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Descrição arquivística
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Colar de gavião Guarani Mbya
BR DFFUNAI RJMI MUS-MNPI-AME-22.2.15 · Item · 2022
Parte de Museológico

Colar de miçangas, formando desenho de gavião em destaque, constituído de miçangas laranjas, verdes, brancas, amarelas, pretas e azuis, confeccionado em linha de pesca. Possui fecho com acabamento em miçanga.

Guarani Mbiá
BR DFFUNAI RJMI BIB-TESE / L154E / 2001 · Item · 2001
Parte de Bibliográfico

Este estudo concentra-se em aspectos especiais, ambientais e sociais referenciais na composição do mundo Guarani-Mbya e nos princípios éticos que definem o modo de vida desse grupo indígena. Busca aprender quais elementos materiais e simbólicos devem se reproduzir para a exixtência de seu mundo físico e cultural e como as regras de reciprocidade e de convivência mantém a dinAmica de ocupação territorial Guarani

LADEIRA, Maria Inês
BR DFFUNAI RJMI BIB-TESE / P678D / 2006 · Item · 2006
Parte de Bibliográfico

Os Mbya (Guarani) somam cerca de 20.000 pessoas que vivem atualmente no Paraguai, em regiOes na Argentina e Uruguai e em pontos nos estados do sul e sudeste do Brasil. São conhecidos na literatura mais recente como o subgrupo guarani que mantém de maneira mais efetiva na atualidade as práticas de deslocamento territorial, tema que se tornou clássico nos estudos sobre os Guarani

PISSOLATO, Elizabeth de Paula
Aldeias Guarani Mbya na cidade de São Paulo
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Guarani Mbiá / A357 / 2006 · Item · 2006
Parte de Bibliográfico

Este livro acompanhou a exposição realizada na Caixa Cultural em 2006. Traz depoimentos de lideranças indígenas que relatam as origens das quatro aldeias mbyá existentes no município de São Paulo. De especial interesse é o depoimento do cacique Vera Popygua, de Tenonde Porã (Morro da Saudade), que oferece uma reinterpretação da presença histórica dos Guarani em terras paulistas. Além das belíssimas fotos feitas por Rosa Gauditano, o livro também inclui desenhos realizados por moradores destas aldeias

TRONCARELLI, Maria Cristina
Guarani Mbya: aspectos de gramática de língua.
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-R809.81-5TUPI / M754 / 2017 · Item · 2017
Parte de Bibliográfico

Breve exposição de alguns aspectos gramaticais da língua Guarani que foram discutidos e trabalhadores coletivamente durante as várias etapas do Programa de Formação de Professores Indígenas Guarani das regiões sul e sudeste do Brasil

MONSERRAT, Ruth
Palavras de acolhimento e abertura do seminário
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-SON-GKW_GMB_LPR_AUD_20121211_111110_0002 · Item · 2012
Parte de Arquivístico

Continuação da tomada anterior: fala de Senhor Mbya, em guarani. Ele canta solo em alguns momentos (07:35 e 09:47)

Leonardo Pires Rosse
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-SON-GKW_GMB_LPR_AUD_20121200_GUARANI16 · Item · 2012
Parte de Arquivístico

00:00 – Tonico Benites apresenta a sessão, Luciana Oliveira dá avisos
09:50 – Tonico Benites convida professores/intelectuais não-indígenas para entregarem solenemente certificados de participação aos intelectuais indígenas.
33:30 – Tonico introduz a homenagem póstuma aos intelectuais Guarani, Mbyá e Kaiowá.
39:07 – fala de Oriel Benites
45:30 – Tonico Benites retoma a palavra
48:35 – fala de Rosalino Ortiz
50:35 – fala de Eliseu Lopes
01:00:07 – Tonico Benites retoma a palavra
01:05:20 – fala de Valmir Gonçalves Cabreira
01:08:17 – Tonico Benites retoma a palavra
01:20:45 – Genito Gomes
01:23:45 – Tonico Benites retoma a palavra
01:26:18 – fala de Vherá Poty

Leonardo Pires Rosse
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Guarani Mbia / P678d / 2007 · Item · 2007
Parte de Bibliográfico

