‘Mestre’ Mambuka sempre toma em conta a forma do rosto de alguém para acrescentar algo extra.
Apiwtxa. Rio Amonia.
Casa de Arecemi e Wirita. Apiwtxa. Rio Amonia.
Peter BeysenReportagem da Globo News (Arquivo N) sobre os 100 anos de criação do SPI, constituído por imagens do acervo do Museu do Índio. A reportagem foi ao ar na semana da comemoração do centenário da instituição.
Reportagem do Globo Rural sobre os 100 anos de criação do SPI, constituído por imagens do acervo do Museu do Índio. A reportagem foi ao ar na semana da comemoração do centenário da instituição.
Cópia digitalizada de documento textual produzido pelo Serviço de Proteção aos Índios
Serviço de Proteção aos ÍndiosFotografia do 2º Tenente Francisco Marques de Souza reproduzida pelos pesquisadores da Comissão Rondon
Cópia digitalizada de documento textual produzido pelo Serviço de Proteção aos Índios
Serviço de Proteção aos ÍndiosApiwtxa. Rio Amônia.
Peter BeysenRegistro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Índia se alimenta enquanto amamenta bebê, índios no meio da mata, índia prepara biju, tira a carne de animal morto, índios no rio usam rede para pescar, índio anda na areia do rio, índios caminham com suas coisas parecem se mudar, durante a caminhada eles
Homens de bicicleta, a caminho do tronco que será cortado para fabricação do pilão
Tauana KalapaloCasa de Xavier, índio Terena
SCHULTZ, HaraldCasa de Xavier, índio Terena
SCHULTZ, HaraldO grupo se encontra em frente a um canteiro cheio de tabocas bem finas do jeito que se usa para fazer totore. Benjamim narra o achado. Kubiu explica que achou o local dos totore. Komizi tira um zumi bedeni para fazer um hahapo (soprador de feitiço). Kubiu explica que material é aquele: zumi bedi, ou hapo phiri. Kubiu tira um bom pedaço do material. Enquanto Komizi fabrica o dori hahapo (soprador de feitiço), Kubiu corta os pedaços de zumi que vai precisar para fabricar o Totore em casa.
Benjamim KulinaAlessandra Tosta acompanha e registra a visita guiada dos pesquisadores indígenas Patrik e Lorran à reserva técnica
Alessandra TostaDurante a visita guiada dos pesquisadores indígenas Patrik e Lorran à reserva técnica, Alessandra Tosta comenta a semelhança do objeto encontrado com o “juquiá” Tupinikim
Alessandra TostaAlessandra Tosta acompanha a visita guiada dos pesquisadores indígenas Patrik e Lorran ao setor de armas da reserva técnica
Alessandra TostaAlessandra Tosta acompanha e registra a visita guiada dos pesquisadores indígenas Patrik e Lorran à reserva técnica
Alessandra TostaAlessandra Tosta acompanha e registra a visita guiada dos pesquisadores indígenas Patrik e Lorran à reserva técnica
Alessandra TostaAlessandra Tosta acompanha Patrik e Lorran com as museólogas Maria José Sardela e Fabiana Vasconcelos durante a oficina de organização do acervo do Museu do Índio, em 03 de junho
Alessandra TostaAlessandra Tosta acompanha e registra a visita guiada dos pesquisadores indígenas Patrik e Lorran à reserva técnica
Alessandra TostaMaria, bolsista indígena, filma a cozinha de Terezinha, em Buaçu. Ao fundo, um fogão de barro, tijolos e tábuas. O chão é de paxiuba, como é comum nas casas kulina. A cozinha tem paredes de paxiuba também. Há alguns armários de ripas de madeira e um girau alto para guardar alimentos, utensílios e outras coisas. A um canto vemos alguns cestos tsahe com bananas. Pendurados também ficam alguns pequenos tsahe que guardam coisas e alimentos da casa. E há ainda um tsahe pequeno qu serve de casa para um casal de cocotas que Terezinha cria.
