadema ornada com penas de arara azul produzida para dabucuri (ritual de oferta de caça, pesca, frutos da floresta ou produtos da roça que marca a relação entre coletivos nadëb, festa em que realizam a dança, o toque e o canto com o takod, bastão ritual).
Nian PissolatiComunidade. Roça. Registro do trabalho de delimitação da área em que será aberta uma nova roça por Cleto Castelo. No início do vídeo o pesquisador Nian Pissolati pergunta na língua Nadëb para Cleto Castelo se uma fruta avistada anteriormente na mata (não identificada no vídeo) é comestível. O indígena afirma que sim. A partir de 00:01:18 Cleto indica e explica, primeiramente na língua Nadëb, em seguida em português, que ali passa um caminho antigo para a roça de Pedro Borracha, que atualmente vive na comunidade de São Joaquim (rio Japurá). Na sequência do vídeo Cleto fala sobre a localização de outras roças, em português.
Nian PissolatiRitual. Artesanato. Close das mãos e pés de Marcos Batista, durante preparação de penas de arara azul para ornamentação de diadema para dabucuri (ritual de oferta de caça, pesca, frutos da floresta ou produtos da roça que marca a relação entre coletivos nadëb, festa em que realizam a dança, o toque e o canto com o takod, bastão ritual).
Nian PissolatiMujeca de peixe servida no dabucuri após o canto-dança de entrega de alimentos no dabucuri. O dabucuri é um ritual de oferta de caça, pesca, frutos da floresta ou produtos da roça que marca a relação entre coletivos nadëb, festa em que realizam a dança, o toque e o canto com o takod, bastão ritual.
Nian PissolatiEduardo Castelo narra em língua Nadëb episódio do ciclo mítico chamado Kanang Hyyh Makũũh, em que Puuw Nũh atravessa o rio Uneiuxi fugindo dos brancos inimigos. Local: Localidade onde se deu o evento, Puuw Nũh Batsëk Paabä, em tradução livre para o português: Lugar onde Puuw Nũh atravessou. Paisagem Sonora: risos e vozes de crianças e mulher.
Nian PissolatiComunidade antiga. Elyzangêla Castelo segura ovos de irapuca capturados na praia da comunidade Primavera, fundada pelos Nadëb do rio Téa. Seus irmãos Samuel Castelo, Eduardo Júnior Castelo e Joabe Castelo observam. Ao fundo Enock Castelo puxa a canoa atracada.. Viagem que levava equipe de trabalho de Santa Isabel do Rio Negro à comunidade do Roçado.
Nian PissolatiRitual. Dançarinos, empunhando seus takod (bastões rituais), acompanhados dos cantores, fazem o canto-dança de entrega dos Hog tä n’aa (alimentos ofertados no dabucuri). O dabucuri é um ritual de oferta de caça, pesca, frutos da floresta ou produtos da roça que marca a relação entre coletivos nadëb, festa em que realizam a dança, o toque e o canto com o takod, bastão ritual.
Nian PissolatiRitual. Artesanato. André Garrido posa com penas de arara azul para ornar diadema. Início dos preparativos para finalização de ornamentos, artefatos e instrumentos rituais para dabucuri (ritual de oferta de caça, pesca, frutos da floresta ou produtos da roça que marca a relação entre coletivos nadëb, festa em que realizam a dança, o toque e o canto com o takod, bastão ritual).
Nian PissolatiPaisagem mítica. Cosmologia. A árvore tem significação mítica. Segundo os Nadëb, ela é apenas um pequeno galho, um braço (tamoo) da árvore original, que tinha proporções gigantescas. A árvore remonta aos tempos em que um dos irmãos gêmeos demiurgos, ambos chamados Ee T’aah Paah, chutou um jabuti para o céu, que hoje é a lua. O local se chama Makuur Bajat Doo (Onde está deitado o Macucu.
Nian PissolatiPaisagem, ponto mito-histórico. Canoa chega ao ponto do lago São João, no rio Uneiuxi, onde estão submersas três canoas atribuídas ao grupo de Kanang Hyyh, narrativa que faz parte do ciclo mítico chamado Kanang Hyyh Makũũh Panyyg, em tradução literal História de Kanang Hyyh Makũũh. O Local é chamado de Wah'ëëh Makũũh Sah'ooh Babaëënh Hõm Paa Bä, que em tradução livre para o português significa Lugar Onde Está a Canoa dos Antigos. Por volta de 00:01:51, Eduardo Castelo diz para o pesquisador Nian Pissolati, em Nadëb e em português, que as canoas estão no fundo do rio. Ouve-se crianças comentando em Nadëb sobre o local. A sequência completa da ação está registrada nos arquivos ndb_20171123_npi_01.MOV a ndb_20171123_npi_10.MOV. Não há tradução das falas para o português. Registro realizado na viagem que levava equipe de trabalho de Santa Isabel do Rio Negro à comunidade do Roçado.