Neste trabalho, a autora procura abordar aspectos da dinâmica dos Guarani-Mbya, como xamanismo, mobilidade, relações de parentes e cosmologia. Inicialmente, compõe um mapa geral das duas aldeias mbya em que viveu, com o objetivo de tornar possível ao leitor visualizar os contextos locais em suas particularidades. Depois, aprofunda-se, dedicando-se à etnografia dos deslocamentos, do parentesco, de aspectos estruturais da multilocalidade mbya. Trata também da questão da não-durabilidade da vida humana, ligada ao tema da doença, analisa capacidades existenciais enviadas aos humanos pelos deuses, com atenção à noção de alma e dos nomes pessoais, finalizando com o tema da vida breve no comentário do tratamento, pela cosmologia mbya, da morte, da imortalidade e do destino incorruptível da pessoa na "Terra sem mal"

PISSOLATO, Elizabeth
Curso Dimensões das Culturas Indígenas
BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--MIVI 185 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

9º dia do Curso Dimensões das Culturas Indígenas. A trajetória e a luta contemporânea dos povos Guarani, subgrupos Mbya, Ñandeva e Kaiowá, por Tonico Benites, Guarani Kaiowá, Doutor em Antropologia Social/Museu Nacional/UFRJ. O tema da edição deste ano fo

BR DFFUNAI RJMI BIB-TESE / L892P / 2006 · Item · 2006
Parte de Bibliográfico

O estudo enfoca o impacto da implantação da empresa Aracruz sobre populaçOes indígenas, quilombolas e de pequenos agricultores, oferecendo uma análise do surgimento de um movimento pelo reconhecimento étnico e pela demarcação territorial entre os índios da região

LOUREIRO, Klítia
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-376.742(816.5) / Y99 / 2009 · Item · 2009
Parte de Bibliográfico

Com o apoio do IPHAN este projeto apresenta uma amostra significativa dos cantos das crianças interpretados pelos grupos de cantos e danças tradicionais Mbyá Guarani de três comunidades da grande Porto Alegre. Ele registra o resultado de um intenso trabalho coletivo e cotidiano sob a orientação dos guias musicais dos grupos. Cantando e dançando em diferentes contextos, os Mbya Guarani controem e afirmam sua identidade; comunicam-se entre si, com as divindades, com a natureza e também com a sociedade envolvente, expressando e atualizando seus valores, suas reinindicações e seu modo de ser. O nascimento de uma criança representa aprovação pelos deuses do modo de ser Mbya, e uma criança que canta fortalece a relação dos Mbya com os outros seres do cosmos

Palavras de acolhimento e abertura do seminário
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-SON-GKW_GMB_LPR_AUD_20121200_GUARANI02 · Item · 2012
Parte de Arquivístico

A partir de 03:25 – Luciana Oliveira inicia a sessão
10:15 – fala César Guimarães
13:57 – fala de Tonico Benites
15:23 – “rezadora Kaiowa fala e canta com maracá, acompanhada de vários outros “rezadores
20:10 – “rezador Kaiowa canta com maracá, acompanhado de vários outros “rezadores
21:45 – outro “rezador Kaiowa canta com maracá, acompanhado de vários outros “rezadores
24:48 – Tonico Benites e Luciana Oliveira retomam a palavra , convidando representantes Mbya a subirem ao palco
27:10 – fala de Senhor Mbya, em guarani. Ele canta solo em alguns momentos (34:10 e 36:20)
38:40 – Tonico Benites retoma a palavra, explicando que o sr. que acaba de falar/cantar adiantava já a matéria do seminário, o modo de ser gkw_gmb_lpr_aud_20121200_guarani, que retomariam à frente. Em seguida continua com a palavra fazendo então sua intervenção.
53:27 – fala de Getúlio Juca (em português)
01:10:10 – Tonico Benites retoma a palavra
01:13:45 – fala de Alberto Álvares (em português e guarani)
01:2450 – fala de José Carlos Levinho
01:33:40 – fala de Deborah de Magalhães Lima
01:41:42 – fala de José Jorge de Carvalho
01:57:55 – fala de Ana Guita