Coletivo KulinaRealizado com equipe de cinegrafistas indígenas, como parte do projeto ALAPI, um programa de preservação das culturas indígenas. Filme sobre um ciclo ritual, a respeito da confecção e utilização das máscaras Cara-Grande, do grupo Tapirapé (Tupi), com a pa
GUIRAUD, SergeRitual das Tocandiras - Ritual de iniciação dos índios Maués. Dança do Maracá dos índios Tucano do Alto Amazonas. Entrevista com índios de vários países Latino Americanos e Brasileiros, durante o Festival Latino Americano de cinema dos povos indígenas
A equipe da Seção de Estudos na praia com índios, entre os rios Curisevo e Culuene
FOERTHMANN, HeinzA equipe da Seção de Estudos na praia com índio, entre os rios Curisevo e Culuene
FOERTHMANN, HeinzA equipe da Seção de Estudos na praia, entre os rios Curisevo e Culuene
FOERTHMANN, HeinzA equipe de museologia conversa com os kulina a respeito da possibilidade de compra e transporte de objetos com plumárias.
Benjamim KulinaGeorge comenta sobre a produção de pulseira em miçangas feitas no próprio corpo. A finalização do artefato é feita no corpo. George comenta que isso é muito interessante. Eles comentam da beleza das peças, especialmente a respeito do detalhe dos pequenos pingentes de balões. Segundo Raimundo, homens e mulheres usam os colares grandes. A testeira seria um adereço masculino. As pulseiras são masculinas e femininas. Raimundo tenta explicar os motivos dos desenhos. O primeiro é uma casa. George pede para Raimundo colocar o colar.
Benjamim KulinaHohori: De acordo com os indígenas, os vasos de cerâmica do tipo hohori eram produzidos com tamanhos grandes, médios e pequenos, mais ou menos com um mesmo formato, como uma grande lâmpada. Os pequenos eram utilizados como brinquedos pelas crianças. Os médios eram utilizados para guardar pequenos objetos de decoração corporal, como tintas, urucum e genipapo, etc.
George MagaraiaRaimundo Kulina, Benjamim Kulina, Arnaldo Filho Kulina e a equipe de museologia na Reserva Técnica das cerâmicas. Raimundo e Benjamim vestemtesteiras de miçangas e Arnaldo testeira de algodão. Raimundo veste um colar grande de miçangas e Benjamim veste dois colares pequenos também de miçangas. Benjamim está com a câmera na mão. A testeira de Raimundo é adornada com motivos coloridos da jararaca (ziki mekhene hanon); o colar é adornado com motivos coloridos de cobra do mato chamada zero makhani hanoni.
George MagaraiaA escola do Posto Indígena
FOERTHMANN, HeinzA escola do Posto Indígena
FOERTHMANN, HeinzA escola do Posto Indígena
FOERTHMANN, HeinzA escola do Posto Indígena
FOERTHMANN, HeinzA escola do Posto Indígena
FOERTHMANN, HeinzA escola do Posto Indígena
FOERTHMANN, HeinzKubiu toca a flauta totore. Outra flauta faz um dueto com a flauta dele. Fica interessante. A outra faz um som mais agudo e a dele um pouco mais grave. O som de uma outra flauta ainda aparece. A filha de Kubiu assiste a tudo. Para encerrar, Kubiu fala um pouco sobre o que fez, de como ele tocou o Totore, 'toretore onaharo', para registrar. Ele fala um pouco das estórias associadas ao totore. Enquanto ele fala, uma flauta canta bem agudo.
Benjamim KulinaApiwtxa. Rio Amonia.
Peter BeysenDocumentação - À Frente do grupo, Tamaki. A seguir, menina não identificada, Waiaka, Tainá, Shakira, meninas não identificadas e ao fundo, Ialdo
Milton GuranA manada de homens corta a linha de mulheres e segue a direção. Homens e mulheres continuam cantando (cada um em seu ritmo e andamento e cada um o seu canto) e dançando (em passos de queixadas). Mulheres e meninas se desprendem da linha para buscar panelas e potes.