Nian PissolatiRitual. Artesanato. Carlos Paiva finaliza a produção de bastão ritual (takod) para dabucuri (ritual de oferta de caça, pesca, frutos da floresta ou produtos da roça que marca a relação entre coletivos nadëb, festa em que realizam a dança, o toque e o canto com o takod, bastão ritual), feita com uma peça de taboca. É possível ver crianças não identificadas, Elizabete Marcolino e Marcos Batista.
Nian PissolatiRitual. Artesanato. Manuel da Silva finaliza a produção de bastão ritual (takod) para dabucuri (ritual de oferta de caça, pesca, frutos da floresta ou produtos da roça que marca a relação entre coletivos nadëb, festa em que realizam a dança, o toque e o canto com o takod, bastão ritual), feita com uma peça de taboca. É possível ver ao fundo André Garrido e crianças não identificadas em uma canoa.
Nian PissolatiTécnicas de construção. Acampamento. Eduardo Castelo e Timóteo Castelo armam acampamento na paragem do igarapé Mohoja Kado Doo Hadoo, em tradução livre para o português: igarapé Cismado. A paragem está a poucos metros da cachoeira Awaën Bagä (Onde a cachoeira está deitada). As falas em língua Nadëb não estão traduzidas. A sequência da ação está registrada em vídeos – arquivos ndb_20171214_npi_03.MOV a ndb_20171214_npi_07.MOV. Registro realizado na viagem de etnomapeamento do igarapé Natal.
Nian PissolatiTécnicas de construção. Acampamento. Eduardo Castelo e Timóteo Castelo armam acampamento na paragem do igarapé Mohoja Kado Doo Hadoo, em tradução livre para o português: igarapé Cismado. A paragem está a poucos metros da cachoeira Awaën Bagä (Onde a cachoeira está deitada). As falas em língua Nadëb não estão traduzidas. A sequência da ação está registrada em vídeos – arquivos ndb_20171214_npi_03.MOV a ndb_20171214_npi_07.MOV. Registro realizado na viagem de etnomapeamento do igarapé Natal.
Nian PissolatiRitual. Dançarina juntam-se aos dançarinos e cantores, segurando com as mãos direita em seus ombros esquerdos, no canto-dança de entrega dos Hog tä n’aa (alimentos ofertados no dabucuri). O dabucuri é um ritual de oferta de caça, pesca, frutos da floresta ou produtos da roça que marca a relação entre coletivos nadëb, festa em que realizam a dança, o toque e o canto com o takod, bastão ritual.
Nian PissolatiRitual. Após canto-dança de entrega dos hog tä n’aa (alimentos ofertados no dabucuri, homens de São Joaquim carregam as oferendas para serem distribuídas na comunidade pelo líder Joaquim Batista. O dabucuri é um ritual de oferta de caça, pesca, frutos da floresta ou produtos da roça que marca a relação entre coletivos nadëb, festa em que realizam a dança, o toque e o canto com o takod, bastão ritual.
Nian PissolatiRitual. Hog tä n’aa (alimentos ofertados no dabucuri) alocados no centro do terreiro de São Joaquim: açaí, pupunha, banana, beiju. Alimentos ofertados pela comunidade de São Joaquim em dabucuri tradicional (ritual de oferta de caça, pesca, frutos da floresta ou produtos da roça que marca a relação entre coletivos nadëb, festa em que realizam a dança, o toque e o canto com o takod, bastão ritual) realizado em homenagem à demarcação da TI Paraná do Boá-Boá.
Nian PissolatiTécnicas de construção. Acampamento. Eduardo Castelo e Timóteo Castelo armam acampamento na paragem do igarapé Mohoja Kado Doo Hadoo, em tradução livre para o português: igarapé Cismado. A paragem está a poucos metros da cachoeira Awaën Bagä (Onde a cachoeira está deitada). As falas em língua Nadëb não estão traduzidas. A sequência da ação está registrada em vídeos – arquivos ndb_20171214_npi_03.MOV a ndb_20171214_npi_07.MOV. Registro realizado na viagem de etnomapeamento do igarapé Natal.
Nian PissolatiTécnicas de construção. Acampamento. Eduardo Castelo e Timóteo Castelo armam acampamento na paragem do igarapé Mohoja Kado Doo Hadoo, em tradução livre para o português: igarapé Cismado. A paragem está a poucos metros da cachoeira Awaën Bagä (Onde a cachoeira está deitada). As falas em língua Nadëb não estão traduzidas. A sequência da ação está registrada em vídeos – arquivos ndb_20171214_npi_03.MOV a ndb_20171214_npi_07.MOV. Registro realizado na viagem de etnomapeamento do igarapé Natal.