Leonardo Pires Rosse
BR DFFUNAI RJMI BIB-TESE / L154C / 1992 · Item · 1992
Parte de Bibliográfico

Discorre sobre a ocupação Guarani Mbiá no litoral do Brasil e adjacências com base na importAncia social e religiosa que este complexo territorial representa para o grupo. Realça o conteúdo crítido da idéia que os Mbiá tem de si mesmo e do mundo em que vivem

LADEIRA, Maria Inês
Documento
BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-IR5-999-341-022 · Item
Parte de Arquivístico

Cópia digitalizada de documento textual produzido pelo Serviço de Proteção aos Índios

Serviço de Proteção aos Índios
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-504.05 / T324 / 2004 · Item · 2004
Parte de Bibliográfico

Ao longo de mais de 700 páginas, a publicação faz o mapeamento dos principais conflitos e busca avançar na reflexão a respeito das sobreposições entre terras destinadas a diferentes usos no Brasil, particularmente Unidades de Conservação e Terras Indígenas. Para tanto, em sua primeira parte reúne artigos com abordagens históricas, jurídicas, antropológicas, políticas, econômicas e ecológicas relativas a TIs, a UCs ou ao tema da sobreposição propriamente dito. Na segunda parte, composta por capítulos agrupados nos segmentos "Amazônia" e "Mata Atlântica", são apresentados os casos mais emblemáticos de sobreposições entre TIs e UCs incidentes no Brasil, por meio de uma abordagem múltipla, em que representantes dos principais grupos de interesse expressam suas versões dos conflitos, de modo que o leitor possa conhecer as motivações que mobilizam os diferentes agentes envolvidos no contexto em questão. Ao final de cada capítulo, há ainda uma edição de trechos do que foi publicado na imprensa a respeito do caso. Por fim, na última parte do livro encontram-se 29 mapas com os 55 casos de sobreposição entre TIs e UCs hoje existentes no país, que somam quase 13 milhões de ha, bem como listagens de todas as Terras Indígenas e Unidades de Conservação (federais e estaduais) em terras brasileiras. Esse conjunto de informações resulta de um trabalho que vem sendo realizado há cerca de duas décadas pelo ISA, sob coordenação de Fany Ricardo. A formação de uma ampla rede de colaboradores em todo o país, bem como o acúmulo de informações sistematizadas e georreferenciadas ao longo desses anos, possibilitaram a elaboração desse consistente material de consulta

BR DFFUNAI RJMI BIB-TESE / G255P / 1995 · Item · 1995
Parte de Bibliográfico

Aborda a questão indígena na aldeia Araponga. Estudo comparativo entre a alfabetização realizada nas escolas bilíngüês do país e a realizada pela Escola Municipal Pico do Papagaio, onde crianças guaranis são alfabetizadas junto às crianças regionais

GASTÃO, Fátima de Oliveira
Documento
BR DFFUNAI RJMI ARQ-CNPI-333-006-005 · Item
Parte de Arquivístico

Copia digitalizada de documento textual produzido pelo Conselho Nacional de Proteção aos Índios

Conselho Nacional de Proteção aos Índios
BR DFFUNAI RJMI BIB-TESE / B222J / 2004 · Item · 2004
Parte de Bibliográfico

Com enfoque no período de instalação das reduçOes da Província do Paraguai, entre 1610 e 1650, o autor busca mostrar que os jesuítas lançaram mão de símbolos do mundo natural, encontrando elementos que os auxiliaram na elaboração de um discurso sustentado no medo, prática usual na modernidade para processar conversOes e normatizaçOes. A partir disso, alguns missionários incluem em seus discursos uma série de símbolos exóticos, aceitando, negando ou reformulando seus significados, ofertando, assim, um pouco do que se processou para ambas as partes no contato cultural

BAPTISTA, Jean T
BR DFFUNAI RJMI BIB-TESE / N765S / 1993 · Item · 1993
Parte de Bibliográfico

Demonstra a unidade cultural Guarani num período de 1900 anos. Apresenta dados biológicos da região de Delta e arredores do Jacuí e uma interpretação agroflorestal, com abordagem na ecologia humana para subsistência da fauna e flora

NOELLI, Francisco Silva