João Onima KulinaEu e os Kulina explicam que quando o tokorime vai embora, o pajé deixa a máscara no mato. A equipe de museologia tenta identificar a jarina na internet. George e eu ficamos conversando sobre a sonoridade da chegada de um tokorime na aldeia.
Benjamim KulinaAssovios (com as mãos, chamando homens para a kuxex?)
Leonardo Pires RosseBrincadeira no pátio.
Leonardo Pires RosseBrincadeira no pátio.
Leonardo Pires RosseBrincadeira no pátio.
Leonardo Pires RosseBrincadeira no pátio.
Leonardo Pires RosseBrincadeira no pátio.
Leonardo Pires RosseBrincadeira no pátio.
Leonardo Pires RosseBrincadeira no pátio.
Leonardo Pires RosseBrincadeira no pátio.
Leonardo Pires RosseBrincadeira no pátio.
Leonardo Pires RosseBrincadeira no pátio.
Leonardo Pires RosseBrincadeira no pátio.
Leonardo Pires RosseBrincadeira no pátio.
Leonardo Pires RosseAssovios (com as mãos, chamando homens para a kuxex?)
Leonardo Pires RosseBrincadeira no pátio.
Leonardo Pires RosseBrincadeira no pátio.
Leonardo Pires RosseBrincadeira no pátio.
Leonardo Pires RosseBrincadeira no pátio.
Leonardo Pires RosseBrincadeira no pátio.
Leonardo Pires RosseBrincadeira no pátio.
Leonardo Pires RosseBrincadeira no pátio.
Leonardo Pires RosseBrincadeira no pátio.
Leonardo Pires RosseComentário de Toninho sobre as brincadeiras anteriores.
Leonardo Pires RosseA padre Vicença e sua jovem ajudante
RIBEIRO, DarcyA padre Vicença e sua jovem ajudante
RIBEIRO, DarcyA padre Vicença e sua jovem ajudante
RIBEIRO, DarcyA padre Vicença e sua jovem ajudante
RIBEIRO, DarcyA padre Vicença e sua jovem ajudante
RIBEIRO, DarcyA padre Vicença e sua jovem ajudante
RIBEIRO, DarcyCasa de Seu Antonio e Dona Piti. Apiwtxa. Rio Amonia.
Peter BeysenApiwtxa. Rio Amonia.
Peter BeysenCasa de Seu Antonio e Dona Piti. Apiwtxa. Rio Amonia.
Peter BeysenNo dia 30 de novembro de 2014 realizamos uma oficina bastante intensiva, aproveitando um dos raros dias de “descanso” das cerimônias do Salomã. Procuramos nos focar nos materiais de áudio já gravados por Bruno Vasconcelos de modo a analisá-lo da forma mais fina possível, obtendo as segmentações inter e intra cantos, bem como o seu conteúdo narrativo, cheio de sutilezas inesperadas. Além disso, tratou-se de uma oportunidade única de reunião de diversas pessoas: vários homens velhos mostraram grande interesse em estar presentes e compartilhar com os bolsistas da UNESCO de um pequeno treinamento da escrita alfabética, prática da escrita de seus próprios nomes, alguns chegando mesmo a escrever pequenos relatórios, para nos mostrar que são capazes de integrar o projeto. Vários jovens relacionados ou não a esses velhos também acorreram ao barracão da escola para ouvir, ver e participar, auxiliando os velhos na introdução ou aperfeiçoamento da escrita. Disso tudo resultou uma oficina extremamente rica, tanto pelo fato de que a discussão e análise de cantos contou com um número alto de pessoas, que debatiam entre si e depois acordavam sobre a melhor explicação, quanto pelo fato de que ensejou ademais uma série de discussões paralelas também com os jovens, sobre a educação escolar, as melhores formas de ensino e aprendizagem da escrita alfabética, aprendizado em língua nativa, políticas regionais de educação, possibilidade de projetos, etc.
Ana Paula Ratto de Lima Rodgers