Nian PissolatiRitual. Hog tä n’aa (alimentos ofertados no dabucuri) – que na ocasião foram cabeçudos (espécie de quelônios não identificada) e peixes moqueados (técnica culinária) - dispostos no terreiro de São Joaquim, em dabucuri (ritual de oferta de caça, pesca, frutos da floresta ou produtos da roça que marca a relação entre coletivos nadëb, festa em que realizam a dança, o toque e o canto com o takod, bastão ritual) oferecido pela comunidade do Roçado à comunidade de São Joaquim.
Nian PissolatiTécnicas de construção. Acampamento. Eduardo Castelo e Timóteo Castelo armam acampamento na paragem do igarapé Mohoja Kado Doo Hadoo, em tradução livre para o português: igarapé Cismado. A paragem está a poucos metros da cachoeira Awaën Bagä (Onde a cachoeira está deitada). As falas em língua Nadëb não estão traduzidas. A sequência da ação está registrada em vídeos – arquivos ndb_20171214_npi_03.MOV a ndb_20171214_npi_07.MOV. Registro realizado na viagem de etnomapeamento do igarapé Natal.
Nian PissolatiProfessores José Mateus Salustiano e Severiano Salustiano (etnia Hupd’äh), com auxílio do professor Roberto Sanches (etnia Dâw), apresentam o mapa de sua comunidade, Santa Cruz do Cabari (regiõa do igarapé Japu), na reunião de apresentação do subprojeto “Caminhos dos Hupd’äh, Yuhupdeh, Dâw e Nadëb: arte verbal e imagem, tecendo floresta e mundos” para os professores Hupd’äh e Dâw. Na imagem, a professor Auxiliadora Fernandes (etnia Dâw) grava em seu celular a apresentação.
Bruno MarquesCaminhos. Técnica de Pesca. Eduardo Castelo e Zildo Marco mergulham em lago no igarapé Natal em busca de animais de casco. Da canoa é possível ouvir a voz de Timóteo Castelo. Ao longo do vídeo os três viajantes trocam impressões sobre o processo de captura, se estão tendo sucesso ou não. No final do vídeo Eduardo Castelo consegue capturar um animal. Não há tradução das falas em Nadëb, Registro realizado na viagem de etnomapeamento do igarapé Natal.
Nian PissolatiRitual. Hog tä n’aa (alimentos ofertados no dabucuri) alocados no centro do terreiro de São Joaquim: açaí, pupunha, banana, beiju. Alimentos ofertados pela comunidade de São Joaquim em dabucuri (ritual de oferta de caça, pesca, frutos da floresta ou produtos da roça que marca a relação entre coletivos nadëb, festa em que realizam a dança, o toque e o canto com o takod, bastão ritual) realizado em homenagem à demarcação da TI Paraná do Boá-Boá.
Nian PissolatiRitual. Dançarinos, empunhando seus takod (bastões rituais), acompanhados dos cantores, fazem o canto-dança de entrega dos Hog tä n’aa (alimentos ofertados no dabucuri). Ao fundo, pessoas do Roçado e de São Joaquim observam o ritual. O dabucuri é um ritual de oferta de caça, pesca, frutos da floresta ou produtos da roça que marca a relação entre coletivos nadëb, festa em que realizam a dança, o toque e o canto com o takod, bastão ritual.
Nian PissolatiRitual. Joaquim Batista e Alarico Maiorano começam a distribuir os hog tä n’aa (alimentos ofertados no dabucuri) – que na ocasião foram cabeçudos (espécie de quelônios não identificada) e peixes moqueados (técnica culinária) – em dabucuri oferecido pela comunidade do Roçado à comunidade de São Joaquim (ritual de oferta de caça, pesca, frutos da floresta ou produtos da roça que marca a relação entre coletivos nadëb, festa em que realizam a dança, o toque e o canto com o takod, bastão ritual).
Nian PissolatiRitual. Hog tä n’aa (alimentos ofertados no dabucuri) – que na ocasião foram cabeçudos (espécie de quelônios não identificada) e peixes moqueados (técnica culinária) – dispostos no terreiro de São Joaquim, em dabucuri (ritual de oferta de caça, pesca, frutos da floresta ou produtos da roça que marca a relação entre coletivos nadëb, festa em que realizam a dança, o toque e o canto com o takod, bastão ritual) oferecido pela comunidade do Roçado à comunidade de São Joaquim. Ao fundo é possível ver famílias de São Joaquim observando as oferendas.
Nian PissolatiProfessores José Mateus Salustiano e Severiano Salustiano (etnia Hupd’äh), com auxílio do professor Roberto Sanches (etnia Dâw), apresentam o mapa de sua comunidade, Santa Cruz do Cabari (regiõa do igarapé Japu), na reunião de apresentação do subprojeto “Caminhos dos Hupd’äh, Yuhupdeh, Dâw e Nadëb: arte verbal e imagem, tecendo floresta e mundos” para os professores Hupd’äh e Dâw. Na imagem, observam a apresentação os professores Teresa Saúva, Virgolino Pena, Odilon Caldas, Teresa Socot e Pedro Pires (etnia Hupd’äh), além de outros; acompanha os trabalhos o servidor da Funai Tulio Binotti.
Bruno MarquesReunião de anuência do subprojeto “Caminhos dos Hupd’äh, Yuhupdeh, Dâw e Nadëb: arte verbal e imagem, tecendo floresta e mundos” com lideranças das comunidades Waguiá, São Fernando e Cabeça da Onça, realizada na comunidade Waguiá. Paisagem sonora: centro comunitário da comunidade Waguiá, falas de Bruno Marques (pesquisador coordenador do projeto), Evaldo Alencar (servidor da Funai), das lideranças da etnia Hupd’äh Raimundo Boreiro, Aparício Soares, Francisco Boreiro e do ancião Jaime Boreiro. Ao fundo, mulheres, jovens e crianças Hupd’äh, bem como lideranças da etnia Tukano (de comunidades do alto rio Papuri) que estavam presentes na reunião.
Nian PissolatiProfessores Fernando Soares (Hupd’äh, comunidade São Fernando) e Miguel da Silva (Hupd’äh, comunidade Waguiá) apresentam mapas desenhados pelas comunidades Hupd’äh do alto rio Papuri na reunião de apresentação do subprojeto “Caminhos dos Hupd’äh, Yuhupdeh, Dâw e Nadëb: arte verbal e imagem, tecendo floresta e mundos” para os professores Hupd’äh e Dâw. Esta apresentação teve como objetivo o planejamento para as caminhadas de registro cultural a serem realizadas em novembro de 2017 entre as regiões do alto rio Papuri e alto rio Tiquié. . Na imagem, participam da discussão os professores Jorge Lares e Teresa Saúva (etnia Hupd’äh), além dos servidores da Funai Evaldo Alencar e Túlio Binotti.
Bruno MarquesTécnica de pesca. Eduardo Castelo mergulha no rio Uneiuxi e nada até igapó em busca de tucunaré fisgado. Na sequência, seu filho Enock Castelo entra no rio para ajudá-lo. Ouvem-se vozes vindas da canoa, de crianças e de um jovem. Conversam em Nadëb sobre o sucesso da pescaria e sobre o tamanho do peixe fisgado. Eduardo fala que se trata de um filhote de tucunaré. Ao final do vídeo o pescador traz à tona o peixe fisgado, mostra para o pesquisador Nian Pissolati e o leva para a canoa. Adilson Melgueiro e Rosângela Castelo acondicionam o peixe. Não há tradução das falas para o português. Registro realizado na viagem que levava equipe de trabalho de Santa Isabel do Rio Negro à comunidade do Roçado.
Nian PissolatiEduardo Castelo e Enock Castelo (filho de Eduardo) esticam malhadeira (rede utilizada para pesca) no lago São João, no rio Uneiuxi. Ouvem-se vozes vindas da canoa de crianças, de um jovem e de uma mulher. Ao final da ação a canoa grande se aproxima da pequena, para que os pescadores embarquem. Eduardo fala para o pesquisador Nian Pissolati em nadëb que as canoas antigas estão próximas (neste lago estão submersas três canoas atribuídas ao grupo de Kanang Hyyh, narrativa que faz parte do ciclo mítico chamado Kanang Hyyh Makũũ Panyyg, em tradução literal História de Kanang Hyyh Makũũh). Canoa então prossegue a viagem para o ponto buscado no lago. A sequência completa da ação está registrada nos arquivos ndb_20171123_npi_01.MOV a ndb_20171123_npi_10.MOV. Não há tradução das falas para o português. Registro realizado na viagem que levava equipe de trabalho de Santa Isabel do Rio Negro à comunidade do Roçado.
Nian PissolatiSALVAGUARDA DE LÍNGUAS INDÍGENAS TRANSFRONTEIRIÇAS
PROJETO 914BRZ4019
EDITAL Nº 007/2019
Subprojeto Suruwaha
SA 2421/2020
Produto 4
Periódico digitalizado
Este livro apresenta parte dos resultados de um minucioso trabalho interdisciplinar junto ao povo Suruwaha, habitantes da TI Zuruahã, no Estado do Amazonas, cujos conhecimentos e formas de manejo e uso de plantas venenosas são elementos centrais em seus isos e costumes tradicionais, fazendo deles verdadeiros alquimistas da floresta.
APARÍCIO, MiguelSALVAGUARDA DE LÍNGUAS INDÍGENAS TRANSFRONTEIRIÇAS
PROJETO 914BRZ4019
EDITAL Nº 007/2019
Subprojeto Suruwaha
SA-2421/2020
Produto 5